Frase de stela Nayra
Aprendi a escrever o amor Momentos de inspiração me fazem colocar no papel palavras bonitas. Uma coisa nova para mim, quem diria! Pois a Stela antiga, num momento como esse, nem se expressar saberia. Mas o quê? E quem faz saltar de meu coração essas palavras que, se cantadas, sim, seriam uma bela canção? Um amor… ah, é sempre um amor! As grandes poetisas, como Elizabeth Barrett e Alice Ruiz, também se inspiravam nessa bela iguaria. Sim, sim, é claro: como não se embriagar com essa coisa que transborda em meu coração e o agita com tamanha euforia? Mas eu, claro, quando falo desse amor, refiro-me ao que me traz alegria. Recuso-me a escrever, em letras, a parte feia a que amar pode levar: a tal melancolia. Prefiro a parte que me faz ir até ti, a parte que, ao olhar teus olhos, me leva a sorrir. Para que falar do amor que destrói? Eu prefiro o amor que constrói, o amor que não fere, não foge, não promete o céu e depois destrói. Prefiro o amor que fica, que enfrenta o dia difícil, que segura a mão com firmeza quando o mundo parece impossível. O amor que encanta a princesa, sim, como um príncipe ou super-herói, mas que, sem capa nem espada, escolhe ficar e um dia quando tudo parece perdido, assim sem mera magia ou ilusionismo nos reconstrói. E diferente do outro, não, ele não dói. 04/01/26
stela Nayra
No pensador.ai desde