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24 frases nesta página

[Ultraviolenta] Eu traria o Sol até aqui, Só pra vê-lo fracassar,
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[Ultraviolenta] Eu traria o Sol até aqui, Só pra vê-lo fracassar, Atirado na lama, Envolto em sombras, Ofuscado por tua luz, Apagado por tua chama. Atrairia o Sol até aqui, Só pra vê-lo implorar, Desonrado em má fama, Caído no esquecimento, Ocultado por tua luz, Resfriado por tua cama. Eu trairia o Sol bem aqui, Só pra vê-lo agonizar Diante de ti, adorável tormenta. Desprezado por quem mais ama, Continue desumana contra mim, Siga desprezível e ultraviolenta. Apagado por tua chama, Diante de ti, adorável tormenta, Siga desprezível e ultraviolenta. (Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Bruno Michel Ferraz Margoni
Apaixonante calmaria numa voz acolhedora, que ecoa pelo quarto, livre igual um belo pássaro que voa pelo céu, um cochicho carinhoso, um canto baixo, cantado com amor em harmonia profunda com a paixão, recebendo também a razão o seu valor Como se fossem o esplendor da noite e do…
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Apaixonante calmaria numa voz acolhedora, que ecoa pelo quarto, livre igual um belo pássaro que voa pelo céu, um cochicho carinhoso, um canto baixo, cantado com amor em harmonia profunda com a paixão, recebendo também a razão o seu valor Como se fossem o esplendor da noite e do dia, do sol para o luar, um relacionamento afinado, num ciclo bastante inspirador, a emoção e a música conjugando o verbo cantar, juntas num mesmo tom, mas cada uma de um jeito particular Cena simples e despretensiosa que consegue inspirar através de uma linda canção cantada de uma maneira branda, sincera com a doçura e a intensidade do coração, que atrai a atenção sem agressividade, provando a junção da sua alma com a musicalidade.

Jefferson Freitas.
Deixo como legado à humanidade não riquezas perecíveis nem glórias efêmeras, mas um espólio moral forjado na integridade. Entrego ao tempo a ética como bússola, o comprometimento social como dever e a honradez como forma de existência. São princípios e valores que elevei à condiç…
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Deixo como legado à humanidade não riquezas perecíveis nem glórias efêmeras, mas um espólio moral forjado na integridade. Entrego ao tempo a ética como bússola, o comprometimento social como dever e a honradez como forma de existência. São princípios e valores que elevei à condição de bens sagrados, inegociáveis e fora do comércio dos homens. Não se curvam ao poder, não se rendem ao medo, não se vendem à conveniência. Que permaneçam como testemunho de que viver com dignidade é, em si, um ato de resistência e de eternidade.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
Gestos humanos Quando eu fechei a porta e saí à rua, percebi que considerava o que aconteceria como algo que já havia acontecido, o que era familiar, era um pé no futuro. Era como se tudo existisse de forma imutável: o passado seria o futuro. Daí veio uma nova consciência que de…
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Gestos humanos Quando eu fechei a porta e saí à rua, percebi que considerava o que aconteceria como algo que já havia acontecido, o que era familiar, era um pé no futuro. Era como se tudo existisse de forma imutável: o passado seria o futuro. Daí veio uma nova consciência que derreteu o que era sólido: a visão de um fluxo eterno no qual nada estava fixado. A percepção do movimento da minha mente agora, em que não há repetições. Tudo era novo, era o olhar de um recém-nascido. Eu comecei a caminhar pela calçada e vi que todos os meus gestos, a forma de caminhar, as expressões do meu rosto, eram apenas um teatro inconsciente. As minhas ideias, a minha forma de enxergar e de ouvir, a minha noção do tempo, eram apenas um formato, um figurino. Tudo para me manter dentro de um padrão reconhecível, assim os outros saberiam o que esperar de mim. Conseguia, então, suprir duas carências: confirmar os costumes e ter uma ilusão da minha identidade. Assim, os outros dizem quem eu sou. Isso é o máximo que temos para responder à pergunta. Claro que o que pensam sou eu que penso, portanto, eu sou os outros. Isso me deixou em dúvida, pois as pessoas fazem parte do fluxo interminável dos movimentos e como eu poderia saber o que pensam, se duvido da percepção? O tempo é a consciência desses movimentos e da sua constante dialética. O que é horizontal vira vertical e vice-versa. Na verdade, não existe uma mente. O que há é um pensamento que engloba este momento, a realidade.

Rogério Por Diógenes
Depois de naufragar em um momento muito desagradável, imprevisto, inevitável, solitário numa grande ilha de incertezas, sem nenhuma ajuda alheia à vista, estava muito desanimado, mas, Graças a Deus, a minha esperança se mantinha viva, E felizmente fui fartamente compensado ao av…
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Depois de naufragar em um momento muito desagradável, imprevisto, inevitável, solitário numa grande ilha de incertezas, sem nenhuma ajuda alheia à vista, estava muito desanimado, mas, Graças a Deus, a minha esperança se mantinha viva, E felizmente fui fartamente compensado ao avistar uma espécie linda de sereia, sorridente, que estava sobre a areia usufruindo de uma paz incomparável, beijada pelas águas de um lindo mar imenso que estava diante dela como se fosse um belo quadro em movimento A bênção de algo simples e de forte impacto que pude desfrutar no meu imaginário ativo, cena sublime, naquele lugar ensolarado, que antes representava a minha fraqueza, porém foi transformado em um paraíso, quando pude perceber aquela presença amável, de fato, imprescindível O cansaço físico e principalmente o da mente fazem parte da nossa vida, entretanto, a ludicidade também pode estar presente e fazer uma diferença bastante encorajadora, ótica lúdica que torna uma ilha deserta, aprazível, mais esperançosa, um canto paradisíaco, onde a fé se renova.

Jefferson Freitas.
O Brilho da Presunção No breu sem cores, onde a vista se cala, O cego estende a mão, sem receio, pronto a confiar. Sabe que a escuridão é lição que não fala, E no toque do guia, encontra o seu lugar.
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O Brilho da Presunção No breu sem cores, onde a vista se cala, O cego estende a mão, sem receio, pronto a confiar. Sabe que a escuridão é lição que não fala, E no toque do guia, encontra o seu lugar. Mas que força estranha aprisiona quem tudo enxerga, Na luz ofuscante, onde o ego se faz rei! A soberba é areia onde a verdade se esvai, E o caminho é negado por uma falsa lei. O cego, com o tato, reconhece o perigo, A alma, na sombra, aprende a se curvar. Já quem vê no claro, abraça o seu próprio inimigo: A vaidade que cega e que impede de avançar. Não é a ausência da luz que o passo impede, É o brilho da presunção que ao abismo conduz. O coração altivo em sua ilusão se excede, Prefere a própria sombra à luz que a cruz lhe traz. No fim, a verdade ecoa, simples e sombria: É mais fácil guiar um cego no escuro da noite, Do que uma pessoa que vê, mas na clara luz do dia, Escolheu ser dono da treva, e rejeitou o rumo e a sorte.

Tito Jorge
A falta que te amar me faz Por que pessoas boas morrem? Muitas com tantas coisas ainda pra ensinar ou aprender, para continuar repassando no passa e repassa da vida. Quantas catástrofes acontecem desde que o mundo nasceu? digo isto, com a mesma propriedade de alguém que inventou…
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A falta que te amar me faz Por que pessoas boas morrem? Muitas com tantas coisas ainda pra ensinar ou aprender, para continuar repassando no passa e repassa da vida. Quantas catástrofes acontecem desde que o mundo nasceu? digo isto, com a mesma propriedade de alguém que inventou a álgebra, com a certeza de que o que disse, era a solução para aqueles problemas tão complexos, inventados pela própria pessoa que dizia conhecer a solução, para o que ela mesma criou. E fácil assim, darmos razão para o que acreditamos ser certo, e é por isso que eu ouço, já a algum tempo a frase: tempo, ... tempo..., e ela vem de uma pessoa que eu admiro muito. E hoje eu senti uma coisa no peito, como o ardor sem bater, como o ferir sem corte. Sim, as palavras acertam de um jeito que até deixariam tonto napoleão, fato, aquele mesmo que perdeu a guerra; e junto com ele todos nós perdemos. Todos querem encontrar uma razão para ser feliz ou para permanecer nas sombras, e a mais pura verdade é que tem gente que admira a escuridão, sendo esta fantasiada pela falta de atitude e sim: a determinação não é para os bons, é para os espetaculares. Se o amor existe ainda ele tem que se manter espetacular e manter seu ibope alto, assim como o ódio, que só existe porque um dia houve amor ali. E quem anda contigo é que é o problema certo ou incerto da vida. Conhecer a si mesmo, é entender que nem tudo que está perto é alcançável, assim como o que está longe é seu e deve ser admirado por isto, porque a distância fere com a mesma intensidade do carinho, que vence, mais do que o amor. Sempre ouço de um homem qualquer de que amar é fácil, o difícil é gostar, porque permanecer com este sentimento é mais prazeroso do que o amor, que passa ... O gostar não, por isso que eu achava que eu dizer: "eu te amo" causaria impacto, mas soa como qualquer outra frase, até mais frágil do que eu pronunciar odiar, pois como eu disse antes: não existe ódio sem um amor ter sido destruído... .sem ter existido um amor.

Aida_lindha_lindha
O Trabalho como Fonte de Satisfação ou Necessidade: Embora o trabalho possa ser uma fonte de realização pessoal, ele também é, muitas vezes, apenas uma necessidade econômica, especialmente em contextos de subvalorização. No entanto, a busca por um trabalho que traga prazer e des…
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O Trabalho como Fonte de Satisfação ou Necessidade: Embora o trabalho possa ser uma fonte de realização pessoal, ele também é, muitas vezes, apenas uma necessidade econômica, especialmente em contextos de subvalorização. No entanto, a busca por um trabalho que traga prazer e desafios é um fator de felicidade humana.

Luciano Rodrigues
Quatrocentos Quadros por Segundo [Move-te e Viverás] Enquanto eles lutam
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Quatrocentos Quadros por Segundo [Move-te e Viverás] Enquanto eles lutam Para manter seu trono, Nós lutamos para destroná-los. Portamos as Armas Mais poderosas do Mundo, O Amor e o Conhecimento. É que eu nunca fui bom em nada, Então continuo tentando de tudo. Só há vida, em movimento. Move-te e viverás. A mais grandiosa De todas as conquistas, É a superação de si mesmo. Lembre-se, Que foram os Filósofos Que venceram os Mitos. Combatendo brutalidade Com pensamentos críticos, Reflexões sinceras Em meio aos gritos, Lembrem-se, Que foram os Filósofos Que acabaram com os Mitos. Nestes quatrocentos Quadros por segundo, Só há vida, em movimento. Portanto, move-te, Move-te e Viverás. (Michel F.M. - Altas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Bruno Michel Ferraz Margoni
O astronauta estava perdido, rodeado de vampiros anti matéria. Só podia contar com a ajuda do Zeus, o navegador mais velho, que estava com o traje de proteção intacto. Como não podiam se comunicar, Zeus lhe mandava imagens, o que só era possível naquela atmosfera inóspita. Só dep…
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O astronauta estava perdido, rodeado de vampiros anti matéria. Só podia contar com a ajuda do Zeus, o navegador mais velho, que estava com o traje de proteção intacto. Como não podiam se comunicar, Zeus lhe mandava imagens, o que só era possível naquela atmosfera inóspita. Só dependia do astronauta a sua libertação, intuindo e usando a inteligência para se safar daqueles farsantes multi rostos.

Rogério Por Diógenes
"Viajar no tempo" através das memórias, mantendo-se concentrado no presente e com expectativa no futuro. É como se o passado, o presente e o futuro se encontrassem na nossa mente, criando um paradoxo da identidade. Somos ao mesmo tempo o que fomos, o que somos e o que vamos ser..…
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"Viajar no tempo" através das memórias, mantendo-se concentrado no presente e com expectativa no futuro. É como se o passado, o presente e o futuro se encontrassem na nossa mente, criando um paradoxo da identidade. Somos ao mesmo tempo o que fomos, o que somos e o que vamos ser... Aproveite cada momento, pois ele já é parte da sua história e do seu futuro. Você é único nessa viagem no tempo. Rosinei Nascimento Alves Ótimo dia! Deus abençoe sempre. 🙏🏾 Tenhamos fé!

ROSINEI NASCIMENTO ALVES
Dois movimentos importantes. Levantar da cama e sentar na poltrona. A alma ainda está dormindo, mas o cigarro nos dedos impele a acordar. Em frente tem a mesa com livros entulhados, cobrando-me por um antigo hábito social. Ali ficam os resumos que eu não fiz. A mesa é a minha men…
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Dois movimentos importantes. Levantar da cama e sentar na poltrona. A alma ainda está dormindo, mas o cigarro nos dedos impele a acordar. Em frente tem a mesa com livros entulhados, cobrando-me por um antigo hábito social. Ali ficam os resumos que eu não fiz. A mesa é a minha mente, querendo fugir de mim mesma. Do lado da poltrona tem uma máquina de lavar roupas, lembrando-me que roupas não se lavam sozinhas. A cinza do cigarro é elegantemente empurrada para debaixo da cama. O coração do quarto é uma réplica de Monet, com cores saturadas. Mas Monet é Monet. Amor é sutil como uma metralhadora. Em silêncio parece até um carinho inocente, mas apontado para a cabeça parece um crocodilo perto do bote. O amor salva, mas quando o amor é distorcido, o amor mata, mata ilusões, rasga álbum de casamento e vira briga por pensão alimentícia. Melhor evitar. Calcule a profundidade da piscina antes de pular de ponta. Eu fui programada pelo DNA para repetir a mesma história 50 vezes, até encontrar uma resposta mais convincente. Eu não pedi para lembrar da minha biografia desde os três anos de idade. Então eu perdoo, mas esquecer jamais. E eu lembro a roupa que eu estava usando quando, trinta anos atrás, você foi tosco comigo. Mecanismo cognitivo. Eu não pedi para ter uma biblioteca de acontecimentos no meu cérebro. Coisas da vida. Eu estou apaixonada pelo síndico do meu prédio e estou dividida entre reclamar da taxa extra ou fingir que eu não sou pobre. Então ele é o mensageiro do desejo e o demônio da taxa extra. Eu não sei se é porteiro do destino amoroso, ou se é só roubo à mão armada mesmo. Dilema emocional: amor X boleto. Ainda estou digerindo a taxa extra com congestão. Enquanto eu me torturo com as dívidas, o síndico encosta o braço no meu e eu me apaixono. Perdi a briga e voltei para casa com um boleto cor de rosa com formato de coraçãozinho. Eu sou excêntrica, não é para chamar atenção. É transtorno mental mesmo. Com direito a sair do meu apartamento, pegar uma vassoura e ir varrer a rua. Gari por um dia. Mas o chão ficou limpinho e meu tédio saiu satisfeito. Eu fumo. Muito. Muito. O cigarro é extensão da minha boca. Mas eu fumo tão elegante que o enfisema pulmonar acha bonito. Nada como tomar quatro ansiolíticos para a vida ficar mais leve. Hoje eu lavei dois copos, não me chame de inútil. Eu tenho uma doença que todo mundo acha engraçadinho: bipolaridade. É tão engraçado, a pessoa surta, esquece até o próprio nome e depois tem depressão e quer se matar. Engraçado, né!? O brasileiro tem ótimo senso de humor. Pena que eu não posso rir junto, porque estou ocupada tentando sobreviver. Bom mesmo é se alienar em seita. Você entra tomando chá alucinógeno e sai com três diagnósticos psiquiátricos. Como diz a seita: “luz, paz e amor”. Explica essa dinâmica para a clínica psiquiátrica, porque lá a meditação é “salve-se quem puder”. Eu me salvei com algumas escoriações no corpo. E agora o mantra é: “dois pesos, duas medidas”. Chá alucinógeno? Não, prefiro água, por gentileza. O amor é patético, mas eu não tenho lugar de fala, porque eu me apaixono na velocidade da luz. Porque o síndico encostou no meu braço por três segundos e eu estou há semanas falando dele. O amor é o ridículo mais lindo que existe. Eu até tomei banho hoje, com direito a passar batom. Eu sou mais inteligente que a média das pessoas. E a modéstia me obriga a me defender para não parecer vaidosa nem pretensiosa. Eu li Nietzsche e ele não tem pudor de exaltar suas qualidades. Então eu sou mais inteligente, mas não fique triste, você é legal — vou até te dar um biscoitinho.

Monalisa Ogliari