Frase de Felipe Zoaldeyck
O mundo é grande, meu amigo. Se tentas abraçá-lo, as mãos não encontram-se e, nessa lacuna é esvaido...
No pensador.ai desde
O mundo é grande, meu amigo. Se tentas abraçá-lo, as mãos não encontram-se e, nessa lacuna é esvaido...
No pensador.ai desde
PRA VOCÊ DAR NOME. AMAR VOCÊ... LEMBRAR VOCÊ...
PRA VOCÊ DAR NOME. AMAR VOCÊ... LEMBRAR VOCÊ... Tudo isso é tão novo CONFESSO, um tanto BIPOLAR MANIAS DE VOCÊ Detalhes por quais apaixonei-me Características a quais atribuo grande sentimentalidades A LUZ DOS OLHOS Dos teus olhos Transmitem um brilho radiante E a FELICIDADE espalha-se Por toda a extensão do meu mundo SAUDADE, É o que invade-me Longe de você Louca vontade Sentimento covarde Que impede-me de te ver Julgam-nos ILEGAIS Banais Fúteis demais O MEDO DE AMAR Sempre me acompanhou Mas, você me mostrou que AMOR IGUAL AO TEU Alguém jamais herdou VOCÊ ME FAZ TÃO BEM Sinto-me tão AMADO ao seu lado EU SEI Estou sendo CLICHÊ Mas, se amar é ser Querido... Isso continuará a acontecer Este poema foi para você Estou disposto a escrever outras MIL POESIAS Para te lembrar Guardar E ao seu lado, sempre estar Desejo-nos TODO O AMOR QUE HOUVER NESSA VIDA E na OUTRA VIDA, também Iremos para um OUTRO LUGAR O MELHOR LUGAR Nosso INFINITO PARTICULAR Onde não haja quem possa Nos impedir de amar... Então, VAMOS COMEMORAR Nossa SINA continuará Por uns 100 ANOS Mas, A DOIS PASSOS DO PARAÍSO EU PRECISO DIZER QUE EU TE AMO...
Amores A vida deu-me amores Amores que deram-me flores
Amores A vida deu-me amores Amores que deram-me flores Amores que deram-me espinhos Amores que ficaram pelos caminhos A vida deu-me amores Amores de que amei Amores que conquistei Amores que só sonhei A vida deu-me amores Amores proibidos Amores liberados Amores que amei sem ser amado
O falo... No falo da Rosa Vislumbro tua primorosa beleza
O falo... No falo da Rosa Vislumbro tua primorosa beleza Cada detalhe Toda característica própria Torna-o inteiramente único Toda a liberdade e ternura (dileção) Que exploro quando encontro-me em teus braços Deixando-me jubiloso Faz com que Eu o queiras Com um fervor Superiormente desejado Conjeturar tua ausência Coloca-me em uma esfera de sentimentalidsdes dolorosas Então, apareces Olha-me... E dilacera meu pensar Mostrando o quão recíproco é nosso anseio...
Eu... Às vezes sou exposta Outrora, contida
Eu... Às vezes sou exposta Outrora, contida Criada pela felicidade Porém Nem sempre Quando não contente Multiplico-me de forma incessante E aumento minha constância No oriente Há a convergência sob o infortúnio No ocidente Sou demasiada no luto Me faço presente na distância Estou em todos Há quem não externe-me Compreensível! Sou taxada como fraqueza Na duração dos olhos ao chão Transformo-me em um rio de sentimentalidades