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Frase de Cida vitorio

⁠Senhor Clomb Esse conto começa com uma cartinha de uma menina de 6 anos para o seu vizinho...... “Prezado Senhor Clomb, como o senhor está? Não é novidade que o senhor já sabe que a casa da direita é nossa, quer dizer da minha mãe e minha. Mas, o fato é que o senhor continua jogando entulho no quintal aqui da casa. O que tem na cabeça? O que pensa que está fazendo? Não sabe que a nossa casa é o nosso lar e é sagrado? Poderíamos jogar todos os lixos que temos, mais o que o senhor envia pra gente na sua casa. Mas, não vamos fazer isto. Não somos iguais. Toda a terça recolhemos os lixos e mandamos para a reciclagem levar e o resto para o caminhão de limpeza levar. Mas, fico aqui pensando, será que o senhor quer ajuda para descartar seu lixo? Não consegue, e é por isso que fica descartando seu lixo em minha casa. A minha mãe e eu moramos somente nós duas naquela casa e não temos outra pessoa para ajudar na limpeza da casa, por isso, pego todo o lixo e refaço o serviço, que o senhor nos dá extra para que não fique o entulho na nossa porta. Mas, eu pergunto, por que? Porque o senhor não gosta da gente? Precisa de algo? Posso ir na sua casa ajuda-lo com seu lixo uma vez por semana. Mas, ficar jogando lixo na minha casa, é um absurdo. Se quiser minha ajuda, posso ajudar. Posso e não vou cobrar nada do senhor. Minha mãe me ensinou que devemos amar o próximo e ajuda-lo. Embora, eu tenha 6 anos, como bem, brinco, ajudo em casa e ainda posso auxiliá-lo nas suas tarefas de casa”. O senhor Clomb, sem saber que dizer, nunca mais jogou lixo na casa da menininha, que tímida e doce cativou o coração de pedra do senhor Clomb. Depois desta carta, também o senhor Clomb escreveu uma cartinha para a menininha, que por sinal, se chama Olívia e estava escrito assim: “Cara menininha, não há nenhum problema entre nós, poderia vir até a minha casa com sua mãe tomar um chá?” Olívia, muito feliz pediu sua mãe para acompanha-la a casa do senhor Clomb e ela foi. Chegando lá, recebeu um belo sorriso, chá e bolachas. Senhor Clomb pediu desculpas por ter feito essas maldades com as duas e a partir daquele dia, ficaram bons amigos, até o dia do falecimento do senhor Clomb, que foi um dia muito triste. Olivia, hoje está com 18 anos e olha altiva para a casa do lado e pensa como foi feliz com o vizinho. Boas recordações. Olívia não guarda mágoas, seu coração só tem espaço para coisas doces e alegres. Sua mãe a chama da cozinha e ela se vira e fala: --- já vou mamãe. E assim termina esse conto. Cida Vitório,

Cida vitorio

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Cida vitorio

O chamado do vazio é o encontro de almas perdidas. "Tentar esconder dos problemas é se arrastar pro abismo de uma vida vazia, sentir medo é normal, o que não podemos é preencher o vazio com falsas ilusões."
⁠Se eu pudesse...... Se eu pudesse eu viajaria no tempo. E nesta viagem, queria ver o real acontecimento do meu nascimento,
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⁠Se eu pudesse...... Se eu pudesse eu viajaria no tempo. E nesta viagem, queria ver o real acontecimento do meu nascimento, queria entender as escolhas feitas sobre minha nada fácil infância e ..... se eu pudesse queria entender porque tem mães que não amam seus filhos. Se eu pudesse queria mudar a minha história, queria sentar no colo de minha mamãe e ouvir canções de ninar, queria festas de aniversários todos os anos, nem que fosse somente um beijo. Se eu pudesse...... Queria ter tido um lar só meu com papai e mamãe e queria sentir o carinho dos sorrisos numa mesa. Ah! Se eu pudesse..... Queria respostas, porquê o abandono? Porquê fui mandada embora dos seus braços, mãe? Passei uma vida sem entender. Você não existe mais e se eu pudesse, perguntaria. Se eu pudesse......

⁠Meus dias são como uma chuva triste, que cai em silêncio. Não tem grito e nem soluços, apenas o sentimento. Ando em busca de contentamento, mas o que tenho são as
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⁠Meus dias são como uma chuva triste, que cai em silêncio. Não tem grito e nem soluços, apenas o sentimento. Ando em busca de contentamento, mas o que tenho são as nuvens no pensamento. nasci no carnaval e por isso minha vida se tornou banal, minha mente está sempre dando sinal, criatura estanha essa cida, que ora chora, ora sorri, mas sempre consegue viver simplesmente em busca da sua origem e semente.

⁠A doce presença da morte Não havia sinais que aquele seria o último dia dela, a manhã foi como todos as outras, levantou-se, lavou o rosto, preparou o café e foi trabalhar, nada indicava que aquele seria seu ultimo dia na terra dos vivos. Ela trabalhou como nunca, deu todos os…
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⁠A doce presença da morte Não havia sinais que aquele seria o último dia dela, a manhã foi como todos as outras, levantou-se, lavou o rosto, preparou o café e foi trabalhar, nada indicava que aquele seria seu ultimo dia na terra dos vivos. Ela trabalhou como nunca, deu todos os telefonemas necessários, resolveu todas as pendências e foi pra casa no final do expediente e seguiu o mesmo caminho, mal sabia ela que naquela curva da avenida com uma rua qualquer, alguém fecharia os cruzamentos e bateria no seu carro, encerrando de vez o seu dia tranquilo e monótono. Se ela sofreu não se sabe, o que deu pra ver é que seu semblante era de um trabalhador cansado por um dia de trabalho exaustivo, 40 horas semanais, sem ir ao cinema, teatro, barzinho, sem tempo pra se divertir ou cuidar da família ou amigos, rosto de quem nunca teve tempo para viagens e bobagens deste tipo. Ninguém prevê os instantes, talvez se ela soubesse que seria seu último dia, ela sairia cedo do serviço e visitaria sua família ou faria algo que sempre quis fazer e nunca pode fazer por falta de tempo. Não dá pra mudar o momento, mas tudo seria diferente se ela soubesse antes que a vida pode ser mais leve, só dependia dela dividir os fardos. Descanse em paz, dizia a lápide dela.