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Frase de Maria Luiza Barros Grochvicz

Estou cansada de transformar o meu cansaço em sorriso para que ninguém perceba o que há por trás dele. Aprendi a medir palavras, esconder sentimentos e vestir máscaras até dentro de casa. Às vezes, o sorriso não é felicidade — é apenas a forma que encontrei de esconder tudo aquilo que não consigo mostrar.

Maria Luiza Barros Grochvicz

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Seria Saudade ?.... Se você não está, o mundo continua.
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Seria Saudade ?.... Se você não está, o mundo continua. As ruas permanecem cheias, o relógio continua correndo, as pessoas continuam sorrindo. Mas alguma coisa perdeu o lugar. Porque existem ausências que não fazem barulho. Elas apenas mudam o peso do silêncio. Se você não está, eu ainda procuro seu rosto entre desconhecidos, como se o acaso pudesse devolver aquilo que o tempo levou. E talvez seja isso que mais dói: não sentir sua falta a cada segundo, mas encontrar você em coisas pequenas. Em uma música. Em uma tarde. Em uma frase qualquer. Naquele lugar onde você costumava estar. Se você não está, eu aprendo a continuar. Mas continuar não significa esquecer. Algumas pessoas vão embora da nossa vida e permanecem em alguma parte dela. E eu sigo. Com a saudade escondida entre os dias, com seu nome guardado onde ninguém consegue alcançar. Talvez um dia eu acorde e não procure mais por você. Talvez a ausência deixe de parecer ausência. Mas hoje, se você não está, eu ainda sinto que falta alguma coisa no mundo. E talvez essa coisa seja simplesmente você.

Experiência Eu não nasci em palavras, nasci em silêncio.
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Experiência Eu não nasci em palavras, nasci em silêncio. Primeiro, uma nota. Pequena, quase tímida, como quem ainda não sabe se deve ficar. Então outra responde. E, de repente, há uma história inteira crescendo dentro do peito. Eu fui aquilo que passou, aquilo que doeu, aquilo que quase ficou, mas escolheu partir. Fui o medo antes do salto, a lágrima antes de cair, o último olhar antes de seguir. E quanto mais eu caminho, mais alto eu me torno. Não porque a dor desapareceu, mas porque aprendi a carregá-la sem me curvar. As notas correm, como memórias sem destino. Sobem. Insistem. Transbordam. E quando parecem chegar ao fim, eu descubro que era apenas o começo de outra coisa. Talvez viver seja isso: perder algumas versões de nós para encontrar outras no caminho. E talvez a música diga aquilo que eu nunca soube dizer: eu estive aqui. eu senti tudo. eu sobrevivi ao que me mudou. e ainda estou caminhando. Então as notas diminuem. O silêncio volta. Mas agora eu sei: o silêncio nunca foi vazio. Era apenas a parte da história que ainda não tinha aprendido a cantar.