Frase de Poeta Ricardo Félix
O poeta espanhol que viveu a vida intensamente com paixão ardente e foi feliz. Todas as manhãs de maio o mais aventureiro dos meses em que acordava às 6h da manhã, aquelas brisas germina e dóceis a bater na casa e chamá-lo Lilases do jardim de jasmin da terra viva de amor, mistura de alegria e aventura Memória e desejo e paixão ardente pela vida, aviva Agônicas raízes com a chuva da primavera e do cheiro do verão. O inverno nos agasalhava em volto das lareiras e eggnogs natalícios com músicas de natal, envolvendo estrelas e flocos de neve. A terra em neve deslembrada e apaixonada. nutrindo aquele momento em que a sua alma gêmea lhe dizia assim em todos os natais, meu homem, meu amor meu poeta, como não amar isto meu Botafogo, A tua infância e juventude de alegria e felicidade á adolescência, foste militar, de soldado passas-te a atleta, de desportista passas-te a poeta e romântico, de escritor, passas-te ao comediante e eletrizante de todo o mundo e falado por todos, e ainda te tornaste um grande campeão na luta pela vida. Como não amar isto meu Botafogo meu poeta... Com secos tubérculos o que ainda restava de vida. No verão íamos navegar pelos mares no nosso navio e pelos céus no nosso balão de ar do amor; A nossa vida de amor e Shakespeariano, caindo do Starnbergersee do amor. Com um aguaceiro, no inverno íamos fazer sempre alpinismo e montanhismo pelos Alpes na Europa e no famoso Kilimanjaro na especial Tanzânia. Paramos junto aos pórticos e nos beijamos E ao sol caminhamos pelas aleias de Hofgarten e dizemos sempre, somos felizes e apaixonados pela vida. Tomamos café todas as manhãs no jardim de jasmin, e por uma hora conversamos e cantamos. Quando éramos crianças, na casa do arquiduque, Íamos sempre passear de trenó e desfrutar do som do silêncio e da natureza e brincar com a neve. E eu dizia. Meu anjo, Meu anjo, agarra-te firme. E encosta abaixo deslizamos e riamos. Nas montanhas, lá, onde livre-te sentes. Leio muito à noite, e viajo para o sul durante o inverno na minha mente até aos confins da terra e do universo, sonho em conhecer outros mundos e outros universo e outros povos de toda a galáxia. Que raízes são essas que se arraigam, que ramos se esgalham em um feixe de imagens fraturadas e amadas, batidas pelo sol, E as árvores vivas que te abrigam, Que te consola o canto dos grilos, E o rumor de água a latejar na pedra seca e adoçar-te. Apenas, uma sombra medra sob esta rocha escarlate e cintilante. (Chega-te à sombra desta rocha escarlate), E vou mostrar-te algo distinto meu anjo meu poeta. De tua sombra a caminhar atrás de ti quando amanhece e acordamos. Ou de tua sombra vespertina ao teu encontro se elevando e me amando; Vou revelar-te o que é o amor e a felicidade num punhado de pó. Aquelas manhãs frescas da vida, recomeço e sinto o cheiro dos orvalhos onde o sol se molha e me aquece. Nova canção de amor e novo preço da felicidade. Do ridente triunfo que nos olha. Larga e límpida luz donde se vê tudo o que não ainda fiz. Dormia e germinei; Tudo o que até de noite luta e crê ser um Deus grego Na força eterna que o semeou e o tornou num guerreiro. Um aceno de paz em cada flor e estrela; Um convite de guerra e paz em cada espinho e aperto de mão; E os louros do perfeito vencedor e gladiador e campeão. À espera de quem passa no caminho. VIVA A VIDA INTENSAMENTE.
No pensador.ai desde