A sabedoria não cobra confiança, nem se ofende com o descrédito.
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Morro de amores por uma pedra preciosa com brilhos de diferente ângulos, te encontrei e não quero mais largar...
Quem glorifica ao Criador compreende que o universo inteiro é templo e que viver já é oração.
A tristeza de uma mulher é uma ferida aberta que o tempo não cicatriza, é um silêncio que grita dentro do peito, sufocando cada suspiro. É acordar todos os dias com um vazio que não se preenche, mesmo rodeada de pessoas. É estar em um lugar cheio de vozes e ainda assim sentir-se…
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A tristeza de uma mulher é uma ferida aberta que o tempo não cicatriza, é um silêncio que grita dentro do peito, sufocando cada suspiro. É acordar todos os dias com um vazio que não se preenche, mesmo rodeada de pessoas. É estar em um lugar cheio de vozes e ainda assim sentir-se invisível. Ela carrega nos olhos um mar de lágrimas que raramente deixa transbordar, porque o mundo não tem paciência para sua dor. Aprende a sorrir quando tudo dentro dela está em pedaços, aprende a dizer “está tudo bem” quando, na verdade, tudo está desmoronando. A tristeza de uma mulher é uma prisão sem grades, mas com correntes pesadas que a arrastam, tornando seus passos lentos e sua alma cansada. Não é apenas a dor de um momento, mas a soma de várias decepções, de amores não correspondidos, de promessas quebradas, de sonhos arrancados sem piedade. É o coração se doando inteiro e recebendo migalhas. É acreditar nas palavras e ser ferida pelas ações. É esperar o abraço e receber apenas distância. O mais cruel é que, mesmo dilacerada, ela continua a ser pilar. Segura os outros, enquanto dentro de si tudo desmorona. Cuida, mesmo quando não é cuidada. Ama, mesmo quando não é amada. E sua tristeza cresce justamente porque se doa além da medida, até perder de vista a si mesma. Mas há uma verdade que poucos percebem: a tristeza de uma mulher pode afundá-la, mas também a ensina a voar. Do fundo da dor, nasce a força que ninguém imaginava. Do cansaço, nasce a coragem de recomeçar. E quando ela decide renascer, não há dor que a detenha, não há corrente que a prenda, não há tristeza que consiga vencê-la. Porque a tristeza de uma mulher, por mais profunda e cruel que seja, também é a chama que a transforma. É o caminho da queda que a leva ao auge de si mesma. Ela sofre, sim. Ela chora, sim. Mas um dia, essa mesma tristeza se tornará apenas lembrança, e dela surgirá uma mulher ainda mais forte, mais consciente e impossível de ser ignorada. Gláucia Araújo
Ame-se o suficiente para não aceitar menos do que a vida plena que merece. Permita-se usar cada ferida como ponte para um recomeço melhor. Rompa, de vez, as grades invisíveis que te mantêm preso ao que já passou.
Solidão falta de conexão verdadeira, o vazio que nem sempre se preenche com barulho, companhia ou distrações. Ela chega como um frio invisível, envolvendo o coração e lembrando que nem sempre ser acompanhado é o mesmo que ser compreendido. Muitas vezes, a solidão se torna um es…
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Solidão falta de conexão verdadeira, o vazio que nem sempre se preenche com barulho, companhia ou distrações. Ela chega como um frio invisível, envolvendo o coração e lembrando que nem sempre ser acompanhado é o mesmo que ser compreendido. Muitas vezes, a solidão se torna um espelho: obriga a encarar quem somos, sem máscaras e sem vozes externas para distrair. Pode ser cruel, quando fere e isola, mas também pode ser um refúgio, quando ensina a se encontrar em meio ao vazio. É nesse espaço silencioso que descobrimos nossas próprias forças, dores e verdades. Solidão não é só estar só — é estar perdido em meio a si mesmo, é caminhar por ruas cheias e ainda assim sentir um vazio interno. Mas, paradoxalmente, é também nesse deserto que muitas vezes floresce a coragem de recomeçar.
Às vezes, temos que experimentar a vida de um jeito diferente.
Toda conduta, seja ação ou omissão, gera efeitos que recaem sobre quem a praticou.
Sol quente que queima o rosto, rosto pálido, negro, asiático ou rico. Sol que traz energia,
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Sol quente que queima o rosto, rosto pálido, negro, asiático ou rico. Sol que traz energia, sol que pode extinguir o olhar da vida. Nordeste é força, que como o umbuzeiro se entrelaça para oferecer doçura. Umbuzeiro que, para isso, entrega o seu fim, mas, como nas anomalias da vida, pode ressurgir. Pois o mesmo sol que queima é o que permite à vida renascer.
Discutir sem necessidade é provar que se ama mais a discórdia do que a verdade.
Há quem se incomode com a força da sua luz e escolha tentar apagá-la ao invés de caminhar ao seu lado. Porém, nunca se esqueça: o valor que você carrega não se altera diante da inveja. Continue brilhando, avance com firmeza e não deixe que obstáculos ou pessoas te façam parar. S…
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Há quem se incomode com a força da sua luz e escolha tentar apagá-la ao invés de caminhar ao seu lado. Porém, nunca se esqueça: o valor que você carrega não se altera diante da inveja. Continue brilhando, avance com firmeza e não deixe que obstáculos ou pessoas te façam parar. SejaHojeDiferente.Com
ANGOLA, A MÃE DESALOJADA Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse…
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ANGOLA, A MÃE DESALOJADA Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade. O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas. A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias. O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África. Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital. Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo. Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola. Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos. O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa. Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante. Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico. Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional. Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela. Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias. Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos. É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados. Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso. Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola. Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos. Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país. Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso. Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho... Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha. Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra. Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo: "Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..." Autor: Jack Indelével Wistaffyna
Viver é diferente de estar.
Amar o próximo como a si mesmo é compreender que a dor do outro não é menor do que a nossa.
Quem escolhe a grosseria como marca esquece que a vida é curta demais para caber tanto ego.
Os direitos humanos são a ponte entre a consciência e o dever de cuidar do outro.
Suas dores são legítimas, mas não precisam se tornar correntes. O que fizeram com você pertence ao caminho de quem fez. O que você escolhe fazer com isso, pertence apenas a você.
Só a poesia me entende neste mundo de vozes vazias e almas solitárias. 🕊
"Eu sei... talvez não seja a hora certa pra escrever isso. Talvez eu esteja errado em insistir em algo que só existe em silêncio. Mas ainda assim, preo abrir meu coração — talvez pela última vez. Eu penso em você. Todos os dias. E se um dia a vida mudar de direção e o seu caminh…
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"Eu sei... talvez não seja a hora certa pra escrever isso. Talvez eu esteja errado em insistir em algo que só existe em silêncio. Mas ainda assim, preo abrir meu coração — talvez pela última vez. Eu penso em você. Todos os dias. E se um dia a vida mudar de direção e o seu caminho cruzar o meu de novo... talvez, só talvez, exista o nosso tempo. Hoje não escrevo pra pedir nada. Nem resposta. Só te peço uma coisa: olhe pra dentro de si, com sinceridade. Não pra me responder — mas pra se responder. Eu me faço essa pergunta todos os dias. E a minha resposta é sempre a mesma: seria um desperdício deixar essa vida sem ter vivido o que eu sonho viver com você. Meu sentimento nunca mudou. Meu coração nunca te deixou. E mesmo que essa seja a última vez que eu escreva, quero que saiba: sempre que fecho os olhos, você ainda é o meu lugar favorito pra descansar o pensamento."
O que temos em comum é a vida, mas cada um segue a direção de vivê-la da melhor forma possível: uns encontram a oportunidade, outros vão pela vocação, já alguns correm atrás para fazer acontecer e poucos outros se acomodam no conformismo de achar que tudo deve estar do jeito que…
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O que temos em comum é a vida, mas cada um segue a direção de vivê-la da melhor forma possível: uns encontram a oportunidade, outros vão pela vocação, já alguns correm atrás para fazer acontecer e poucos outros se acomodam no conformismo de achar que tudo deve estar do jeito que continua e não há necessidade de se esforçar para mudar absolutamente nada. No entanto, todos estão na vida por um tempo determinado; resta para cada um de nós aprender a viver da melhor maneira possível para sermos verdadeiramente felizes.
A verdadeira medida do amor a si mesmo é como ele transborda em cuidado pelo outro.
Glorificar o Criador é ver no simples o extraordinário e no cotidiano o eterno.
Se eu amasse as pessoas tanto quanto elas me amam, eu seria condenado à morte por agredir a humanidade. 🕊
Não é a distância que enxergo que define meu caminho, mas a coragem de seguir, passo a passo, guiada por Deus. @janicepoesiaefe