Frase de Ana Jéssica
Se pudessemos escolher,deveriamos amar quem nos da valor ao em vez de amar quem nos olhou nos olhos e nunca nos disse palavras sincera.
No pensador.ai desde
Se pudessemos escolher,deveriamos amar quem nos da valor ao em vez de amar quem nos olhou nos olhos e nunca nos disse palavras sincera.
No pensador.ai desde
É tão complicado dar tchau quando se quer passar o resto do dia e da vida com alguém. É tão mesquinho fingir possuir um coração frio e vazio, quando este encontra-se quase a transbordar de tanta vontade de estar perto. É tão estranho precisar ser alguém que você não é, para demon…
É tão complicado dar tchau quando se quer passar o resto do dia e da vida com alguém. É tão mesquinho fingir possuir um coração frio e vazio, quando este encontra-se quase a transbordar de tanta vontade de estar perto. É tão estranho precisar ser alguém que você não é, para demonstrar maturidade e autossuficiência para outrem.
Sentindo tudo e não demonstrando nada, aceitando que tudo que há debaixo desse céu, tem começo, meio e fim; reciclando lágrimas, sentimentos, e consequentemente, sorrisos. Mas apesar de tudo isso, o pior ainda é ter que aceitar que as coisas passam... E isso é ruim e feliz, ao me…
Sentindo tudo e não demonstrando nada, aceitando que tudo que há debaixo desse céu, tem começo, meio e fim; reciclando lágrimas, sentimentos, e consequentemente, sorrisos. Mas apesar de tudo isso, o pior ainda é ter que aceitar que as coisas passam... E isso é ruim e feliz, ao mesmo tempo.
Julgam os mais desinformados que o fim do amor é o fim da vida, mas sinto-lhes dizer que se enganam. Não é necessariamente dessa forma. Um fim para o amor pode significar a redenção para uma vida; como se amar estivesse sendo algo tóxico que a estivesse impedindo de viver verdade…
Julgam os mais desinformados que o fim do amor é o fim da vida, mas sinto-lhes dizer que se enganam. Não é necessariamente dessa forma. Um fim para o amor pode significar a redenção para uma vida; como se amar estivesse sendo algo tóxico que a estivesse impedindo de viver verdadeiramente e permitir-se ser ela mesma em todos os aspectos. Nesse caso, um pseudo-amor. E é incrível como inúmeras pessoas se contentam com ele, com migalhas jogadas desinteressadamente dia após dia. Ingerem-nas, mas logo estão com fome de novo. Nunca estão alimentadas, preenchidas. E não há mais alimento disponível. Não há carinho, abraços, mãos dadas, beijos nem mordidas na orelha; nada que sustente uma situação que não existe. Apenas acomodação, falta de coragem de virar a página e começar a escrever uma nova história (dessa vez, como mais momentos felizes). Comigo não é assim, nunca tive preguiça de escrever algo novo, nem nunca estive disposta a me lamentar por páginas velhas e rasgadas outrora escritas. Pra quê? Claro que não deixa de ser uma decisão dolorosa de ser tomada, e suas conseqüências são a longo prazo, mas eu creio na adaptação do ser humano. Ser adaptável é uma das mais belas formas de sobrevivência da nossa espécie. Mas não devemos nos adaptar com o que nos faz infeliz para sempre, apenas com o momentâneo; aquele que depois que o tempo passa, traz os sorrisos de volta. O segredo de tudo está em saber sobreviver a cada momento, sem voltar atrás. Faz-se necessário aceitar que as coisas mudam, a vida vira do avesso e novos caminhos são abertos, enquanto portas se fecham. Você só precisa abraçar o lado bom disso tudo. E seguir em frente.
Estava física e espiritualmente cansada de economizar sofrimentos, e junto a isso, economizar também amor e sorrisos. Porque, como todos sabem, amor e sofrimento são irmãos. Não dá pra ‘comprar separadamente’, tem que ‘adquirir o kit completo’. O medo de sofrer a impedia de amar.…
Estava física e espiritualmente cansada de economizar sofrimentos, e junto a isso, economizar também amor e sorrisos. Porque, como todos sabem, amor e sofrimento são irmãos. Não dá pra ‘comprar separadamente’, tem que ‘adquirir o kit completo’. O medo de sofrer a impedia de amar. O medo de amar a impedia de sofrer, mas lhe privava de um arsenal de carinhos, companheirismo, mãos dadas e beijinhos na ponta do nariz. Por que tão injusto?