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Frase de Jamis Gomes Jr.

⁠Sentimentos Sentimentos. O que dizer de um substantivo com significado tão vasto? Uma única palavra carrega a felicidade, dor, bem-estar, tristeza, paixão, frustração, respeito, amor, entre outros. Há de fato uma gama de diversidades. Que apesar de diversos, não impedem de se interligarem. Não estou dizendo exatamente que os opostos se atraem, porém, por vezes, a diferença de um pode completar/equilibrar o outro. Até porque, ninguém consegue manter o nível de um sentimento qualquer que seja elevado para sempre. Sempre haverá um contraste, independente de sua duração, para equilibrar o sistema emocional. Também não estou dizendo exatamente que tudo em excesso faz mal, como diz o povo, porém não seria uma colocação totalmente errônea, pois imagine-se você feliz o tempo todo, rindo o tempo todo... coloque-se nesta situação com qualquer sentimento. Alguns são mais tentadores que outros, claro, porém a vida teria graça? A verdade é que com graça ou sem ela, independente dos seus objetivos, em algum momento esbarraremos nesses contrastes. Tudo tem um propósito. Cabe a nós indagar a tudo e a todos para eventualmente encontrarmos o porque das coisas. Como dito anteriormente, independente da duração, sempre haverá um contraste sentimental. Por mais que tentemos estar em um ambiente o mais harmônico possível, fazer terapia, viajar, etc., isso nos levará para algum contraste eventualmente. Seja pela perda de um ente querido, por uma viajem frustrante, ser demitido ou até mesmo no amor. O amor em si talvez seja o sentimento com mais contrastes dentre eles. Mas o que é o amor? Para isso, é necessário que haja uma separação, pois existe a fundamental diferença entre amor e paixão. A paixão como já dizia muito bem Luís de Camões na primeira quadra e primeiro terceto de um dos seus célebres poemas: “Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói, e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É ter com quem nos mata, lealdade.” – “É ter com quem nos mata, lealdade”. Essa é profundamente genial! - Apesar de ter sido colocado como amor, científicamente falando, as estrofes acima são definições mais relacionadas a paixão. O amor muitas vezes é classificado em seu lugar, por ser, infundadamente considerado o mesmo ou por vezes pela palavra amor impactar mais que a paixão. A paixão em si é aquele fogo inicial que pode ser confundido com a atração, porém esta última é apenas desejo carnal/ de pegação. Pois bem, a paixão bloqueia sua consciência, parece tudo perfeito! Essa ilusão de perfeição criada pela paixão aliada ao fogo e desejo, nos torna impulsivos no sentido de querer sempre que possível estar próximo da tal pessoa. Sempre tomando as atitudes com essa finalidade. Estar mais próximo da pessoa desejada. Gerado dessa impulsão, algumas não só sentem a falta como pensam no futuro com elas ou até destino. Pois é. Consequentemente surgi os dilemas cruéis de toda paixão que podem ser partilhados com os amigos ou não na busca de uma solução. Quem nunca viu algo a priori que eventualmente tornou-se outra? Essas ilusões de perfeição paralelo aos dilemas trazem a tona a pior das sensações: ir do céu ao inferno. O contraste dos contrastes dos sentimentos que se aplica em praticamente todos eles. Um simples sorriso, uma simples conversa pode tornar o dia totalmente aprazível. Como um choro, um descontentamento por parte da pessoa pode fazer o dia ser péssimo, deprimente, pois no bom ou mau momento, tendemos a absorver, a tomar suas dores/reações. É como se estivesse em um loop de passado, presente e futuro. Onde o passado remete aos momentos bons ou ruins que já tiveram. O futuro, claro, que é a maior parte formada de fantasia. Já o presente, como o próprio nome diz, é um presente dos céus. É uma sensação de presença totalmente singular que não queremos que acabe. São tantas sensações... é como uma droga. O sorriso, os sons da risada, a voz, os trejeitos, gestos, boca, cabelos, troca de olhares... até os momentos de silêncio que na troca de assunto entre uma conversa e outra parecem infinitos, porém com um abrasamento que te levam a momentos de prazer e aflição ao mesmo tempo. Como disse Luis de Camões: “É um contentamento descontente”. É uma antítese do início ao fim - como no próprio poema de Camões -, onde os opostos/contrastes se atraem complexamente definindo esse sentimento como quase que metafísico. Porém, tudo isso passa em semanas, meses ou em até 18 meses, de acordo com a ciência. E depois? O que acontece? A pós-paixão pode ser o perecer de todo aquele sentimento ou o começo de outro. O amor. O amor é um sentimento singular, porém é confundido com a paixão, porque de fato ambos podem ter alguns aspectos similares. Este sentimento tão desejado e por vezes cruel na mesma medida é algo único, apesar de suas semelhanças com a paixão. Pois enquanto a paixão é fogo, desejo, ilusão de perfeição, impulsividade, dilemas, entre outros, o amor é aquele sentimento formado principalmente no respeito entre ambos. É aquele sentimento que gera empatia para com o outro. É um desejo genuíno de querer se colocar no lugar do outro e ajudá-lo. Por mais que não seja sempre possível, podendo ocorrer sensação de impotência/frustração, o indivíduo sempre está presente para ajudar como puder. Quando se ama, tendemos a querer cuidar do outro. Isto pode ser visto nitidamente em qualquer relação entre: pais e filhos, irmãos, primos, namoro, casamento, amizade e até com animal de estimação. Quem nunca ouviu “quem ama cuida”? Pois bem! Amar é cuidar, é ser parceiro, amigo de todas as horas – por mais que em determinadas horas necessitamos de determinados amigos, o amigo “não apropriado” estará lá se o solicitar. O amor também gera sacrifícios. Nos tendenciando a dar atenção as prioridades. Prioridades essas que não necessariamente devem ser sobre o relacionamento, porque, apesar de dois indivíduos estarem em um relacionamento, eles continuam indivíduos, porém indivíduos com algo em comum. No entanto, se um dos indivíduos prioriza algo que pode afetar o relacionamento negativamente, alguém está sendo egoísta. E isto não é amor. Como dito anteriormente, o amor gera sacrifícios, porém são bilaterais. Eventualmente, se houver amor na relação, cederemos bilateralmente. E na busca pela definição do amor, Will Smith apresentou uma extraordinária perspectiva sobre o tema. De acordo com a sua perspectiva, nós não podemos fazer uma pessoa feliz, podemos sim fazê-la rir, dar gargalhada, se sentir bem, contudo, fazê-la feliz está profundamente e totalmente fora de nosso controle. Will ainda menciona que aprendeu com sua filha no dia a dia qual seria o paradigma do amor. Nomeado de flor do jardineiro. Pois, a relação que o jardineiro tem com a flor é de que o jardineiro quer que a flor seja o que ela foi feita/designada para ser, não o que o jardineiro quer que ela seja. Isto é, o desejo é que a flor floresça e se torne o que ela desejar se tornar. Que ela torne-se o que Deus designou para ela ser, consequentemente, não há a exigência da flor tornar-se o que o outro quer que ela seja por conta de seu próprio ego. Tudo além de todo o seu presente, amplamente aberto, dando e nutritindo esta flor dentro de sua grandeza, não é amor. Por fim, Will Smith entende que todos tem tempos difíceis, portanto, para ele, o amor é ajudar, é ter realmente devoção aos seus problemas/dificuldades, sendo comprometido em ajudar nas suas vidas, ajudando a sofrer menos, os ajudando a gerir suas mentes e emoções. É um desejo profundo para com os teus de que eles cresçam, floresçam e que se sintam bem em todo lugar. Quando se ama, o desejo é de que eles se sintam bem, feliz, que tenham sucesso na vida. O amor realmente exige que haja um profundo e interno entendimento de suas esperanças, sonhos, medos, necessidades e traumas. Amor é dar e partilhar nossos dons com o propósito de nutrir, empoderar e ajudá-los a criar suas maiores alegrias.

Jamis Gomes Jr.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Jamis Gomes Jr.

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Lacradores da lacração “Lacrou”, que é uma gíria popular recente usada por brasileiros, pode ser interpretada como “arrasou” ou “você disse tudo” e expressa bem qual é a “onda” hoje – ser o centro das atenções. A maioria quer ser o centro da atenção. Em um mundo onde a internet reina disparadamente desde sua ascensão os que não se importam perdem espaço, pois a propaganda/publicidade é o que importa hoje. Quem “lacra” aparece e o mesmo faz publicidade, não necessariamente nesta ordem, mas é um dos meios. Como dito antes “arrasou”, “você disse tudo”, entre outros, faz-se entender que todo esse mecanismo não vem de hoje, ou seja, “lacrar” é só mais um “update” dos demais modos de dizer “arrasou”, etc. Cada artista/figura pública, em suas respectivas áreas, tem ou teve uma maneira de fazê-lo. A diferença é que por vezes esta gíria é associada a uma maneira fútil de querer aparecer nos dias de hoje, diferentemente no passado onde era utilizada para especificar algo feito por um bem maior ou pelo menos expressar algo significativo/interessante. O ódio gratuito proporcionado pela internet é parte fundamental disso, mas não é necessário odiar a internet e muito menos a gíria, pois ela é só mais uma no vasto cardápio português coloquial. Portanto, não odeiem a “lacração”, apenas ignorem os usuários, pois com o tempo terão pensamentos laçados e ações lacradas.

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Por quê, futebol? Hoje aconteceu algo não tão peculiar – o quê não deixa de ser triste – , Messi e Cristiano Ronaldo, dois dos maiores jogadores de futebol da história, foram eliminados nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2018 – no mesmo dia! Sem tempo nem pudor os deuses do futebol tiraram de ambos a oportunidade de seguir sonhando com, possivelmente, o título mais desejado ou então o quê os falta. Porém, futebol é assim. É amor e ódio. Amamos quando ganham ou escrevem lindas histórias dentro de campo e odiamos quando perdem. (Um ódio talvez mais voltado para a frustração/tristeza). Contudo, é na tristeza que aprendemos algo novo ou relembramos algo velho, algo importante, e hoje tanto Uruguai quanto França nos lembraram que o coletivo faz tanta diferença quanto o individual, pois essa foi a chave de ambas as vitórias. Sendo assim, vou-me indo, pois depois do ódio vem a dor e após este fatídico dia, dela estou cheio. (Escrito em: 30/06/18).

A dor oculta Ao assistir um filme que provavelmente era algum tipo de comédia/romântica – juro que não lembro-me. Havia um jovem que era ou desejava ser escritor e ele escrevia bem, mas faltava-lhe intensidade/sofrimento/dor em geral causada por amor, disse-lhe o professor. Tal…
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A dor oculta Ao assistir um filme que provavelmente era algum tipo de comédia/romântica – juro que não lembro-me. Havia um jovem que era ou desejava ser escritor e ele escrevia bem, mas faltava-lhe intensidade/sofrimento/dor em geral causada por amor, disse-lhe o professor. Tal coisa que ele, o jovem, ainda não havia experimentado. O que pensava eu ser um ato de imoralidade, não se chateiem comigo, mas ser escravo do amor parece algo doloroso! Perguntava-me: “Por quê buscarei a dor de algum amor rejeitado para escrever um bonito parágrafo?” isso não fazia sentido, mas esta pergunta apenas surgiu em minha mente, pois tenho uma mania peculiar – que acredito não ser o único – de procurar semelhanças entre os personagens dos filmes e eu. Após o professor dizer ao jovem o que faltava-lhe, essa pergunta surgiu. O que até então achava fielmente ser estupidez, mas com um tempo percebi que isto não é uma falácia. Pois, na real há de sofrer-se para conquistar algo desejado. Tudo que almejamos, se for de real valor – não digo só financeiramente, mas também sentimentalmente –, trará dor. Em algum momento iremos sofrer, mas não é em vão e sim por algo maior... nossa felicidade, nossa liberdade! Algumas das pessoas mais acarinhadas ou reconhecidas tiveram que sofrer para então escrever seus “textos” e ,assim, somos agraciados por obras memoráveis seja no esporte, literatura, música ou arte. Sendo assim, é possível perceber que dor esta interligada não apenas em fazer um bom texto, mas realizar um sonho, ser feliz, enfim, esta ligada a vida! Já dizia o exagerado Cazuza – que soube viver como ninguém – na época de Barão Vermelho em “Sorte e Azar”: “Tudo é questão de obedecer ao instinto que o coração ensina a ter, correr o risco, apostar num sonho de amor, o resto é sorte e azar”.

O dono da expansão Ao assistir o filme "The founder" senti-me motivado para criar meu próprio negócio, apesar de não ser bem isso o quê acontece no discorrer do filme, porém é algo momentâneo. Como todo ser humano tem manias, eu as tenho e uma delas é me assemelhar com os person…
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O dono da expansão Ao assistir o filme "The founder" senti-me motivado para criar meu próprio negócio, apesar de não ser bem isso o quê acontece no discorrer do filme, porém é algo momentâneo. Como todo ser humano tem manias, eu as tenho e uma delas é me assemelhar com os personagens. Assim como ao assistir um filme de luta nos sentimos eufóricos e tentados a praticar um(a) esporte/luta, em filmes variados sinto emoções específicas. Assistir como o Ray Kroc expandiu a marca "McDonald's" me fez ficar em estado de utopia. Isto é, a maneira como ele conquistou o sonho não foi das melhores, porém permanece um feito e tanto. Um homem inclinado a conquistar o sonho americano custe o que custar e que embora os contras, há prós bem significativos. A derrota nunca foi um oponente páreo em sua vida, embora obtivesse diversas, e a "fome de poder" o sucumbiu a ponto de nem caber em si próprio, porém ele realizou o objetivo! Nunca desistiu apesar de inúmeros projetos fracassados e sempre alimentou sua mente com pensamentos positivos, pensamentos como este: "É fácil ter princípios quando se é rico. O valor está em ter princípios quando se é pobre." Portanto, o filme mostra, apesar das linhas tortas, que é preciso aproveitar os ingredientes da vida, digo oportunidades, e desistir não é uma opção - pelo menos não a ideal -, então, qual é o tamanho da sua fome?