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24 frases nesta página

Chegue mais tarde hoje, meu amor, quero ficar mais tempo com a criatura em que me transformo quando estou sozinho. Quem sabe quando você voltar já saberei responder a todas as perguntas que me fez e que ainda não te dei respostas. Quem sabe eu possa te mostrar certa lógica quando…
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Chegue mais tarde hoje, meu amor, quero ficar mais tempo com a criatura em que me transformo quando estou sozinho. Quem sabe quando você voltar já saberei responder a todas as perguntas que me fez e que ainda não te dei respostas. Quem sabe eu possa te mostrar certa lógica quando eu te digo que alguém escreveu torto em minhas poucas linhas retas. Quem sabe eu possa explicar por que eu gosto tanto de reticências. Quem sabe eu possa te falar de coisas que vivem por debaixo da minha pele.

Onde ficou esquecido a verdadeira felicidade? Onde deixaram o amor e a amizade? Desde de quando o egoísmo, a ganância e a luxuria poderão trazer felicidade e paz? Não se compra amor, dinheiro traz luxo, vida boa mas pessoas que dizem te amar, na verdade estarão amando teu dinhei…
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Onde ficou esquecido a verdadeira felicidade? Onde deixaram o amor e a amizade? Desde de quando o egoísmo, a ganância e a luxuria poderão trazer felicidade e paz? Não se compra amor, dinheiro traz luxo, vida boa mas pessoas que dizem te amar, na verdade estarão amando teu dinheiro, teu poder... Só não da pra esquecer que um dia você vai morrer e tudo que você achou que era seu ficará para quem você achou que te amou.

Eu tenho medo, muito medo. Medo de que seja amor. Medo de que a paixão tenha passado e que agora perpetue algo mais intenso, mais difícil de ser controlado ou até dissolvido.
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Eu tenho medo, muito medo. Medo de que seja amor. Medo de que a paixão tenha passado e que agora perpetue algo mais intenso, mais difícil de ser controlado ou até dissolvido. Vejo todos seus defeitos e tenho nojo deles. Tenho rancor de cada palavra torta que você tenha me dito ou cada comentário péssimo que você tenha feito. Eu sei dos teus podres, da sua falta de caráter. Sei do que fala de mim e o que fala para mim. Sei de tudo, sei de tanta coisa. Só não sei parar de gostar de você.

Mais importante que o tesouro, é o mapa. Pois uma vez com o mapa nas mãos posso percorrer um caminho onde sempre encontrarei paisagens, desafios, monstros, feiticeiras e deusas. Se algum dia eu encontrar um atalho que me leve à verdade, ou, ao tesouro, desviarei; porque todo teso…
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Mais importante que o tesouro, é o mapa. Pois uma vez com o mapa nas mãos posso percorrer um caminho onde sempre encontrarei paisagens, desafios, monstros, feiticeiras e deusas. Se algum dia eu encontrar um atalho que me leve à verdade, ou, ao tesouro, desviarei; porque todo tesouro é falso, e toda verdade mata.

A vida sem amor: Inteligência sem amor, te faz perverso. Justiça sem amor, te faz implacável.
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A vida sem amor: Inteligência sem amor, te faz perverso. Justiça sem amor, te faz implacável. Diplomacia sem amor, te faz hipócrita. Êxito sem amor, te faz arrogante. Riqueza sem amor, te faz avaro. Docilidade sem amor, te faz servil. Pobreza sem amor, te faz orgulhoso. Beleza sem amor, te faz ridículo. Autoridade sem amor, te faz tirano. Trabalho sem amor, te faz escravo. Simplicidade sem amor, te deprecia. Tragédia sem amor, se faz tristeza. Fé sem amor, te faz fanático. A cruz sem amor, se faz tortura. A vida sem amor......não faz sentido. A vida COM amor: Inteligência com amor, te traz razão. Justiça com amor, te faz correto. Diplomacia com amor, te faz sensato. Êxito com amor, te faz feliz. Riqueza com amor, te faz generoso. Docilidade com amor, te faz querido. Pobreza com amor, te traz compaixão. Beleza com amor, te faz sublime. Autoridade com amor, te faz honesto. Trabalho com amor, te faz apaixonado. Simplicidade com amor, te enobrece. Tragédia com amor, te traz coragem. Fé com amor, te faz tranqüilo. A cruz com amor, se faz esperança. A vida com amor......é o paraíso.

Desconhecido
Me distanciei, fiquei na minha, isolado, refleti muito, mudei meu comportamento e quando percebi que estava emocionalmente seguro, voltei. Acabei aprendendo a ter controle das minhas paixões, já não me apaixono mais, aprendi que devemos amar com consciência, podemos perfeitamente…
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Me distanciei, fiquei na minha, isolado, refleti muito, mudei meu comportamento e quando percebi que estava emocionalmente seguro, voltei. Acabei aprendendo a ter controle das minhas paixões, já não me apaixono mais, aprendi que devemos amar com consciência, podemos perfeitamente refletir e administrar uma relação. Você deve saber, o cérebro não funciona se o coração não funcionar, o coração até pode funcionar sem o cérebro, mas dura pouco e não faz sentido algum.

Mar de poesias Era o final da manhã do dia 16 de novembro numa quarta-feira cinzenta, típica da cidade de São Paulo. Não podia passar de amanhã, pensei. Faltavam apenas dois dias para o evento. Eu tinha concordado com a ideia do lançamento do meu primeiro e único livro de poesi…
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Mar de poesias Era o final da manhã do dia 16 de novembro numa quarta-feira cinzenta, típica da cidade de São Paulo. Não podia passar de amanhã, pensei. Faltavam apenas dois dias para o evento. Eu tinha concordado com a ideia do lançamento do meu primeiro e único livro de poesias, junto dos meus amigos e alunos, para a noite do dia 18 daquele mês. Na escola em que trabalho como professor de história haveria um concurso de poesias e crônicas escritas pelos alunos e, ao mesmo tempo, como parte da programação do evento literário articulado pelo bibliotecário local, o meu batismo no mar de poesias. Tudo programado: convites, um pequeno coquetel, a divulgação via Internet... Apesar da timidez que acompanha desde sempre, não poderia ventilar a ideia de faltar naquele evento. Minha ausência do trabalho já se estendia por cinco meses. Estava careca e inchado, porém não me importava com minha aparência. Apenas a vida me importava naquele momento. Apesar de uma leve situação febril que me deixou deitado e indisposto na maior parte do dia anterior, acordei bem naquela quarta-feira. Por isso resolvi levar meu filho ao aeroporto de Congonhas, de onde embarcaria para o Rio Grande do Sul, estado no qual estuda cinema de animação. Ele viajou bem cedo, no início da manhã. Só voltaria a revê-lo apenas em meados de dezembro, após o término das aulas regulares. Já sentia saudade de sua presença adolescente e de sua leveza juvenil. Depois disso, ainda tive forças para passar no laboratório do hospital e retirar alguns exames gerais solicitados pelo oncologista que acompanha o tratamento do meu linfoma. Ainda era bem cedo, entre 8h30min e 9h00min. Um desconforto abdominal e certa indisposição já me acompanhavam. Antes de dirigir-me à consulta marcada com a nutricionista especializada em pacientes com câncer resolvi passar em meu apartamento e fazer uma breve pausa, estratégica. Poderia ser um resquício daquela terça-feira cinzenta. Não foi suficiente para minimizar o descontrole físico. Ainda assim, guiado por meu carro, fui ao encontro da nutricionista. Atendeu-me rapidamente. No decorrer da conversa, entre cardápios mais adequados para indivíduos com meu tipo de enfermidade e detalhes solicitados sobre as especificidades do tratamento, tive um súbito mal estar. Brusca queda da pressão arterial e uma sensação de que não aguentaria manter-me devidamente íntegro e sentado naquela cadeira. Fui imediatamente acomodado em uma maca para recuperar-me. Quando a enfermeira da clínica chegou para um pronto atendimento, já me sentia melhor e com os sinais razoavelmente recompostos. Prosseguimos com a consulta. A nutricionista finalizou suas orientações - as quais eu já não ouvia com atenção – e, além disso, sugeriu que me dirigisse ao Pronto Socorro do hospital no qual tratava do linfoma há pelo menos seis meses. Segundo ela, poderia ser alguma reação negativa à sessão de quimioterapia realizada há duas semanas. Não segui sua orientação. Na esperança de que meu corpo reagisse sozinho aquele descontrole, sem auxílio médico e/ou medicamentoso, voltei para meu apartamento e resolvi deitar-me novamente. Já recolhido no sofá da sala recebi um telefonema do meu amigo Murilo perguntando-me se poderia passar em casa para retirar os convites do lançamento do livro e distribuí-los para nossos colegas professores do colégio. Dissera-lhe que sim, porém o alertei que se não estivesse em casa deixaria os cinquenta convites na portaria do condomínio. Nesse momento o termômetro já marcava 37,5º. Em menos de uma hora a temperatura do meu corpo atingira 38,2º. Não podia mais adiar, já havia passado da hora de deslocar-me para o Pronto Socorro. A orientação prévia do meu médico oncologista era bastante precisa: “com febre acima de 37,8º dirija-se imediatamente ao PS do hospital”. Deixei os convites na portaria do prédio com o Sr. Isaac. Era meio dia quando cheguei ao hospital. Como de costume, passei pela triagem com a enfermeira e, em seguida, fui atendido pela Dra. Ana, médica plantonista. Soro, medicação, mais exames (sangue, urina, RX) e, naturalmente, muita espera e paciência. Os resultados prontos e o diagnóstico mais indesejado. Dra. Ana foi direta e precisa: - Seu índice de neutrófilos está muito baixo, apenas 40. Com essa neutropenia precisaremos interná-lo para controlarmos a infecção e impedir que ela se alastre. Você ficará internado por pelo menos cinco dias. Telefonei imediatamente para o Murilo. Por sorte ele ainda não havia retirado os convites na portaria. Um problema a menos. Solicitei, então, que me ajudasse a desmontar o evento de lançamento do livro. O fazedor de versos não resistira à febre. É bem verdade que havia pensado em lançá-lo apenas no final do tratamento, em janeiro de 2012. Simbolizaria uma espécie de renascimento, de retomada do cotidiano e das coisas da vida. Porém, o bibliotecário do colégio entrou em contato comigo falando que seria perfeito se pudéssemos fazer o lançamento no dia do concurso de poesia e prosa organizado para os alunos do ensino médio. Acabei aceitando o convite e solicitei para a editora uma revisão nos prazos de entrega. A Adriana prometeu-me entregar os livros até, no máximo, o final da tarde do dia 18/11. Foi perfeito. Os prazos todos encaixados. Porém ninguém contava com o imponderável. E a vida faz dos prazos o que bem deseja. Ela exige um eterno replanejamento e nos lembra constantemente que nem tudo acontece quando e como queremos ou desejamos. Hoje já é dia 22 de novembro. Estou nesse quarto de hospital há uma semana. Os livros não foram retirados na editora, os amigos foram desconvidados, os convites não foram entregues, os alunos devem ter lido suas poesias e crônicas, as melhores devem ter sido premiadas e eu ainda estou aqui, finalizando o controle da infecção com antibiótico intravenoso e escrevendo essa micro história. Se tudo der certo - e a gente nunca sabe; só os “médicos sabem”; só a vida sabe; talvez só os deuses também saibam - devo retornar para casa amanhã. Repensar uma nova data e local para o lançamento e replanejar o tempo que me resta. Ainda há tempo para remontar o circo, ainda há tempo para brincar e sentir com as palavras, rir e chorar com as coisas da vida. Ainda haverá tempo de mergulhar, nem que seja uma única vez, no mar de poesias.

Em Paz "Muito perto do meu ocaso eu a bendigo, Vida. Porque nunca me destes nem a esperança falida nem
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Em Paz "Muito perto do meu ocaso eu a bendigo, Vida. Porque nunca me destes nem a esperança falida nem trabalhos injustos, nem sofrimento imerecido. Porque vejo ao final do meu rude caminho, que fui o arquiteto do meu próprio destino; que se extrai mel ou fel das coisas foi porque nelas coloquei fel ou mel saboroso; quando plantei roseiras, colhi sempre rosas. ...Certo, ao meu verdor vai seguir o inverno: mas tu não me dissestes que maio seria eterno! Achei, sem dúvida , longas as noites de meus sofrimentos; mas não me prometestes apenas noites boas; e também tive algumas santamente serenas... Amei, fui amado e o sol acariciou a minha face. Vida, nada me deves! Vida, estamos em paz!"

Faça Hoje, Não Amanhã Diz o preguiçoso: "Amanhã farei." Exclama o fraco: "Amanhã terei forças."
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Faça Hoje, Não Amanhã Diz o preguiçoso: "Amanhã farei." Exclama o fraco: "Amanhã terei forças." Assevera o delinqüente: "Amanhã regenero-me." É imperioso reconhecer, porém, que a criatura, adiando o esforço pessoal, não alcançou, ainda, a noção real do tempo. Quem não aproveita a benção do dia vive distante da glória do século. A alma sem coragem de avançar cem passos não caminhará vinte mil. O lavrador que perde a hora de semear não consegue prever as conseqüências da procrastinação do serviço a que se devota, porque, entre uma hora e outra, podem surgir impedimentos e lutas de indefinível duração. Muita gente aguarda a morte para entrar numa boa vida. Contudo a lei é clara quanto à destinação de cada um de nós. Alcançaremos sempre os resultados a que nos propomos. Se todas as aves possuem asas, nem todas se ajustam à mesma tarefa nem planam no mesmo nível. A andorinha voa na direção do clima primaveril, mas o corvo, de modo geral, se consagra, em qualquer tempo, aos detritos do chão. Aquilo que o homem procura agora surpreenderá amanhã, á frente dos olhos e em torno do coração. Cuida, pois, de fazer, sem delonga, quanto deve ser feito em benefício de tua própria felicidade, porque o amanhã será muito agradável e benéfico somente para aquele que trabalha no bem, que cresce no ideal superior e que aperfeiçoa nas abençoadas horas de Hoje.

Preciso da sua sinceridade e atenção com que você possa me oferecer; Pois meu Don se torna o Don de amar e sei que você é muito mais que especial, um anjo que me encontrou e tenta me erguer; E para minha eterna felicidade você abre suas asas para proteger todo o meu medo de me…
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Preciso da sua sinceridade e atenção com que você possa me oferecer; Pois meu Don se torna o Don de amar e sei que você é muito mais que especial, um anjo que me encontrou e tenta me erguer; E para minha eterna felicidade você abre suas asas para proteger todo o meu medo de me perder;

Não é questão de querer agradar, de pegar no pé, de tentar resolver os seus problemas que no seu ponto de vista não tem solução, de ser insistente, falar boas verdades, se preocupar com você... a questão é que a amizade está estancada... cravada... o que você sente transparece em…
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Não é questão de querer agradar, de pegar no pé, de tentar resolver os seus problemas que no seu ponto de vista não tem solução, de ser insistente, falar boas verdades, se preocupar com você... a questão é que a amizade está estancada... cravada... o que você sente transparece em mim instantaneamente... O mais engraçado é que quando eu paro de me preocupar, eu sou a chata, a pessoa que esquece dos amigos, a menina que some sem motivos... então o que fazer? Se importar e ser rotulada como pegajosa ou não se importar e ser tachada como indiferente? Acho que eu prefiro ser eu mesma... sua amiga... alguns dias pegajosa e outras indiferente... mas nunca esquecendo de você :)

Sou um oásis emocional, o fim da linha tênue, o inicio de um sonho que nunca terá um desfecho.Sou maleável, periódica, problemática, sou vestígios da felicidade, sou vestígios de vestígios, sempre classificada. Entendida, incompreendida. Sou sempre virgulas, nunca pontos. Uma ete…
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Sou um oásis emocional, o fim da linha tênue, o inicio de um sonho que nunca terá um desfecho.Sou maleável, periódica, problemática, sou vestígios da felicidade, sou vestígios de vestígios, sempre classificada. Entendida, incompreendida. Sou sempre virgulas, nunca pontos. Uma eterna nostalgia, um eterno frenesi. Interprete da vida, antagonista dos momentos, exagerada, emotiva, similar, digna, inexistente. Hoje digo: Viverei o para sempre até amanhã, o eterno em um minuto. O junto separado, andarei sem sapatos, serei livre de mim mesma, esquecerei de toda a bagunça de toda a tristeza […] Serei maleável, periódica, serei vestígios da felicidade, serei classificada,serei a probabilidade de fazer alguém feliz.

PRECE DO ÍNDIO AMERICANO "OH! grande espírito, cuja voz eu escuto nos ventos, e cuja respiração dá vida a todo o mundo - escute-me. Eu estou perante você, um dos seus filhos. Eu sou pequeno e fraco. Eu preciso de sua Força e Sabedoria. Deixe-me caminhar em sua beleza e faça meu…
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PRECE DO ÍNDIO AMERICANO "OH! grande espírito, cuja voz eu escuto nos ventos, e cuja respiração dá vida a todo o mundo - escute-me. Eu estou perante você, um dos seus filhos. Eu sou pequeno e fraco. Eu preciso de sua Força e Sabedoria. Deixe-me caminhar em sua beleza e faça meus olhos observarem para sempre o pôr do sol vermelho e púrpura. Faça minhas mãos respeitarem as coisas que você fez, meus ouvidos aguçados para escutar sua voz. Faça-me sábio, para que eu possa conhecer as coisas que Você ensinou ao meu povo, as lições que Você escondeu em cada folha e em cada rocha. Eu busco a força não para ser superior a meus irmãos, mas para ser capaz de lutar com meu maior inimigo: "Eu mesmo". Prepare-me para ir até Você, com as mãos limpas e olhos corretos, então, quando a vida desvanecer-se assim como o pôr-do-sol, meu espírito irá até Você sem nenhuma mancha. Deixe sua voz sussurrar em nossos ouvidos através do vento oeste no final do dia. Deixe-nos ser confortados com amor por nossos irmãos e irmãs sem nenhuma guerra. Deixe-nos preservar boa saúde mentalmente e fisicamente para solucionar nossos problemas e realizar algo para as futuras gerações. Deixe-nos ser sinceros com nós mesmos e nossa juventude e fazer do mundo um lugar melhor para viver."

Foi um vazio impreenchível que você deixou repleto de saudades dos teus abraços, com necessidade de ver teu sorriso e de desejos infinitos dos teus beijos, que eram as únicas coisas, que um dia me fizeram sonhar e acreditar que o amor realmente existia, mas que agora não se passa…
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Foi um vazio impreenchível que você deixou repleto de saudades dos teus abraços, com necessidade de ver teu sorriso e de desejos infinitos dos teus beijos, que eram as únicas coisas, que um dia me fizeram sonhar e acreditar que o amor realmente existia, mas que agora não se passam de cinzas de um passado, que se perdeu na nossa história sem final feliz.