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24 frases nesta página

[DRY, que seja enquanto Flor ou as Fábulas do Rei da Selva e a Princesa Pernambucana] Contigo, sempre aprendo, Mais do que ensino.
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[DRY, que seja enquanto Flor ou as Fábulas do Rei da Selva e a Princesa Pernambucana] Contigo, sempre aprendo, Mais do que ensino. Contigo, sempre aprendo mais, Do que ensino. A poesia jamais será Tão extraordinária, Quanto a pessoa que a inspirou. Onde o sol se esconda tarde E as estrelas brilhem cedo, Na paisagem sem igual. Parece incrível, né ?! Mas é muito melhor Do que parece. Sendo este meu parecer final. O mundo vale a pena, A vida vale a luta, Que seja enquanto flor. Quem precisa de sonhos ?! Quando temos a vida diante de nós. E nessa peça você me inclui; Hoje, eu só tenho o que sou. Amanhã, não terei nada além do que fui. A insistência nos liberta, A existência não se engana, Nas Fábulas do Rei da Selva E a Princesa Pernambucana. Sorrindo, sorrindo, Que seja enquanto flor, Assim seguimos, florindo. (Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Bruno Michel Ferraz Margoni
Quando a Barbárie Clama por Justiça: A Necessidade de Reconhecer os Maus-Tratos a Animais como Crime Hediondo Fundado em argumentos jurídicos sólidos e irrefutáveis — especialmente diante da gravidade extrema da conduta, do elevado grau de censurabilidade social e da necessidade…
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Quando a Barbárie Clama por Justiça: A Necessidade de Reconhecer os Maus-Tratos a Animais como Crime Hediondo Fundado em argumentos jurídicos sólidos e irrefutáveis — especialmente diante da gravidade extrema da conduta, do elevado grau de censurabilidade social e da necessidade de reafirmação ética do Direito Penal — o Professor Jéferson Botelho propõe levar ao Congresso Nacional uma reflexão legislativa inadiável: a elevação dos crimes de maus-tratos contra animais à categoria de crimes hediondos. A proposta repousa nos pilares constitucionais da razoabilidade e da proporcionalidade, compreendidos não como instrumentos de leniência, mas como mecanismos de justiça material, aptos a proteger bens jurídicos sensíveis e a conter a banalização da violência. A crueldade contra animais não é um ato isolado ou menor; é, antes, um sintoma de degradação moral, um ensaio da barbárie e uma afronta direta à civilização jurídica. Nesse sentido, a classificação dos maus-tratos como crime hediondo impõe consequências jurídicas compatíveis com a repulsa social que tais práticas despertam, dentre as quais: a vedação de fiança, a proibição de indulto, graça e anistia, a ampliação do prazo de prisão temporária para 30 (trinta) dias, bem como o endurecimento dos critérios para progressão de regime, em consonância com o sistema penal vigente. Trata-se de uma resposta estatal firme, necessária e pedagógica, destinada a romper o ciclo da impunidade e a reafirmar a centralidade da dignidade da vida — humana e não humana. Mais do que punir, a proposta pretende educar, prevenir e civilizar, reafirmando que o Estado não pode ser indiferente à violência gratuita, sob pena de legitimar a crueldade como linguagem social aceitável. Onde o Direito se cala, a barbárie avança; onde o Direito se impõe com equilíbrio e firmeza, a sociedade se preserva.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
Três são os tipos de homem que caminham sob o sol. Há aquele que nada compreende; há aquele que não compreende, mas deseja compreender;
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Três são os tipos de homem que caminham sob o sol. Há aquele que nada compreende; há aquele que não compreende, mas deseja compreender; e há aquele que se entrega ao mau caminho e dele faz morada. O primeiro, ainda que aja, não discerne o fim de seus atos. Faz por fazer, sem visão nem propósito. Abomina o crescimento, pois crescer lhe exige esforço; é lento no espírito, pesado no ânimo e murmura contra tudo que o cerca. O segundo é inquieto de alma. Não entende, mas pergunta. Não sabe, mas procura. Refaz o que quebrou, quebra o que construiu e torna a levantar, ainda sem aplauso nem reconhecimento. Busca sentido no que faz e sofre por não ser visto, ainda que siga adiante. O terceiro é homem de ruína. Difama com a língua, calunia com o olhar, usurpa com as mãos e envergonha até os próprios dias que vive. Mas bendito é o homem que não compreende e, ainda assim, busca entender. Pois ele não se chama sábio, mas não se considera vazio. Sabe que lhe falta muito, ainda que para outros não baste. Ele tenta se ajustar, mesmo quando o mundo não lhe concede lugar. E nessa busca, ainda que imperfeita, há mais beleza do que em toda falsa sabedoria.

Hysheller Policarpo
Desratificação do Setor Público O Brasil necessita, com urgência, de um banho civilizatório, que não se traduza em autoritarismo, mas em compromisso ético, jurídico e institucional com os valores fundantes da República. A segurança pública confiável nasce da educação, da cultura…
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Desratificação do Setor Público O Brasil necessita, com urgência, de um banho civilizatório, que não se traduza em autoritarismo, mas em compromisso ético, jurídico e institucional com os valores fundantes da República. A segurança pública confiável nasce da educação, da cultura, da justiça eficiente e, sobretudo, da erradicação da corrupção que drena recursos, destrói políticas públicas e mata silenciosamente. A “desratização” da vida pública significa retirar de circulação — pelos meios legais e constitucionais — os bandidos de todas as etiquetas: dos gabinetes refrigerados aos becos esquecidos, dos colarinhos brancos aos uniformes manchados pela desonra. Significa reafirmar que o poder público não é trincheira de privilégios, mas instrumento de realização do bem comum.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
Combate à Corrupção A normalização da corrupção revela um fenômeno ainda mais grave: a erosão da consciência coletiva. Quando práticas ilícitas deixam de causar indignação social, instala-se o que Hannah Arendt denominou de “banalidade do mal”, agora adaptada ao contexto adminis…
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Combate à Corrupção A normalização da corrupção revela um fenômeno ainda mais grave: a erosão da consciência coletiva. Quando práticas ilícitas deixam de causar indignação social, instala-se o que Hannah Arendt denominou de “banalidade do mal”, agora adaptada ao contexto administrativo e político. O Direito, que deveria funcionar como barreira contra o arbítrio, frequentemente é manipulado para legitimar injustiças, blindar poderosos e criminalizar seletivamente. A polarização ideológica extremada, por sua vez, atua como cortina de fumaça, desviando o debate público de questões estruturais e fragmentando a sociedade em campos inimigos, incapazes de dialogar. Nesse ambiente, a democracia se enfraquece, pois o dissenso saudável é substituído pelo ódio, e a crítica racional cede espaço à militância acrítica.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
A Urna Veio? Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?” À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo,…
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A Urna Veio? Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?” À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou. Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa. A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo. Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo. Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora. A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável. No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome). Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna. A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio. É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.

Ramos António Amine
Hoje a tristeza, velha companheira das noites escuras, veio vestida de gala, com vida social agitada. Trouxe a esperança, para que eu nunca desista. Trouxe a melancolia, para eu agradecer os dias de sol. E trouxe a incerteza, para confundir minhas verdades. Eu a recebi como quem…
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Hoje a tristeza, velha companheira das noites escuras, veio vestida de gala, com vida social agitada. Trouxe a esperança, para que eu nunca desista. Trouxe a melancolia, para eu agradecer os dias de sol. E trouxe a incerteza, para confundir minhas verdades. Eu a recebi como quem cumprimenta uma amiga antiga, que senta na sala em silêncio e registra as perguntas que meus olhos fazem. Eu não servi à tristeza um copo com lágrimas, porque o coração estava seco, em seu modo mais bruto. Não pude ignorá-la, já que ela era robusta e ocupava metade da sala, e boa parte do meu ser. Por educação servi um prato de ilusão, que eu tinha em fartura. Deixei escapar algumas palavras "é isso mesmo", "é só se resignar". Ela prontamente recusou minha tentativa de racionalizar, de tornar lógico o absurdo. E eu respondi ríspida "eu não devo explicações a você". Então ela sorriu, como quem coloca os pés em cima da mesa. Eu ignorei sua vulgaridade. Melhor colocar os pés em cima da mesa, do que no meu coração. Ficamos caladas, como quem de repente se estranha. Ela continuava uma presença muda, enquanto eu falava frases aleatórias. Ela não me amedrontava. Era visita frequente, dessas persistentes. Ela trouxe fotos de pessoas felizes, certamente para me humilhar. Eu respondi na defensiva "eu também já fui feliz", "fotos são apenas cenas congeladas". Ela sorriu irônica. Eu forcei um sorriso cinza, para mostrar que eu também tenho dentes, inclusive caninos. Eu abri um livro e li em voz alta um poema. Um poema certeiro e brutal. A tristeza se sentiu ameaçada. E foi vingativa. Falou a palavra "amor", como quem me lembra da ausência desse sentimento em minha vida. Eu me calei, cansada de argumento, apenas virei o rosto e pronunciei "agora tanto faz". E chorei. A tristeza sentiu que triunfou, mas eu enxuguei as lágrimas e coloquei para tocar minha música preferida. A música me tocou profundamente. Eu faleu "como é incrível a arte". E lentamente adormeci. Sonhei com um quadro de Monet, com acordes e melodias. Acordei no dia seguinte, meio sonolenta, e o sol raiava no horizonte. Sozinha na sala eu tomei um café quente e despertei para o dia.

Monalisa Ogliari
Cada vez mais por conta de uma internet sem regras e sem controle, principalmente no ocidente, o mundo inteiro está cada vez mais cheio de tarados, desajustados e sociopatas transvestidos em crianças e adolescentes. A certeza da impunidade pela menor idade, incentiva e glorifica…
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Cada vez mais por conta de uma internet sem regras e sem controle, principalmente no ocidente, o mundo inteiro está cada vez mais cheio de tarados, desajustados e sociopatas transvestidos em crianças e adolescentes. A certeza da impunidade pela menor idade, incentiva e glorifica de uma forma doentia e bastarda, estes animais selvagens em forma de gente. As exposições feitas por publicações documentais na internet chancelam ainda mais as perversões da crueldade contra a vida e a diversão do sofrimento e morte, nos graves e perturbadores desajustes comportamentais destes pré-humanos. Algo precisa ser feito.

Ricardo V. Barradas
Governador Valadares — Cântico de uma História Imortal Governador Valadares, chama eterna, Oitenta e oito anos de glória e destino,
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Governador Valadares — Cântico de uma História Imortal Governador Valadares, chama eterna, Oitenta e oito anos de glória e destino, Cidade moldada em tempo e esperança, Esculpida no sopro divino. Figueira do Rio Doce, berço primeiro, Raiz profunda de nobre origem, Onde a memória planta sua semente E o futuro aprende sua vertigem. Sob as sombras do Ibituruna altivo, A cidade repousa em proteção, Montanha-sentinela dos sonhos E guardiã do coração. Nas águas líricas do Rio Doce, Corre a poesia da vida em flor, Reflexo de lutas e conquistas, Espelho de fé e amor. Ilha dos Araújos, exuberância viva, Jardim onde o tempo desacelera, Refúgio de verde e harmonia, Canção que o vento reverbera. Avenida Brasil, pulso urbano, Ritmo moderno da tradição; Praça dos Pinheiros, doce poesia Que embala a imaginação. Pracinha de Lourdes, ternura serena, Onde a memória aprende a rezar; Espaço onde a cidade encontra Silêncio, saudade e altar. Governador Valadares, cidade imortal, Orgulho de Minas e do Brasil; Teu nome ecoa na história do tempo Como um verso forte e sutil.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
Sociedade celeste, belas constelações coexistindo, artes fascinantes, luminosidade veemente, uma mesma origem, muito mais do que uma mera existência, que permitem diversas reflexões que transcendem os limites da ciência Providas de uma profundidade evidente, de emoções vivas, in…
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Sociedade celeste, belas constelações coexistindo, artes fascinantes, luminosidade veemente, uma mesma origem, muito mais do que uma mera existência, que permitem diversas reflexões que transcendem os limites da ciência Providas de uma profundidade evidente, de emoções vivas, inspirações intensas, onde cada estrela é genuína, tem o seu brilho próprio, uma diferente da outra, um espetáculo incrível, expressivo de muitas formas Como as estrelas que brilham nos teus olhos, que costumam brilhar ainda mais forte diante do que é recíproco, num elo caloroso, a recompensa por cativar o teu riso, cativando de um jeito amoroso, sincero e às vezes, um pouco atrevido E reconhecendo a tua singularidade, o teu esplendor genuíno, quero que o teu olhar continue brilhando, que seja uma linda constelação, a minha noite estrelada e que eu possa admirá-la sem nenhuma distração.

Jefferson Freitas.
Chuva Serena no Alto do Iracema O domingo adormece, A noite guarda o luar;
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Chuva Serena no Alto do Iracema O domingo adormece, A noite guarda o luar; Lá fora a chuva desce Mansa a embalar o ar. A cidade em gesto terno Silencia em comunhão, Prepara, em laço fraterno, A semana e o seu chão. No Alto do Iracema, Tudo é calmo, tudo é luz; Há ternura que se extrema No amor que ali conduz. Beth, zelosa sentinela, Cuida em gesto maternal; E Laurinha, doce estrela, É ternura essencial.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
A realização pessoal no trabalho vai além do sustento, envolvendo propósito, desafios diários e felicidade, conectando identidade profissional ao bem-estar emocional. Buscar um equilíbrio com a vida pessoal é essencial, pois o trabalho significativo traz autonomia e reconheciment…
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A realização pessoal no trabalho vai além do sustento, envolvendo propósito, desafios diários e felicidade, conectando identidade profissional ao bem-estar emocional. Buscar um equilíbrio com a vida pessoal é essencial, pois o trabalho significativo traz autonomia e reconhecimento, mas também pode ser apenas uma necessidade econômica dependendo do contexto.

Luciano Rodrigues
A produção qualificada de saúde e segurança do trabalho acontece quando a norma sai do papel, passa pela mente e atitudes dos especialistas ocupacionais, manifestando-se de maneira eficaz no cotidiano dos trabalhadores e empresas, gerando um ciclo virtuoso de prevenção que nunca…
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A produção qualificada de saúde e segurança do trabalho acontece quando a norma sai do papel, passa pela mente e atitudes dos especialistas ocupacionais, manifestando-se de maneira eficaz no cotidiano dos trabalhadores e empresas, gerando um ciclo virtuoso de prevenção que nunca para de girar.

Leandro Melero
Um dia, Deus, cansado da solidão, dormiu. Sonhou com miríades de coisas, de seres e de nebulosidades. O sonho, às vezes, ficava azul, amarelo, preto. E os seres também variavam: alguns fincavam os pés na terra para fugir da corrente, outros eram levados alegremente. Deus virou-se…
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Um dia, Deus, cansado da solidão, dormiu. Sonhou com miríades de coisas, de seres e de nebulosidades. O sonho, às vezes, ficava azul, amarelo, preto. E os seres também variavam: alguns fincavam os pés na terra para fugir da corrente, outros eram levados alegremente. Deus virou-se de lado no seu sono e, abrindo o peito, retirou o coração. Depois morreu. Todos aqueles famintos e miseráveis se alimentaram do coração, se tornaram divinos e o Universo fez sentido.

Rogério Por Diógenes