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Frase de N Arnaud

⁠Uma noite dessas em que a lua fez visita a minha janela, eu assim me sentindo sem luz, com semblante morno meio sem cor, me peguei numa conversa íntima com ela, se me ouviu não sei dizer, mas contei mesmo assim da paixão que me enfeitiçou, queria saber se teria ela algo a ver com tamanho rebuliço que transformou minha vida, ou era apenas uma ouvinte simpática esperando que o sono me viesse e lhe deixasse brilhar sossegada. Com uma doçura de quem entende o amor ela me confidenciou que fez parte de nossos momentos, que esteve lá quietinha só prestando atenção na gente, que sempre ficou mais intensa, quando nós via juntos, sentia meu coração e se entristecia com a minha angústia. Como explicar para a lua que a tudo seduz, que não tem um coração corrompido, nem magoado e nem dividido, que é poderosa e nada lhe afeta, lhe diminui e nem lhe inibe. Aí o AMOR ......deveria ser livre assim, brilhar com tal intensidade sem medo, ser repleto, ser imenso sem medir espaço, ser audacioso em estar presente a cada momento, ser puro mesmo sendo pretensioso.

N Arnaud

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de N Arnaud

Há alento em te imaginar tão perto, mas o coração inflama e reclama, parece sentir o drama da falta de razão. Me conduzo na constante busca de respostas que bem sei quais são, não me atrevo no entanto a decifrar meu pranto para não lhe dar vazão. Vou levando assim meus dias, sobr…
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Há alento em te imaginar tão perto, mas o coração inflama e reclama, parece sentir o drama da falta de razão. Me conduzo na constante busca de respostas que bem sei quais são, não me atrevo no entanto a decifrar meu pranto para não lhe dar vazão. Vou levando assim meus dias, sobrecarregando a alma aflita, para evitar que o erro se repita a expor o coração, porque metade de mim é alma e a outra vem a ser razão. Norma Arnaud

Me jugas assim aflito no que ainda não digo, me traduz sem esfera, sem espera, se fecha, se cala e nem me ampara. Nem percebe que o grito contido esconde um conflito, teme o que considera incerto e nem ao menos se aquieta, estamos de lados opostos fazendo cada qual seu drama, sem…
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Me jugas assim aflito no que ainda não digo, me traduz sem esfera, sem espera, se fecha, se cala e nem me ampara. Nem percebe que o grito contido esconde um conflito, teme o que considera incerto e nem ao menos se aquieta, estamos de lados opostos fazendo cada qual seu drama, sem notar tece um emaranhado de pensamentos que por vezes arranha, essa hostil agitação perturba, deixa visíveis lacunas que meramente vem preenchendo de dúvidas, dá a sentença sem prova, tira-me o direito à defesa e assim indefesa fico eu com uma vaga lembrança do que aconteceu.

Cativas com tuas doces palavras minha cansada alma, ensina-me de novo a sentir a leve sintonia que palpita no coração, meu respirar manso te sente, te acolhe. Vem furtivamente moldando os traços já quase apagados do meu contido desejo, arranca de mim lentamente a solidão e ilumin…
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Cativas com tuas doces palavras minha cansada alma, ensina-me de novo a sentir a leve sintonia que palpita no coração, meu respirar manso te sente, te acolhe. Vem furtivamente moldando os traços já quase apagados do meu contido desejo, arranca de mim lentamente a solidão e ilumina meus sentidos. Percebo quase que tarde um pulsar latente no peito, um amarrotado e ainda vivo anseio de amar, por vezes verte sandices dos lábios, toscas palavras usadas como barreira para esconder o medo, mas tua ternura se projeta como lança e me desequilibra. Não temos a tão desejada liberdade para nós conduzir aos braços ternos e aconchegantes um do outro, temos tão somente o sonho audacioso que transborda de puro amor.

Nas reticências da vida deixamos muitos atos, fatos e relatos pelo caminho, bagunçamos e falhamos e sem méritos ficamos nem mesmo nos acertos. Parecemos comida insossa, sem teor, de um paladar já costumeiro. Nem mesmo o reflexo sem nexo nos traduz, sem brilho, sem vida, sem luz e…
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Nas reticências da vida deixamos muitos atos, fatos e relatos pelo caminho, bagunçamos e falhamos e sem méritos ficamos nem mesmo nos acertos. Parecemos comida insossa, sem teor, de um paladar já costumeiro. Nem mesmo o reflexo sem nexo nos traduz, sem brilho, sem vida, sem luz e assim nos embriagamos de tédio e fazemos desse momento uma repetida cruz. Já não sou mais alma que acalma, beleza que inflama e presença que faça a diferença, me tornei o não sei quem de alguém...e assim quase que inevitável as reticências consomem as palavras, se perdeu os motivos, os conflitos já não geram atrito e o tanto faz se fez constante. Já não sou mais eu, o nós se rompeu, caminho vagando invisível procurando decifrar onde chegamos, onde nós perdemos, remendar já não é possível há muitas brechas, rupturas sem volta é assim fico eu no anonimato de meus dias sem tons.