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24 frases nesta página

O maior desafio é admitir que não é o mundo que nos inferioriza, mas nós mesmos que nos recusamos a enxergar nossas limitações.
Tatianne Ernesto S. Passaes
A Matemática dos Fins Não sei ao certo quando comecei a não gostar dos fins de ano. Talvez tenha sido no dia em que percebi que o nome já carrega uma despedida embutida: fim. Ou talvez tenha sido quando o tempo passou a correr mais rápido do que eu.
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A Matemática dos Fins Não sei ao certo quando comecei a não gostar dos fins de ano. Talvez tenha sido no dia em que percebi que o nome já carrega uma despedida embutida: fim. Ou talvez tenha sido quando o tempo passou a correr mais rápido do que eu. Cada pessoa lê o próprio calendário de um jeito. Há quem veja dezembro como festa, luz e promessa. Eu vejo como uma espécie de espelho — daqueles que não mentem, mesmo quando a gente gostaria que mentissem um pouquinho. Aos 41, faço as contas da vida. E, mesmo com conquistas que um dia imaginei inalcançáveis, ainda me visita essa sensação de que está faltando algo. Não é falta de teto, de trabalho ou de sonhos… é outra falta. Uma lacuna que nenhuma realização profissional consegue preencher. Casa própria, por exemplo. Para muita gente, é o fim do jogo, a prova de que deu tudo certo. Para mim, é só um quebra-cabeça incompleto, como se eu tivesse montado todas as bordas, mas o centro — a parte mais bonita — ainda estivesse espalhado por aí, perdido em algum canto do tempo. E aí chega dezembro, com seu peso e seu brilho, lembrando que mais um ano passou. Não sei explicar direito, mas enquanto o mundo comemora o que vem, eu penso no que vai. Na matemática que inventei pra mim mesmo, o ano que chega não soma — ele diminui. Faço contas que talvez ninguém devesse fazer. Tiro fatalidades, subtraio doenças, divido esperança por realidade. Se eu tiver sorte, digo para mim mesmo, talvez eu tenha mais uns vinte anos vivendo bem, com saúde, com lucidez. E então eu me pego imaginando algo que aperta o peito de um jeito difícil de dizer em voz alta. Se minha filha viesse ao mundo no próximo ano, quando eu tivesse sessenta, ela teria dezenove. Dezenove. E eu talvez não estivesse aqui para ver a formatura dela, para ouvir o primeiro “pai, deu certo”, para fingir que não chorei quando ela desse o primeiro passo fora de casa. É uma conta simples… mas que me destrói como se fosse impossível. Talvez seja isso que eu não gosto nos fins de ano: eles me obrigam a olhar para dentro, para esse vazio que não se preenche com compras, viagens ou promessas. O vazio de quem sabe que o tempo não volta, e que cada desejo adiado custa mais do que parece. Ainda assim, aqui estou, atravessando mais um dezembro. E, no fundo, torcendo para que a vida me surpreenda — quem sabe com peças novas para esse quebra-cabeça, quem sabe com alguém que transforme essa matemática dura numa conta que finalmente faça sentido.

Luis Henrique Takatsu
Voar Assim como os passarinhos, a gente aprende a voar. Sair do ninho nos faz traçar caminhos.
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Voar Assim como os passarinhos, a gente aprende a voar. Sair do ninho nos faz traçar caminhos. Traçamos o destino, o futuro e os sonhos que nos fizeram acreditar. Não sei como se voa, mas preciso acreditar. Acredito naquilo que não vejo, mas tenho que enfrentar. Enfrentar o medo, a fome e até o meu próprio eu, que carrego como um colar. Decolar em profundo destino a me deparar. Menino adulto, nem sei como o tempo me fez transformar. O pedido de desculpas sempre foi o lugar onde tentei me refugiar. O ninho que eu nunca quis deixar, mas do qual preciso sair para as asas esticar. Obrigado por tanto e perdoe por muito. E, como o vento que sopra, te entrego esse pranto...

Jefferson helton da silva almeida
Pura verdade! É pura verdade: você me tira o fôlego. Corro em sua direção, abraçando-o,
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Pura verdade! É pura verdade: você me tira o fôlego. Corro em sua direção, abraçando-o, e os beijos que dou viram flores. É pura verdade. Em transe, lanço folhas de amor ao ar. Lágrimas caem no chão da vida, então perguntas são feitas: À beira da morte, os maus viram bons e os bons viram anjos? E eu respondo com lágrimas em cristais, com cores cintilantes que ofuscam meus olhos: A morte doeu em seu coração, mas hibernou em mim.

Yonne Moreno
Super Lua. Quando anoitece uma luz predomina. E a cada luz que ela traz sobe ainda mais alto no céu.
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Super Lua. Quando anoitece uma luz predomina. E a cada luz que ela traz sobe ainda mais alto no céu. As noites são agraciadas com as estrelas ao longe e também com a sua inseparável presença. Como uma luz clara que ilumina bem perto e até depois dos mares e montanhas. Com poucas letras no seu nome,mas que são maiores no que ela significa. Desde os tempos passados. E em outras noites que ainda retornam com as suas novas aparições. Graciosa Lua. Lua esférica de emoções. Por entre as nuvens não esconde o seu brilhantismo. A sua face. Nem o seu movimento espelhado com o do Planeta Terra. Em duas órbitas as suas atrações se unem. E formam uma linda conjunção. Que vem antes desse céu ser assim. Antes dos mares serem profundos e lendários. Grande Lua. Com uma luz que percorre os lados naturais desse planeta. Principalmente os mares. Ao qual tem uma força conhecida. Em cada onda que atravessa. Sobre o céu noturno com a sua luz de encanto. Desaguando nos mares e criando outras ondas no seu olhar. Com uma luz que atrai os mares ao seu encontro. Nas profundezas da sua beleza lunar. Com uma face carismática e brilhante. Em alguns momentos do tempo a sua face parece ainda maior. Em algumas noites que demoram para ter esse grandioso brilho. Ainda com as estrelas ao longe no céu noturno. Em certas noites o seu brilho cresce. Assim como a sua forma. Que na fase cheia se movimenta nas noites com uma luz grandiosa e impressionante. No magnífico céu noturno uma Lua se torna gigantesca. Na sua face e brilho. E até no nome. Um grandioso momento que não brilha somente por algumas horas que o tempo concede. Vem sendo assim nesse mesmo tempo,há milhares de luares atrás. Desde que brilhou pela primeira vez nesse céu antes mesmo dele se tornar azul. E até mesmo antes dos seus mares. Um brilho de uma Lua. Com uma grandeza do fundo do seu coração. Para o Planeta Terra e de um jeito que ela sabe para os seus inesquecíveis mares. Que por muitas vezes serão atraídos pelo seu encantamento nas noites estreladas. E que por mais tempo terão os seus sonhos mergulhados por uma luz que não se esvai. E que a cada retorno trará um brilho mais forte do que aquele que foi visto em uma linda noite passada.

Fabricio Herenio Duraes
9 de dezembro Hoje o dia chega como quem avisa que o tempo está acelerado. Mas apesar da aceleração dos dias, aqui dentro habita a calmaria da fé em Deus. Falta pouco para o Natal, falta pouco para o ano novo, e eu sigo observando cada dia com essa calma que aprendi a construir…
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9 de dezembro Hoje o dia chega como quem avisa que o tempo está acelerado. Mas apesar da aceleração dos dias, aqui dentro habita a calmaria da fé em Deus. Falta pouco para o Natal, falta pouco para o ano novo, e eu sigo observando cada dia com essa calma que aprendi a construir por dentro. Não é a pressa do calendário que me move, é a certeza do cuidado de Deus. E é com essa certeza que viverei meu dia hoje e cada um dos dias que faltam para acabar 2025. Que Ele esteja presente em minha vida hoje e sempre. Assim seja. Josy Maria 09/12/2025 Frases, textos e citações by Josy Maria

Josy Maria
O ciúme na amizade é uma chama silenciosa, diferente do ciúme amoroso, mas igualmente intensa. Ele nasce quando o coração teme perder espaço, quando a presença de outro amigo parece ameaçar o lugar que acreditávamos ser único. É como uma sombra que se insinua entre risadas e conf…
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O ciúme na amizade é uma chama silenciosa, diferente do ciúme amoroso, mas igualmente intensa. Ele nasce quando o coração teme perder espaço, quando a presença de outro amigo parece ameaçar o lugar que acreditávamos ser único. É como uma sombra que se insinua entre risadas e confidências, transformando a leveza da amizade em uma disputa invisível. Na amizade, o ciúme é o desejo de exclusividade, a vontade de ser o porto seguro, o primeiro chamado, o abraço preferido. É a criança interior que ainda quer ser escolhida sempre, que teme ser deixada de lado. Mas, ao mesmo tempo, é um reflexo da insegurança: não é o amigo que nos falta, mas a confiança em nós mesmos que se fragiliza. Esse ciúme pode corroer laços, transformar companheirismo em competição, e fazer da amizade uma prisão em vez de liberdade. Porém, quando reconhecido, ele se torna um espelho: mostra nossas carências, revela o quanto precisamos aprender a dividir, a aceitar que o amor e o afeto não se esgotam, mas se multiplicam. Amadurecer na amizade é compreender que não há hierarquia no afeto, que cada vínculo é único e insubstituível. É confiar que a presença do outro não diminui a nossa, mas amplia o círculo de cuidado e pertencimento. O verdadeiro amigo não se mede pela exclusividade, mas pela constância: aquele que permanece, mesmo quando o mundo se abre em muitas direções. Tatianne Ernesto S. Passaes

Tatianne Ernesto S. Passaes
O Final Feliz que a Vida Reserva A sabedoria popular nos ensina que "o melhor sempre fica para o final". Se esta máxima for verdadeira, então temos uma promessa brilhante pairando no ar: que Dezembro seja o nosso grande final feliz! Dezembro não é apenas o último mês do calendá…
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O Final Feliz que a Vida Reserva A sabedoria popular nos ensina que "o melhor sempre fica para o final". Se esta máxima for verdadeira, então temos uma promessa brilhante pairando no ar: que Dezembro seja o nosso grande final feliz! Dezembro não é apenas o último mês do calendário; é um portal, um momento de pausa reflexiva. É a oportunidade de revisitar o caminho percorrido, celebrar as vitórias (pequenas e grandes), e aprender com os tropeços que nos tornaram mais fortes. É o mês de fechar ciclos com gratidão e abrir o coração para a mágica da renovação. Que neste último capítulo, possamos redobrar a fé, a alegria e a gentileza. Que cada dia de Dezembro nos traga a certeza de que a felicidade não é uma meta distante, mas a escolha de apreciar o presente com esperança. Que o seu Dezembro seja, de fato, um final de ano em chave de ouro, transbordando paz, sucesso e momentos inesquecíveis.

Tito Jorge
A morte não é o fim! Nem o descanso eterno. Não devemos esperar a morte, para dizer algo bom ou importante sobre alguém que amamos. Não deixa a vida apagar as oportunidades de dizer a alguém o quanto ela é especial, ou pode fazer falta na sua vida.
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A morte não é o fim! Nem o descanso eterno. Não devemos esperar a morte, para dizer algo bom ou importante sobre alguém que amamos. Não deixa a vida apagar as oportunidades de dizer a alguém o quanto ela é especial, ou pode fazer falta na sua vida. Não se deixe levar pelas mágoas passadas ou rancor que pode acontecer nos caminhos. uma raiva suprimida é o caminho mais escuro que se pode andar na vida cegando tudo de bom que se pode ver ao lado de uma pessoa importante. Não perca suas noites de sono alimentando um fraco sentimento dentro de você chamado orgulho. O orgulho precedi a queda dos duro de coração. Saiba perdoar! por que só as puras intenções de fato irá curar seu coração. Ainda não é chegado o fim! Mesmo a morte não será obstáculo nem impecilio de dizer que nos veremos né uma outra estrada da vida. Minha fé me leva a certeza que um dia nós veremos, e renasceremos para a vida eterna. QUANDO SEU AMOR É VERDADEIRAMENTE MOSTRADO, ELE NÃO É DESPERDIÇADO. (RONAN HELIO DE SOUZA)

Ronan Helio de Souza
Merece bastante admiração e respeito por sua inteligência notável, sua maturidade precoce em constante desenvolvimento, por sua beleza ser a sua qualidade menos interessante, Também por enfrentar seus medos e inseguranças para alcançar as suas metas como cuidar daqueles que ama…
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Merece bastante admiração e respeito por sua inteligência notável, sua maturidade precoce em constante desenvolvimento, por sua beleza ser a sua qualidade menos interessante, Também por enfrentar seus medos e inseguranças para alcançar as suas metas como cuidar daqueles que ama e porque um dia, no tempo certo de Deus, será uma médica e tanto, Dando continuidade de ser uma bênção para os outros e para os seus, uma Clara evidência da existência do Deus Amoroso naquilo que fica exposto e principalmente na sua essência.

Jefferson Freitas.
Ela é preta de garra, de força, de raiz. Das lágrimas fez sementes, e delas nasceram motivos para sorrir. Carrega no peito a coragem de quem não se curva, e no olhar a ternura de quem sabe acolher. Amiga, irmã, presença rara, não veio por acaso, veio como dádiva. O destino me en…
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Ela é preta de garra, de força, de raiz. Das lágrimas fez sementes, e delas nasceram motivos para sorrir. Carrega no peito a coragem de quem não se curva, e no olhar a ternura de quem sabe acolher. Amiga, irmã, presença rara, não veio por acaso, veio como dádiva. O destino me entregou em suas mãos um presente, não embrulhado em papel, mas em afeto, não marcado por tempo, mas por eternidade. Ela é chama que aquece, é muralha que protege, é poesia que caminha. E cada gesto seu é lembrança viva de que a vida, mesmo dura, também sabe ser generosa.

Tatianne Ernesto S. Passaes
Baixa renda, Baixa estima, Levanta a cabeça
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Baixa renda, Baixa estima, Levanta a cabeça E dá a volta por cima. Ser pobre Não é motivo pra fracasso; O ser humano é matéria-prima, Coração de aço, Fábrica de qualidade — Todos têm certificado de garantia. Vale euro, dólar, Moeda da China. Debaixo da ponte ninguém vê o céu; Só vê o horizonte Quem não acredita ser ateu. Agora, mais do que nunca, Acredito que o desemprego É a ocupação de muitos. Todos têm direitos, Mas ninguém é satisfeito. Com pouco estudo, Estudar é o caminho; O sistema do computador Não se entende sozinho. Em cada lugar, Uma oportunidade; No campo ou na cidade, Há equilíbrio na humanidade.

Francis Poeta
A forma como a vida soprou e nos fez colidir, como o destino conspirou para que pudéssemos prevalecer. Como o nosso desequilíbrio perfeitamente equilibrado fez a gente se amar. E, apesar dos pesares, de tão pouco tempo aguardando pela eternidade, estaremos cada vez mais imersas e…
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A forma como a vida soprou e nos fez colidir, como o destino conspirou para que pudéssemos prevalecer. Como o nosso desequilíbrio perfeitamente equilibrado fez a gente se amar. E, apesar dos pesares, de tão pouco tempo aguardando pela eternidade, estaremos cada vez mais imersas em amor, nessa paixão sublime que, particularmente, está cada vez maior no âmago do meu coração. Estar com você é um desvaneio. Você é o sonho que minha mente jamais teve a capacidade de sonhar. Já perdi as contas de quantas primeiras vezes você inaugurou em mim. É um sabor único experienciar os universos aos quais você me leva. Eu te amo de um jeito que jamais amei e que jamais se calaria — porque é grande demais para caber em silêncio. Eu amo seus olhos; gostaria de mergulhar nos segredos que eles escondem, desvendá-los, descobrir o que já viram e entender o porquê da sua forma de olhar. Amo suas pintas — e ainda quero contá-las um dia. Eu amo seu sorriso, principalmente quando ele vem de uma risada sincera. Amo seus lábios, tão macios… eu permaneceria neles por horas. Eu amo quando você dá pulinhos e gritinhos de pique de animação; acho que nunca apagarei essas fitas da minha cabeça. Eu amo suas caretas, principalmente quando surgem do nada e alguém aleatório vê, virando motivo de risadas. Eu amo quando você me abraça, porque eu amo sua pele, e amo quando ela envolve meu corpo; gostaria que não houvesse fronteiras entre nós. Eu amo te tocar, porque amo te sentir — e sentir que você é real. Eu amo absolutamente tudo que faz você ser você, porque eu te olho e permaneço te percebendo. Me pergunto muito como tudo flui tão bem quando é você. Há algo em você que faz me sentir em um lar, meu corpo desarma, e cede, como se ele tivesse passado a vida inteira se resguardando para algo que finalmente faz sentido. E você faz sentido, pois o impasse da minha vida entrou em ordem quando você veio se encaixando como a parte mais bonita da minha história. Eu permaneço ao seu lado com a mesma ternura que recebi, para te agradecer por me fazer sentir um amor tão sincero. O futuro é incerto, mas a tua marca em mim permanecerá indelével — e essa, entre todas as coisas, é a minha maior certeza.

anandayasmin
Todos temos pensamentos únicos, é verdade. E entender as pessoas pode ser um desafio, né? Mas talvez a chave esteja em nos colocar no lugar delas, em tentar entender o que as motiva. E sabe por quê? Porque, no fundo, todos queremos a mesma coisa: ser felizes. A empatia é a chave…
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Todos temos pensamentos únicos, é verdade. E entender as pessoas pode ser um desafio, né? Mas talvez a chave esteja em nos colocar no lugar delas, em tentar entender o que as motiva. E sabe por quê? Porque, no fundo, todos queremos a mesma coisa: ser felizes. A empatia é a chave para entender os outros. Quando nos conectamos com as pessoas e reconhecemos que todos temos os mesmos desejos e necessidades, tudo fica mais fácil. Rosinei Nascimento Alves Ótimo dia! Deus abençoe sempre 🙏🏾 Tenhamos fé!

ROSINEI NASCIMENTO ALVES
A responsabilidade afetiva é como caminhar sobre uma ponte feita de palavras e silêncios. Cada gesto, cada promessa, cada ausência, constrói ou destrói o caminho que o outro percorre até nós. Não temos o poder de controlar o que nasce no coração alheio, mas temos o dever de não i…
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A responsabilidade afetiva é como caminhar sobre uma ponte feita de palavras e silêncios. Cada gesto, cada promessa, cada ausência, constrói ou destrói o caminho que o outro percorre até nós. Não temos o poder de controlar o que nasce no coração alheio, mas temos o dever de não incendiar esse terreno com descuido. Há quem transforme a própria dor em narrativa, quem se agarre ao vitimismo como se fosse abrigo. E nesse instante, a responsabilidade afetiva encontra seu limite: não é possível carregar nos ombros o peso das distorções que o outro escolhe alimentar. Podemos ser claros, honestos, transparentes — mas não podemos impedir que alguém se sabote, que crie labirintos internos onde nossas palavras se perdem. Responsabilidade afetiva não é submissão, não é culpa, não é prisão. É consciência. É dizer “eu não posso te dar isso” sem crueldade, é não alimentar ilusões que sabemos não florescerão. É cuidar para que o outro não se torne apenas reflexo de nossas carências, mas presença viva e respeitada. E quando o outro insiste em se colocar como vítima, mesmo diante da clareza, é preciso lembrar: cada um é guardião das próprias feridas. Podemos oferecer cuidado, mas não podemos curar o que o outro insiste em abrir. Podemos estender a mão, mas não podemos obrigar ninguém a sair do abismo que construiu para si. Responsabilidade afetiva é, no fundo, um pacto de humanidade. É reconhecer que sentimentos são rios que correm livres, mas que nossas margens podem guiar ou ferir o fluxo. É saber que não somos donos da emoção alheia, mas somos responsáveis por não lançar pedras que causem tempestades desnecessárias. E assim seguimos: entre a delicadeza de ser honesto e a firmeza de colocar limites. Entre o desejo de cuidar e a consciência de que não podemos salvar quem não quer ser salvo. Porque amar — ou simplesmente se relacionar — é também aceitar que o outro tem sua própria narrativa, e que nossa responsabilidade termina onde começa a escolha dele de se perder ou se encontrar. Tatianne Ernesto S. Passes

Tatianne Ernesto S. Passaes
O ciúme é uma sombra que se arrasta silenciosa pelo coração, um visitante indesejado que se instala nos cantos mais frágeis da alma. Ele nasce do medo, do vazio que insiste em nos lembrar que não somos donos de nada, nem mesmo do amor que recebemos. É como uma tempestade que se f…
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O ciúme é uma sombra que se arrasta silenciosa pelo coração, um visitante indesejado que se instala nos cantos mais frágeis da alma. Ele nasce do medo, do vazio que insiste em nos lembrar que não somos donos de nada, nem mesmo do amor que recebemos. É como uma tempestade que se forma no horizonte: primeiro uma nuvem discreta, depois trovões que ecoam dentro da mente, até que o céu inteiro se cobre de desconfiança. No ciúme, o amor se transforma em posse, o cuidado em vigilância, o afeto em prisão. É o desejo de segurar o pássaro com força, sem perceber que, ao apertar demais, suas asas se quebram. O ciúme não protege, ele sufoca; não fortalece, ele corrói. É o reflexo da insegurança, o espelho que mostra não o outro, mas a nossa própria fragilidade. E, no entanto, há algo de humano nesse sentimento: ele revela o quanto desejamos ser únicos, o quanto tememos ser esquecidos. O ciúme é a confissão silenciosa de que precisamos do olhar do outro para nos sentir inteiros. Mas amadurecer é compreender que o amor não se sustenta em correntes, e sim em liberdade. É confiar que quem está ao nosso lado permanece não por obrigação, mas por escolha. Superar o ciúme é aprender a soltar, é aceitar que o amor é rio e não lago, que precisa correr, fluir, encontrar caminhos. É reconhecer que a verdadeira força não está em vigiar, mas em confiar; não em prender, mas em permitir que o outro seja livre. Porque só na liberdade o amor se revela inteiro, e só na confiança o coração encontra paz. Tatianne Ernesto S. Passaes

Tatianne Ernesto S. Passaes