Frase de Taciana Valença
Por uma nova tela Não hão de calar a voz, cortar braços, olhos e mãos. Nadarei contra maré lixo tóxico, sobre pedras serei sola de borracha. Insano algoz de incertas flechas. Covarde! Fogo sobre povo que ingênuo arde. Maldade em homeopáticas doses; tesoura em asas de babilardes. Não, não hão de congelar meu sangue, nem destruir nossos propósitos, minha argúcia inda resiste sob o peso, apesar dos dedos, apesar da gangue. Liberdade há de acordar triunfante, força da maré a ralé carregará, dias inglórios vencidos serão, tintas em nova tela surgirão.
No pensador.ai desde