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Frase de Márcio Souza

VIELAS DA VIDA. Márcio Souza. Numa viela estreita e semi-escura, Era só penumbra quase escuridão, Surgiam no silêncio fúnebre da rua, Sensações de tédio, incertezas e frustração. Talvez sejam medos do passado, Refletindo agora no presente, Em angústia e quase desesperado, Despertando fatos trazidos no inconsciente . E a viela que a mente atropela, Sem sentimento certo ou qualquer razão, De um suposto sonho que não se revela, Que foi apenas sonho ou imaginação. E no momento em que despertamos para a vida, E que na vida acordamos para o mundo , Transformamos as vielas em avenidas, E os nossos sonhos se revelam verdadeiros e profundos . E ao tomarmos nossa firme decisão, Desfazemos os medos e as incertezas, Enxergamos a vida com mais amor e razão, E as vielas d'antes incertas, hoje são belezas, Que trazemos na alma e no coração! Márcio Souza (Direitos autorais reservados) https://scontent.fsjk1-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/26165359_1953989877964032_5687542482763168382_n.jpg?_nc_cat=0&oh=c9517dbe558e84beb66b29ff4d397fba&oe=5B9AA8B5

Márcio Souza

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⁠ ETERNO AMOR 781 Márcio Souza Pela primeira vez que te vi As nuvens no céu se abriram Com a luz do teu amor renasci E felizes as estrelas sorriram. Perambulei pelas galáxias infinitas Como um caminheiro errante Tu, entre as estrelas, a mais bonita E do universo a mais brilhante. Amamos, fizemos juras de amor Vivemos em êxtase de lua de mel Aspiramos perfumes das flores, Como dádivas caídas do céu. Do lindo amor que plantamos Com muito amor e carinho Fiz de ti a beleza do meu sonho E a mais linda flor do meu jardim. Desse amor puro e sincero Transformado em brisa ou chamas Será vivo e sempre eterno Porque eu te amo e tu me amas. Márcio Souza

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CIPRESTES AO LUAR. Márcio Souza A lua beija os ciprestes, Com os teus raios de esplendor, Tuas luzes em forma de preces, De muita paz e amor. Oh, lua, querida lua, Romântica e apaixonada, Traz-me em toda beleza tua, Os beijos de minha amada. É esse beijo que consola, Alegra e me alivia o coração, E aos poucos eu mando embora, Parte desta minha triste solidão. Oh! Lua ao retornares, Tome a mesma direção, Peço-te para minha amada levares, Meu amor, meu coração. Entre os ciprestes verdes, Como namorados ao luar, Amanhã eu quero ver-te, Trazendo, o meu amor pra eu amar. Oh! lua branca prateada, Vais depressa, por favor, Vais buscar a minha amada, Traz pra mim o meu amor! Márcio Souza