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24 frases nesta página

Deus é o grande Arquiteto do Universo, com uma sabedoria infinita. Nós, seres humanos, somos apenas um grão de areia diante da imensidão do Universo que Ele criou.
Isaias Ribeiro
"O conhecimento formal nunca será maior que a sabedoria da vida. Porém, esta sabedoria só é adquirida pela vivência! É preciso experimentar e aprender com nossos erros e acertos. Se pudermos resumir a lição de anos de estrada, eu diria que a melhor colheita é feita quando semeamo…
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"O conhecimento formal nunca será maior que a sabedoria da vida. Porém, esta sabedoria só é adquirida pela vivência! É preciso experimentar e aprender com nossos erros e acertos. Se pudermos resumir a lição de anos de estrada, eu diria que a melhor colheita é feita quando semeamos o respeito e a responsabilidade, em vez da ambição cega. Talvez, o bem viver, seja mais simples do que o mundo diz ser. A simplicidade que a vida nos ensina, é que precisamos conquistar corações e não títulos, dinheiro ou status sociais e para isto, antes de buscarem respeito como grandes profissionais, mantenham sempre, respeito por vocês mesmos e por outras pessoas, como seres humanos!"

Blog Jornada da Escrita
O sol mostrando o seu forte esplendor, permitindo um belo dia ensolarado, perfeito para um cenário praiano, iluminando as águas do mar e a sua movimentação incansável e ainda exaltando uma linda expressividade da sabedoria divina, uma venustidade singular, muito atraente por sua…
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O sol mostrando o seu forte esplendor, permitindo um belo dia ensolarado, perfeito para um cenário praiano, iluminando as águas do mar e a sua movimentação incansável e ainda exaltando uma linda expressividade da sabedoria divina, uma venustidade singular, muito atraente por sua personalidade e pela arte do seu corpo, suave e veemente um momento de muitos detalhes calorosos, vivos e inspiradores, o poder da simplicidade, formas e cores, superfície e profundidade, composição sublime, daquelas que eternizam a brevidade.

Jefferson Freitas.
“A felicidade pertence ao presente, pois o passado já se dissolveu e o futuro ainda não se revelou. Ser feliz no agora é um ato de sabedoria: é reconhecer que viver não pode ser adiado. Quem se permite alegrar-se com o que é e com o que tem, neste instante, já participa da felici…
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“A felicidade pertence ao presente, pois o passado já se dissolveu e o futuro ainda não se revelou. Ser feliz no agora é um ato de sabedoria: é reconhecer que viver não pode ser adiado. Quem se permite alegrar-se com o que é e com o que tem, neste instante, já participa da felicidade que busca, enquanto caminha, com prudência e coragem, em direção ao que ainda virá.”

Furtado, Brunno
Leitura e Vida: páginas que se completam Ler é viajar sem sair do lugar, é abrir portas invisíveis para mundos que repousam dentro de nós. Cada palavra é uma semente que floresce em silêncio, preparando o coração para presenciar novas experiências. Mas a vida não se escreve ape…
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Leitura e Vida: páginas que se completam Ler é viajar sem sair do lugar, é abrir portas invisíveis para mundos que repousam dentro de nós. Cada palavra é uma semente que floresce em silêncio, preparando o coração para presenciar novas experiências. Mas a vida não se escreve apenas nos livros: ela pulsa nas ruas, nas amizades que nos abraçam, no vento que acaricia o rosto, no horizonte que se abre diante dos nossos passos. A leitura nos ensina a sentir mais profundamente, e viver nos dá o papel em branco para escrever com autenticidade. Nos momentos de paz, um livro é refúgio; nos momentos do eu, é espelho. E quando saímos para viver, a natureza, os encontros e as descobertas se tornam capítulos que completam a obra. Ler e viver não são opostos: são páginas que se entrelaçam, formando um livro eterno, onde cada experiência é palavra, e cada palavra é vida. A verdadeira sabedoria está em equilibrar ambos: mergulhar nas páginas que nos inspiram e, ao mesmo tempo, levantar os olhos para escrever nossa própria história no mundo. Roberto Ikeda

Roberto Ikeda
Eu, feminista! Ser feminista é importante, relevante, necessário, urgente. Historicamente, durante muitos anos a mulher viveu subordinada aos homens, com direitos limitados e “vocação” única para cuidar dos filhos.
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Eu, feminista! Ser feminista é importante, relevante, necessário, urgente. Historicamente, durante muitos anos a mulher viveu subordinada aos homens, com direitos limitados e “vocação” única para cuidar dos filhos. No mundo da ciência, algumas contribuições de nomes femininos ficaram ocultas devido ao preconceito, favorecendo somente os homens de sua época. No mercado de trabalho, as pesquisas apontam que mulheres ganham menos que os homens, especialmente por fatores como discriminação e acúmulo de responsabilidades domésticas. Na vida pessoal, durante várias gerações a mulher teve que aceitar casamentos arranjados com submissão aos maridos. Felizmente, mesmo que de forma lenta, surgiram mulheres que começaram a questionar a privação dos direitos femininos e iniciaram lutas que resultaram em alguns feitos. A sociedade começou um novo olhar para a figura feminina e passou a enxergar a sua capacidade, mas além de suas conquistas, a mulher também acumulou tarefas, pois precisava se dedicar ao trabalho e aos filhos. Conclusão: mesmo ganhando, a mulher teve perdas. Soma-se a isso a realidade feminina: a mulher menstrua todos os meses durante anos, sofre com cólicas, enfrenta enxaqueca, acolhe no útero uma vida por nove meses, sente a dor intensa do parto, preocupa-se diariamente depois que os filhos nascem, sofre quando os filhos saem de casa. Um detalhe relevante é que, apesar da mulher sentir tantas dores, sabe-se que ela é fisicamente mais frágil que o homem e isso contribui para que ao longo de anos muitas delas sejam vítimas de violência doméstica e atualmente, de forma assustadora, de feminicídio. A mulher entra em um relacionamento e nem sabe se continuará viva, quando sair dele. Por esses fatos aterrorizantes é que sou feminista e defendo que toda mulher faça o mesmo. A sororidade não deve ser uma condição, mas uma necessidade. A mulheres precisam se apoiar e se defender, sempre. No relacionamento, o respeito deve ser mútuo. Se houver conflitos, deve existir o diálogo. É fato que, se uma briga for iniciada, a mulher sempre sairá perdendo. Homens, o que os torna mais fortes não é a sua força física, mas a sua sabedoria em usá-la somente para o bem. Mulheres, nenhum homem deve ser mais importante que a sua vontade de lutar pelos objetivos pessoais. Chega de feminicídio!!!!!

Tatiane da Silva Santos - Santarém PA
Podemos ser bons. Não perfeitos, não imunes às falhas mas bons. Essa bondade não nasce do acaso, mas da escolha consciente de crescer, de aprender, de tentar de novo.
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Podemos ser bons. Não perfeitos, não imunes às falhas mas bons. Essa bondade não nasce do acaso, mas da escolha consciente de crescer, de aprender, de tentar de novo. Para isso, precisamos mais do que vontade precisamos das ferramentas certas. E, acima de tudo, das pessoas certas. Gente que nos escuta, que nos impulsiona, que nos ajuda a enxergar o que sozinhos não vemos. E quando surgirem os obstáculos porque sempre surgem, temos o direito de seguir com mais experiência, parar, respirar, e afinar o caminho. Ajustar a rota não é fraqueza. É sabedoria. Ser bom é um processo. E todo processo merece espaço, apoio e tempo. By Evans Araújo

Evangelista araujo leite
O Poder da Leitura Não somos apenas o que consumimos, mas o que escolhemos reter e transformar. Cada palavra lida é uma semente: algumas se perdem, outras florescem em ideias, discernimento e sabedoria. Ler não é quantidade, é qualidade. Textos leves podem entreter por instante…
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O Poder da Leitura Não somos apenas o que consumimos, mas o que escolhemos reter e transformar. Cada palavra lida é uma semente: algumas se perdem, outras florescem em ideias, discernimento e sabedoria. Ler não é quantidade, é qualidade. Textos leves podem entreter por instantes, mas são as leituras que provocam, inspiram e fazem pensar que expandem o cérebro, fortalecem a memória e nos tornam mais interessantes como pessoas. A leitura é resistência ao superficial, é ponte para mundos novos, é exercício de imaginação e cultivo da consciência. Ler é viver muitas vidas em uma só — e cada vida nos torna mais ricos em conhecimento e mais plenos em humanidade. Roberto Ikeda escritor

Roberto Ikeda
Ode a um sete No silêncio deste velho pedestal, corroído pelas infindas águas da realidade, sinto-me como caneta sem tinta. Passei a me solidarizar com Fernando Pessoa, pois, agora que um sete está em tudo: nos lugares que passo, onde penso, existo e até mesmo ouso descansar. É…
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Ode a um sete No silêncio deste velho pedestal, corroído pelas infindas águas da realidade, sinto-me como caneta sem tinta. Passei a me solidarizar com Fernando Pessoa, pois, agora que um sete está em tudo: nos lugares que passo, onde penso, existo e até mesmo ouso descansar. É estranho, mas acho que compreendo, ao menos de forma minimamente correta. O menor dos problemas não é deixar para trás, e sim a lacuna entre a falsa perseverança, simultânea ao vazio que na mente se abre, restando-me apenas a certeza da dúvida se conseguirei recuperar aquilo que nem sei ao certo se realmente perdi. Ela me domina, esgueirando-se por minhas fibras junto a um sete que, ao longe, me perseguia e hoje, dentro de mim se ergue. Conforme o maldito se consolida, me questiono por que as tortuosas linhas do destino me apresentaram a esse tal Proust, sem nenhum aviso prévio ou formidável preparo necessário, apenas atirando-o à mim, assim como um sete, de forma tão tardia, agitando as águas salgadas da angústia. Agora, com um mínimo de aprendizado, passo a entender que memórias não doem apenas por serem memórias, mas por serem vagarosas, lentas, tornando-se, em alguns casos, “pequenas” demais para tal estrago, ridiculamente desproporcionais às correntes que me prendem à eternidade que parece habitar neste museu, mantendo-o vivo. Diante deste ninho moldado por traços desolados, guerreando com um sete, sinto-me culpado, uma alma insignificante, vagando em busca de perdão. Oro ao pequenino Léo, que, aos trancos e barrancos da própria ingenuidade, inteligência e bondade petulante, sem nunca pestanejar, ergueu-se sozinho. Queria dizer-lhe o quão orgulhoso sou por sua bravura altruísta, por seu poder de encontrar felicidade e conhecimento no simples, isso te levou longe, garoto. Jamais se esqueça, nem aceite cair na penumbra das mágoas ao seu pai, muito menos que se volte contra sua mãe. Peço apenas que, com sabedoria, aprenda que a vida não é só perdoar a todos, cuidar, salvar. Olhe para si. Admiro muito você por conseguir seguir mesmo estando estilhaçado pelas flechas amarguradas da injustiça que costumamos chamar de vida, outrora direcionadas ao pobre Paulo. Pobre garoto, assustado e confuso, tendo menos que Romeu a perder, agarrando-se ao mínimo que pudesse de uma Julieta que sequer lhe jurou seu amor. E, diante da terrível praga, sem contato com o verdadeiro mundo, sem o paradeiro daqueles que davam cor ao seu, guardou sozinho todo medo e dor, retraindo-se para dentro da massa pensante, desconectando-se do próprio eu. Compadeço-me de ti: a fantasia pode ser tortuosa de tão linda, mas, apesar de tudo, vivo você esteve, e vivo sempre estará, deixando seu legado que, mesmo escondido, soterrado pelas poeiras neurais, ainda carrega essência e sonho. E a você, Gael, escondido sob a manta da amargura, vestido com uma falácia de máscula armadura, viverá para sempre vagando pelos imundos espectros daquilo que um dia denominou-se como Maria. Mas olhe para si, garoto, não vê o quão vitorioso és? Não te deixes levar pela afiada e gélida linha que deveria atuar apenas em uma ponta. Você é ouro, garoto. Graças a ti, e somente a ti, todos terão o descanso merecido, basta que se encontrem com o verdadeiro eu. Tua bravura jamais será esquecida. Saúdem o grande dragão guerreiro que, com sua fúria, forjou a katana do ser, unindo os espectros que, outrora meros cadeados do trauma, agora se fundem e, juntos, derretem novamente, dando vida ao sujo, obscuro e fragmentado etanol. Puro produto da decomposição, prestes a evaporar, ir embora a qualquer instante, ocupando espaço sem pertencer, entorpecendo a realidade por onde passa. É o vazio deprimido em sua forma mais pura.

E. Gabriel
01/01/2026 Oi, 2026. No começo dos anos noventa, os anos dois mil pareciam tão distante que para uns era até improvável, muitas previsões equivocadas, muita desinformação até então.
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01/01/2026 Oi, 2026. No começo dos anos noventa, os anos dois mil pareciam tão distante que para uns era até improvável, muitas previsões equivocadas, muita desinformação até então. E os anos dois mil vieram cheios de novidades, bugigangas, modinhas, e muita diversão. Passaram-se anos, décadas, eu realmente não imaginava nem com que idade estaria em 2026. Sempre vivi o momento, e quantos momentos nessa vida, meu Deus! Momentos bons, ruins, desastrosos, felizes, enfim... Nesse fim de ano pude refletir a simplicidade que Jesus nos propõe. Jesus, nascido em uma manjedoura, um homem sem estudo, que aprendeu somente a ler e escrever. Mas com uma sabedoria inebriante. Isso me encanta de uma forma surreal. O aprendizado que podemos tirar com isso tudo, na vida pode haver de tudo, mas quando nós encontramos na simplicidade é que a nossa alma se deleita. Hoje, mais velha, acho que a principal lição nessa estrada é ser verdadeiro. Mostrar sua verdade ao mundo, ser quem você é e simplesmente ser grato por isso.

Daianearere
As páginas da vida Cada dia que nasce é uma página em branco, esperando pelas palavras que escolhemos escrever. Algumas páginas se enchem de conquistas, outras de silêncios, mas todas guardam a essência de quem somos. Não importa quantas páginas já tenham sido viradas, o que dá…
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As páginas da vida Cada dia que nasce é uma página em branco, esperando pelas palavras que escolhemos escrever. Algumas páginas se enchem de conquistas, outras de silêncios, mas todas guardam a essência de quem somos. Não importa quantas páginas já tenham sido viradas, o que dá sentido ao livro da existência é a coragem de escrever com autenticidade, a sabedoria de aprender com cada capítulo e a liberdade de imaginar novos finais. A vida é um manuscrito único: não pode ser reeditado, mas pode ser vivido com intensidade. E quando nossas páginas se encontram com as de outros leitores, nasce a verdadeira eternidade das histórias. Roberto Ikeda autor

Roberto Ikeda
"Cultivar bons hábitos é semear liberdade na alma; e ler é regar essa semente com sabedoria. Cada página nos ensina que a verdadeira nobreza não está em possuir, mas em pensar, imaginar e escolher com integridade o caminho que nos eleva. A leitura é o espelho da inteligência, e o…
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"Cultivar bons hábitos é semear liberdade na alma; e ler é regar essa semente com sabedoria. Cada página nos ensina que a verdadeira nobreza não está em possuir, mas em pensar, imaginar e escolher com integridade o caminho que nos eleva. A leitura é o espelho da inteligência, e os hábitos são a ponte que nos conduz à eternidade do espírito." Roberto Ikeda autor

Roberto Ikeda
Melhor idade Há muito tempo se atribui a melhor idade à velhice, pois eu discordo. Depois dos 60 anos o ser humano já adquiriu a sabedoria necessária para fazê-lo refletir sobre o sentido da vida, mas por que devo concordar que essa é a melhor idade, se o corpo fica mais vulner…
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Melhor idade Há muito tempo se atribui a melhor idade à velhice, pois eu discordo. Depois dos 60 anos o ser humano já adquiriu a sabedoria necessária para fazê-lo refletir sobre o sentido da vida, mas por que devo concordar que essa é a melhor idade, se o corpo fica mais vulnerável às doenças? Pois bem, criei minha própria teoria, mas antes preciso apresentar meus argumentos... A melhor idade seria aos 5 anos? Não! Nesta etapa a criança tem muita energia, mas só sabe brincar e por vezes chora gratuitamente. Porém, há um detalhe relevante, ela não tem noção do que está acontecendo e não lembrará de grande parte dos fatos. Portanto, 5 anos não é a melhor idade! A melhor idade seria aos 18 anos? Não! É claro que é um período lindo, com muita vitalidade, beleza física em evidência, início da maioridade e sonhos a serem realizados. Certamente a memória será lembrada, contudo, o cérebro ainda não está totalmente desenvolvido e a chance de se tomar decisões erradas é muito grande. Conclusão, 18 anos não é a melhor idade! A melhor idade seria aos 35 anos? Não! Apesar do cérebro maduro, decisões mais assertivas, memória permanente, possível estabilidade financeira e relação afetiva sólida, o corpo já começa a dar o seu recado e a energia física não é a mesma. Obviamente, 35 anos não é a melhor idade! A melhor idade seria entre 45 e 59 anos? Não! Nesta etapa o ser humano está ensaiando momentos de sabedoria, sente-se bem resolvido em ter mais experiência de vida, eventualmente descobre-se como alguém necessário no trabalho e na família, soma-se realização profissional, independência financeira e bom relacionamento conjugal, mas o recado do corpo é mais alto e os estresses com os cuidados à saúde triplicam. Absolutamente, essa fase não é a melhor idade! Portanto, minha humilde opinião traz como a melhor idade o período entre 25 e 27 anos, eu diria, a era do ouro do ser humano, com vigor, pele macia, cérebro desenvolvido, chance de estabilidade financeira e emocional. O organismo pode até estar começando a envelhecer, mas ainda não é perceptível e a memória será para sempre. Um parêntese: Essa melhor idade pode ser subjetiva, pois cada fase da vida tem a sua essência e quem vai torná-la interessante somos nós, a partir de nossas escolhas e ações. Descubra qual é a sua melhor idade!!!

Tatiane da Silva Santos - Santarém PA