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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠Inelutavel Modalidade do Visível Se tem uma coisa Que Acaba com o meu dia É a noite Não aguento mais a ânsia de ter Bendita seja a ultima gota Que transbordou E fez você sair De onde não merecia ficar A existência Agora, um eco vazio Onde a nostalgia pinta O céu de ausência Em labirintos De Memórias e silêncio A noite Antes palco de sua presença Agora Um espelho que reflete imagem Onde Seu reflexo Dança Em cada sombra E o tempo Cruel Insiste em não voltar E a existência Enfim Encontrará sentido Agora O silêncio ecoa Não mais o som Da sua voz Do arrastar de pés casados Nem a sombra da sua presença Apenas O vazio que nos deixou A sombra do que foi, memória vã Na alma, um eco que jamais se finda A saudade, um rio que não deságua Em margens onde o tempo não se abriga

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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Outras frases de Samuel Eduardo Fortes

⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.