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Frase de Jenário de Fátima

⁠( 012 ) CANTIGA PARA LIANA Jenário de Fátima Um riso infinitamente puro, Na mais perfeita obra de Deus fez. Como o sol que cortando o escuro Vem clareando a terra em alva tez Você é qual a estrela sobre o muro Que mesmo em tão distante pequenez. Tem um pulsar constante mas seguro Igual o amor que vence a insensatez. Ó pequetita e doce LIANA Que vida que lhe chega venha plana E sempre seja tépido o seu ninho E que lhe cubra de força e coragem Pra superar agruras da viagem Que está no marco zero do caminho. Jenário de Fátima

Jenário de Fátima

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Pensador.com

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FIM DE FESTA Se quem você ama vive de ameaças, A abandonar-te, deixar-te, coisa assim!
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FIM DE FESTA Se quem você ama vive de ameaças, A abandonar-te, deixar-te, coisa assim! E usa sempre isso pra fazer trapaças, Falando em constância de um provável fim. Se quem você ama vive de pirraças, Apenas pra enervar-te ou algo mais alem E às vezes se desmancha em graças Fazendo-te inferior a outro alguém. Se quem você ama, só te vê defeitos Questionando sempre seus conceitos E nem mais pedindo tua opinião. Então se acabou!... Fim!... Final de festa... Recolha o pouco orgulho que te resta, E procure abrigo noutro coração.

Amores Virtuais Não brinque com amores virtuais Eles são como todos os amores,
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Amores Virtuais Não brinque com amores virtuais Eles são como todos os amores, Provocam as mesmas mágoas, mesmas dores Daqueles que chamamos de normais. Estes porém machucam ainda mais, Pois nunca se dividem os cobertores, Dos beijos não se provam os sabores, Nem vão-se pelos ímpetos carnais. Mesmo assim, quando este amor se acaba Os dias perdem o brilho, a alegria, Parece que ao redor tudo desaba. E a solidão ao cúmulo se revela; Chorar-se um frágil amor que só se havia, Na fina transparência de uma tela.

Sentir saudades?... Quem é que não sente? Afinal apenas somos só humanos. Mas a saudade às vezes é latente
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Sentir saudades?... Quem é que não sente? Afinal apenas somos só humanos. Mas a saudade às vezes é latente e nos carrega ao mundo dos insanos. E nesta coisa de se estar carentes, vemos no passar lento dos anos, que aqueles sonhos de outrora presentes vão dando espaço à voz dos desenganos. Assim, ante o incomodo desconforto, de se ver passar anos sempre iguais. Qual errante nau que procura porto, No horizonte extremo de longínquo cais, Singramos ondas de um oceano morto, Onde sereias já não cantam mais...

Te amo! Eu te amo, com a força dos temporais, Com a fúria incontrolável dos vulcões.
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Te amo! Eu te amo, com a força dos temporais, Com a fúria incontrolável dos vulcões. Com a energia acumulada nos trovões Desde longos tempos imemoriais. Eu te amo, com a leveza dos cristais, Com a textura das rosas em seus botões. Com as notas delicadas das canções Com as cores de mil roupas nos varais. Eu te amo todas as horas do dia E este amor ora leveza, ora tormenta, Este amor que hora é prazer ora agonia Pra meu barco é a segurança de um cais. Muito embora ele saiba e se contenta Que apenas é so mais um!...e nada mais!