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Frase de Maicon Carlos

Roletas na frente Não tem muito tempo que aqui no Rio as roletas, ou catracas dos ônibus passaram a ser na frente, fazendo assim a entrada dos pagantes ser na frente também. Não dá pra entender a necessidade disso, a não ser para atrapalhar as nossas vidas e causar constrangimento. Quando a entrada era atrás ninguém via quem estava entrando, a não ser que virassem e olhassem para trás, mas acredito que ninguém seja tão curioso a ponto de fazer isso. Agora com a entrada na frente, você já entra com medo de tropeçar nos degraus sabendo que todo mundo verá isso, fica com medo do seu cartão eletrônico de passagens não passar, der problema, enfim vão pensar que você não tem créditos no cartão, e você será o culpado de empacar a fila e todos estarão olhando para a sua cara, você fica com medo de sua roupa ter algum problema, todos ficarão reparando, portanto mesmo que nada disso aconteça, você vai entrar pensando que isso pode acontecer e vai ficar suando frio, tremendo, pálido e com cara de assustado, todo mundo vai reparar isso em você. Mesmo que você fique tranqüilo, até mesmo pelo costume, e nada de errado aconteça, vão continuar olhando para sua cara, como se algo de errado tivesse acontecido, você vai achar que alguma coisa aconteceu e vai ficar constrangido, mesmo sem saber por que, simplesmente porque a roleta do ônibus é na frente.

Maicon Carlos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Maicon Carlos

Desejo Cadente “Viu aquilo, amor?” Foi o que ela me disse ao ver um brilho parecido com o seu cruzar o céu. “Vi sim, amor.” Respondi num tom de tranqüilidade com um breve sorriso, daqueles que quase não se dá pra perceber. Um sorriso como aqueles onde a gente sorri pra nós mesmo…
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Desejo Cadente “Viu aquilo, amor?” Foi o que ela me disse ao ver um brilho parecido com o seu cruzar o céu. “Vi sim, amor.” Respondi num tom de tranqüilidade com um breve sorriso, daqueles que quase não se dá pra perceber. Um sorriso como aqueles onde a gente sorri pra nós mesmos, por dentro, mas de tão grande, a gente deixa escapar um pouco. Ela ficou perguntando do que eu estava rindo, tentei disfarçar, disse que não era nada, ela não acreditou, óbvio. “Ri porque foi lindo, não acha?” Respondi tentando mudar de assunto, e ela caiu direitinho. “Realmente é lindo demais, pena que passa tão rápido. Dizem que é pra gente fazer um pedido quando vê uma estrela cadente, né?” Ri mais ainda, só que dessa vez eu ri pra fora, quis, dessa vez, compartilhar a risada com ela. “Ah, ta rindo do que agora?” Ela foi ficando cada vez mais zangada com minha risada sem explicação. “Realmente quando a gente vê uma estrela cadente tem que fazer um pedido, não conseguiu fazer o teu?” Respondi tentando desconversar e fugir da sua pergunta. “Não consegui, e você conseguiu?” Parece que ela havia caído na desconversa, mas estava me questionando de novo, dessa vez não ri, fiquei até sério, ela percebeu e respondi: “Dessa vez não...” Por um tempo ela ficou parada, olhando pra mim, preocupada com minha seriedade, mas sua curiosidade era maior. “Dessa vez não? Então quando foi que conseguiu pedir?” Meu rosto estava mais sério ainda percebi sua aflição aumentando também, mas antes que ela se assustasse, respondi: “Um tempo atrás, quando estava triste, pra baixo e completamente apaixonado por você, mas sem você. Meus olhos estavam fixos no céu há mais de trinta minutos. De repente, uma estrela cadente passou. Pude acompanhar todo o seu trajeto até sumir, e nesse tempo fiz meu pedido, dias depois ele se realizou.” “O que pediu?” Perguntou. “Pedi você. Pedi nós dois. Pedi que fosse feliz e te fizesse feliz, pedi esse momento e tantos outros que vivemos e que vamos viver, e como você pode perceber, minha flor, meu desejo foi atendido."

Como uma onda, a paixão Então nos apaixonamos mais uma vez. E aí nos perguntamos: "Até quando vou me apaixonar e desapaixonar?" Sim, pois a paixão parece uma onda demorada... Mas que sempre vem e vai... Algumas duram muito, parece uma ressaca do mar e acaba devastando corações,…
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Como uma onda, a paixão Então nos apaixonamos mais uma vez. E aí nos perguntamos: "Até quando vou me apaixonar e desapaixonar?" Sim, pois a paixão parece uma onda demorada... Mas que sempre vem e vai... Algumas duram muito, parece uma ressaca do mar e acaba devastando corações, modificando a paisagem e transformando a vida das pessoas. Tem paixão que transforma positivamente as nossas vidas, torna a manhã e seu café forte mais doce, e nos dá uma vontade imensa de fazer alongamentos antes de sair pra trabalhar. Tem paixões que transformam nossas tardes em manhãs, acordamos no horário do almoço pra fazer café, ligar a tevê e voltar a dormir. Apesar de que... É positivo acordar no horário do almoço depois de uma ótima noite ao lado da sua paixão e esquecer que você perdeu um dia de trabalho e será descontado no fim do mês, porém não se aborrece, pois sabe que não tem preço ser feliz. Depois tudo se acaba, pois as diferenças se tornam maiores que as coisas em comum. Ou estão se vendo demais, ou de menos. Alguma coisa está errada, se não está, precisa ficar, aí qualquer coisa é inventada e o mínimo se torna máximo. Percebemos então que a paixão acabou, mas deixamos de perceber que o que na verdade acabou foi a compreensão... Depois de um tempo nos apaixonamos novamente, somos felizes, nos frustramos, deu errado, voltamos a ficar mal, e a roda continua girando. Perguntamo-nos então, o “por que” disso, mas não temos a percepção de que não vamos entender a paixão se não entendermos quem está conosco e nós mesmos.

Não perdoem o chato Cazuza com toda sua sabedoria e poesia escreveu uma música com o título de “Não há perdão para o chato”. Cazuza tinha razão, e há tantos chatos e tantas formas de ser chato que devemos ter cuidado para não nos tornarmos chatos também. Se todos tomassem cuidad…
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Não perdoem o chato Cazuza com toda sua sabedoria e poesia escreveu uma música com o título de “Não há perdão para o chato”. Cazuza tinha razão, e há tantos chatos e tantas formas de ser chato que devemos ter cuidado para não nos tornarmos chatos também. Se todos tomassem cuidados para não ser chato, a chatice não existiria, mas há quem diga que chatice é doença, certamente quem diz isso é um chato, ou é casado com alguma chata, e aí inventa essa desculpa por ter de aturar uma chata em casa. Mas dizem que quando passa um tempo no casamento tudo fica chato. Há os amigos chatos, que são aqueles chatos que você gosta. Você não aguenta mais a chatice dele, mas você não aguenta mais ainda é ficar sem ele. As brincadeiras sem graça onde você é a vítima e o riso fica por conta dele. Nesse caso você pode perdoá-lo, mas não perdoe a chatice dele. Converse com ele, tente mudar, senão a chatice dele não vai perdoar a amizade, e aí você, sem perceber vai ficando cada vez mais distante dele. Os chatos também não gostam de chatice. E são os que mais cortam o barato dos outros chatos, até porque isso para o outro chato é chatice, mostrando assim sua chatice, se é que me entendem. Há os chatos inesperados. Você está no ponto esperando o ônibus e de repente aparece mais alguém para compartilhar a labuta indesejada. E fica mais indesejada ainda quando essa pessoa começa a puxar assunto, falando coisas que não te interessa, começa a falar mal da sogra dele, você já tem a sua, e o pior está esperando o ônibus para encontrar com sua esposa na casa da sogra. E o chato só te larga quando o ônibus chega. Pior é quando o ônibus é o mesmo. Há os chatos que te conhece, mas você não os conhece. E quando conhece se arrepende de ter conhecido. Sabe aqueles sujeitos que chegam pra você e juram que te conhece de longa data, começam a contar história que você nunca viveu, fala dos filhos que ele teve nesse tempo que vocês não se viram, pergunta dos seus, da sua família, da dele? Depois de aturar o chato por trinta minutos ele se convence que realmente vocês não se conhecem e ele estava enganado. O pior chato é aquele que está dentro de você. Todos estão se arrumando pra sair, te ligando, você deseja sair, você precisa curtir uma balada, mas o chato que mora dentro de você não deixa você sair, responde por você e diz não aos amigos. O chato que te impede de viver um novo amor, o chato do irmão mais novo da menina você pode ignorar, mas o chato que vive dentro de você não, esse você não deve perdoar. O chato do vizinho que não suporta som alto e reclama quando você põe o volume no máximo você pode deixar de lado, mas o chato que existe em você que aceita abaixar o volume você não deve perdoar. O chato que te impede de ver um filme com os amigos, o chato que te impede de cantar, de tentar realizar os sonhos, esse você não deve perdoar, não há perdão para o chato que mora dentro de nós.

O amor pelo desprezo Realmente não dá pra entender o ser humano. Tudo bem que o amor é algo que não se deve explicar e sim sentir, até porque tem coisas que o amor provoca que não tem explicação. Isso já aconteceu com todo mundo, nem que tenha sido pelo menos uma vez na vida. G…
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O amor pelo desprezo Realmente não dá pra entender o ser humano. Tudo bem que o amor é algo que não se deve explicar e sim sentir, até porque tem coisas que o amor provoca que não tem explicação. Isso já aconteceu com todo mundo, nem que tenha sido pelo menos uma vez na vida. Geralmente a gente faz isso por ouvir os conselhos dos amigos, mesmo acreditando que “se conselho fosse bom, não se daria, se venderia” - que ditado capitalista -, mas tudo bem, quando é conselho de amigo a gente faz uma exceção, aí se arrepende depois, ou não. “Despreza que ela (ele) corre atrás”, quem nunca ouviu isso de um amigo? E o amigo, ou amiga da futura desprezada também ouve isso, e os dois aceitam o conselho dos amigos, o resultado no fim das contas é que nenhum dos dois descobre o que realmente o outro sente, e no fim acabam por não viver uma talvez grande história de amor.