Frase de Dell Menezes!
“A gratidão demonstrada é a medida de caráter de uma pessoa.”
No pensador.ai desde
“A gratidão demonstrada é a medida de caráter de uma pessoa.”
No pensador.ai desde
Dólar, Grana, Tostão, Prata, Pila, Tutu, Dindim, Bufunfa, Verdinha, Dinheiro! O que separa do ter ou não ter, mas o que e dinheiro? É tudo! Se vc não tiver, não é?
Dólar, Grana, Tostão, Prata, Pila, Tutu, Dindim, Bufunfa, Verdinha, Dinheiro! O que separa do ter ou não ter, mas o que e dinheiro? É tudo! Se vc não tiver, não é? Metade das pessoas tem mais dividas no cartão do que na poupança, outra metade não tem poupança nem uma, e apenas uma minoria se prepara para bancar um ano de aposentadoria, e outras nem isso! O que isso sugere? Que a classe média esta evaporando? Que temos que desistir conformar com tudo que esta acontecendo na nossa economia? Acho que não! Afinal, dinheiro é só uma unidade de troca para bens e serviços. R$3,90 por uma caixa de leite, R$30,00 para lavar o carro... Ou será que ele é abstrato? Segurança, felicidade, paz de espírito... E se eu propor uma terceira opção? Dinheiro como unidade de medida! A quantidade de dinheiro que acumulamos na vida não é determinada pelo Presidente, pela economia, por bolhas e crises ou pelos chefes, tem haver mais com suas escolhas quando você abre mão de comprar uma roupa pra comprar um livro, deixa de ir ao cinema pra ficar horas estudando pra assegurar um futuro melhor pra sua família, além de assumir as responsabilidades pelas consequências desses atos! Paciência, parcimônia e sacrifícios! Se pararmos pra pensar o que essas três coisas tem em comum, elas são escolhas! Dinheiro não e paz de espírito, dinheiro não é felicidade! O dinheiro é na sua essência o que mede as escolhas de um homem.
Às vezes penso que nós mulheres somos como os negros do mundo. Somos escrava das escravas. Se tentamos ser livres, dizem que não somos capazes de amar.
Às vezes penso que nós mulheres somos como os negros do mundo. Somos escrava das escravas. Se tentamos ser livres, dizem que não somos capazes de amar. Se bonitas, não somos confiáveis. Se pensamos dizem que queremos ser homens... Onde me encaixo? Se minha alma livre recusa-se aprisionar-se...
Razão ou coração? São necessários vários golpes para partir um coração apaixonado. São necessários muitos golpes para que os olhos parem de olhar através do coração,
Razão ou coração? São necessários vários golpes para partir um coração apaixonado. São necessários muitos golpes para que os olhos parem de olhar através do coração, mas um dia, quando se parte, não pode mais recompor, e a partir dai só resta à razão, a razão que leva a desconfiança, e da desconfiança ao ódio há só um passo... E de repente, quando achamos que temos tudo sobre controle, que a razão comanda nossa vida, alguém faz bater um coração que você achava adormecido. Se fosse à razão que comandasse, certamente correríamos para bem longe dali, mas não se pode fazer isso eternamente, porque o coração está vivo e não podemos deixar de seguir nosso caminho, mesmo sabendo claramente que em algum momento esse caminho acabará nos fazendo mal. Pensar ou se deixar levar, esse sempre será o dilema. O coração nos faz sonhar, mas é a cabeça que transforma o sonho em realidade. A razão nos guia por um caminho direito, enquanto o coração nos faz entrar por lugares inesperados, que nem ao menos poderíamos imaginar que existissem. Razão ou coração? Como é difícil escolher!
Sobrevivendo! Eu e meus questionamentos, que só os amigos mais íntimos irão entender a minha alma com meus segredos, não tão segredos assim... E fico me perguntado por que quando o coração dói, todo o corpo dói?
Sobrevivendo! Eu e meus questionamentos, que só os amigos mais íntimos irão entender a minha alma com meus segredos, não tão segredos assim... E fico me perguntado por que quando o coração dói, todo o corpo dói? Por que permitimos que as pessoas entrem assim tão dentro da gente a ponto de saírem carregando um pedaço de nós quando partem? Por que não se contentam em levar só o que sentimos, mas amputam uma parte física da gente? Por que nos damos tanto? Nos entregamos tanto? Nos deixamos tanto em mãos não tão cuidadosas dos nossos sentimentos? Como eu queria aprender a ficar na margem, olhando de longe a paisagem calma e me satisfazer com essa visão, como quem se fascina com uma miragem. Mas não me satisfaz só olhar. Humana que sou, preciso absolutamente sentir ao risco de me afogar... E mergulho inteiramente. E, vida afora, vou mergulhando em possibilidades de amor eterno, felicidade infinita e mar de rosas... Na esperança que essa busca de mim mesma um dia acabe... Não me questiono sobre probabilidades de perdas e decepções, pois só de pensar já é doloroso. Dói... dói... dói e dói!... Mas isso não vai me impede de continuar, não vai me impede de viver. Pedaços de mim são ainda partes de mim e ninguém disse que preciso chegar à velhice inteira e sem marcas. Isso é vida! Não vou desistir, vou manter-me de pé, doendo, mas de pé, cabeça erguida na direção do desconhecido e peito cheio de esperança que a próxima vez será diferente. Afinal, grandes artistas obtiveram o melhor das suas obras nos grandes momentos de aflição e dor. Vou fazer o mesmo: Vou mostrar o que de grande há em mim tirando partido das minhas decepções! Vou me reconstruir! Vou ter em mente que não é a pessoa que não foi digno daquele amor, mas aquele amor que não foi digno daquela pessoa. E se faz parte da vida caminhar entre flores e espinhos, não vou me esquivar do caminho. Vou caminhar!!! Amanhã talvez seja diferente. E talvez não. Mas entre as subidas e descidas, vou ter sobrevivido. E vou ter, sobretudo, VIVIDO!