Pular para o conteúdo

Explorar frases

Busque um trecho, um tema ou um autor.

24 frases nesta página

A VIDA: Será que sabemos viver, o que será a palavra vida?
Continuar lendo

A VIDA: Será que sabemos viver, o que será a palavra vida? será nascer,crescer,morrer não a vida é algo mais profundo,vida é saber viver cada momento é saber dar valor as coisas boas, olhe para seu redor,isso sim é a vida,os passaros a natureza a beleza que deus nos deu,por isso viva a vida pois uma vida é algo mais importante de cada ser humano,a vida só é vivida quando soubemos viver a vida,ai sim poderá chamar sua vida de vida, vive cada momento de sua vida com sabedoria,saiba viver.. ...a vida.

jaqueline lenzi
Eu tenho saudades do que eu não vivi. Minha alma é velha. Meus gostos são antigos. Meus valores são os mesmos dos meus avós. Tenho saudade das rodas de música, dos saraus que não participei. Do surgimento da bossa-nova, do auge do sucesso do Chico, do Caetano, Elis e tantos outro…
Continuar lendo

Eu tenho saudades do que eu não vivi. Minha alma é velha. Meus gostos são antigos. Meus valores são os mesmos dos meus avós. Tenho saudade das rodas de música, dos saraus que não participei. Do surgimento da bossa-nova, do auge do sucesso do Chico, do Caetano, Elis e tantos outros que nos deixaram um tesouro inexistente nos dias de hoje. Sou nostálgica em relação a sentimentos. Quando eles eram desprovidos de outros adjetivos que hoje sempre o acompanham. Amar vem junto de beleza e dinheiro. Ser amigo só se for acompanhado de várias vantagens. Fazer um favor? Só se tiver algum benefício em troca. Ser gentil, bondoso, cavalheiro? Pode esperar que deve ter algo horrível por trás disso. Sinto vontade de voltar no tempo quando me lembro daquelas praças onde os jovens faziam “foot” nas tardes de domingo. Os aspirantes a “chefes de famílias” caminhavam de um lado para outro enquanto as moças conversavam com as amigas...a conversa pouco importava, mas os olhares diziam tudo. Buscavam aquele certo olhar, que podiam remeter a um amor, a uma família e uma vida inteira juntos. Saudosa época em que o respeito era respeitado. O respeito pela sabedoria dos mais velhos, pelos amigos, pela esposa e pelo marido. Respeito principalmente pelas pessoas que você não conhecia. Saudade da é poça Em que a repressão era grande, mas a criatividade maior ainda. No tempo em que as injustiças sociais e políticas eram combatidas com letras incrivelmente inteligentes, com livros que nos faziam romancear, com atitudes que viraram história. Quero o idealismo antigo, não utópico, não hipócrita que enfretava as conseqüências porque a causa era nobre. Os heróis do passado eram gente comum que andava pelas ruas. Eu nascia quando queria ter a idade de hoje. Eram épocas duras, difíceis, porém era tudo mais real, mais verdadeiro mais original. A juventude de hoje nada aprendeu com os jovens do passado, parece que tudo se perdeu... Pensava-se antes de falar, de dançar, de escrever. As ações tinham uma explicação. Os sentimentos eram colocados para fora de uma forma racional porém não menos emocional. Os amores eram mais ardentes, as histórias mais empolgantes, as revoltas mais surpreendentes, as pessoas mais humanas. Saudade, muita saudade daquela época...

Karina barros
Pôr limites à paz é dar brechapara a intranqüilidade entrar no coração. Pense ser a sua paz profunda, inquebrável, e isso lhe será de grande valia.
Continuar lendo

Pôr limites à paz é dar brechapara a intranqüilidade entrar no coração. Pense ser a sua paz profunda, inquebrável, e isso lhe será de grande valia. Não é bom ir só até certo ponto, como quem diz: "se me tratam bem, tudo bem; mas, se pisam meu pé, viro bicho". É por um limite à paz considerar que se tem o "pé pisado". Não se sinta ofendido, e a paz será mantida. Com ela, vem a alegria, a saúde, a esperança, o progresso. A sua paz livra você dos perigos da vida. (Extraído de: “Sabedoria todo dia”)

Lourival Lopes
Prêmio informatizado Num instante eu começo as minhas coisas organizar
Continuar lendo

Prêmio informatizado Num instante eu começo as minhas coisas organizar e um... dois ... três... a tela começa a me mostrar. Depois de alguns cliques minhas informações prontas vou buscar mas quando não as tenho prontas abro uma pasta e começo a digitar. Rapidez e competência muita habilidade nas mãos escrevo textos, insiro figuras e os meus trabalhos, a cada dia que se passa vão ficando sem comparação. Agora mesmo eu descobri e jamais esquecerei o estêncil que tanto uso para atividades escolares já não são mais precisos serem feitos dactilografados. Coloco-o na impressora e tiro como numa folha qualquer. Ufa! Que descanso. Que maravilha de trabalho! O computador passou a ser na minha vida profissional além de instrumento de trabalho um local onde me proporciona cultura e prazer. Às vezes, sinto-me orgulhosa por tudo isso que tenho. Vejo-me tão poderosa diante de tamanha invenção que facilita meu trabalho diminuindo meu cansaço no processo da educação. Quando preciso de vários textos já não preciso sair à procura de uma máquina emprestada ou de alguém que me ceda xerox. Imprimo no meu computador que ainda não lhe dei um nome logo, logo vão saindo as cópias necessárias para minha satisfação e necessidade dos meus alunos que eu ensino com firmeza, sabedoria e muita dedicação. Tudo isso agora tenho e foi algo muito almejado talvez até, quem sabe, desejado. Senti por muito tempo demorar em adquiri-lo mas não sei se foi por merecimento ou por força do destino que ganhei do meu Irmão que muito se preocupa com o bem estar das pessoas e que tenho certeza de que em toda a sua vida só bons frutos colherá, pois a muitos ele ajuda sem orgulho, só razão de apostar que um dia e em algum lugar alguém estará fazendo bom uso daquele presente que lhe foi oferecido. Muito obrigada, meu Irmão! Com carinho, Rosa Ângela 23/12/00

Rosa Ângela Falqueto Gióri
“Envelhecer é destino; amadurecer, conquista. Há pessoas que atravessam meio século de existência sem jamais alcançar o limiar da consciência. Permanecem presas a jogos de vaidade, disputas mesquinhas e gestos que revelam mais capricho do que lucidez. A infantilidade, nesse estág…
Continuar lendo

“Envelhecer é destino; amadurecer, conquista. Há pessoas que atravessam meio século de existência sem jamais alcançar o limiar da consciência. Permanecem presas a jogos de vaidade, disputas mesquinhas e gestos que revelam mais capricho do que lucidez. A infantilidade, nesse estágio, já não é inocência: é recusa deliberada. Recusa em assumir o peso das próprias escolhas, em reconhecer que o tempo exige profundidade, em aceitar que a vida não se sustenta em provocações rasas. O corpo carrega cinquenta anos, mas o espírito permanece raso, buscando o deleite de aborrecer ao invés da sabedoria de compreender. É o retrato de quem envelhece sem se tornar inteiro.”

Tatianne Ernesto S. Passaes
Terça-feira, 10 de fevereiro. Que hoje Deus te dê um coração firme e uma mente em paz. Que Ele te conduza nas decisões, te fortaleça nas lutas e te mostre, nos detalhes, que você não está sozinho. Se o dia trouxer desafios, que a fé te sustente; se trouxer oportunidades, que a s…
Continuar lendo

Terça-feira, 10 de fevereiro. Que hoje Deus te dê um coração firme e uma mente em paz. Que Ele te conduza nas decisões, te fortaleça nas lutas e te mostre, nos detalhes, que você não está sozinho. Se o dia trouxer desafios, que a fé te sustente; se trouxer oportunidades, que a sabedoria te guie. Deus continua cuidando de tudo. Ele é fiel. Amém.

Rev. Rodrigo Jacinto - CSB.
“A Pedagogia da Derrota” Ganhar ou perder? A pergunta reverbera através dos corredores da existência humana como um eco persistente, uma interrogação que nos persegue desde o primeiro jogo infantil até o último suspiro. E nesta encruzilhada aparentemente simples, reside um dos…
Continuar lendo

“A Pedagogia da Derrota” Ganhar ou perder? A pergunta reverbera através dos corredores da existência humana como um eco persistente, uma interrogação que nos persegue desde o primeiro jogo infantil até o último suspiro. E nesta encruzilhada aparentemente simples, reside um dos paradoxos mais inquietantes da condição humana: somos ensinados a vencer, mas é o perder que verdadeiramente nos educa. O ser humano é criatura refratária à derrota. Construímos civilizações inteiras sobre a premissa da vitória, erigimos monumentos aos vencedores, celebramos os triunfadores. A história, dizem, é escrita pelos que vencem. Mas o que não nos dizem é que a sabedoria é forjada pelos que perdem e conseguem, apesar de tudo, permanecer de pé. Aceitar a perda é exercício de uma complexidade desconcertante. Vai contra todo o instinto de sobrevivência, contra a narrativa que construímos sobre nós mesmos como protagonistas destinados ao sucesso. Quando perdemos, não é apenas um jogo, uma competição ou uma oportunidade que se esvai é um fragmento da nossa própria mitologia pessoal que desmorona. E isso, essa demolição do ego, é insuportável. Mas aqui reside o paradoxo luminoso: é justamente na perda que habitam as lições mais profundas. Ganhar nos confirma, nos valida, nos mantém confortavelmente instalados nas certezas que já possuíamos. A vitória é espelho que reflete o que queremos ver. A derrota, por outro lado, é vidro estilhaçado que nos obriga a olhar através dos cacos, a enxergar o que preferíamos ignorar. Aprender a perder é, portanto, uma arte mais refinada que aprender a ganhar. Exige humildade essa virtude tão rara numa época de egos inflados e autopromoção incessante. Exige resiliência a capacidade de ser golpeado e não se deixar destruir. Exige, sobretudo, uma coragem particular: a coragem de olhar para o próprio fracasso sem desviar os olhos, sem buscar culpados externos, sem se refugiar em justificativas confortáveis. Você saberia perder? A pergunta não é retórica. Saberia erguer-se de uma derrota sem amargor corrosivo? Conseguiria extrair da queda não um trauma, mas um ensinamento? Teria a grandeza de reconhecer que o adversário foi, naquele momento, melhor, mais preparado, mais merecedor e ainda assim não permitir que isso corroa sua autoestima? A verdade desconfortável é que a maioria de nós não sabe. Perder nos torna defensivos, ressentidos, amargurados. Criamos narrativas alternativas onde fomos traídos pelas circunstâncias, pela injustiça, pela má sorte. Qualquer explicação serve, desde que não precisemos confrontar a possibilidade de que simplesmente não fomos bons o suficiente daquela vez. Mas os sábios esses raros exemplares da espécie humana que conseguiram transcender o ego compreendem algo fundamental: a derrota é professora mais generosa que a vitória. Ela nos revela nossas fraquezas, expõe nossas ilusões, desmantela nossas arrogâncias. E ao fazer isso, abre espaço para o crescimento genuíno, aquele que não vem da acumulação de troféus, mas da transformação interior. Talvez devêssemos inverter a equação. Em vez de ensinar as crianças apenas a vencer, deveríamos ensiná-las a perder com dignidade. A levantar-se sem ódio, a reconhecer a derrota sem desmoronar, a entender que fracassar não é tornar-se um fracassado é simplesmente participar da experiência humana em sua totalidade. Porque a vida, essa competição implacável contra o tempo e contra nossas próprias limitações, garantirá que todos nós, invariavelmente, percamos. Perderemos disputas, oportunidades, pessoas amadas. A questão não é se vamos perder, mas como perderemos. Se desmoronaremos sob o peso da derrota ou se aprenderemos a dança delicada de cair e levantar, de ser derrotado sem ser destruído. No fim, a vitória mais importante não é sobre adversários externos, mas sobre nossa própria incapacidade de aceitar a imperfeição, a vulnerabilidade, o fracasso. Saber perder é, paradoxalmente, a única vitória que realmente importa. Porque é a única que nos torna, finalmente, inteiramente humanos.

Silasoliveira13
Quando somos privilegiados em conseguir brindar a vida com mais de 70 anos, a convivência diária com os jovens exige cuidado e uma profunda aceitaçao da realidade. Dizem muitos, que idosos acumulam sabedoria! Sem dúvida, quase sempre esta é uma verdade. Mas será este o real sen…
Continuar lendo

Quando somos privilegiados em conseguir brindar a vida com mais de 70 anos, a convivência diária com os jovens exige cuidado e uma profunda aceitaçao da realidade. Dizem muitos, que idosos acumulam sabedoria! Sem dúvida, quase sempre esta é uma verdade. Mas será este o real sentimentos da maioria da juventude ao encarar um idoso? Não acredito nesta verdade! Talvez até por uma questão de educação ou exigência do momento, os jovens expressem respeito e até carinho, para com um idoso em determinado encontro ou pequeno espaço de tempo . Mas a verdade chega a ser cruel para aqueles que já experimentam o viver dos 70 ou 80! Jovens não gostam de conviver com velhos! E, se por algum motivo, precisam fazê-lo, procuram uma maneira de, sutilmente, sair da incômoda situação, com a maior rapidez possível! Isto independente do status social ou grau de conhecimento que venha a ter o idoso. Esta é a verdade crua que pode doer apesar de tantos belos discursos enaltecendo a terceira idade. Portanto, o melhor é procurar amenizar os problemas da terceira idade, juntando-se a amigos desta mesma faixa etária.

Socorro Melo UFPI
Jeová Deus, Te agradeço porque até nos erros que cometeram contra mim o Senhor me ensinou algo. O que me feriu também me fortaleceu. O que tentou me diminuir me ensinou a me posicionar. Pai, me dá equilíbrio para não usar o que aprendi como arma, mas como sabedoria. Que eu saib…
Continuar lendo

Jeová Deus, Te agradeço porque até nos erros que cometeram contra mim o Senhor me ensinou algo. O que me feriu também me fortaleceu. O que tentou me diminuir me ensinou a me posicionar. Pai, me dá equilíbrio para não usar o que aprendi como arma, mas como sabedoria. Que eu saiba colocar cada pessoa no seu lugar sem perder o meu caráter. Que eu tenha firmeza sem perder a paz, verdade sem perder o amor. Em nome do Teu Filho, Jesus Cristo, me ensina a confrontar com maturidade e a silenciar quando for preciso. Guarda meu coração da mágoa e da dureza. Que eu cresça, mas não endureça. Amém.

Evangelista araujo leite
Pessoas , que não está em paz… e quando não está em paz, tenta bagunçar a paz de quem está suportando e mantendo-se equilibrado. Ultimamente tenho visto fantasmas do passado tentando bater na minha porta. Gente que já foi, mas não superou. Gente que aponta, que julga, que distor…
Continuar lendo

Pessoas , que não está em paz… e quando não está em paz, tenta bagunçar a paz de quem está suportando e mantendo-se equilibrado. Ultimamente tenho visto fantasmas do passado tentando bater na minha porta. Gente que já foi, mas não superou. Gente que aponta, que julga, que distorce. Como se falar de mim aliviasse o peso que carregam por dentro. Só que não alivia. Quem vive de passado nunca consegue construir presente. E tem os fofoqueiros… aqueles que não têm sabedoria, mas têm tempo. Dão conta até da minha sombra. Sabem da minha vida mais do que da própria. Criam histórias, aumentam detalhes, inventam versões. Porque é mais fácil falar do outro do que encarar os próprios erros. Mas a verdade é simples,quem tem paz não perde tempo perseguindo ninguém. Quem tem propósito não vive de plateia. Quem é resolvido não vive tentando diminuir o outro. Eu aprendi uma coisa na real,crítica vazia não derruba quem tem consciência limpa. Fantasma só assombra quem tem medo. E eu não tenho mais. Se querem falar, que falem. Se querem julgar, que julguem. Minha paz não está à venda , e muito menos disponível pra quem nunca teve coragem de construir a própria. By Evans Araújo

Evangelista araujo leite
O tempo...🌿 O tempo é o mais silencioso dos escultores. Ele não pede licença, não avisa, não se detém. Apenas passa, e em sua passagem molda rostos, destinos e memórias. Ele não nos rouba — ele nos oferece. Oferece maturidade, cicatrizes que se transformam em sabedoria, e a ch…
Continuar lendo

O tempo...🌿 O tempo é o mais silencioso dos escultores. Ele não pede licença, não avisa, não se detém. Apenas passa, e em sua passagem molda rostos, destinos e memórias. Ele não nos rouba — ele nos oferece. Oferece maturidade, cicatrizes que se transformam em sabedoria, e a chance de olhar para trás com gratidão. Cada linha no rosto é um poema escrito pela vida; cada olhar mais profundo é a assinatura da experiência. O ontem nos mostra a semente. O hoje revela a árvore. E o amanhã será a sombra que acolhe aqueles que virão depois de nós. O tempo não diminui, ele amplia. Não apaga, ele ilumina. Não prende, ele liberta. Que cada fase da vida seja digna de celebração, pois o tempo é o mestre que nos ensina que não importa quantos anos se passem, o essencial é continuar crescendo, aprendendo e se reinventando. “O tempo não é um inimigo que nos rouba a juventude, mas um mestre que nos oferece profundidade. Ele não leva embora quem fomos, apenas revela quem podemos ser.” Roberto Ikeda autor

Roberto Ikeda
Aquela criança já deixou de existir — pelo menos fisicamente, pois ainda vive nas lembranças. Hoje, tu és um adolescente, uma pessoa independente que está se formando neste mundo tão desafiador e caótico. Mas, de cada fase, se Deus quiser, sairás vitorioso e tudo acontecerá no te…
Continuar lendo

Aquela criança já deixou de existir — pelo menos fisicamente, pois ainda vive nas lembranças. Hoje, tu és um adolescente, uma pessoa independente que está se formando neste mundo tão desafiador e caótico. Mas, de cada fase, se Deus quiser, sairás vitorioso e tudo acontecerá no tempo certo; por mais difícil que seja, não percas a tua fé. Para tanto, entre outras coisas, desejo que sejas sempre esperançoso e prestes muita atenção em todas as bênçãos. Trata a gratidão a Deus como indispensável: Ele será a tua fortaleza, dará ânimo quando estiveres cansado e sabedoria diante das incertezas. Afasta-te daqueles que não te fazem bem ou que não querem o teu bem de fato. Cometerás muitos erros; isso é inevitável e faz parte do preço do aprendizado. Ninguém é perfeito, todavia, busca acertar o máximo que puderes. Tudo bem se falhares; usa a falha para aprender, de modo que não venhas a perder os teus valores e princípios. Só permanecerá contigo quem realmente estiver ao teu lado, tanto no sofrimento quanto no regozijo. Sinceramente, não quero que te sintas pressionado. Aproveita esta fase que está apenas começando da melhor forma possível: com sabedoria, responsabilidade e sem pressa. Não te esqueças do temor a Deus e de que não estás sozinho. Nos teus caminhos, também aparecerão pessoas incríveis que farão uma baita diferença nos teus dias. Por fim, não olhes somente para a superfície: lê nas entrelinhas e vive tudo o que Deus permitir.

Jefferson Freitas.
Três são os tipos de homem que caminham sob o sol. Há aquele que nada compreende; há aquele que não compreende, mas deseja compreender;
Continuar lendo

Três são os tipos de homem que caminham sob o sol. Há aquele que nada compreende; há aquele que não compreende, mas deseja compreender; e há aquele que se entrega ao mau caminho e dele faz morada. O primeiro, ainda que aja, não discerne o fim de seus atos. Faz por fazer, sem visão nem propósito. Abomina o crescimento, pois crescer lhe exige esforço; é lento no espírito, pesado no ânimo e murmura contra tudo que o cerca. O segundo é inquieto de alma. Não entende, mas pergunta. Não sabe, mas procura. Refaz o que quebrou, quebra o que construiu e torna a levantar, ainda sem aplauso nem reconhecimento. Busca sentido no que faz e sofre por não ser visto, ainda que siga adiante. O terceiro é homem de ruína. Difama com a língua, calunia com o olhar, usurpa com as mãos e envergonha até os próprios dias que vive. Mas bendito é o homem que não compreende e, ainda assim, busca entender. Pois ele não se chama sábio, mas não se considera vazio. Sabe que lhe falta muito, ainda que para outros não baste. Ele tenta se ajustar, mesmo quando o mundo não lhe concede lugar. E nessa busca, ainda que imperfeita, há mais beleza do que em toda falsa sabedoria.

Hysheller Policarpo
Miserável é o homem que não questiona. Habita a própria casa e não indaga quem caminha ao seu redor; convive com seus atos e não os examina,
Continuar lendo

Miserável é o homem que não questiona. Habita a própria casa e não indaga quem caminha ao seu redor; convive com seus atos e não os examina, sejam eles tidos por bons ou por maus. Aceita como certo aquilo que lhe foi ensinado, sem jamais provar se o certo é justo ou se o que julga errado o é de fato. Vive preso à fé que recebeu pronta, não porque a compreende, mas porque lhe disseram que assim deveria crer. Tal homem anda em círculos, como o animal preso ao curral: vê apenas o chão que pisa, não contempla o campo distante, e ainda assim chama isso de liberdade. Bendito, porém, é o homem que não se curva a palavras vagas, ainda que venham vestidas de verdade. Ele pesa a prova, examina o fato, e questiona até aquilo que lhe parece sólido. Nisso consiste a sabedoria. Pois loucura é crer em toda palavra que sai da boca alheia. Qualquer um pode lançar uma semente à terra, mas poucos sabem de onde ela veio. Todos desejam plantar, mas quase ninguém se recorda da colheita.

Hysheller Policarpo
A Transparência da Alma Há momentos em que a vida, com sua delicada brutalidade, nos oferece revelações que não pedimos, mas que precisamos. Uma palavra fora de lugar, um gesto não intencionado, um áudio deixado ligado — e então, como num rasgo súbito na cortina da convivência,…
Continuar lendo

A Transparência da Alma Há momentos em que a vida, com sua delicada brutalidade, nos oferece revelações que não pedimos, mas que precisamos. Uma palavra fora de lugar, um gesto não intencionado, um áudio deixado ligado — e então, como num rasgo súbito na cortina da convivência, vemos o que estava oculto: a ausência de verdade onde pensávamos haver afeto. A amizade, esse pacto silencioso entre almas, não se sustenta na frequência dos encontros nem na doçura das palavras. Ela vive — ou morre — na integridade dos gestos, na coerência entre o que se diz e o que se faz quando ninguém está olhando. A decepção, por mais amarga, é uma espécie de claridade. Ela não destrói: revela. E o que revela, liberta. Nietzsche dizia que “não é a falta de amor, mas a falta de amizade que torna os casamentos infelizes”. Podemos estender essa ideia a todas as relações humanas: é a ausência de autenticidade que corrompe os vínculos, que transforma o que era para ser abrigo em ameaça. Quando alguém nos mostra, mesmo sem querer, o que realmente habita seu coração, temos diante de nós uma oportunidade rara — a de escolher com mais sabedoria quem merece permanecer em nossa travessia. Escrever sobre isso é mais do que desabafar: é eternizar o aprendizado. É transformar dor em linguagem, e linguagem em ponte para outros que também caminham feridos, mas desejam curar. A escrita, quando nasce da verdade, é sempre um ato de generosidade. Que cada leitor que aqui chega encontre não apenas palavras, mas espelhos. Que se reconheça, se questione, se fortaleça. Porque a vida é breve, e o coração, sagrado. Que sejamos fiéis a ele — mesmo quando o mundo não for. "A amizade verdadeira é como o silêncio da noite: não precisa provar sua existência, apenas permanece, fiel, mesmo quando todos os sons se vão." Autor: Roberto Ikeda

Roberto Ikeda
Um Mestre para a Eternidade. Morre o Homem; nasce a Lenda. Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbo…
Continuar lendo

Um Mestre para a Eternidade. Morre o Homem; nasce a Lenda. Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbosa do Nascimento atravessa agora o limiar do tempo humano para habitar a eternidade dos justos — daqueles que ensinaram não apenas normas, mas valores; não apenas leis, mas humanidade. Foi no alvorecer da década de 1990, em Teófilo Otoni, quando ingressei na Faculdade de Direito, que tive o privilégio raro de conhecer aquele que se revelou o mais completo professor de Direito Penal que Minas Gerais já produziu. O Dr. Geraldo Barbosa não ensinava códigos: formava consciências. Sua sala de aula era um espaço de reflexão ética, de densidade filosófica e de profundo compromisso social. Com sabedoria incomum, ensinava a ciência penal brasileira dialogando com o Direito Comparado, trazendo à vida autores clássicos e modernos, como o mestre espanhol Sebastián Soler, e tantos outros que encontravam, em sua voz serena, tradução viva e atual. O “Dr. Geraldinho”, como era carinhosamente chamado, possuía a rara virtude de tornar o complexo compreensível sem jamais empobrecer o conteúdo — sinal inequívoco dos grandes mestres. Sua atuação profissional foi marcada por ética inabalável, zelo acadêmico e distinção intelectual. Em tempos de superficialidade e pragmatismo raso, o professor Geraldo Barbosa era resistência: acreditava na função civilizatória do Direito Penal, na dignidade da pessoa humana e no papel do jurista como guardião da justiça e da razão. Hoje, o Direito brasileiro perde uma de suas maiores autoridades. A academia perde um farol. A sociedade perde um intérprete sensível da dor humana. Mas o céu — se houver salas de aula na eternidade — ganha um professor completo, incumbido de ensinar princípios éticos, valores morais e o verdadeiro sentido da justiça. Aos familiares, amigos, alunos e admiradores, ficam as mais profundas condolências e o abraço solidário diante dessa perda irreparável. Que encontrem conforto na certeza de que o professor Geraldo Barbosa do Nascimento não partiu: foi eternizado na memória jurídica, moral e humana de todos que tiveram o privilégio de aprender com ele. O mestre se vai. O legado permanece. E a ciência penal agradece, em silêncio reverente.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
A Parábola das Três Vozes do Vale Em um vale distante, havia uma grande árvore no centro da praça. Diziam que ela crescia conforme o conhecimento e as atitudes das pessoas que viviam ao seu redor.
Continuar lendo

A Parábola das Três Vozes do Vale Em um vale distante, havia uma grande árvore no centro da praça. Diziam que ela crescia conforme o conhecimento e as atitudes das pessoas que viviam ao seu redor. Certo dia, três grupos de pessoas se reuniram diante da árvore. O primeiro grupo ficava sentado à sombra, observando tudo de longe. Nunca plantavam, nunca regavam, nunca cuidavam da terra. Mas sempre que alguém tentava fazer algo, eles diziam: — Isso não vai dar certo. Você está fazendo errado. Eles criticavam o fruto que nunca haviam ajudado a nascer. O segundo grupo trabalhava a terra. Plantavam sementes, cavavam o solo, regavam as raízes. Mas, ao verem outras pessoas fazendo o mesmo, diziam: — O que eu faço é melhor. O meu jeito é o certo. Tentavam diminuir o valor do trabalho alheio, como se o brilho do outro apagasse o seu próprio. O terceiro grupo também trabalhava a terra. Plantavam, cuidavam, aprendiam e ensinavam. Quando viam alguém fazer algo bonito, diziam: — Que bom que você sabe fazer isso! — O seu saber soma ao meu. — Juntos, podemos fazer a árvore crescer ainda mais. Eles compreendiam que nenhum saber nasce completo, E que cada pessoa carrega uma semente única. Com o tempo, a árvore começou a crescer de formas diferentes. Os galhos que recebiam críticas secaram. Os galhos que eram regados com orgulho solitário cresceram tortos. Mas os galhos que recebiam reconhecimento, partilha e respeito floresceram, Dando frutos doces, fortes e abundantes. Então, os moradores do vale entenderam: Quem desvaloriza o saber do outro empobrece a própria sabedoria, Mas quem reconhece o valor do outro fortalece o seu próprio caminho. E desde aquele dia, a árvore passou a ser chamada de Árvore dos Saberes Compartilhados. “Quem soma saberes constrói grandezas.”

Debora Santos
Talvez eu não seja sábio, nem chegue eu aos pés dos escritos antigos, pois sou apenas pó que caminha,
Continuar lendo

Talvez eu não seja sábio, nem chegue eu aos pés dos escritos antigos, pois sou apenas pó que caminha, errante em um mundo que não compreendo por inteiro, obra de uma consciência maior do que a minha. Sou transitório, passageiro entre o nascer e o desaparecer, e habito uma anomalia que chamo de vida, sem conhecer-lhe a origem nem o fim. Pois a sabedoria é o nome que damos àquilo que pensamos ter entendido, ainda que o entendimento nos escape como vento entre os dedos. E se aquele que fez todas as coisas viesse a corrigir o que julguei correto, não se revelaria, então, a limitação da minha própria razão? Não seríamos tolos mesmo quando nos julgamos inteligentes? A vida, portanto, é um desdém ao entendimento humano, pois quanto mais cremos saber, mais nos é revelado o quão pouco alcançamos. Somente chamo de sábio aquele que está além da morte e da vida, além do tempo e da matéria, o próprio que não compreendemos e que, ainda assim, sustenta todas as coisas.

Hysheller Policarpo