Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
DE QUE ME SERVEM De que me servem as camélias Se me faltas como o ar Que tento respirar E não me deixa sonhar A vida é uma cruz de espinhos Feridas abertas que sangram Espinhos que se cravam na alma Nesta dura vida sofro só, a sós Sinto-me um fantasma Nestas lágrimas soltas de sal Temperadas de saudade Na cruz que carrego todas As noites neste meu desfadado De triste quimera miragem solta De espinhos cravados em mim De que me servem as camélias sem amor.
No pensador.ai desde