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24 frases nesta página

E mesmo quando o céu se fecha Eu sinto tua luz na minha pele Como quem sabe pra onde vai
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E mesmo quando o céu se fecha Eu sinto tua luz na minha pele Como quem sabe pra onde vai Mesmo sem saber onde o mapa vai dar - Frase da música Luz no Caminho do dj gato amarelo

dj gato amarelo
A historia da escravidão negra no Brasil, desde o século XVIII ao XIX, é uma falácia, usada intencionalmente pela elite acadêmica para manipular e imputar no inconsciente o engano. E vem sendo repetidamente propagado. O termo mais correto, é tração animal negra, dos que não tinha…
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A historia da escravidão negra no Brasil, desde o século XVIII ao XIX, é uma falácia, usada intencionalmente pela elite acadêmica para manipular e imputar no inconsciente o engano. E vem sendo repetidamente propagado. O termo mais correto, é tração animal negra, dos que não tinham alma, chegando na sua maior parte em contrabando como mercadorias e eram contabilizados nas fazendas junto com ativos de pês de café e de animais.

Ricardo V. Barradas
Pouca iluminação, uma luz muito acolhedora num tom azulado como se o céu azul escuro tivesse se misturado de uma maneira harmoniosa com o esplendor do luar, aqui neste quarto, durante à noite, iluminado o suficiente para eu admirar o relevo do teu corpo atraente, bastante notável…
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Pouca iluminação, uma luz muito acolhedora num tom azulado como se o céu azul escuro tivesse se misturado de uma maneira harmoniosa com o esplendor do luar, aqui neste quarto, durante à noite, iluminado o suficiente para eu admirar o relevo do teu corpo atraente, bastante notável, transmitindo emoção à flor da tua pele As curvas sublimes da tua natureza formosa, as belas ondas de um mar agitado, as pétalas de uma rosa cheia de charme, a expressão de vitalidade dos teus cabelos cacheados, os teus lábios revelando o teu sorriso atrevido, a letra “S” da palavra sedução, um prazer ondulado, inevitavelmente aquecido pela excitação Os meus olhos agora estão atentos para que nenhum detalhe seja ignorado, até a tua silhueta chama muita atenção, uma doce provocação em silêncio, movimentos que expressam a tua intenção que é compatível com o meu desejo, que está só aumentando para unirmos temporariamente os nossos universos, então, não devo te deixar esperando.

Jefferson Freitas.
Viver sem o peso do mal no olhar é ter as mãos limpas para o abraço. Não se ocupa o tempo em derrubar, mas em plantar flores em cada passo. Quem não guarda veneno no peito dorme com a alma em calmaria, pois sabe que o mundo fica perfeito quando o bem é o nosso guia. -Dr. Diogo…
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Viver sem o peso do mal no olhar é ter as mãos limpas para o abraço. Não se ocupa o tempo em derrubar, mas em plantar flores em cada passo. Quem não guarda veneno no peito dorme com a alma em calmaria, pois sabe que o mundo fica perfeito quando o bem é o nosso guia. -Dr. Diogo Sena

Pensador
Exercícios de Pensar Texto V – Esperança A esperança não é ingenuidade.
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Exercícios de Pensar Texto V – Esperança A esperança não é ingenuidade. É uma escolha ética. Esperar, neste sentido, é continuar a pensar, ensinar e escrever mesmo quando o cenário é adverso. É acreditar que a palavra ainda pode formar consciências e que o pensamento ainda pode humanizar. A esperança, quando pensa, torna-se resistência. — Ramos António Amine Professor

Ramos António Amine
O sol mostrando o seu forte esplendor, permitindo um belo dia ensolarado, perfeito para um cenário praiano, iluminando as águas do mar e a sua movimentação incansável e ainda exaltando uma linda expressividade da sabedoria divina, uma venustidade singular, muito atraente por sua…
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O sol mostrando o seu forte esplendor, permitindo um belo dia ensolarado, perfeito para um cenário praiano, iluminando as águas do mar e a sua movimentação incansável e ainda exaltando uma linda expressividade da sabedoria divina, uma venustidade singular, muito atraente por sua personalidade e pela arte do seu corpo, suave e veemente um momento de muitos detalhes calorosos, vivos e inspiradores, o poder da simplicidade, formas e cores, superfície e profundidade, composição sublime, daquelas que eternizam a brevidade.

Jefferson Freitas.
Nova Zelândia: Dois Corações De Um Mesmo Oceano. Belas ilhas são tocadas por ondas de um oceano. O embelezando e sendo enfeitadas por suas ondas azuis.
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Nova Zelândia: Dois Corações De Um Mesmo Oceano. Belas ilhas são tocadas por ondas de um oceano. O embelezando e sendo enfeitadas por suas ondas azuis. Essas ilhas nasceram há muito tempo atrás rodeadas por um azul profundo. Há muito tempo atrás quando apenas esse oceano azul e as suas águas desciam com o céu profundo. Em um lugar no tempo essas ilhas se formaram. Subindo as ondas desse oceano para flutuarem sobre o seu azul. Há muito tempo atrás foi quando cada pedaço de pedra e rocha seguiu o ir e vir de cada onda. Estando acima de ondas azuis. Sobre um oceano profundo essas duas ilhas ficaram. O tempo passava vendo cada ilha contemplando aquele oceano. Essas duas ilhas tinham montes com frestas onde desciam rios de fogo. E haviam muitos assim em cada ilha. Com longos caminhos de uma outra terra e com pedras escura que caíam de cada monte. As brisas desse oceano seguiam sobre cada ilha. Contornando cada monte e os seus rios de fogo. E por tantas vezes foi assim. Como o oceano que mergulhava nos vestígios de cada ilha. Como o céu azul e claro. Duas ilhas nasceram de um oceano azul para cobrirem um pouco as suas ondas calmas. Duas ilhas com rios de fogo que desciam por alguns montes de pedras e algo que unia cada uma. As suas formam eram feitas pelas ondas desse oceano quando o mesmo tocava cada ilha por várias vezes. Com ondas de afeto que vinham dos seus profundos sentimentos azuis. Com o passar do tempo entre o céu azul aquelas duas ilhas foram se transformando. Aqueles montes de fogo adormeceram. Nas brisas do oceano e do tempo as frestas por onde desciam outros fogos também repousaram. Não o tempo. Que continuava seguindo. Nas ondas azuis desse oceano duas ilhas estavam. De muito tempo atrás com o céu azul e profundo sobre cada uma. Flutuando em muitas ondas azuis que encontravam o céu em cada parte dessas ilhas. Que haviam sido deixadas por esse oceano em um mesmo sonho que ele teve. Quando estava novamente desaguando no céu azul e de repente sentiu em algumas ondas que o acompanhavam o ir e vir de dois corações. Como as suas ondas já faziam desde outros tempos. Sob o mesmo céu azul. Que o cobriam e também essas duas ilhas. Com um aroma azul e salgado das suas profundezas. Duas ilhas sobre um oceano profundo e que resplandecia como céu. Com o tempo que passava aqueles montes outra vez acordaram dos seus sonos distantes. E os seus caminhos de fogo seguiam em cada ilha. Com outras pedras,rochas e uma cor acinzentada que saía de cada monte. Rios de fogo desciam dos montes em cada ilha. Esses montes que fazem rios de fogo são inesperados e o tempo sabe disso. Em cada ilha os rios de fogo faziam os seus caminhos. Sobre cada pedra e cada desvio que aquelas ilhas tinham. Por alguns instantes ou mais,deixavam as suas marcas de um fogo adormecido e avermelhado. Quando no tempo adormeceram outra vez. E um oceano ainda acordado olhava para o céu azul enquanto continuava tocando as duas ilhas. Que das profundezas da sua beleza,nasceram. Há muitas tempo atrás. Nas suas ondas azuis e parecidas com o céu. Duas ilhas unidas por um oceano com ondas leves e que traziam gotas de carinho para cada uma. Assim como o céu que derramava um pouco da sua cor sobre cada ilha. E para as profundezas daquele oceano. Em tempos atrás com brisas que ele ainda se recorda. Quando sentiu o pulsar de dois corações nas profundezas da sua vida em algum momento no tempo. E que nasceram em ondas que começaram nos seus sonhos. Duas ilhas com partes do céu nos seus lados. Que seguem um oceano e um outro azul. Flutuando nas suas ondas até o céu. Duas ilhas rodeadas por dois azuis que ainda se encontram guardados dentro dos seus corações.

Fabricio Herenio Duraes
Muitas vezes enfrentaremos o vale da sombra da morte sozinhos, sem esperança de que alguém próximo apareça com uma palavra de conforto. Nesses momentos, quando o silêncio pesa e a dor parece maior do que nossas forças, aprendemos que não estamos verdadeiramente sós. Ainda que fal…
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Muitas vezes enfrentaremos o vale da sombra da morte sozinhos, sem esperança de que alguém próximo apareça com uma palavra de conforto. Nesses momentos, quando o silêncio pesa e a dor parece maior do que nossas forças, aprendemos que não estamos verdadeiramente sós. Ainda que faltem vozes humanas, permanece a presença fiel da Trindade Santa, que sustenta, consola e guia. É nesse vale que a fé amadurece, e a alma descobre que Deus é companhia constante, mesmo quando tudo ao redor parece ausência.

Ederson Dantas
“A felicidade pertence ao presente, pois o passado já se dissolveu e o futuro ainda não se revelou. Ser feliz no agora é um ato de sabedoria: é reconhecer que viver não pode ser adiado. Quem se permite alegrar-se com o que é e com o que tem, neste instante, já participa da felici…
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“A felicidade pertence ao presente, pois o passado já se dissolveu e o futuro ainda não se revelou. Ser feliz no agora é um ato de sabedoria: é reconhecer que viver não pode ser adiado. Quem se permite alegrar-se com o que é e com o que tem, neste instante, já participa da felicidade que busca, enquanto caminha, com prudência e coragem, em direção ao que ainda virá.”

Furtado, Brunno
Roupa de cama, coisa boa Só de pensar em você eu já estou com a roupa de ir pra sua cama, que sensação gostosa, de sentir o seu cheiro de banho recém tomado com perfume de terra molhada pela aurora. Os prazeres e desejos são alimentados em uma nuance perfeita, que misturada ao s…
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Roupa de cama, coisa boa Só de pensar em você eu já estou com a roupa de ir pra sua cama, que sensação gostosa, de sentir o seu cheiro de banho recém tomado com perfume de terra molhada pela aurora. Os prazeres e desejos são alimentados em uma nuance perfeita, que misturada ao sabor deixado do seu beijo e pela suavidade do seu toque, na minhas coxas me levam a sussurrar adjetivos calorosos, que posteriomente servirão de subnomes para te chamar de meu, e nessa loucura boa que a gente se envolve, não existe posse, não existe propriedade, são comovidas sim, pelo prazer e pela saciedade que voce me dá!

Aida_lindha_lindha
Eu não comecei pela filosofia. Eu cheguei nela por insistência. Insistência em entender por que certas ideias organizam o mundo e, ao mesmo tempo, machucam as pessoas. Insistência em perceber que nem todo conhecimento liberta — alguns apenas sofisticam a violência. Insistência…
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Eu não comecei pela filosofia. Eu cheguei nela por insistência. Insistência em entender por que certas ideias organizam o mundo e, ao mesmo tempo, machucam as pessoas. Insistência em perceber que nem todo conhecimento liberta — alguns apenas sofisticam a violência. Insistência em não aceitar respostas prontas, principalmente quando elas vêm embrulhadas em moral, salvação ou promessa. Quando olho para trás, vejo um caminho estranho, não linear, mas coerente. Começa com Sócrates. Ele diz que nada sabe, mas inaugura um tipo de saber que desautoriza todos os outros. Tudo passa a ter que ser explicado pela razão. O mito vira erro. O sofrimento vira falha de compreensão. A vida passa a precisar fazer sentido para ser aceitável. Ali, algo se perde: o simbólico, o trágico, o que não se resolve. Platão organiza esse erro. Cria um outro mundo, perfeito, verdadeiro, e rebaixa este aqui a rascunho. O corpo vira suspeito. A vida concreta vira insuficiente. A salvação é sempre fora, depois, acima. A singularidade já não importa tanto quanto a ideia. Quando chego a Nietzsche, algo finalmente quebra. Ele não quer consertar o mundo, não quer substituir um Deus por outro, não quer fundar um novo ideal. Ele apenas desmonta a mentira e vai embora. Não promete nada. Não consola. Diz, em essência: a vida é isso — e agora aguenta. É duro, mas é honesto. E pela primeira vez não me sinto sendo conduzida. Marx aparece com uma denúncia importante: a desigualdade, a exploração, o sofrimento material. Mas comete, para mim, o mesmo erro de Sócrates. Acredita demais na própria teoria. Acha que descobriu a causa última e que, a partir disso, o mundo pode ser reorganizado. Troca Deus por História, fé por sistema, salvação por revolução. Quando essa filosofia sai da estante e vira prática, vira também morte, imposição, gente reduzida a meio. Talvez o erro não tenha sido pensar — mas aplicar como verdade final. Depois vem Foucault. Ele explica com precisão como funcionam os dispositivos de poder, os ambientes de privação de liberdade, a autoridade travestida de cuidado. A obra é brilhante. Mas algo me incomoda profundamente: ele ganha status falando sobre o cárcere, enquanto quem viveu o cárcere permanece invisível. Pior — o sistema aprende a linguagem da crítica, se apropria dela, e continua violentando de forma mais sofisticada, mais limpa, mais aceitável. A tortura não acaba. Ela se educa. É aí que algo se esclarece para mim: o conhecimento não é neutro. Ele pode abrir horizontes, sim — mas também pode reforçar estruturas injustas, legitimar desigualdades e camuflar violência. Eu sei disso não por teoria. Eu sei disso no corpo. Privação de liberdade não é conceito. É porta fechando. É decisão retirada. É palavra desautorizada “para o seu bem”. É cuidado que dói. É tortura institucional que depois ganha nome bonito. Quando alguém que nunca viveu isso fala com autoridade, é celebrado. Quando quem viveu tenta falar, é silenciado, patologizado, desacreditado. Isso me ensinou algo fundamental: há saberes que não cabem na teoria. Há verdades que não se transformam em conceito sem perda. E há experiências que, quando viram objeto de estudo, já foram traídas. A tragédia grega me ajudou a entender isso melhor do que qualquer sistema filosófico posterior. Na tragédia, o sofrimento não tem moral da história. Não há redenção. Não há aprendizado edificante. Em Édipo Rei, tudo acontece, o horror se revela, e nada melhora. Ainda assim, há catarse. Não porque a dor é resolvida, mas porque ela deixa de ser solitária. O sofrimento não vira culpa individual. Ele vira condição humana compartilhada. A tragédia não diz que a vida vale a pena. Ela diz que a vida não precisa valer a pena para existir. E isso, estranhamente, alivia. No fim desse percurso, eu não virei filósofa acadêmica, nem teóloga, nem militante de nenhuma verdade. Eu virei alguém com anticorpos. Anticorpos contra mentira elegante, contra promessa de salvação, contra sistemas que dizem saber demais sobre a vida dos outros. Eu pensei o dia inteiro. Questionei Sócrates, Platão, Nietzsche, Marx, Foucault. Atravessei filosofia, cristianismo, tragédia, poder, sofrimento. Meus neurônios pediram demissão. Ficaram só dois — Tico e Teco — repetindo: aguenta. E valeu a pena. Não porque encontrei respostas, mas porque alcancei clareza. Uma clareza sem conforto, sem missão, sem necessidade de contar para ninguém. Porque nem toda descoberta quer plateia. Algumas só reorganizam silenciosamente a forma como a gente vive, lê, escuta e não se deixa enganar. Eu não vou sair por aí explicando isso. Não por medo. Por discernimento. Nem todo mundo quer atravessar esse tipo de pensamento. E tudo bem. Eu atravessei. Isso basta. Monalisa Ogliari

Monalisa Ogliari