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24 frases nesta página

Faço quando possível uma breve pausa durante a noite, então, desfruto de um silêncio momentâneo, olho para o alto e observo as estrelas, corpos celestes radiantes radiando na escuridão do céu, resultando numa brevidade entusiasmante, Tipo de oportunidade que contém uma simplicid…
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Faço quando possível uma breve pausa durante a noite, então, desfruto de um silêncio momentâneo, olho para o alto e observo as estrelas, corpos celestes radiantes radiando na escuridão do céu, resultando numa brevidade entusiasmante, Tipo de oportunidade que contém uma simplicidade impactante, daqueles impactos que não costumo evitar pelo bem que fazem ainda que de um jeito discreto como se fosse um incentivo para desacelerar e assim manter o máximo de equilíbrio, Quem não faz o mesmo pode até achar esquisito, entretanto, é um bom uso do tempo, oportuno para o espírito, para mente cansada e para outros aspectos, a contemplação de uma noite estrelada, dos olhos aos pensamentos, uma amostra iluminada de tudo que observo.

Jefferson Freitas.
As páginas da vida Cada dia que nasce é uma página em branco, esperando pelas palavras que escolhemos escrever. Algumas páginas se enchem de conquistas, outras de silêncios, mas todas guardam a essência de quem somos. Não importa quantas páginas já tenham sido viradas, o que dá…
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As páginas da vida Cada dia que nasce é uma página em branco, esperando pelas palavras que escolhemos escrever. Algumas páginas se enchem de conquistas, outras de silêncios, mas todas guardam a essência de quem somos. Não importa quantas páginas já tenham sido viradas, o que dá sentido ao livro da existência é a coragem de escrever com autenticidade, a sabedoria de aprender com cada capítulo e a liberdade de imaginar novos finais. A vida é um manuscrito único: não pode ser reeditado, mas pode ser vivido com intensidade. E quando nossas páginas se encontram com as de outros leitores, nasce a verdadeira eternidade das histórias. Roberto Ikeda autor

Roberto Ikeda
No Brasil, para termos melhor representatividade politica, nas esferas municipais, estaduais e federal, a cada eleição a população ativa e coerente deve optar pela escolha de candidatos, negros, pobres e dos povos originários, comprometidos com seus semelhantes pares e suas cultu…
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No Brasil, para termos melhor representatividade politica, nas esferas municipais, estaduais e federal, a cada eleição a população ativa e coerente deve optar pela escolha de candidatos, negros, pobres e dos povos originários, comprometidos com seus semelhantes pares e suas culturas originais e invisibilidade, e muito menos com suas colorações politicas. Sem isto, cada vez mais distanciamos, da denominação verdadeira de nação.

Ricardo V. Barradas
Transforme o 'talvez' em 'agora', confiando nos planos que Deus tem para você. Este ano será maravilhoso porque, com a graça d'Ele e a sua determinação, o impossível se tornará real. Ame-se, realize e conquiste sob a benção divina. ​Mude seu mundo hoje com fé, e amanhã você verá…
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Transforme o 'talvez' em 'agora', confiando nos planos que Deus tem para você. Este ano será maravilhoso porque, com a graça d'Ele e a sua determinação, o impossível se tornará real. Ame-se, realize e conquiste sob a benção divina. ​Mude seu mundo hoje com fé, e amanhã você verá a mão de Deus agindo em cada detalhe. Que cada dia seja uma página de vitória escrita pelo Criador no livro da sua vida. Rosinei Nascimento Alves Feliz Ano Novo! Deus abençoe sempre 🙏🏾 Tenhamos fé!

ROSINEI NASCIMENTO ALVES
As decepções na vida chegam quando menos espero, e acabam me tirando o chão onde um dia me firmei. o ser humano falha e fere sem licença,
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As decepções na vida chegam quando menos espero, e acabam me tirando o chão onde um dia me firmei. o ser humano falha e fere sem licença, enquanto o coração ferido tenta ajustar a conta, explicar o erro e exigir reparo. Mas a justiça oriunda da fé não nasce do acerto imediato, nasce de não me trair no meio da dor. Ser justo, nessas horas amargas, é não permitir que a mágoa dite minha conduta.

José de Deus, heterônimo de Freitas Júnior - Poeta
Quando eu fui privada de liberdade, por uma condição clínica psiquiátrica, eu percebi rapidamente a lógica da instituição: "Salve-se quem puder". E comecei a travessia, não bonita como em uma obra de Guimarães Rosa, mas atravessada pela dor e violência simbólica contínua. Eu perc…
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Quando eu fui privada de liberdade, por uma condição clínica psiquiátrica, eu percebi rapidamente a lógica da instituição: "Salve-se quem puder". E comecei a travessia, não bonita como em uma obra de Guimarães Rosa, mas atravessada pela dor e violência simbólica contínua. Eu percebi que a minha existência incomodava e tentei me fazer invisível o máximo que pude. Percebi que era proibido ter insônia e me mantinha acordada deitada na cama, ainda que meu ser pedisse circulação. Recusar um cigarro? Proibido. A recusa poderia resultar em agressão física. E eu perguntava a Deus, por que eu não podia olhar o céu, porque havia um muro alto com arame farpado e seguranças na porta. E chorei, não como que derruba lágrimas, foi um choro interno, que inundou minha alma. Eu estava sozinha em um lugar onde o terror era naturalizado. O meu silêncio profundo foi patologizado. Ela não melhorou. E eu segui me desviando da violência, sem palavras, sem chão, sem aplausos. Recusei a comida, como quem recusa a vida. E engolia os remédios com pressa, para não ser repreendida. Minha alma chorava e não havia céu no horizonte, apenas pessoas brutalizadas, que confundiam o meu silêncio com apatia. E o meu olhar era quase uma oração: "Senhor Deus que eu creio, livrai-me desse destino". E a oração se seguia de um desespero catatônico. Nesse lugar, de que me serviam os livro que eu li? Ali eu era um número, conveniente o suficiente para me calar. Muito mais eu poderia dizer desse lugar e de mim. Mas deixo o passado e suas sombras. Estou na minha casa em silêncio e grande vitória é a chave da porta. Quem nunca passou por uma internação agressiva, talvez nunca entenda minha palavras, e nunca saibam que a palavra 'Liberdade' é sagrada. E diz tudo aquilo que o sistema cala. Sobrevivi, inteira o suficiente para narrar minhas memórias. E sei com clareza absurda a hierarquia das nessecidades humanas. E o amor romântico não entra nessa equação. É um luxo facilmente descartável. E a saúde e a dignidade são absolutamente inegociáveis. Sigo firme e forte, o que não me mata, aumenta minha Lucidez.

Monalisa Ogliari
I Para quê tantos planos, se o inesperado nos aguarda como a última chama de um candeeiro que mal ilumina o próprio pavio? Traçamos rotas sobre mapas que se desmancham na chuva. Colecionamos certezas em gavetas que o acaso tranca com ferrugem. Vejo os rostos que partiram [não em…
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I Para quê tantos planos, se o inesperado nos aguarda como a última chama de um candeeiro que mal ilumina o próprio pavio? Traçamos rotas sobre mapas que se desmancham na chuva. Colecionamos certezas em gavetas que o acaso tranca com ferrugem. Vejo os rostos que partiram [não em procissão solene], mas evaporados no ar pesado das tardes. Eles não deixaram rastros, só um vácuo de gesto interrompido, um café pela metade sobre a mesa. O imprevisto, quando não chega como um ladrão ágil na janela da mocidade, instala-se paciente na poltrona da velhice, à espera do seu momento. É um hóspede que não traz bagagem, apenas um relógio de areia sem fundo. E nós, que julgávamos donos do terreno, descobrimos-nos frágeis como vidro sob pressão. A realidade não bate à porta; invade pelo telhado, quando já estamos dormindo. E o tempo, esse artesão silencioso, talha-nos com golpes cada vez mais fundos, até que a madeira revela suas rachaduras ocultas... II Para quê tantos diplomas, selos de um reino que desaba ao primeiro sopro do inverno? Corremos em círculos numa pista que não leva a lugar algum, apenas nos devolve ao ponto de partida, mais cansados. O sistema cobra em moeda invisível: noites em claro, olhos fixos em écrans frios, mãos que apertam outras mãos sem sentir a pele. No final, a conta vem em forma de silêncio. Um vazio que ecoa nos corredores da memória. Perguntamo-nos se valeu a pena o sacrifício do sol pela sombra, do riso pela cifra. Quiséramos ser imortais na alma [deixar uma marca que não se apaga na água], uma palavra que o vento não dispersa. Sonhamos com um fragmento que sobreviva, contador da nossa breve estadia. Mas a verdade é mais árida: seremos esquecidos, como bilhões antes de nós foram. Nomes apagados das lápides pela hera, vozes dissolvidas no ruído de fundo do mundo. Nem mesmo poeira seremos, pois a poeira ainda assenta nas coisas. III Sem identidade, viramos número nos arquivos empoeirados de alguma repartição [quisera celestial]. Sem leitor, nossas histórias são livros fechados em prateleiras abandonadas às traças. Sem memória, o que fomos deixa de existir até como fantasma [um fantasma ao menos assombra]. Sem alguém que lave nossos pés cansados, esses pés que tanto andaram de um lado para outro, atravessando lama e terra, em busca de um sentido que se esquivasse como o horizonte. Esses pés que pisaram flores e pedras, que sangraram em atalhos escusos, que dançaram em noites de alegria efêmera. Quem os guardará? Quem recordará o peso do corpo que carregaram, a direção que não encontraram? Somos peregrinos de uma fé que não nomeamos, em jornada para um templo em ruínas. E no fim, nem mesmo a água do esquecimento nos refrescará. Secaremos como rios intermitentes, nossa história sussurrada por ninguém, nosso amor reduzido a zero na equação do tempo... IV Mas talvez haja uma verdade mais dura e mais bela nisto tudo: a liberdade está precisamente no desapego do rastro, na renúncia à eternidade. Que importa não sermos lidos, se em vida fomos o verbo e não a nota de rodapé? Que importa o esquecimento, se amamos com a urgência de quem sabe o fogo se apaga? Os planos fracassados não eram inúteis; eram treinos para a entrega. Os diplomas não serviam ao sistema; eram armaduras que tivemos de desprender para sentir a chuva na pele. Os pés lavam-se a si mesmos no rio do caminho, e a água que levam é a única oferenda. Não ficaremos? Ficaremos no modo como uma pedra altera o curso do rio, mesmo que ninguém veja. Na maneira como uma palavra jogada ao acaso gerou um sorriso em um estranho. Somos o sopro que move um grão de areia no deserto imenso — ação mínima, mas real... V Então caminhemos. Sem a âncora pesada da imortalidade desejada. Com a leveza trágica de quem sabe que a chama se extinguirá. Que nossos passos, agora, não procurem sentido [que o criem no ato de pisar]. Que nossos rostos, antes de se desfazerem, reflitam o céu inteiro, ainda que por um instante. E quando o inesperado vier, seja na mocidade ou na velhice, que nos encontre de olhos abertos, contemplando o vazio não como um abismo, mas como o espaço onde, por fim, tudo é possível. Porque fomos. E esse ter sido, efêmero e sem testemunha, foi nosso ato mais radical de amor. Um eco sem paredes para repercutir, mas que existiu como vibração no ar. Um grão de poeira cósmica que, por um segundo, soube que brilhava. --- Risomar Sírley da Silva ---

Risomar Sírley da Silva
Segredo, desejo e medo Caminham juntos; vencer começa em acordar cedo. Anseando por mais, não por vaidade nem exagero,
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Segredo, desejo e medo Caminham juntos; vencer começa em acordar cedo. Anseando por mais, não por vaidade nem exagero, mas porque, no fundo, sabemos: merecemos. Largar na frente não garante chegar primeiro, o caminho é longo, o tempo é rei, mas somos príncipes, meus guerreiros. Às vezes a vida te põe em segundo ou terceiro, pra ensinar que pressa não forma caráter verdadeiro. Chegar por último não é sinal de fracasso, é um convite claro pra um belo recomeço. Novas estratégias pedem treino e dedicação, verdade consigo mesmo e firmeza na execução. Olhe ao redor, observe os mais experientes, há conselhos que só o tempo torna evidentes. Na linha de chegada veremos, conscientes, quem caiu, levantou e seguiu resiliente. Seguir firmes pelos percursos que nossas pernas ousam percorrer, só você precisa entender o que lhe motiva e lhe dá força a se tornar o vencedor que habita aí dentro de você.

Luis Henrique Takatsu
Muitas pessoas se perdem no eu sou… No eu só quero… Falta a conexão real com o nós…
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Muitas pessoas se perdem no eu sou… No eu só quero… Falta a conexão real com o nós… O orgulho é parceiro de todas as horas… A vaidade sempre guiando… Muito talento para pouca empatia… Na vida a felicidade se faz com o pouco do bem que fazemos ao próximo… Focar em si é deixar de ser farol na vida das pessoas… Patrícia Feijó

Patrícia Feijó
Diversas vezes, sem mais nem menos, Desisti de tentar, Parei no tempo.
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Diversas vezes, sem mais nem menos, Desisti de tentar, Parei no tempo. O arrependimento chegou. Devia ter dado um passo, Mas o medo do desconhecido Fez-me ficar na zona de conforto. Perdi dias valiosos da vida. O atraso não se recupera, Pois já ficou no passado.

Warlei Antunes