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Frase de Diego Evair

Hoje acordei com o canto dos pássaros e o cheiro de café entrando pelas frestas da porta, com o sol brilhando e a alma - silenciosa - em festa. Sentei à mesa, tomei meu café, conversei com minha mãe, com minha namorada e saí para fora. A luz do sol passava por entre os galhos do abacateiro e reluzia nos frutos dependurados em toda plenitude e gostosura. Reparei que alguns deles - no chão - haviam, por alguma razão, cometido suicídio. Um desperdício! Deveriam continuar nos galhos, mas não suportaram o peso da própria existência. Acariciei um deles - delicadamente - e conclui que todo fruto que não comete suicídio deve ser comido amorosamente.

Diego Evair

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Poema do Desespero Longe! Vai para longe... Sai! Sai como quem foge ao mundo Tal como foge o monge para se tornar eremita... Para se tornar tão só Para se tornar tão ele. Parte... Parte para longe de mim Distante... Perto do fim. Ou para lá Da dimensão fechada. Deixa-me! Larga-me! Estou em perfeito desespero... Perfeita amargura, tristeza, solidão, Angústia, penura, aflição, agonia... E ainda permaneces. Prendeste, agarras-me... Posso até chamar-te... Não me ouves chamar-te? Responde-me, então... Vem até mim. Quero-te perto de mim... Sentir o teu perfume deambular Pelas minhas narinas... Sentir o teu olhar destruir-me As retinas molhadas... Sentir o teu respirar nos meus poros, Suave brisa que corre meus pêlos Fortes em corpo frágil... Agora vem! Vem! Quero ter o prazer De te ver sofrer como sofro! Desespero por sentir tamanha vitória! Anseio por te ver no chão Pedindo misericórdia... Mas deixa-me... Só quero que me deixes.

Saudade é um pouco de arrependimento e autoacusação. É presença de quem se faz ausente, é vazio que se preenche com lembranças. Saudade é a idealização do que vivemos ou do que poderíamos ter vivido, é apego ao que se foi. Sentir saudade é ter imagens monocromáticas na cabeça, é…
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Saudade é um pouco de arrependimento e autoacusação. É presença de quem se faz ausente, é vazio que se preenche com lembranças. Saudade é a idealização do que vivemos ou do que poderíamos ter vivido, é apego ao que se foi. Sentir saudade é ter imagens monocromáticas na cabeça, é ouvir gargalhadas em silêncio ou sentir o aroma de perfumes que não pairam no ar. Sentir saudade é admirar - sozinho - um pôr do sol acinzentado, e dar a ele tons de alegria. Saudade é puro desatino, é contentar-se com o que restou - você.