Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
CAOS (soneto - II) Do fundo da minha poesia, ouço e canto Uma inspiração em suspiros e peugadas Da imaginação, nas sofrências magoadas Em um pélago de devaneio e de encanto Às vezes, um torpor de o meu pranto Escorre pelas rimas e pelas calçadas Dos sonetos, são saudades coalhadas Clamor da dor que retintim no tanto Da alma ... assim agonia, glória e luto Poetam choro e hosana, no meu fado Numa fermentação de um senso bruto Então cá pelas bandas do seco cerrado Os uivos do peito que aqui então escuto Transforma o caos em um poema alado © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 29, junho de 2020 - Cerrado goiano Olavobilaquiando
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde