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24 frases nesta página

O café esfria, mas o teu olhar aquece A rua é igual, mas contigo tudo acontece Um passo na chuva, risos sem razão
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O café esfria, mas o teu olhar aquece A rua é igual, mas contigo tudo acontece Um passo na chuva, risos sem razão Cada instante vira uma canção - Frase da música Grandioso Assim do dj gato amarelo

dj gato amarelo
Repetição Há um lugar que é o centro de tudo e este lugar é em qualquer lugar. A consciência está em toda parte e se manifesta também aqui. O universo está dentro de um grão de areia e o grão de areia é o universo. O odor de terra molhada, o céu coberto de nuvens, as andorinhas…
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Repetição Há um lugar que é o centro de tudo e este lugar é em qualquer lugar. A consciência está em toda parte e se manifesta também aqui. O universo está dentro de um grão de areia e o grão de areia é o universo. O odor de terra molhada, o céu coberto de nuvens, as andorinhas se precipitando das alturas, tudo isso se repete pelas eras. Os músculos da minha mão se retesam para um estalar de dedos. Algo assim já faziam os antigos romanos quando queriam se despertar e eles o fizeram há séculos.

Rogério Por Diógenes
A Transparência da Alma Há momentos em que a vida, com sua delicada brutalidade, nos oferece revelações que não pedimos, mas que precisamos. Uma palavra fora de lugar, um gesto não intencionado, um áudio deixado ligado — e então, como num rasgo súbito na cortina da convivência,…
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A Transparência da Alma Há momentos em que a vida, com sua delicada brutalidade, nos oferece revelações que não pedimos, mas que precisamos. Uma palavra fora de lugar, um gesto não intencionado, um áudio deixado ligado — e então, como num rasgo súbito na cortina da convivência, vemos o que estava oculto: a ausência de verdade onde pensávamos haver afeto. A amizade, esse pacto silencioso entre almas, não se sustenta na frequência dos encontros nem na doçura das palavras. Ela vive — ou morre — na integridade dos gestos, na coerência entre o que se diz e o que se faz quando ninguém está olhando. A decepção, por mais amarga, é uma espécie de claridade. Ela não destrói: revela. E o que revela, liberta. Nietzsche dizia que “não é a falta de amor, mas a falta de amizade que torna os casamentos infelizes”. Podemos estender essa ideia a todas as relações humanas: é a ausência de autenticidade que corrompe os vínculos, que transforma o que era para ser abrigo em ameaça. Quando alguém nos mostra, mesmo sem querer, o que realmente habita seu coração, temos diante de nós uma oportunidade rara — a de escolher com mais sabedoria quem merece permanecer em nossa travessia. Escrever sobre isso é mais do que desabafar: é eternizar o aprendizado. É transformar dor em linguagem, e linguagem em ponte para outros que também caminham feridos, mas desejam curar. A escrita, quando nasce da verdade, é sempre um ato de generosidade. Que cada leitor que aqui chega encontre não apenas palavras, mas espelhos. Que se reconheça, se questione, se fortaleça. Porque a vida é breve, e o coração, sagrado. Que sejamos fiéis a ele — mesmo quando o mundo não for. "A amizade verdadeira é como o silêncio da noite: não precisa provar sua existência, apenas permanece, fiel, mesmo quando todos os sons se vão." Autor: Roberto Ikeda

Roberto Ikeda
No decorrer de certas noites, quando o tempo se mostra oportuno, cercado por uma escuridão densa, iluminado apenas pela luz da lua, fico em silêncio e passo a ter uma conversa sincera com Selene, dando voz aos meus pensamentos mais frequentes como se ela conseguisse ouvir todos e…
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No decorrer de certas noites, quando o tempo se mostra oportuno, cercado por uma escuridão densa, iluminado apenas pela luz da lua, fico em silêncio e passo a ter uma conversa sincera com Selene, dando voz aos meus pensamentos mais frequentes como se ela conseguisse ouvir todos eles Assim, prontamente, consigo ficar imerso em um momento particular, permitido por Deus, um dos meios da minha mente desabafar, estando diante de uma ouvinte perfeita, que a ouve atentamente lá do céu, sem expressar nenhum sinal de desconforto, ouvindo tudo até o final, um respeito desejoso E levando em conta o meu alívio mental, de acordo com um prisma lúdico, imagino que toda vez que conversamos, ela ouve e responde de uma maneira sábia a cada pensamento meu que decide falar sobre vários assuntos, paixão, rotina, sonhos, imaginação, amor e outras coisas da vida.

Jefferson Freitas.
Uma verdade que precisamos aprender: se estivermos sujos e vestirmos roupas limpas, continuaremos sujos. Por outro lado, se estivermos limpos e vestirmos roupas limpas, permaneceremos limpos até nos sujarmos novamente. Porque pecamos primeiro em nossos pensamentos, e isso é um fa…
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Uma verdade que precisamos aprender: se estivermos sujos e vestirmos roupas limpas, continuaremos sujos. Por outro lado, se estivermos limpos e vestirmos roupas limpas, permaneceremos limpos até nos sujarmos novamente. Porque pecamos primeiro em nossos pensamentos, e isso é um fato. 🕊

Poeta Pernambucano Fernando Matos
Entre Mensagens, Nasceu o Amor É estranho a sensação de se apaixonar por alguém que ainda não conheci pessoalmente, mas que nasceu virtualmente. A internet cria grandes possibilidades, inclusive a de amar. Conhecer você há apenas 55 dias fez com que eu me apaixonasse, e essa pai…
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Entre Mensagens, Nasceu o Amor É estranho a sensação de se apaixonar por alguém que ainda não conheci pessoalmente, mas que nasceu virtualmente. A internet cria grandes possibilidades, inclusive a de amar. Conhecer você há apenas 55 dias fez com que eu me apaixonasse, e essa paixão cresce a cada dia de conversa. Quando converso com você, Karen, tudo fica mais leve. Foi assim que me entreguei a um amor que não é físico, mas é real, sincero e presente. Um amor que, a cada dia, me dá mais coragem para atravessar minhas fronteiras até Goiânia, que hoje se tornou a cidade da minha paixão. Você me fez entender, mais uma vez, que o amor não escolhe pessoa nem cidade. E quando somos predestinados a encontrá-lo, ele chega com paz, leveza e calmaria, sem pressa, sem medo. Não é turbulento como a turbina de um avião, nem caótico como uma destruição. Ele é calmo como o vento e leve como o arco-íris. Esse é o amor que eu sinto quando converso com você, Karen. Você me fez enxergar novamente a dádiva do que é amar.

Yennefer
Ó grande aprendizado dá vida, é que nada dura para sempre, nada. Tristeza, felicidade, chuva, amor, vida, inverno, verão, outono e inverno, então tente ficar calmo. Se houver uma tempestade, amanhã será um dia ensolarado. Portanto, procure entender cada momento e o ciclo da vida…
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Ó grande aprendizado dá vida, é que nada dura para sempre, nada. Tristeza, felicidade, chuva, amor, vida, inverno, verão, outono e inverno, então tente ficar calmo. Se houver uma tempestade, amanhã será um dia ensolarado. Portanto, procure entender cada momento e o ciclo da vida por si mesmo, torne-se um ser humano melhor, e esteja preparado para cada momento, sendo que aproveitamos os momentos bons, e aprendemos a suportar os momentos ruins. Porque a arca de ouro está dentro de si mesmo e nao fora.”

Luciano Rodrigues
"Te dou meu coração... queria dar o mundo" Expressa um amor tão grande que o coração não basta – há uma vontade incondicional de oferecer tudo o que há de melhor, como se o universo inteiro fosse pouco para demonstrar o quanto a pessoa é valiosa. É a entrega total, onde o sentim…
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"Te dou meu coração... queria dar o mundo" Expressa um amor tão grande que o coração não basta – há uma vontade incondicional de oferecer tudo o que há de melhor, como se o universo inteiro fosse pouco para demonstrar o quanto a pessoa é valiosa. É a entrega total, onde o sentimento ultrapassa os limites do material. "Só me dará prazer, se viajar comigo, até nascer o sol" O prazer da vida só faz sentido quando compartilhado com quem amamos. A jornada é mais importante que o destino: mesmo nas noites mais longas, caminhar lado a lado até o amanhecer simboliza esperança, companheirismo e a alegria de construir momentos juntos. "SEGUINDO NO TREM AZUL" O "trem azul" é uma imagem poética de uma jornada que pode ser tanto real quanto metafórica – talvez um caminho de sonhos, liberdade ou um futuro que ambos constroem. O azul remete à profundidade dos sentimentos, à calma e à vastidão do que está por vir, enquanto seguir juntos representa a decisão de enfrentar tudo lado a lado. Em suma, o texto fala de um amor que oferece o impossível, encontra sentido na companhia e embarca numa jornada de esperança rumo ao novo.

Léia Coelho
Céu mágico, cativante, cujo azul é do tom do mar, um lugar incomparável, radiante, lá o forte encanto pela simplicidade não se perdeu, o impacto exultante da magia da arte espalhada por todos os cantos O imaginário certamente fica à vontade ao ponto de fazer imaginar que a bela…
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Céu mágico, cativante, cujo azul é do tom do mar, um lugar incomparável, radiante, lá o forte encanto pela simplicidade não se perdeu, o impacto exultante da magia da arte espalhada por todos os cantos O imaginário certamente fica à vontade ao ponto de fazer imaginar que a bela música “La vie en rose” chegou até as alturas e foi colorindo as suas nuvens incontáveis com bastante capricho em cada parte E assim, passaram a ter um rosa suave, apaixonante, nas suas formas e camadas, uma viagem emocionante graças a uma riqueza de detalhes, resultante de uma inspiração encantadora, de muita ludicidade.

Jefferson Freitas.
Os cadarços de Sophia “Não te falta força, porém cadarços amarelos para o sapatênis que não tem. Pois quem vive vida tão sofrida, morro acima, morro abaixo, com uma bacia de roupas na cabeça, não compra cadarços — cadarços amarelos — nem sapatênis, nem uniformes; muito menos pod…
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Os cadarços de Sophia “Não te falta força, porém cadarços amarelos para o sapatênis que não tem. Pois quem vive vida tão sofrida, morro acima, morro abaixo, com uma bacia de roupas na cabeça, não compra cadarços — cadarços amarelos — nem sapatênis, nem uniformes; muito menos pode ir à escola, como as crianças que não trabalham e podem estudar.” Diziam isso para a menina que chorava por cadarços amarelos, para o sapatênis que ficava na vitrine da loja de calçados, a um quarteirão e meio da escola. Escola esta particular, única na vila, de fama alta entre antigos e novos moradores da cidade por causa dos seus uniformes. Eram uniformes com pudor, de menina-moça de família, educada e de muita estima, pelo lindo e desenhado traje que usavam — principalmente o das meninas, de mangas longas e vestido, com sapatênis preto, todo padronizado. Apenas a cor dos cadarços variava: rosé ou vermelho, verde ou azulado. Era essa a razão do sonho de Sophia — um sapatênis fechado com o bendito cadarço amarelado. Era o sonho de Sophia comprar aqueles cadarços e, para isso, guardava seus trocados, que no trajeto do morro abaixo recebia da sua mãe, que com a menina repartia parte do pagamento: duas moedinhas de dez centavos pela tarefa cumprida, pelo esforço que fazia morro acima, carregando a trouxa de roupas e uma latinha. De três em três dias, duas moedas no fundo do pequeno cofre tiniam. Cofre para este fim feito, artesanalmente “arranjado”, de latinha de leite moça improvisada, com um adesivo amarelo pregado. Nele, estava escrita pela mãe da menina a única palavra por ela aprendida — palavra esta que Sophia também aprendera no caminho morro acima e, quando descia a ladeira morro abaixo, com fé, pronunciava o som da palavra a cada passo; e o significado de cada fonema embrulhava como se faz com um presente que ainda não chegou a hora de dar. Cadarço, que agora era o sonho de Sophia, já fora o sonho de sua mãe, que à escola nunca ia, pois uns cadarços, em vidas tão sofridas, nunca pôde comprar — muito menos sapatênis, uniformes e ir à escola estudar. Forças e sonhos todas as manhãs arrumava. Com o tinido de cada moeda no fundo da lata se motivava. Nunca desistiu da caminhada: morro acima, morro abaixo. Aprendeu que, na vida, tudo passa e que uma grande meta a ser alcançada traz, no começo, uma dificuldade danada. Primeiro os cadarços, depois o sapatênis, o uniforme e, por fim, a escola. Um passo atrás do outro, uma conquista de cada vez. Diziam para a menina que chorava por cadarços amarelos: “Sonhar primeiro com os cadarços, aprender com a dor de alguns laços, para daí adiante não se enrolar na vida como quem tropeçou nos próprios passos.” Para minha felicidade e admiração de sua mãe, anos mais tarde, quando voltei, dei de frente com Sophia. Em suas mãos não encontrei nem bacia nem latinha. Estava diferente. Diferente da menina que, morro acima, morro abaixo, repetia insistentemente a palavra alegria. A mesma palavra escrita naquela latinha, palavra ensinada pela mãezinha, razão que foi razão dos seus cadarços, do sapatênis, do uniforme e da escolinha. De hoje em diante, também me sento com os moradores da cidade para, com orgulho, olhar aquelas que, de uniformes tão admiráveis, caminham para estudar. Que vão e vêm todos os dias — em especial a minha menina de cadarços amarelos, única entre as demais. Aquela que vai cantando insistentemente a palavra alegria, porque desde cedo ela sabia que, na vida, não se realizam sonhos — muito menos se compram cadarços amarelos — sem alegria, razão dos cadarços amarelos, razão do sonho de Sophia.

J.S.Moura
Um Mestre para a Eternidade. Morre o Homem; nasce a Lenda. Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbo…
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Um Mestre para a Eternidade. Morre o Homem; nasce a Lenda. Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbosa do Nascimento atravessa agora o limiar do tempo humano para habitar a eternidade dos justos — daqueles que ensinaram não apenas normas, mas valores; não apenas leis, mas humanidade. Foi no alvorecer da década de 1990, em Teófilo Otoni, quando ingressei na Faculdade de Direito, que tive o privilégio raro de conhecer aquele que se revelou o mais completo professor de Direito Penal que Minas Gerais já produziu. O Dr. Geraldo Barbosa não ensinava códigos: formava consciências. Sua sala de aula era um espaço de reflexão ética, de densidade filosófica e de profundo compromisso social. Com sabedoria incomum, ensinava a ciência penal brasileira dialogando com o Direito Comparado, trazendo à vida autores clássicos e modernos, como o mestre espanhol Sebastián Soler, e tantos outros que encontravam, em sua voz serena, tradução viva e atual. O “Dr. Geraldinho”, como era carinhosamente chamado, possuía a rara virtude de tornar o complexo compreensível sem jamais empobrecer o conteúdo — sinal inequívoco dos grandes mestres. Sua atuação profissional foi marcada por ética inabalável, zelo acadêmico e distinção intelectual. Em tempos de superficialidade e pragmatismo raso, o professor Geraldo Barbosa era resistência: acreditava na função civilizatória do Direito Penal, na dignidade da pessoa humana e no papel do jurista como guardião da justiça e da razão. Hoje, o Direito brasileiro perde uma de suas maiores autoridades. A academia perde um farol. A sociedade perde um intérprete sensível da dor humana. Mas o céu — se houver salas de aula na eternidade — ganha um professor completo, incumbido de ensinar princípios éticos, valores morais e o verdadeiro sentido da justiça. Aos familiares, amigos, alunos e admiradores, ficam as mais profundas condolências e o abraço solidário diante dessa perda irreparável. Que encontrem conforto na certeza de que o professor Geraldo Barbosa do Nascimento não partiu: foi eternizado na memória jurídica, moral e humana de todos que tiveram o privilégio de aprender com ele. O mestre se vai. O legado permanece. E a ciência penal agradece, em silêncio reverente.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
Vários talentos naturalmente reunidos em uma pessoa incomparável, inesquecível, que desde menino já mostrava que havia vindo para este mundo para ser de fato surpreendente, de um jeito único, certamente, admirável, em diversas vertentes para diversos tipos de público Os seus pas…
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Vários talentos naturalmente reunidos em uma pessoa incomparável, inesquecível, que desde menino já mostrava que havia vindo para este mundo para ser de fato surpreendente, de um jeito único, certamente, admirável, em diversas vertentes para diversos tipos de público Os seus passos e o seu canto juntavam com maestria o lúdico com as suas músicas e assim, o palco logo era transformado em um lugar mágico, numa soma hipnotizante, cercado por sentimos profundos, corações acelerados por um entusiasmo fortemente contagiante, bastava um instante para ser memorável Tão aclamado, aplaudido e inevitavelmente marcante que a sua partida foi muito lamentável, mas não resultou na sua ausência definitiva, pois ele permanece cada vez mais vivo, bem representado, querido, então a sua história continua, não ficou no passado, o seu sucesso perdura, o Rei do Pop segue com o seu reinado.

Jefferson Freitas.
Autonimia interior, Leveza e Vitória íntima Vocês acham mesmo que alguém ou alguma coisa possa exercer força sobre mim?
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Autonimia interior, Leveza e Vitória íntima Vocês acham mesmo que alguém ou alguma coisa possa exercer força sobre mim? O saldo do dia é a consciência leve e o coração tranquilo, prontos para o recomeço de um novo aprendizado. Tudo isso nasce de uma entrega consciente, da fluidez com que escolhi conduzir a vida. Sem ego, sem armas, sem disputas, sem defesa para muitas coisas que não precisam ser defendidas. A vitória será sempre, ao final do dia, em um respirar profundo, nascido da certeza de que hoje eu venci mais um dia.

Admilson Nascimento Santana, O Poeta da vida