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24 frases nesta página

Uma amizade leal é o maior e o melhor exemplo de um amor verdadeiro,você não continua por paixão,mas por respeito e sacrifício.
Taffa Ramos Sobrinho
Na real? A vida é um quebra-cabeça sem imagem na caixa. Às vezes, tudo parece fora do lugar, sem sentido, sem lógica.
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Na real? A vida é um quebra-cabeça sem imagem na caixa. Às vezes, tudo parece fora do lugar, sem sentido, sem lógica. A gente se pergunta: “Pra quê tudo isso?” Mas aí, do nada, uma peça se encaixa. E por um segundo, tudo faz sentido. A dor, o amor, os encontros, as perdas. Principalmente as perdas. Porque é no silêncio que a ausência deixa que a gente escuta mais alto o que nunca foi dito. E percebe que cada momento, mesmo os mais confusos, tinham um propósito. Mesmo que só a gente entenda. Ou nem isso. Na real, viver é isso, Um eterno vai e vem entre o caos e a clareza. E talvez o sentido da vida não seja entender… Mas sentir. O que não vale é se perder e ser tolerável virou uma alternativa. By Evans Araújo

Evangelista araujo leite
Hoje eu li um livro abstrato Contava o que o amor foi para mim Lembrei de minha entrega completa
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Hoje eu li um livro abstrato Contava o que o amor foi para mim Lembrei de minha entrega completa De como eu acreditei no outro E idealizei e sonhei Com virtudes nobres Amar era habitar um céu Que eu criei com ilusões Em um mundo injusto O amor era redenção Em algum lugas na terra Pessoas se amam e são felizes Eu precisava de céu, Eu sonhava com o paraíso. Mas no capítulo seguinte O livro dizia Pessoas nao são virtudes Idealizadas Pessoas são humanas Com qualidades e defeitos E podem te machucar profundamente Eu perdi o céu Eu perdi o paraíso Eu perdi a ilusão Que o amor me faria feliz E não chorei Apenas concordei Com um silêncio profundo O terceiro capítulo dizia Você pode prescindir do amor Você pode ser feliz Admirando uma obra de arte Sentir as flores desabrochar E sentir uma paz inominável Que talvez você não saiba nomear Eu fechei o livro E escrevi uma poesia Falando que a felicidade É simples e silenciosa Como fazer carinho Em um animal dormindo O livro abstrato do amor Tinha três capítulos Mas minha biografia Escreve tranquilamente Mais de dez livros. Eu não preciso do amor Para ser feliz Preciso da sombra de uma árvore E da beleza de um livro E refleti sobre os felinos E vi que eu amo Mais gatos Do que pessoas E sorri Como quem Realmente entende Aos amores do passado Um reverência respeitosa E uma despedida Que não olha para trás Sinto-me plena e inteira Amando a delicadeza E beleza dos felinos E assim termina O livro abstrato do amor Reverência e adeus

Monalisa Ogliari
O quarto calado, ao sol de meio dia, lembra almoço farto e ritual. Mas sentada na poltrona, eu fumo um cigarro indiferente e penso na vida como quem olha um quadro de Monet. A vida mal delimitada e brutalmente bela. O sol forte no horizonte é mais do que a vida rotação do planeta…
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O quarto calado, ao sol de meio dia, lembra almoço farto e ritual. Mas sentada na poltrona, eu fumo um cigarro indiferente e penso na vida como quem olha um quadro de Monet. A vida mal delimitada e brutalmente bela. O sol forte no horizonte é mais do que a vida rotação do planeta, é um retrato recomeço após uma noite escura. Noite de trevas, sexta-feira treze e um gato preto passando debaixo da escada. Mas o ontem já não pesa. Estou desperta e viva. E sinto alegria quando percebo que a linguagem me acompanha e me constrói à medida em que a uso. A liguagem é uma onça no zoológico. É uma fera domesticada. Linguagem é poder. Ele delimita o pensamento, dentro de seu léxico e sintaxe. Procuro nela uma fera indomável, não maculada pelo cotidiano. Amo a linguagem como quem admira uma obra de arte. Eu sou capaz de ouvir uma música nas palavras candenciadas. Lembro-me do amor que morreu ontem na noite escura. E sinto um pequeno lamento por um amor que morreu pouco depois de nascer. Um feto mal parido. Todos os dias o amor morre, quando dormimos, e o sono é uma morte tímida. Eu te oferi as estrelas, sem perceber o céu nublado. E amei em você o retrato de mim mesma, na foto de minhas retinas. Mas foto não é mais que uma cena congelada e se apaga com o tempo. Lembro-me dos meus bisavós, que morreram sem me conhecer. E me vejo em lápide desgastada pelo tempo. Sentimento sombrio, que contrasta com o sol do meio dia. As pessoas desfrutam a vida, entre distraída e preocupadas. As estrelas permanecem inertes ou em expansão e não usam relógios. São alheias ao nosso cotidiano, terrestre demais para ser sublime. E me vejo em campo de girassóis, cortando parte da orelha, como Van Gogh, para silenciar o ruído do mundo. A vida é trágica e é cômica. Nada é tão cômico como uma pessoa em um leito de hospital. O sol impede meu cinismo e pinto um quadro com tonalidade amarelo ouro e fundo preto. Preto porque estou de luto pela noite que acabou. Antes fosse a vida uma manhã de chuva. Eu me tornaria líquida e escorreria pelo chão, buscando novo abrigo. A loucura é um descanso da lucidez. A lucidez é tirana como um raio em dias de trovão. A vida são meus bisavós que já morreram e não se responsabilizam pela minha existência. A linguagem cotidiana, domesticada, é como um amor de plástico, belo na superfície, mas sem profundidade. Viver é jogar uma pedra em lago silencioso e observar pequenas ondas reverberando. A vida é torturosa, mas eu a amo, como uma criança teimosa. Há música, há Monet, há palavras. A vida é infiel, mas eu estou apaixonada. E o tempo todo eu me pergunto se ela me corresponde. Hoje é um dia de paz. E isso me apraz. Nada mais.

Monalisa Ogliari
O instante exato em que uma consciência percebe que é finita e, ainda assim, continua desejando o infinito não acontece como um choque, mas como uma convivência silenciosa. Os seres humanos vivem a ilusão do infinito porque só é possível viver o presente considerando que a vida é…
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O instante exato em que uma consciência percebe que é finita e, ainda assim, continua desejando o infinito não acontece como um choque, mas como uma convivência silenciosa. Os seres humanos vivem a ilusão do infinito porque só é possível viver o presente considerando que a vida é eterna. Se pararmos continuamente para pensar que a vida é finita e que tudo passará, tudo perde o sentido. Para construir sentidos no mundo, precisamos da ideia de infinito, embora saibamos racionalmente que a vida é finita. A regra torna-se então saber que a vida é finita, mas viver como se fosse infinita, pois isso gera projetos de longo prazo e sensação de continuidade. A vida é finita, mas os desejos são infinitos. E enquanto os desejos são infinitos, somos também infinitos. Se a memória tivesse um corpo físico, o tipo de matéria que ela poderia ser talvez não fosse mineral nem orgânica isoladamente, mas a própria forma humana. A memória poderia ter o corpo de um homem ou de uma mulher, porque um ser humano é feito de memória. Seu tronco, seus braços, seus lábios e seus olhos seriam apenas a matéria em que a memória se manifesta. A memória é um acontecimento que se expande por todo o corpo por meio de células interligadas. Assim, a memória seria um corpo que caminha carregando em si o tempo passado, o tempo presente e a expectativa do tempo futuro, um corpo que age ao existir, porque existir já é lembrar. Explicar o amor sem recorrer a palavras associadas a afeto, corpo ou emoção é reconhecer que ele se instala quando as necessidades básicas de sobrevivência encontram estabilidade. Primeiro vêm alimentação, moradia, segurança e pertencimento. Quando o básico se estabelece, surge a equação que coloca o amor como o ponto mais alto da estrutura humana, pois ele representa a necessidade de vinculação e de partilha de mundo. Sozinhos, estamos em um território pouco compreendido; com o outro, criamos um campo de significados compartilhados. O amor torna-se então o encontro de dois mundos que se influenciam mutuamente, a forma mais elevada de integração à realidade e de atribuição de sentido à própria ação. Quando o tempo decide parar de obedecer aos humanos, o primeiro dia dessa rebelião silenciosa acontece sem alarde. Ninguém precisa acordar pela manhã, porque não há manhã. Qualquer horário serve para acordar, porque não há mais horário. O trabalho não tem início definido, nem término previsto. Tudo fica suspenso e tudo pode começar a qualquer momento. O tempo, que organizava a mente humana, dissolve-se. Sem ele, a vida deixa de ser fragmentada e passa a fluir de forma intuitiva. A existência deixa de ser uma sequência e se torna um campo contínuo, onde as ações já não obedecem a uma régua invisível. A inteligência que cresce em ambientes hostis pode ser compreendida como uma pequena chama que insiste em permanecer acesa na escuridão. O ambiente é amplo e adverso, mas essa chama, embora pequena, ilumina o suficiente para reorganizar o espaço ao redor. Ela não é um incêndio, apenas um ponto persistente que transforma o ambiente ao revelar camadas que antes não eram percebidas. Assim, a inteligência em ambiente hostil não domina pela força, mas pela capacidade de mobilizar e reorganizar o que parecia imóvel. Quando alguém descobre que viveu metade da vida sendo uma versão traduzida de si mesmo, ocorre um deslocamento interno profundo. A pessoa percebe que nunca teve controle total sobre a própria trajetória e que a vida é atravessada por ilusões e projeções difíceis de identificar. Surge a pergunta sobre autenticidade em um mundo cheio de nuances imperceptíveis. Esse reconhecimento não destrói a identidade, mas inaugura um despertar ontológico, uma tentativa de viver o restante da existência com maior integridade e consciência, ainda que nunca haja certeza absoluta de autenticidade. Se a linguagem pudesse adoecer, seus sintomas mais perigosos seriam a revelação involuntária das estruturas ocultas da sociedade. Ela deixaria de ser domesticada e passaria a expor o que antes permanecia velado. O poder perceberia primeiro essa doença, porque seria o mais ameaçado por uma linguagem que já não obedece. O poeta reconheceria a mudança como parte de seu próprio território de experimentação. O louco, imerso em seu universo particular, seria afetado de modo indireto, como quem vive em uma margem onde a linguagem já se encontra em estado instável. O encontro entre duas ideias que se odeiam, mas dependem uma da outra para existir, seria breve e inevitável. Haveria um cumprimento mínimo e o reconhecimento mútuo de necessidade. Cada uma afirmaria silenciosamente ao outro que a existência própria só se sustenta pela presença daquilo que rejeita. Assim, a convivência não seria harmônica, mas estrutural. Permaneceriam juntas não por escolha, mas por impossibilidade de separação. Perguntar o que é mais pesado — aquilo que nunca aconteceu ou aquilo que aconteceu e não pode mais ser alterado — conduz a uma conclusão direta: ambos carregam peso. O que não aconteceu pesa como possibilidade perdida; o que aconteceu e não pode ser alterado pesa como permanência irreversível. Cada um ocupa um tipo diferente de densidade dentro da experiência humana, mas nenhum deles é leve.

Monalisa Ogliari
Hoje vi um lindo astro caminhando num jardim, e lá ele espalhava pétalas de flores que eram perfumadas, ele estava cantarolando, pensando no seu lindo amor, então se deitou na grama, e adormeceu com o raio forte do sol, e sonhou que chegara num baile de máscaras num lindo terno d…
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Hoje vi um lindo astro caminhando num jardim, e lá ele espalhava pétalas de flores que eram perfumadas, ele estava cantarolando, pensando no seu lindo amor, então se deitou na grama, e adormeceu com o raio forte do sol, e sonhou que chegara num baile de máscaras num lindo terno de prata, e a sua princesa, o tirou para dançar, encantada com tamanha beleza disse, meu amor hoje, vou te fazer uma surpresa..... bailaram e bailaram.... mas o lindo homem acordou, sentou-se e disse " parecia ser tão real"...quando se levantou e virou o seu grande amor estava de joelhos com uma caixinha e disse , meu astrolinho casa-se comigo, ele emocionado se jogou em cima dela e disse sim... E desse lindo sonho tudo aconteceu de forma mágica – o amor venceu a todos os obstáculos e os uniu para sempre, num laço que nunca mais se desfazeria.

Léia Coelho
Parabéns, São Paulo altaneira, Cidade-mãe de todos os povos, Onde o mundo inteiro se encontra
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Parabéns, São Paulo altaneira, Cidade-mãe de todos os povos, Onde o mundo inteiro se encontra E constrói seus próprios novos. Paulista, artéria do tempo, Beleza que pulsa e ensina; Entre concreto e esperança, Ali o futuro caminha. Ibirapuera, verde abraço, Respiro vivo da metrópole; Exuberante, livre e eterno, Santuário da alma paulistana. Augusta, rua da diversidade, Expressão plena da liberdade; Bela em seus contrastes humanos, Espelho fiel da pluralidade. Ipiranga e São João, memórias, Avenidas de história e paixão; Ecos de um Brasil que cresce No ritmo do próprio coração. São Silvestre, passos centenários, Corrida de fé e emoção; Onde o mundo corre contigo Pelas veias da mesma canção. São Paulo, grandeza que inspira, Orgulho eterno do Brasil; Explode em amor esta cidade Que nunca dorme — apenas sorri.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
Há tempos que não podem ser apressados, porque carregam em si uma delicadeza própria. O silêncio, o intervalo e a espera são partes essenciais do viver. Quando atravessamos etapas sem respeitar o ritmo, não apenas desorganizamos o caminho, mas também roubamos do outro o direito d…
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Há tempos que não podem ser apressados, porque carregam em si uma delicadeza própria. O silêncio, o intervalo e a espera são partes essenciais do viver. Quando atravessamos etapas sem respeitar o ritmo, não apenas desorganizamos o caminho, mas também roubamos do outro o direito de sentir plenamente cada instante. O cuidado, nesse sentido, não é apenas presença ou palavra: é também saber se retirar, dar espaço, permitir que o tempo cumpra sua função. Respeitar o tempo do outro é reconhecer sua humanidade, é oferecer um gesto de amor que não se impõe, mas que acolhe.

Tatianne Ernesto S. Passaes
TEMPOS DE CAOS Um dia haverá tempo para o perdão, para a reconciliação e para o amor.
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TEMPOS DE CAOS Um dia haverá tempo para o perdão, para a reconciliação e para o amor. Tempo para nos reencontrarmos um dia. E, quando esse dia chegar, espero que estejamos preenchidos por um imenso vazio, aliviados do peso que carregávamos e que agora já não faz mais parte de nós.

Admilson Nascimento Santana, O Poeta da vida
O amor por si mesma não é nenhuma vergonha, pois quando nos admiramos criamos uma força, uma coragem maior para enfrentar a vida. E realmente, não é só não ter vergonha – é algo que devemos cultivar com carinho! Quando nos aceitamos e nos admiramos verdadeiramente, conseguimos en…
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O amor por si mesma não é nenhuma vergonha, pois quando nos admiramos criamos uma força, uma coragem maior para enfrentar a vida. E realmente, não é só não ter vergonha – é algo que devemos cultivar com carinho! Quando nos aceitamos e nos admiramos verdadeiramente, conseguimos enfrentar desafios que pareciam impossíveis antes. Muitas vezes a gente espera que os outros nos valorizem, mas a base de tudo mesmo é o que a gente sente por nós mesmos, pois essa conexão interna funciona como um superpoder que nos sustenta em todos os momentos.

Léia Coelho
Hoje a tristeza, velha companheira das noites escuras, veio vestida de gala, com vida social agitada. Trouxe a esperança, para que eu nunca desista. Trouxe a melancolia, para eu agradecer os dias de sol. E trouxe a incerteza, para confundir minhas verdades. Eu a recebi como quem…
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Hoje a tristeza, velha companheira das noites escuras, veio vestida de gala, com vida social agitada. Trouxe a esperança, para que eu nunca desista. Trouxe a melancolia, para eu agradecer os dias de sol. E trouxe a incerteza, para confundir minhas verdades. Eu a recebi como quem cumprimenta uma amiga antiga, que senta na sala em silêncio e registra as perguntas que meus olhos fazem. Eu não servi à tristeza um copo com lágrimas, porque o coração estava seco, em seu modo mais bruto. Não pude ignorá-la, já que ela era robusta e ocupava metade da sala, e boa parte do meu ser. Por educação servi um prato de ilusão, que eu tinha em fartura. Deixei escapar algumas palavras "é isso mesmo", "é só se resignar". Ela prontamente recusou minha tentativa de racionalizar, de tornar lógico o absurdo. E eu respondi ríspida "eu não devo explicações a você". Então ela sorriu, como quem coloca os pés em cima da mesa. Eu ignorei sua vulgaridade. Melhor colocar os pés em cima da mesa, do que no meu coração. Ficamos caladas, como quem de repente se estranha. Ela continuava uma presença muda, enquanto eu falava frases aleatórias. Ela não me amedrontava. Era visita frequente, dessas persistentes. Ela trouxe fotos de pessoas felizes, certamente para me humilhar. Eu respondi na defensiva "eu também já fui feliz", "fotos são apenas cenas congeladas". Ela sorriu irônica. Eu forcei um sorriso cinza, para mostrar que eu também tenho dentes, inclusive caninos. Eu abri um livro e li em voz alta um poema. Um poema certeiro e brutal. A tristeza se sentiu ameaçada. E foi vingativa. Falou a palavra "amor", como quem me lembra da ausência desse sentimento em minha vida. Eu me calei, cansada de argumento, apenas virei o rosto e pronunciei "agora tanto faz". E chorei. A tristeza sentiu que triunfou, mas eu enxuguei as lágrimas e coloquei para tocar minha música preferida. A música me tocou profundamente. Eu faleu "como é incrível a arte". E lentamente adormeci. Sonhei com um quadro de Monet, com acordes e melodias. Acordei no dia seguinte, meio sonolenta, e o sol raiava no horizonte. Sozinha na sala eu tomei um café quente e despertei para o dia.

Monalisa Ogliari