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Frase de Adriano Peralta - Escritor Latino-americano

⁠TANGARÁ DA SERRA: Nosso `Vale do Silício` na paisagem do cerrado. `Capital do Médio Norte`, esteio de um grande estado. Onde as águas do opulento Sepotuba, trançam os campos de alvos algodoais, com formosos girassóis e seus verdes cafezais. Onde o intrépido pioneiro e o resiliente Parecis, alimentam a esperança, de um jovem aprendiz. Com sua gente heroica, que não reluta em sair às ruas, para defender as bandeiras suas. Com suas festas tradicionais, seus desfiles cívicos e as canções dos festivais. Da labuta de seu campesino, que de madrugada deixa sua roça e para a feira segue em destino. De seus bairros tradicionais: Shangrilá, Portuguesa, Esmeralda, Tarumã, Horizonte, Arapatunga, e tantos outros mais ... A cada ano, sua área é expandida; a cada início de dia, nova construção é erguida. Suas largas avenidas, imponentes e floridas, levam a um novo destino, a uma vila recém-nascida, a um sorriso de menino. Sua pedra, ainda Solteira, do alto da cordilheira, recebe seus viajantes (com seus sonhos e semblantes) encantados com as cachoeiras, de belezas exuberantes. Se não bastasse tanta fartura, Deus ainda lhe deu a honra, de nascer em 13 de maio, na abolição da escravatura.

Adriano Peralta - Escritor Latino-americano

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Pensador.com

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⁠A política brasileira é um campo fértil para dois tipos de indivíduos: àqueles que estão perdidos na vida e àqueles que almejam se perder nela.
⁠Tem muita gente com a SÍNDROME DE CONCEIÇÃO – vive no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem. Pra ter regalia de OFICIAL, não se presta concurso pra PRAÇA. Não se enche a despensa vazia, acordando ao meio dia; tudo que é bom tem seu preço, nada é entregue de graça. A vid…
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⁠Tem muita gente com a SÍNDROME DE CONCEIÇÃO – vive no morro a sonhar, com coisas que o morro não tem. Pra ter regalia de OFICIAL, não se presta concurso pra PRAÇA. Não se enche a despensa vazia, acordando ao meio dia; tudo que é bom tem seu preço, nada é entregue de graça. A vida do bancário é diferente da do banqueiro, um se mata no trabalho, o outro esbanja dinheiro. A REALIDADE nem sempre é bela, ainda que muitos prefiram, encará-la de forma paralela.

⁠A estrada da vida não é tão longa como dita na letra da canção. Para muitos, é um circuito ovalado; percorrem várias vezes o mesmo trecho, caem reiteradamente nos mesmos buracos, derrapam sempre na mesma curva (fechada e traiçoeira). As fatigantes subidas íngremes provocam a des…
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⁠A estrada da vida não é tão longa como dita na letra da canção. Para muitos, é um circuito ovalado; percorrem várias vezes o mesmo trecho, caem reiteradamente nos mesmos buracos, derrapam sempre na mesma curva (fechada e traiçoeira). As fatigantes subidas íngremes provocam a desistência dos mais fracos. A vida é cíclica, quase tudo se repete: da beleza da paisagem ao perigo da viagem.