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Frase de César Kaab Abdul

Suínos Sionistas de Israel 🚨Suínos Sionistas Sob o manto escuro da infâmia, O genocídio Palestino se desenrola, Onde a dor e a tristeza se entrelaçam, Num horror inimaginável que assola. Os Suínos Sionistas, impiedosos, Atacam hospitais e desferem golpes, A vida que respira, aniquilam, Crianças inocentes em prantos convolam. Em cada alma perdida no conflito, Há um grito sufocado pelo medo, Enquanto o mundo vira o rosto, No silêncio cúmplice de um enlevo. Mas saibam, ó cruéis suínos, O povo palestino resiste! Em seu sangue há coragem e dignidade, Que dos escombros emergem e insistem. Não se enganem, ó sionistas, O tempo revelará vossa iniquidade, Nesse teatro de horrores inaceitáveis, A justiça surgirá com voracidade. Que o mundo desperte para a realidade, Que as vozes se ergam em uníssono, Para que o genocídio seja destruído, E a Palestina encontre seu caminho, Os levantinos não se curvam aos opressores Sentimos seus odores de longe, pois são os vermes que consomem os restos, as sobras São sombras que caminham há espreita do mal Os ladroes, os lixos com DNA de quimera Sionistas preenchem as intermináveis filas para o banho de enxofre no final do inferno, Ó invasores, serão continuamente rebaixados e reduzidos ao nada, e pedirão clemência, mas não será dada, Pagarás pelos olhares das famílias amedrontadas observando pelas frestas das velhas portas, que por tanto derrubariam com suas botas, Pagarás pelas mulheres violentadas em frente seus esposos, onde para vós era a prova de sua vil superioridade, Pagarás pelos inocentes encarcerados e silenciados nas celas, onde eram torturados, desonrados e por fim mortos, Ó Israel sionista, cairá, cairá, cairá, mil vezes cairá ! E nesse dia estarei junto compondo os enfileirados assistindo o seu ininterrupto eterno fim.

César Kaab Abdul

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de César Kaab Abdul

A ignorância que se recusa aos fatos não é falta de conhecimento, mas um tumor da razão que corrói a verdade e sepulta a própria humanidade em sua arrogância.
⁠"Pertencimento" Já não pertenço às esquinas e esquivas que as ruas do mundo e seu tempo propõe Eu sigo só, sigo sozinho entre meus devaneios jogando pra escanteio todo anseio de um antigo ter pra ser
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⁠"Pertencimento" Já não pertenço às esquinas e esquivas que as ruas do mundo e seu tempo propõe Eu sigo só, sigo sozinho entre meus devaneios jogando pra escanteio todo anseio de um antigo ter pra ser Já não pertenço aos olhares dos holofotes que quando se apagam a escuridão é total e solitária para o corpo e a alma e o desvanecimento da vaidade dá o tom do seu real significado revelando-se como um monstro imenso e insaciável, de valores supérfluos Andei tanto, tanto, percorri milhares de trilhas, subi e desci tantas montanhas, me perdi inúmeras vezes, e aos poucos fui me encontrando e me perdendo no que era antes de pertencer Não pertenço mais a lugares, coisas, causas, cores... estou em busca desse eu desconhecido que no entorno do tempo ainda pulsa distante mas inquieto Tornei-me silêncio ininterrupto, continuo no monólogo discreto, eficaz e oportuno, minha maravilha é o dia que entra na noite e a noite que entra no dia, a chuva que cai e o sol que brilha, estou na busca de entender a que mundo eu realmente pertenço.