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Frase de Marcelo Rissma

⁠Explicando Êxodo 9.12 Êxodo 9.12: "Porém o Senhor endureceu o coração de Faraó”... Quanto ao endurecimento do coração de Faraó, fica claro, à luz da sinoticidade bíblica e o contexto de Êxodo que esse endurecimento se deu em razão do próprio Faraó ter se firmado cada vez mais em seu pecado, a cada praga enviada ao Egito e a presciência de Deus. Provérbios 29.1: “O homem que muitas vezes repreendido endurece a cerviz, será quebrantado de repente sem que haja cura”. Antes de todo o episódio, vamos pontuar que no início do contexto é dito; Ex 3.19: “EU SEI (presciência), porém, que o rei do Egito não vos deixará ir, nem ainda por uma mão forte”. Então o texto bíblico deixa claríssimo que faraó já era obstinado, já era incrédulo, e continuaria obstinado e incrédulo seja qual fossem as manifestações e pedidos de Deus. Deus já sabia de antemão que Faraó não iria libertar o povo, a cogitação de Faraó em libertar o povo foi posterior às manifestações do poder divino, no caso, as pragas; Êxodo 4 deixa isso claro. Portanto, Deus reforçou a obstinação do coração de Faraó porque este escolheu opor-se à vontade do Senhor, mesmo ante as suas repreensões. Na versão original do texto não diz que Deus endureceu o coração de faraó, como uma ação PRIMÁRIA, mas Ele apenas reforçou o desejo PRIMÁRIO do Faraó. Portanto, considerando que o termo hebraico usado para “endurecer” denota “fortalecer ou reforçar”, Deus apenas “fortaleceu ou reforçou” o desejo que já estava no coração de Faraó. Não foi Ele quem desejou que Faraó fosse obstinado, mas apenas o abandonou às suas paixões infames e o entregou a um sentimento perverso (Êx 8.15), posto que ele não se importou em ter conhecimento de Deus (Jo 12.37-50). Seria mais ou menos como é dito em Rm 1.24: "Por causa disso, também Deus os abandonou (dentro das concupiscências dos seus próprios corações) para dentro de imundícia[...]. E em Romanos 2.5, onde o apóstolo Paulo faz menção a essa dureza de coração ocasionada pelo próprio pecador, e não por Deus: “segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus”. É inegável o fato de o Senhor ter dotado o homem de intelecto, sentimento e vontade, a fim de que ele receba ou não pelo livre-arbítrio, a salvação (Jo 3.16-36; Rm 10.9-10; Ap 22.17, etc.). Se Faraó iria fazer "algo bom", no caso, libertar o povo, seria por intervenção divina, não por arrependimento, mas trégua, a fim de cessar o sofrimento causado por sua própria obstinação em não libertar o povo. Seja qual fossem as ações de Deus, os sinais enviados, os pedidos a Faraó para deixar o povo ir, mais cedo ou mais tarde Faraó voltaria ao seu estado de obstinação, e isso ficou evidenciado quando Faraó deixa o povo sair e logo em seguida volta a persegui-lo no deserto. Faraó como conhecido de antemão por Deus continuaria com o coração obstinado seja qual fossem as manifestações e pedidos de Deus! Pense nisso e ótima semana! No Amor do Abba Pater, que deseja que todos sejam salvos (1ª Tm 2.4) Marcelo Rissma.

Marcelo Rissma

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Pensador.com

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QUANDO FALTA FORÇA, A GRAÇA BASTA Muitas vezes, esse versículo é usado como um amuleto para o sucesso financeiro ou a superação de metas terrenas. Mas a verdade bíblica é muito mais profunda e libertadora. Na perspectiva bíblica, a graça de Deus não é um salvo-conduto para o triunfalismo, mas sim a graça capacitadora (ou cooperante) que atua na nossa vontade e nos sustenta no sofrimento. É o poder de Deus aperfeiçoando-se na nossa fraqueza e nos capacitando para suportar as seguintes privações: - Em Damasco, logo após a conversão, o apóstolo precisou escapar escondido em um cesto (Atos 9.25; 2Co 11.33); - No início de seu ministério, enfrentou profunda desconfiança e rejeição por parte da igreja em Jerusalém (Atos 9.26); - Em Antioquia da Pisídia, foi severamente perseguido e expulso da região (Atos 13.50); - Em Listra, acabou apedrejado, arrastado para fora da cidade e dado como morto (Atos 14.19); - Na Macedônia, especificamente em Filipos, foi açoitado com varas e lançado na prisão (Atos 16.22-24); - Em Éfeso, enfrentou violentos tumultos incitados contra o seu ensino (Atos 19.23-41); - Em Jerusalém, foi preso, espancado pela multidão e ameaçado de morte (Atos 21.27-36). Assim, o "tudo posso" de Paulo é, na verdade, um "tudo posso suportar". É a firme convicção de que, seja na escassez, na rejeição ou na dor, a graça santificadora nos molda e nos mantém firmes. Você não é forte sozinho, mas o Espírito Santo habita em você para te dar resiliência. Pense nisso e ótima semana, Marcelo Rissma

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Cinco espantalhos calvinistas contra o arminianismo: 1. O homem salva-se por si mesmo. Resposta: A salvação procede inteiramente da graça de Deus, sendo o ser humano incapaz de qualquer bem salvífico sem a ação preveniente do Espírito Santo. 2. O livre-arbítrio está acima de Deus. Resposta: A liberdade humana é um dom concedido soberanamente pelo Criador, não rivalizando com Sua autoridade, mas manifestando-a. 3. O arminianismo nega a eleição. Resposta: Cremos na eleição bíblica e ortodoxa, a qual é condicional à fé manifesta pelo homem e pré-conhecida por Deus desde a eternidade. 4. Deus não é soberano no sistema arminiano. Resposta: Deus exerce Sua soberania ao conferir responsabilidade real às Suas criaturas, não se confundindo o governo divino com o fatalismo determinista. 5. O arminianismo é uma doutrina antropocêntrica. Resposta: Trata-se de um sistema teocêntrico, profundamente fundamentado no amor, na justiça e na graça soberana de Deus.

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⁠Muitos cristãos não percebem o poder e a influência nas igrejas em que eles cultuam têm sobre eles para o bem ou para o mal. Se o ambiente for doente, gradativamente esse ambiente vai transformar sua identidade, fazendo você ficar doente e te transformando em um adoecedor de pessoas como eles.