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24 frases nesta página

De todos os juramentos feitos no casamento, nenhum mencionava a solidão. Falou-se de amor, de parceria, de cuidado mútuo, de atravessar juntos o que viesse — mas ninguém avisou que, às vezes, o silêncio dentro da própria casa pode pesar mais que a ausência de qualquer pessoa no m…
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De todos os juramentos feitos no casamento, nenhum mencionava a solidão. Falou-se de amor, de parceria, de cuidado mútuo, de atravessar juntos o que viesse — mas ninguém avisou que, às vezes, o silêncio dentro da própria casa pode pesar mais que a ausência de qualquer pessoa no mundo. A solidão compartilhada é estranha: você divide o teto, divide a rotina, divide até o espaço na cama, mas não divide a alma. E quando o coração começa a se sentir sozinho ao lado de quem prometeu ser abrigo, algo dentro de nós se quebra aos poucos, silenciosamente. Não é um rompimento abrupto — é um desgaste. Um desgaste que corrói devagar, quase invisível, até que um dia você percebe que está acompanhado, mas não está junto. Talvez os votos não mencionem a solidão porque ninguém quer imaginar que ela possa existir no amor. Mas a verdade é que ela existe. E quando chega, ela dói de um jeito único, porque não é só a falta do outro — é a falta de nós dois.

Ederson Dantas
Não Ceder Há momentos na existência humana em que a mente se vê pressionada por forças tão sutis que quase passam despercebidas. Não é a violência das circunstâncias que nos desvia, mas sim a suavidade com que certas inclinações se insinuam no pensamento. Ceder, nessas horas, n…
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Não Ceder Há momentos na existência humana em que a mente se vê pressionada por forças tão sutis que quase passam despercebidas. Não é a violência das circunstâncias que nos desvia, mas sim a suavidade com que certas inclinações se insinuam no pensamento. Ceder, nessas horas, não é um ato repentino: é um deslizamento gradual da vontade. A verdadeira questão não reside na tentação em si, mas na arquitetura interna da consciência. O indivíduo que deseja preservar sua integridade precisa compreender que cada impulso é uma interseção: de um lado, a gratificação imediata; do outro, a permanência de si. O erro humano não se manifesta como monstruosidade, mas como consentimento — um consentimento silencioso, quase matemático, em que o sujeito calcula mal as consequências e superestima o instante. Não ceder, portanto, não é uma negação do desejo, mas uma afirmação do eu. É a mente lembrando ao corpo que existe continuidade, que cada escolha forma uma linha que se prolonga no tempo, criando inevitavelmente uma figura moral. E quando alguém se mantém firme, não o faz por moralismo ou rigidez, mas pela compreensão profunda de que a paz interior não nasce do prazer passageiro, e sim da coerência das próprias decisões. A consciência, quando alinhada consigo mesma, produz uma espécie de silêncio luminoso — uma clareza que nenhum arrependimento posterior consegue oferecer. Assim, resistir não é violência, mas preservação; não é ausência de sentimento, mas respeito pela própria narrativa. E, sobretudo, é a ciência íntima de que aquilo que se constrói com lucidez não deve ser sacrificado ao que só existe no breve instante da tentação.

Aerton Lopes
2 de dezembro Faltam 29 dias para o ano novo. O coração bate forte no peito com esperança. Aqui não cabe dúvida, aqui não cabe sombra: só fé, gratidão e essa certeza boa que acompanha quem acredita. Cada virada de ano é um recomeço que se abre diante de nós, e sempre carregamos…
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2 de dezembro Faltam 29 dias para o ano novo. O coração bate forte no peito com esperança. Aqui não cabe dúvida, aqui não cabe sombra: só fé, gratidão e essa certeza boa que acompanha quem acredita. Cada virada de ano é um recomeço que se abre diante de nós, e sempre carregamos no peito a expectativa de boas novas. É nisso que a gente acredita. É por isso que seguimos firmes, confiando nos propósitos e nas promessas de Deus. Que Ele nos conduza nesses 29 dias que ainda faltam para terminar o ano. E que 2026 chegue do jeitinho que desejamos: leve, bonito, abençoado e cheio de novos capítulos felizes. Josy Maria 02/12/2025 Frases, textos e citações by Josy Maria

Josy Maria
Nos corredores invisíveis do tempo, há portas que nunca abrimos, caminhos que se perderam na poeira das decisões. Cada escolha é um fio, tecendo destinos possíveis, bordando silêncios e futuros não vividos. E penso: quem seria eu, se tivesse seguido outra estrela, se tivesse da…
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Nos corredores invisíveis do tempo, há portas que nunca abrimos, caminhos que se perderam na poeira das decisões. Cada escolha é um fio, tecendo destinos possíveis, bordando silêncios e futuros não vividos. E penso: quem seria eu, se tivesse seguido outra estrela, se tivesse dançado em outra música, se tivesse ousado dizer “sim” quando o medo me ensinou o “não”? Há um universo onde sou viajante, outro onde sou poeta, outro ainda onde sou apenas sombra do que poderia ter sido. Mas todos esses eus coexistem, como constelações em um céu secreto, lembrando-me que a vida é feita não só do que escolhi, mas também do que deixei escapar. E nesse espelho de possibilidades, descubro que o verdadeiro milagre não está em viver todos os mundos, mas em acolher o que sou, sabendo que dentro de mim habitam infinitas versões de mim mesmo.

Tatianne Ernesto S. Passaes
A minha jornada nesta terra pela permissão do Senhor, ainda continua, pois a minha existência completou mais um ciclo, o início de um novo começo, Zelo de um Amor certamente inconfundível e que não tem preço Compensando todos os dias difíceis, os tantos desequilíbrios e aquela v…
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A minha jornada nesta terra pela permissão do Senhor, ainda continua, pois a minha existência completou mais um ciclo, o início de um novo começo, Zelo de um Amor certamente inconfundível e que não tem preço Compensando todos os dias difíceis, os tantos desequilíbrios e aquela velha sensação de ter chegado ao meu limite, mostrando que nada disso foi em vão e que cada avanço se mostrou ser muito significativo Batalhas, regozijos, acertos, vitórias, erros, lágrimas e risos, lugares e pessoas, onde tudo faz parte da minha história e alguns permanecem comigo, de diversas formas entre várias situações, cujas principais trago na memória Mais uma grande razão para que o meu coração esteja agradecido nesta data, somada a todas as bênçãos de Deus até agora, que tanto fortalecem a minha alma, renovam minhas forças e me fazem continuar a minha jornada.

Jefferson Freitas.
MECANISMO DA ANSIEDADE: ‎Quem pode quebrá-lo? E como quebrá-lo? ‎
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MECANISMO DA ANSIEDADE: ‎Quem pode quebrá-lo? E como quebrá-lo? ‎ ‎O Mecanismo da Ansiedade envolve 4 componentes sequencialmente dependentes; os componentes são: Situação, Pensamento, Pensar e Ansiedade. ‎ ‎O Mecanismo da Ansiedade começa com uma Situação que se torna Pensamento no Cérebro e o Sujeito Homo sapiens realiza o ato de Pensar amoldando-se ao Pensamento e surgindo a Ansiedade. ‎ ‎As Situações e os Pensamentos sempre vão existir e os Medicamentos ou as Drogas agem apenas sobre os efeitos da Ansiedade, por outro lado, a Terapia Cognitivo-Comportamental funciona mecanicamente modificando os Pensamentos para originar novos comportamentos. ‎ ‎O Mecanismo da Ansiedade revela que a Ansiedade surge essencialmente através do ato de Pensar. Assim, o componente que deve ser manipulado para quebrar o Mecanismo da Ansiedade é o Pensar. ‎ ‎Manipular o Pensar é substituir o ato de Pensar pelo ato de Atenção. ‎Ninguém pode manipular o Pensar para o outro! ‎Somente o próprio Sujeito Homo sapiens, como Gestor dos Fenômenos do seu Organismo, é que pode manipular conscientemente o seu Pensar. ‎ ‎Por isso, modificar as Situações ou os Pensamentos ou os efeitos da Ansiedade para originar novos comportamentos não é estratégia radical contra a Ansiedade. ‎ ‎Portanto, a estratégia radical contra a Ansiedade é de consciencializar o Sujeito Homo sapiens através da Educação para perceber-se a si mesmo como um Sujeito Gestor do seu Organismo, para compreender o ato de Pensar e suas consequências e para substituir conscientemente o ato de Pensar pelo ato de Atenção que origina a Serenidade. ‎ ‎O próprio Sujeito Homo sapiens do Organismo Humano é quem pode quebrar o Mecanismo da sua Ansiedade substituindo o ato de Pensar pelo ato de Atenção. ‎

Amâncio Maurício Xavier Rêgo
Não somos donos do coração alheio. Mas somos responsáveis pelas marcas que deixamos nele. Responsabilidade afetiva é não brincar com fogo em terreno de sentimentos. É não acender esperanças que não pretendemos sustentar. É não alimentar ilusões que sabemos frágeis demais para so…
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Não somos donos do coração alheio. Mas somos responsáveis pelas marcas que deixamos nele. Responsabilidade afetiva é não brincar com fogo em terreno de sentimentos. É não acender esperanças que não pretendemos sustentar. É não alimentar ilusões que sabemos frágeis demais para sobreviver. Não é culpa. Não é prisão. Não é obrigação de corresponder. É consciência. O outro pode distorcer. Pode se sabotar. Pode vestir o vitimismo como armadura. Mas isso não nos torna culpados. Nos torna apenas testemunhas da escolha dele. Responsabilidade afetiva é clareza. É dizer “não” sem crueldade. É dizer “sim” sem manipulação. É dizer “eu não posso” sem medo. Não carregamos o peso das narrativas inventadas. Não somos responsáveis pelos abismos que o outro cava para si. Somos responsáveis apenas por não empurrá-lo lá dentro. Amar é liberdade. Relacionar-se é pacto. E responsabilidade afetiva é o fio invisível que sustenta esse pacto. Ela termina onde começa a escolha do outro. Ela se dissolve quando a verdade é distorcida. Ela se mantém viva apenas na honestidade. Porque no fim, responsabilidade afetiva é isso: um compromisso silencioso de não ferir além do inevitável, de não causar tempestades desnecessárias, de não transformar o encontro em campo de batalha. É poesia feita de respeito. É ética feita de cuidado. É amor feito de verdade. Tatianne Ernesto S. Passaes

Tatianne Ernesto S. Passaes
Na velhice, perdemos muito: amigos, força, ilusões… e a paciência para lidar com quem nunca somou nada. Com o tempo, a gente entende que não vale mais desperdiçar energia com pessoas vazias, conversas inúteis e atitudes pequenas. A maturidade não nos deixa mais fingir, nem carreg…
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Na velhice, perdemos muito: amigos, força, ilusões… e a paciência para lidar com quem nunca somou nada. Com o tempo, a gente entende que não vale mais desperdiçar energia com pessoas vazias, conversas inúteis e atitudes pequenas. A maturidade não nos deixa mais fingir, nem carregar pesos que não são nossos. Na velhice, não é que ficamos mais duros, é que finalmente aprendemos a enxergar quem realmente faz falta e quem nunca fez.

Ivo Mendes Morais
VINDE A MIM Autor: Góis Del Valle Em momentos de aflição, tudo perde
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VINDE A MIM Autor: Góis Del Valle Em momentos de aflição, tudo perde o valor, e na mão, teu coração escorre a dor em sombras vis. O medo se esconde em ti… O ópio te envolve na ilusão. Em teus olhos, filho, eu vejo a tua alma a sofrer; Vinde a mim, e nada temas, é minha mão que te abriga. Caminha comigo, e vem, saia dessa escuridão ruim. Não há como ter vitória sem ter Cristo em teu caminho, felicidade sem ter Ele vindo do mais alto céu pra te ajudar. Não há como ter descanso quando o peso aperta a alma; só a graça que Ele traz acalma teu coração ferido em solidão. Não te entendo, filho, a minha casa sempre é tua morada. Meu sangue foi o teu perdão, se acalma. Eu sou tua verdade e o teu caminho. Eu só quero ver o brilho dos teus olhos renascendo, como o amanhecer que rompe a noite, e a tua dor cessar. Sim! E todo o teu sofrer chegar ao fim. E todo o teu sofrer chegar ao fim.

Gois Del Valle
A gente gosta de repetir que está evoluindo. Que agora sabemos mais, entendemos mais, pensamos melhor. Mas basta olhar com calma para perceber que, enquanto a tecnologia sobe, a consciência desce um degrau silencioso.
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A gente gosta de repetir que está evoluindo. Que agora sabemos mais, entendemos mais, pensamos melhor. Mas basta olhar com calma para perceber que, enquanto a tecnologia sobe, a consciência desce um degrau silencioso. Hoje vemos o sagrado desfigurado no sambódromo, tratado como peça de teatro, como se debochar da fé alheia fosse sinônimo de coragem artística. Dizem que é liberdade… mas muitas vezes é apenas vazio fantasiado de ousadia. As palavras perderam peso. Os valores perderam forma. O respeito virou só mais um item descartável em nome do “conteúdo que engaja”. Criamos uma cultura em que o desleixo é celebrado como autenticidade, o egoísmo é vendido como autocuidado, e a grosseria virou manual de comportamento com título moderno. Quanto mais raso, mais viral. Quanto mais vulgar, mais lucrativo. Quanto mais ofensivo, mais “revolucionário”. E no meio disso tudo, alguém ainda diz: — Estamos melhorando. Porque, se chamam de evolução aquilo que nos faz desprezar o que é sagrado, trocar profundidade por espetáculo, e aplaudir o que corrói a dignidade humana… então isso não é crescimento. É só o caos ficando mais organizado, mais bonito, mais vendável. É a desordem aprendendo a usar terno e gravata. A verdade é simples e incômoda: não existe progresso quando a alma anda para trás.

Aerton Lopes
Quando Deus quis levantar Davi como rei, Ele não enviou uma coroa. Ele enviou inimigos. Ele o moldou nas batalhas. O urso, o leão, Golias, Saul, os filisteus não eram o fim —
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Quando Deus quis levantar Davi como rei, Ele não enviou uma coroa. Ele enviou inimigos. Ele o moldou nas batalhas. O urso, o leão, Golias, Saul, os filisteus não eram o fim — eram o processo, o treinamento para as promessas. O trono de Davi não veio com tapete vermelho. Veio com uma funda, cinco pedras lisas, uma espada e uma fé inabalável. Porque não é sobre o tamanho da dificuldade. É sobre a presença do Deus que luta contigo no meio dela.

Rev. Rodrigo Jacinto
Soneto do Querer Impossível Às vezes, o impossível se faz mais denso, quando o desejo insiste em florescer;
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Soneto do Querer Impossível Às vezes, o impossível se faz mais denso, quando o desejo insiste em florescer; é como o vento preso no silêncio, lutando contra a noite pra viver. O sonho é chama tímida e intensa, que arde mesmo quando falta o que ter; pois na arte de querer, tudo compensa, e até o não se dobra ao nosso ser. Mas há mistérios que Deus guarda e vela, horizontes que o tempo quer tecer; e o coração, por mais que se revela, só alcança aquilo que aprende a entender. No impossível mora a força mais bela: a fé que move o mundo sem se ver.

Kleber Abdul Al-Nasr
O sábio não busca a sabedoria para usá-la como vantagem — ele apenas a vive. Para ele, a sabedoria não é ferramenta, é estado. Quem procura “usar” a sabedoria ainda não a entendeu; quem a possui de verdade não precisa provar nada, porque já aprendeu a silenciar o ego e a observar…
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O sábio não busca a sabedoria para usá-la como vantagem — ele apenas a vive. Para ele, a sabedoria não é ferramenta, é estado. Quem procura “usar” a sabedoria ainda não a entendeu; quem a possui de verdade não precisa provar nada, porque já aprendeu a silenciar o ego e a observar o mundo com calma. A sabedoria só serve para quem ainda está tentando ser sábio. Para quem já é… ela apenas existe.

MIGUEL ROCHA
A LENDA DO TOURO DIAMANTE Na fazenda esperança havia algo interessante, entre as cercas de um pasto, um boi mestiço com olhar brilhante, por esta razão, deram a ele um nome empolgante, sim, diamante... Um touro forte e importante, mas que continha um problema gritante, algo que…
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A LENDA DO TOURO DIAMANTE Na fazenda esperança havia algo interessante, entre as cercas de um pasto, um boi mestiço com olhar brilhante, por esta razão, deram a ele um nome empolgante, sim, diamante... Um touro forte e importante, mas que continha um problema gritante, algo que não passava despercebido, pois, quem o olhava à distância, percebia o seu defeito, algo diferente, que impulsionava um sentimento de dó, vendo que aquele touro imponente, que assustava toda gente, possuía um chifre só. Diamante era um touro muito bonito, com autoridade e força, porém havia algo esquisito, mesmo através de sua passada, que levantava uma nuvem de pó, quem o via, logo percebia, diamante possuía um chifre só. Ele era o rei do pasto, o dono do curral, bravo e imponente, o destaque daquele gado leiteiro, Diamante, porém, guardava um segredo no olhar, pois mesmo sendo valente, rei de tudo naquele lugar, sentia no fundo do peito um desejo a lhe chamar: não era só ser temido, queria mesmo era voar. Dizem que certa manhã, quando o sol mal despertou, viram o touro de um chifre só erguer a cabeça e num berro, ecoou. O vento correu pelo campo, a terra inteira vibrou, e o gado em silêncio, assistia à lenda que ali se formou. A cerca, Diamante saltou, e quem esta cena presenciou, jura com verdade e fervor, que o touro de um chifre só, com coragem e esplendor, foi além da fazenda esperança, virou mito, virou valor. E até hoje, quando o vento levanta o pó do terreiro, dizem que é ele passando, forte, livre e verdadeiro, Diamante, a lenda do touro, rei do pasto e do mundo inteiro. (Jean Carlos de Andrade)

Jean Carlos de Andrade
Telescópio Espacial Hubble. Em algum dia na década de 1990 muitas coisas sobre astronomia seriam conhecidas e ficariam marcadas por um grande e maravilhoso telescópio. E alguns anos antes de um esperado lançamento o começo de uma silhueta era pensado em meados da década de 1970…
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Telescópio Espacial Hubble. Em algum dia na década de 1990 muitas coisas sobre astronomia seriam conhecidas e ficariam marcadas por um grande e maravilhoso telescópio. E alguns anos antes de um esperado lançamento o começo de uma silhueta era pensado em meados da década de 1970. Entre pensamentos e outros esforços. Cálculos e determinações. Com o ir e vir do Sol entre os muitos dias que passavam. Para que um sonho pudesse ser realizado. E com paciência e outros detalhes que precisavam ser feitos um fascinante projeto foi concluído na década de 1980. Um bonito telescópio prateado e elegante. Com um grande e fino espelho para que conseguisse refletir as belezas do universo. Um moderno telescópio que revolucionaria um tema. Em uma base de lançamento um ônibus espacial aguardava a vinda do querido telescópio. Com o nome de "Discovery", coincidentemente descobriu como tocar o céu e muitas vezes sonhou com o Planeta Terra em outras viagens espaciais que já havia feito. Telescópio que foi colocado em um lugar confortável dentro desse ônibus diferente. Após uma pequena contagem o ônibus espacial Discovery acionou os seus motores e grandes chamas saíram. E o fizeram subir na direção do céu em uma manhã de 24 de abril de 1990. Em uma viagem vertical e veloz. Enquanto formava um arco em seu trajeto pelo céu seguindo rumo à atmosfera terrestre. Após essa viagem emocionante tanto o ônibus espacial Discovery como o Telescópio Hubble puderam ver o Planeta Terra e a Lua um pouco mais de perto. Em pouco tempo o ônibus espacial Discovery teve que retornar para um centro espacial onde esperaria por outros voos verticais. Após deixar em órbita um querido telescópio. Daquele momento em diante a astronomia seria compreendida de uma forma maior. O Hubble mostraria o universo no seu passado presente e futuro. A sua grandiosidade desde a sua origem até a sua contínua expansão. Um grande espelho com um olhar sincero e transparente com um jeito incrível de observar. Com esse grande espelho o Telescópio Hubble viu o nascer de estrelas. Milhares delas brilhando no universo. Com temperaturas diversas,cores e tamanhos. Incontáveis estrelas. Revelando para o Planeta Terra as suas descobertas. Um pouco acima da atmosfera terrestre o Telescópio Hubble viu grandiosas galáxias brilhando no seu espelho. Viu galáxias no início da formação do universo. Galáxias do passado refletindo muitas lembranças desse milagroso lugar. Iluminado pela luz do Sol a sua forma prateada orbitava dias e noites. Telescópio que descobriu nas estrelas o seu outro lugar. Viu a luz ser distorcida enquanto vinha em uma velocidade constante até o seu espelho. Luz de um passado através de centenas de galáxias próximas em uma ilusão no universo. Uma curva brilhante em anos-luz de distância de onde orbitava,sorriu para ele em um passado que era trazido na direção do seu espelho. Querido Telescópio Espacial Hubble. Olhando para alguns lugares no universo encontrou poderosas gravidades girando em sentidos singelos. E percebeu que mesmo a luz era distraída por essas formas poderosas e ainda desconhecidas. O seu grande espelho também descobriu muitos exoplanetas ao redor de uma ou mais estrelas. Alguns propícios para ter vida parecida ou não com a que ele sabia que existia no Planeta Terra. Telescópio Espacial Hubble e o seu talento em encontrar maravilhas cósmicas,observou as graciosas Nebulosas. Em anos-luz cada uma com diversas silhuetas,cores e mais estrelas sendo criadas. O seu espelho transparente e incrível também quis ver a galáxia em que estava. Olhando para o centro da Via Láctea encontrou milhares de estrelas. Muitas estrelas com almas brilhantes. Enquanto orbitava o Planeta Terra vendo uma bonita Lua no seu espelho. E mais uma vez na imensidão escura do universo encontrou outras galáxias. Na direção da constelação da Fornalha muitas galáxias na profundidade do universo. Até a idade dele foi refletida em luz ao seu espelho por elas. Um grande telescópio. Lançando em uma manhã do dia 24 de abril de 1990. Projetado para revolucionar a astronomia e assim ele fez de um jeito inesquecível. E ainda faz. Com mais de três décadas orbitando acima da atmosfera do Planeta Terra. E a cada momento fazendo novas descobertas. Um grande telescópio que trouxe para mais perto os encantos do universo. Desde a sua origem até o nascer de uma nova estrela ou a formação de uma outra galáxia. No seu espelho um outro exoplaneta,buraco negro, ou uma nebulosa. E o que mais ele puder encontrar. Será como se fosse ainda pela primeira vez desde que chegou até as estrelas,mostrando esse raro milagre chamado de universo.

Fabricio Herenio Duraes
Pequenas operárias, amarelas com listras pretas, belas e aladas, um elo admirável de uma certa simplicidade e de muita grandeza Demonstrando um voo certeiro que contraria a lógica, harmônica entre elas e juntas deixam a natureza ainda mais formosa, Que agora estão gentilmente e…
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Pequenas operárias, amarelas com listras pretas, belas e aladas, um elo admirável de uma certa simplicidade e de muita grandeza Demonstrando um voo certeiro que contraria a lógica, harmônica entre elas e juntas deixam a natureza ainda mais formosa, Que agora estão gentilmente expostas através de uma linda arte sobre a tela, enfatizando que a sutileza é certamente encantadora.

Jefferson Freitas.
Odeio todos que se apaixonam. Odeio quem tem o prazer e se apaixona, sofre. ama. ri e aprende com aquele fim. ou com aquela nova parte de sua vida. Tenho raiva pois nunca senti isso... Tenho raiva. Porque essas mesmas pessoas vivem dizendo que queriam ser arromânticos... Queriam…
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Odeio todos que se apaixonam. Odeio quem tem o prazer e se apaixona, sofre. ama. ri e aprende com aquele fim. ou com aquela nova parte de sua vida. Tenho raiva pois nunca senti isso... Tenho raiva. Porque essas mesmas pessoas vivem dizendo que queriam ser arromânticos... Queriam não sentir. mas nunca se colocaram no lugar de quem é... Não é que não sentimos ou nunca nos apaixonamos... mas temos tanta dificuldade. conhecemos milhares de pessoas, pessoas realmente legais... E nenhuma desperta em nós o famoso frio na barriga. O único frio na barriga que senti foi quando fui no maior prédio de São Paulo... e olhe lá. No fim somos os melhores conselheiros, pois necessitamos estudar esse sentimento que para vocês vem de forma tão natural e frívola. vocês se apaixonam tanto... mas nunca vivem verdadeiramente. Mesmo não me apaixonando... Eu tento fazer a pessoa feliz. não escondo a verdade, trato ela como deveria. Me deixo ir até o fim, para ver o que aquela pessoa pode me ensinar... Sem necessariamente precisar me torturar... E justamente por causa disso que não caio nas mãos de pessoas ignóbeis e espúrias. Leve a vida como um arromântico... De forma leve e tentando de toda forma compreender os sentimentos do outro... A única diferença é que você vai ser um arromântico que se apaixona. (não são todos que levam assim, deixando bem claro). No fim decidi mostrar o lado bom... Pois acho melhor ajudar na evolução do próximo do que apenas apontar o dedo julgando e atacando.

Um Miserável
A dor é um idioma secreto, falado apenas dentro de nós. Não há tradução perfeita, não há ponte que permita ao outro atravessar e sentir exatamente o que sentimos. Ela é chama e sombra, é ferida e revelação. Surge como um sussurro no corpo, mas logo se torna grito na alma. A ciên…
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A dor é um idioma secreto, falado apenas dentro de nós. Não há tradução perfeita, não há ponte que permita ao outro atravessar e sentir exatamente o que sentimos. Ela é chama e sombra, é ferida e revelação. Surge como um sussurro no corpo, mas logo se torna grito na alma. A ciência nos diz que a dor é um sinal, um circuito elétrico que percorre nervos e chega ao cérebro. Mas o que ela não explica é o silêncio que se instala depois, o vazio que se abre quando o sofrimento nos obriga a olhar para dentro. A dor não é apenas descarga neural: é memória, é emoção, é história. E a filosofia nos lembra que a dor é inevitável, que ela nos acompanha como sombra fiel. Schopenhauer a via como essência da vida, Nietzsche como força que nos molda, Frankl como oportunidade de sentido. A dor é o peso que nos curva, mas também a pedra que afia nossa resistência. No íntimo, a dor é paradoxal: ela nos isola, porque ninguém pode senti-la por nós, mas também nos aproxima, porque todos, em algum momento, conhecem sua presença. É universal e singular ao mesmo tempo. E talvez seja justamente aí que reside sua intensidade: na impossibilidade de ser medida, comparada ou negada. A dor é verdade absoluta, uma chama que arde em cada ser humano de forma única. E, ao atravessá-la, descobrimos que não somos apenas frágeis — somos também capazes de transformar sofrimento em força, ausência em busca, ferida em poesia. Tatianne Ernesto S. Passaes

Tatianne Ernesto S. Passaes
O egoísmo é a sombra que se ergue quando o "eu" se coloca acima de tudo, acima de todos, acima até de Deus. Ele se infiltra silencioso, disfarçado de cuidado próprio, mas na verdade é prisão que nos afasta do outro. É o gelo que congela relações, o silêncio que exclui, a exigênci…
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O egoísmo é a sombra que se ergue quando o "eu" se coloca acima de tudo, acima de todos, acima até de Deus. Ele se infiltra silencioso, disfarçado de cuidado próprio, mas na verdade é prisão que nos afasta do outro. É o gelo que congela relações, o silêncio que exclui, a exigência de que o mundo inteiro gire em torno de um único centro: o próprio ego. Ele veste máscaras de amizade possessiva, onde o vínculo só existe se for exclusivo. Ele se revela na inveja, quando o brilho do outro incomoda, quando a felicidade alheia parece injusta, como se apenas nós fôssemos dignos de sorrir. O egoísmo é a recusa de celebrar o outro, é a incapacidade de reconhecer que a vida é feita de partilha. Na sua essência, o egoísmo é solidão disfarçada de poder. É um coração fechado, incapaz de se abrir para o coletivo, incapaz de enxergar que o verdadeiro sentido da existência está no encontro, no abraço, na comunhão. Ele nos faz acreditar que somos donos de tudo, mas na verdade nos rouba o essencial: a capacidade de amar. E quando o "eu" se torna absoluto, o mundo perde cor. A humanidade se torna cega, incapaz de ver além do próprio reflexo. O egoísmo é um espelho que só mostra a própria imagem, enquanto a empatia é uma janela que revela horizontes infinitos. Superar o egoísmo é aprender a se doar sem esperar retorno. É reconhecer que o outro também merece, também sente, também sonha. É abrir mão da posse e abraçar a liberdade do amor. É lembrar que não somos o centro do universo, mas parte de uma grande teia onde cada vida importa. O egoísmo é sombra, mas a empatia é luz. E só quando escolhemos a luz, o "eu" se transforma em "nós", e a humanidade reencontra o caminho da esperança. Tatianne Ernesto S. Passaes

Tatianne Ernesto S. Passaes