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24 frases nesta página

"Eu posso perder tudo na vida, mas que não me falte a fé, porque, sem fé é impossívelagradar a Deus"
Evangelista Raoney Amorim
Acordo. Não levanto. Prolongo o momento de despertar como quem escreve sem querer chegar ao final. O telefone toca. É minha irmã, lembrando-me de tomar os meus remédios. Sou obrigada a levantar para celebrar a rotina diária de quem tem uma doença crônica. Mas isso não importa mai…
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Acordo. Não levanto. Prolongo o momento de despertar como quem escreve sem querer chegar ao final. O telefone toca. É minha irmã, lembrando-me de tomar os meus remédios. Sou obrigada a levantar para celebrar a rotina diária de quem tem uma doença crônica. Mas isso não importa mais. A doença virou cotidiano abstrato. Hoje acordei me sentindo melhor do ontem, o que me apraz. Véspera de Natal e troco comemorações por um silêncio que não me incomoda no momento. Eu observo os quadros que eu pintei. E me agrada o que vejo. Bom sinal. Hoje não quis rasgar os livros, pelo contrário, tirei alguns minutos para organizá-los na estante. E se ontem blasfemei, hoje fiz uma canção de fé. Deus se misericordioso é, perdoa minhas oscilações de humor. Deus não precisa de mim. Eu preciso de Deus. Preciso que cada poro do meu corpo respire a presença divina, para me colocar de pé e caminhar meu passo exato. Se ontem me fartei de ironia, hoje acho uma forma de expressão pueril. Sim, estou séria e não me cabe brincar com as palavras, nem querer profanar o sagrado. Se profano o sagrado, profano a mim mesma. E hoje será noite de Natal. A Bíblia está aberta em cima da mesa e lerei, não porque é Natal, mas porque busco a fé que me falta. Estou cansada de escrever o grotesco, negando minha própria natureza, que é farta de afetos, ainda que solitários. Hoje o maior dos homens será homenageado. Jesus, grande pacificador, e eu, centelha do seu amor.

Monalisa Ogliari
Eu penso na vida e a vida pensa em mim, como um fogo que acende e mantém a chama. A vida o que é, senão dias que se repetem? Acontecimentos triviais, alegrias e tristezas. E sem saber o porquê estou eu aqui caminhando nesse solo, que é o solo de todos. O que sou? Uma causalidade…
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Eu penso na vida e a vida pensa em mim, como um fogo que acende e mantém a chama. A vida o que é, senão dias que se repetem? Acontecimentos triviais, alegrias e tristezas. E sem saber o porquê estou eu aqui caminhando nesse solo, que é o solo de todos. O que sou? Uma causalidade biológica? O encontro fugidio de dois corpos? E eu me prosto a Deus, sabendo que minha fé é tão pequena, que precisa de livros que a traduzam. Eu admito ser menor do que mim mesma. Um corpo robusto e uma mente famigerada de perguntas. Livros e mais livros. E se leio é mais por vaidade do que interesse genuíno. Quem ousaria expor assim sua própria fraqueza? Educada sim, eu sou. Mas é uma educação polida, construída socialmente. Eu te trato bem, porque é bonito para mim. E então a vaidade novamente fala por mim. Não nego que tenho afeto genuíno, por pessoas que cabem nos dedos de uma mão. Os demais são uma massa amorfa que aumentam as filas no supermercado. Não sou rica, mas também não sou pobre. Mas sou pobre o suficiente para me achar rica. Eu me isolo, para as pessoas se culparem por ter me abandonado. Sim, atrás da minha voz doce há crueldade inimaginável. E o grande paradoxo: eu sou mesquinha, vaidosa e egoísta. Mas escolho a gentileza como filosofia de vida. Eu posso ser má, mas eu escolhi a bondade para viver nesse mundo. Sou porto seguro e um ombro amigo e sincero para todos os momentos. Eis a minha humanidade."

Monalisa Ogliari
Quando ele chega Quando ele chega, me desatina.
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Quando ele chega Quando ele chega, me desatina. Bagunça meus silêncios e enche meu coração de uma alegria que não cabe. Eu olho aqueles olhos, o sorriso de canto, a preocupação desenhada no rosto, e nasce em mim a vontade simples e urgente de agarrar e não soltar mais. Somos tão diferentes. É isso que enlouquece. É isso que chama. Ele é sério, carrega o mundo nos ombros, histórias pesadas, dias longos. Ela é uma menina com idade de mulher, cheia de sonhos, cheia de sentir. Mas quando a gente se olha, nada disso importa. O tempo para. As defesas caem. A gente se completa no que falta, no que sobra, no que silencia. Mesmo distante, há um fio invisível que nos prende, que nos reconhece. E é ali, nesse espaço entre nós, que mora o amor da minha vida.

Debora Santos
NATAL O Natal é um fenômeno mundial e parece não ter fim na mente humana. É contagiante, intrigante e faz com que pensamentos bons fluam pelo nosso corpo, independentemente das circunstâncias. Vem como um feromônio da felicidade, se é que esse termo pudesse existir.
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NATAL O Natal é um fenômeno mundial e parece não ter fim na mente humana. É contagiante, intrigante e faz com que pensamentos bons fluam pelo nosso corpo, independentemente das circunstâncias. Vem como um feromônio da felicidade, se é que esse termo pudesse existir. O Natal torna-se um verdadeiro espetáculo de luzes, enfeites e alegrias. É uma paz que sabemos ser passageira, mas que, ainda assim, nos envolve de forma intensa, quase eletrizante — e isso é sentido por todos nós. São milhares de histórias: muitas tristes, outras tantas, profundamente alegres. Tudo começa no início do ano, quando o pensamento já se povoa da expectativa pelo próximo Natal. Ao longo dos meses, essa espera se estreita e, de repente, percebemos que ele se aproxima. Às vezes até esquecemos — talvez pelo cansaço do dia a dia, pelos problemas constantes, pelas decepções marcantes. Mas, no final de cada ano, o Natal explode, recarregando a bateria humana com sorrisos que não chegam apenas aos olhos, mas à alma. Mãos se unem, lembranças passam como filmes na mente, e surge a esperança de que pequenas mudanças possam gerar felicidades duradouras. Acredito nesse Papai Noel. Não no velhinho barbudo e de barriga grande — esse conceito deixo para a pureza das crianças. Acredito, sim, no ser humano existencial: naquele que olha para as crianças carentes e acalma seus corações; que enxerga famílias humildes e oferece força e determinação; que percebe o amigo que precisa de ajuda — nem sempre financeira, muitas vezes apenas um “olá”, um sorriso, um aperto de mão. E há também os invisíveis e tristes. Eles precisam de apoio, de conselhos e, às vezes, apenas de um abraço cheio de amor. Vivemos em um mundo lindo, mas que nem sempre é cuidado como deveria. Há falhas, e o tempo é curto. Muitos estão desesperados por proteção, por afeto, por um turbilhão de carinhos, por ter um rosto a quem chamar de amigo — o protetor. Que neste Natal o improvável e o impossível se realizem, até porque o contrário já é certo. Que a cura aconteça em todas as situações, pois milagres e transformações ainda são possíveis. Que cada um tenha o seu Papai Noel. Que cada um tenha o seu Natal. Que cada um viva um Natal cheio de luzes multicoloridas, e que a paz se instale no mundo inteiro, trazendo serenidade e esperança. Vamos relaxar, porque outras tempestades virão, outras tristezas nos alcançarão e lágrimas ainda rolarão pelo nosso rosto. Mas basta lembrar: a virada do ano chega, e o próximo sempre pode ser melhor. Enfim, é isso que desejo: um mundo colorido, risos sinceros, abraços cheios de musicalidade e um ar que cheire à vida — à vida feliz.

Yonne Moreno
É curioso como o todo se dissolve e se transforma em um tudo incerto. Peço uma pausa —
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É curioso como o todo se dissolve e se transforma em um tudo incerto. Peço uma pausa — a cabeça gira, e o medo encontra morada. O amor, outrora suave, capaz de embalar o coração, até aquele que nos lança à vertigem do “te amo”, perdeu o encanto e virou eco vazio no mundo. Antes, era açúcar cobrindo a alma; hoje, carrega um amargor silencioso, que caminha junto ou nos espera, paciente, em algum ponto do tempo.

Yonne Moreno
Não existe mais romantismo nas palavras, né? Já não se usa vírgula para respirar... nem ponto final para encerrar. Nem exclamação para vibrar! Nem interrogação para questionar o coração. O amor perdeu as pausas delicadas, a emoção pulsante, o cuidado sutil e até o sentido profu…
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Não existe mais romantismo nas palavras, né? Já não se usa vírgula para respirar... nem ponto final para encerrar. Nem exclamação para vibrar! Nem interrogação para questionar o coração. O amor perdeu as pausas delicadas, a emoção pulsante, o cuidado sutil e até o sentido profundo. Português: zero. 😅

Ivo Mendes Morais
Último domingo de 2025 Faltam três dias para o ano novo. É tempo de faxina: limpar o que não nos serve, na vida, em casa e por dentro. Alguns sentimentos não precisam seguir para 2026. É tempo de cura, de renovação, de esperança e de gratidão. Que sigam para 2026 apenas o bem qu…
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Último domingo de 2025 Faltam três dias para o ano novo. É tempo de faxina: limpar o que não nos serve, na vida, em casa e por dentro. Alguns sentimentos não precisam seguir para 2026. É tempo de cura, de renovação, de esperança e de gratidão. Que sigam para 2026 apenas o bem que trazemos no peito, a paz que aprendemos a cultivar por dentro e a positividade que ilumina os dias. Que façamos do próximo ano menos sobre esperar e mais sobre escolher: escolher paz, escolher cuidar de si, escolher seguir. Que saibamos fechar ciclos com amor e abrir portas com coragem. Que 2026 encontre em nós um coração mais leve e uma fé mais viva. Que o novo ano comece limpo e cheio de sentido. O resto, deixamos em 2025. Josy Maria 28/12/2025 Frases, textos e citações by Josy Maria

Josy Maria
Amor é luz! Nem sei como começar, mas vamos lá. Nem sempre vejo seus olhos abertos; é que, quando eles se fecham, uma história surge — e nela a divindade te acompanha para me conhecer. Não se preocupe, o pior já passou.
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Amor é luz! Nem sei como começar, mas vamos lá. Nem sempre vejo seus olhos abertos; é que, quando eles se fecham, uma história surge — e nela a divindade te acompanha para me conhecer. Não se preocupe, o pior já passou. Lembro do ontem. Ontem você estava descalço, e isso me deixava triste, até porque milhares de calçados já eram seus. Foi uma covardia a punição do mestre! Não importa, sei que você esqueceu tudo isso. Quanto a mim, me sinto um gatinho à procura do seu dono, perdido em um mundo de luzes douradas que brilham intensamente, mesclando o ar. No agora, não dá mais para ocultar: você é um ser de luz. Olhando novamente para o ontem, pensamentos surgem. Sei que você deve estar em algum lugar e vai aparecer como uma luz intensa — e talvez não vá mais me reconhecer. Mas acredito que, no seu mundo atual, a sensação do amor é diferente: maior, mais profunda, mais intensa. Eu sinto tudo; isso está no meu ar.

Yonne Moreno
Caótica Paixão Embaralhados pensamentos, Caótica paixão;
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Caótica Paixão Embaralhados pensamentos, Caótica paixão; Sempre que a vejo Arde logo o coração Será que é amor , desejo ou solidão? É carência, verdadeiro ou apenas uma transição? Transito nas ideias e me bate uma questão; Vale a pena me entregar ? E ficar em tuas mãos ? Algo é certo Pelo bem coração Não se negue meu amor, Diga sim a essa paixão. O espinhos são normais As turbulências são inevitáveis Quando falo de ti Meu peito pulsa de saudade; Saudade de como começou , Prendo - me a este começo Logo não vejo o escuro Apenas o teu cheiro Chama - me de amor Que a tristeza eu desconheço.

Kauê Costa - Poesias
Aquela canção Quando meus olhos percorreram o caminho até você e te viram andando,
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Aquela canção Quando meus olhos percorreram o caminho até você e te viram andando, correram para observar, e não para criticar. O rascunho que era o seu amor, algo inacabado, estrelado por si só, onde a mim cabia apenas observar. O que saiu da minha boca, nos lábios, resumiu-se em canção: não triste, porém necessária. Ela ecoou na noite fria e escura, enquanto eu me consolava nas mãos que meus braços sentiram, e minha alma ecoava a mais triste canção.

Yonne Moreno
falar é fácil agora sentir não pedem desculpas como se mudasse algo mas é como partir um prato e pedir desculpa o prato não vai voltar ao normal e pedir desculpas a uma pessoa não vai mudar o facto que doeu e que pareceu que nos estavam a arrancar o coração a vida tem altos e b…
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falar é fácil agora sentir não pedem desculpas como se mudasse algo mas é como partir um prato e pedir desculpa o prato não vai voltar ao normal e pedir desculpas a uma pessoa não vai mudar o facto que doeu e que pareceu que nos estavam a arrancar o coração a vida tem altos e baixos e por vezes parece que não tem saída um relacionamento é feito a dois não a um e se só uma pessoa tentar não é amor claro que todos temos maneiras deferentes de demonstrar e todos temos maneiras diferentes de agir ás situações errar é humano ninguém é perfeito mas se pensasse mos antes de falar ou pensasse mos antes de agir se calhar evitava mos tanta coisa mas nada na vida acontece por acaso tudo na vida tem um propósito, ninguém aparece na nossa vida por acaso ás vezes aparecem para aprendermos , ás vezes para crescermos… tudo o que acontece na nossa vida e todas as pessoas que aparecem nela é uma lição é um propósito temos de deixar fluir Deus tem algo muito grande e bom guardado para nós deixa tudo nas mãos de Deus ele sabe o que faz confia nele vai tudo ficar bem a seguir de uma tempestade vem um dia cheio de sol e os dois misturados dão um arco-íris não se esqueçam

Jooanamattos_1117767
Pode ser de fato uma boa garota, uma mulher delicada e bonita, porém, não deve ser subestimada, pois além da sua beleza e da sua integridade, a sua espontaneidade também é muito sedutora, desprovida de ingenuidade, Nos seus olhos, é possível perceber audácia, amor, gentileza e q…
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Pode ser de fato uma boa garota, uma mulher delicada e bonita, porém, não deve ser subestimada, pois além da sua beleza e da sua integridade, a sua espontaneidade também é muito sedutora, desprovida de ingenuidade, Nos seus olhos, é possível perceber audácia, amor, gentileza e que as suas emoções são calorosas assim como uma noite apaixonante e intensa, cuja essência é amável e atrevida, elegante e sem vulgaridade Apenas algumas peculiaridades interessantes de uma venustidade surpreendente, já que nem tudo precisa ficar exposto, faz bem um ar de mistério semelhante ao que é descoberto nas entrelinhas de um poesia provocante.

Jefferson Freitas.
O Eco dos Anos No limiar da meia-noite, o calendário curva-se novamente, dissolvendo um ano em fumaça fina que escapa entre os dedos.
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O Eco dos Anos No limiar da meia-noite, o calendário curva-se novamente, dissolvendo um ano em fumaça fina que escapa entre os dedos. Não é o tempo que foge; é o eco que persiste. Gestos repetidos como versos de poema gasto, pensamentos sulcados na alma, conversas nascidas velhas, pesadas pelo não dito. Somos espelhos rachados. Nelas reflete o mesmo espírito: felicidade oca em dias cinzentos, palavra de dicionário que evade a pele. Buscamos reflexos polidos, amores distantes, palavras que enchem o silêncio sem tocá-lo. Num descuido ou graça súbita, abrimos a porta da casa interior. Ali, o caos negado: silêncios empilhados como móveis quebrados, sorrisos mofados no escuro, danças paradas no meio do giro. As máscaras fundiram-se à carne. Não sabemos onde acaba a encenação e começa o real. Avarentos com o coração, sabotamo-lo por uma longevidade ilusória, adiando o encontro essencial como se a morte negociasse prazos. Vivemos à espera — do fim do dia, do brinde vazio, da distração que cala a voz insistente: a vida não avisa o fim. Quando a poeira baixa, o novo ciclo surge não como promessa, mas pergunta austera: será possível, num lampejo lúcido, acolher os cômodos vazios da alma? Nesta virada, dispense jantares fartos e sorrisos falsos. Chame-me apenas — para saber se estou bem. Chame para a reciprocidade nua, para aprender, devagar, empatia, generosidade, resiliência — e as palavras que brotam no caminho, sem performance. Voltemos ao templo que somos: casa de sentimentos em pedra antiga e luz trêmula. Com mãos lentas, sem julgamento, varramos o ressentimento cristalizado, lavamos janelas embaçadas, deixamos o vento renovar. Que nossas verdades ecoem no outro, vulnerabilidade vire ponte de mãos estendidas. Não reerga o edifício todo. Entreabra uma janela, deixe a luz cortar a poeira, lembre: dançar é possível entre escombros, peito partido, eco persistente. Que o templo seja morada, não prisão. Ao limpá-lo, na poeira e luz tímida, encontremos o espaço onde a reciprocidade inspire Que os anos traga não felicidade premiada, mas honestidade à criatura teimosa que, apesar de tudo, escolhe estar... Ysrael Soler

Israel Soler