Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
18 HORAS NO CERRADO .... O vento passa e o cerrado murmura Porém tão achavascado que parece Um canto, uma suplica, uma prece Uma poética cheia de acre tristura No horizonte o pôr do sol adormece Turba-se a tarde, uma luz já fulgura No céu, tão alva e farta de ternura A noite caudalosa sobre ele desce O silêncio embatuca convulsamente Varrendo a negror ao peso do poente Agigantada escuridão! O acme agora! Tem da coruja o gemido cavo e pesado Toda a melancolia, através do teu piado 18 horas, a noite no cerrado não demora! .... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 23/01/2021, 18’00” – Triângulo Mineiro paráfrase Ana Amélia
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde