Frase de Mara Chan.
A Lua é a musa do poeta Mas, a sua fiel companheira se chama Solidão. A Lua é a dama do sonho deste cavalheiro. Ela vem à noite de mansinho, Feitiça ele com carinho, E quando ela não aparece; Ele dorme com saudade da sua bela. A Solidão nunca lhe abandona. Permanece quando todos vão embora, Está na sua mão agora e toda hora, Ela é persistente, não desaparece; Ele só encontra a paz quando foge dela. A Lua é complicada, De tempo em tempo muda o seu semblante. A Solidão sempre estável; Tão sem graça, que nem sabe ser amante. É a Lua, divina e perigosa, A musa deste pobre poeta, Cheio de ilusão. Porém sua companheira, Aquela amargosa; Sempre será a Solidão.
No pensador.ai desde