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Frase de Lídia Rodrigues

⁠Érico Veríssimo: biografia em rimas - Lídia Rodrigues Nascido em 1905, lá no Sul, em Cruz Alta Era uma criança estudiosa e dedicada Orgulhoso deixava dona Bega, sua mãe amada Gostava de ler feito gente grande Das letras desde pequeno já era amante Mas se o assunto era matemática, aí já era deviante Aos dez anos já se sabia Érico Verissímo era um menino e já um possível escritor Tão jovem já escrevia, passava para o papel o que tinha em seu interior Ainda jovem, mas menos criança Érico passou por maus bocados: era o pai Sebastião Que, por irresponsabilidades, magoou-lhe o coração Com os pais separados e a família arruinada, lá foi Érico prover dinheiro Foi balconista, trabalhou em banco e, como o pai, foi farmacêutico Mas ler e transcrever obras nacionais e internacionais é que lhe era terapêutico Em 1927, Veríssimo conheceu dona Mafalda, sua futura esposa Noivos em 29, foi quando Chico: um Conto de Natal, seu primeiro livro, nasceu Teria sido pelo amor de sua bela que esse livro escreveu? (Você sabe, ou ainda não o leu?) Em 1930, bem na época da Revolução, Érico despediu de seu Sebastião Ao chegar a Porto Alegre, decidido que da escrita tiraria o seu sustento Conheceu intelectuais, muita gente de talento Voltou a Cruz Alta, mas só para se casar Com Mafalda teve dois filhos criados com amor: Clarissa e Luis Fernando Veríssimo, o também escritor Érico escreveu e publicou muito Mas foi em 1938 que meu predileto ganhou repercussão nacional: Olhai os Lírios do Campo, uma obra sensacional! Com o sucesso dessa obra, Veríssimo outra vez se mudou Nos Estados Unidos proferiu conferências, falando até com governador Mas voltando para o Brasil, escreveu O resto é silêncio, inspirado pela dor Em 47, desgostoso com a política no Brasil, aos Estados Unidos voltou Foi aí que deu início a sua obra prima O tempo e o vento Escrito em três volumes, outras obras ele escrevia no mesmo momento Em 1961 a saúde de Érico já não era mais a mesma Sofreu um infarto e precisou de muito repouso Mas voltou a escrever com vigor impiedoso Mas em 28 de novembro de 1975 o mundo da literatura o perdia Vítima de outro infarto, Érico Veríssimo nos deixou Deixando obras escritas que a muitos emocionou Renomado e premiado escritor Veríssimo demonstrava humildade Deixou os seus escritos e também uma saudade Para finalizar, lhes deixo algumas aspas “Olhai os Lírios do Campo”, veja que “A vida começa todo dia ”. São conselhos de quem gosta. Receba com calmaria.

Lídia Rodrigues

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Minha voz se cala de tanto que quer lhe falar... Meus braços são poucos para te abraçar, meus beijos e toda proximidade parece insuficiente, então fico a te olhar. Em silêncio te olho por longos momentos sem me cansar.Como és lindo!Só sei te amar.
Há tempos o que vemos e vivemos no mundo é o preconceito, o juízo prematuro e injusto da identidade alheia. Diversas vezes pensa-se estar exposto na cara, nas vestes, e na tonalidade da pele o valor de cada um. Não se erra porque é humano, mas sim porque se tem pele escura. A cor…
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Há tempos o que vemos e vivemos no mundo é o preconceito, o juízo prematuro e injusto da identidade alheia. Diversas vezes pensa-se estar exposto na cara, nas vestes, e na tonalidade da pele o valor de cada um. Não se erra porque é humano, mas sim porque se tem pele escura. A cor da pele diversas vezes expõe todas as demais características prováveis de uma pessoa. É incrível e poderia ser sábio se não fosse insanidade humana a capacidade leiga de a partir da cor da pele levantar (pseudo) dados criminais, dados a cerca do caracter, posição social, entre tantos outros valores de um ser humano. O comportamento típico do negro é rotulado muitas vezes como o pior possível, por mais que esse não faça nada além do que agir como tantos outros de pele branca, amarela, verde ou azul. O que é correto? Talvez seja permanecer no direito de ficar calado por não haver necessidade alguma de explicar a presença de melanina na pele e morrer como inocente ou simplesmente andar calçado, bem vestido, limpo e fazer cara de intelectual, para viver e não ouvir falarem que ainda é um homem incorreto. Não basta ser, tem que parecer ser o que uma sociedade preconceituosa não procura encontrar.