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24 frases nesta página

Eternamente eu irei para o banho e o shampoo estará no fim. Então escreverei sobre a minha desgraça, e, depois, escreverei sobre os meus escritos, eternamente. É a tirania do momento. Este instante foi, é, será toda a minha vida. É a consciência do limite, que não pode ser ultrap…
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Eternamente eu irei para o banho e o shampoo estará no fim. Então escreverei sobre a minha desgraça, e, depois, escreverei sobre os meus escritos, eternamente. É a tirania do momento. Este instante foi, é, será toda a minha vida. É a consciência do limite, que não pode ser ultrapassado. O momento não termina nunca, por isso é muito difícil de ser percebido.

Rogério Por Diógenes
"Arma Letal do Eu Interior" O amor por si mesma não é nenhuma vergonha – é a lâmina que desfaz o véu da mentira que nos prende;
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"Arma Letal do Eu Interior" O amor por si mesma não é nenhuma vergonha – é a lâmina que desfaz o véu da mentira que nos prende; quando nos admiramos, criamos uma força, uma coragem maior para enfrentar a vida – e essa chama é fogo que não consome, mas ilumina o caminho. É a flecha certeira que alcança o coração da autocrítica falsa, o escudo que repele palavras que não nos pertencem; não busca derrubar ninguém, mas erguer o que foi abalado, pois a verdadeira potência está em construir, não em destruir. Essa é minha arma letal – feita de ternura e determinação, que transforma sombras em luz e silêncios em cantos!

Léia Coelho
Cuidado com o caminho que escolhes: muitas vezes, quem caminha com a soberba acaba por tropeçar no próprio orgulho. Não permitas que a tua arrogância seja a tua própria ruína. A humildade ainda é a melhor proteção. Deus, procure a providência divina e a gratidão. Lembre-se de que…
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Cuidado com o caminho que escolhes: muitas vezes, quem caminha com a soberba acaba por tropeçar no próprio orgulho. Não permitas que a tua arrogância seja a tua própria ruína. A humildade ainda é a melhor proteção. Deus, procure a providência divina e a gratidão. Lembre-se de que a vida é um ciclo: o que sobe, desce, e o que se humilha, é exaltado. Rosinei Nascimento Alves Ótimo dia! Deus abençoe sempre.🙏🏾 Tenhamos fé!

ROSINEI NASCIMENTO ALVES
O Caminho da Água ​Sem alarde, sem voz, sem dura briga, A água busca a senda, a trilha amiga.
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O Caminho da Água ​Sem alarde, sem voz, sem dura briga, A água busca a senda, a trilha amiga. Não quebra a rocha com furor ou pressa, Mas beija a pedra, e mansa, atravessa. ​No silêncio da terra, ela se infiltra, A paciência em cada gota filtra. Não luta contra o monte ou o paredão, Contorna a curva, muda a direção. ​De gole em gole, enche o vão profundo, De pouco em pouco, ela refaz o mundo. Onde era seco, a vida faz brotar, Sem impor força, só a de continuar. ​Assim na vida, flui a lição serena: A força bruta é gasta, se envenena. Mas a constância, mansa e resoluta, Encontra o mar, vencendo a disputa. ​Seja como a água, siga seu destino, Com calma e graça, sábio e cristalino. Pois no final, sem ter que combater, É o fluxo suave que tem o poder.

Tito Jorge
Sempre vamos conhecendo novas pessoas, pois a vida é como um círculo que nos traz e leva rostos ao longo do caminho... 🌻 Mas é importante lembrar com todo o amor do mundo: nós merecemos sentir amor verdadeiro, ser admirados por quem somos e receber o respeito que nossa essência…
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Sempre vamos conhecendo novas pessoas, pois a vida é como um círculo que nos traz e leva rostos ao longo do caminho... 🌻 Mas é importante lembrar com todo o amor do mundo: nós merecemos sentir amor verdadeiro, ser admirados por quem somos e receber o respeito que nossa essência tanto vale. Infelizmente, nem todos conseguirão permanecer ao nosso lado – e às vezes, encontramos aqueles que agem como parasitas doentios, usando e machucando sem se importar com a nossa dor. 🤗 Mas meu bem, guarde suas lágrimas para quem realmente as merece. Se for pra chorar, deixe que sejam lágrimas de emoção pura, celebrando cada coisa boa que chega na sua vida e que faz seu coração brilhar!

Léia Coelho
Sem nenhuma dificuldade, causa uma atração poderosa graças a uma abundância de belos tributos, cuja naturalidade é muito prazerosa com seus instintos e sentimentos profundos, curvas maravilhosas, a essencialidade de uma felina que é encantada pela noite, expondo a sua desenvoltur…
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Sem nenhuma dificuldade, causa uma atração poderosa graças a uma abundância de belos tributos, cuja naturalidade é muito prazerosa com seus instintos e sentimentos profundos, curvas maravilhosas, a essencialidade de uma felina que é encantada pela noite, expondo a sua desenvoltura delicada, a sua audácia explícita, a sua personalidade de hábitos noturnos, que a mantém cada vez mais viva Atrevida no momento certo, carinhosa com quem ela acha que merece, pois não aceita ser tratada por boba e nem menos do que ela tem para oferecer, portanto, o seu êxtase não se contenta com pouco, algo já esperado de uma mulher que não é nada ingênua, assim, o prazer é alcançado com bastante esforço, dialogando profundamente com o seu lindo corpo e com o fogo imponente da sua alma intensa Mistura excêntrica entre uma chama acesa e um vinho encorpado, ambos servidos numa mesma taça, que deve ser bebida sem pressa para sentir o seu sabor com calma como se tivesse tirando cada peça de roupa dela, uma por uma, sentindo o seu perfume e beijando todas as suas partes reveladas, provocando o seu desejo de um jeito gradativo, intensificado pela reciprocidade e pelo empenho contínuo, quente e expressivo à semelhança da sua sensualidade.

Jefferson Freitas.
Os seres nulos Caminho pela rua velha e escura, como de costume, mas, esta noite é diferente. Posso perceber a vida, os seres em toda a parte. Sob os meus pés, as lajes de pedra, acima de mim, os prédios se elevando no céu cinzento. As árvores se estendendo para me proteger, os…
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Os seres nulos Caminho pela rua velha e escura, como de costume, mas, esta noite é diferente. Posso perceber a vida, os seres em toda a parte. Sob os meus pés, as lajes de pedra, acima de mim, os prédios se elevando no céu cinzento. As árvores se estendendo para me proteger, os postes, segurando a calçada, os homens a gritar no breu, sem nada, sem rumo. Quem me dera eu fosse antes alguém que pudesse ordenar a vida que se esvai, se eu vivesse a redimir o quanto se chorou por não haver consciência daqueles que ninguém nunca deu valor.

Rogério Por Diógenes
No interior de um belo momento particular, aproveitando uma experiência única, uma arte renascentista desfruta da sua própria companhia, banha a suavidade das suas curvas em um lugar incrível, cada detalhe dela é exuberante, está claramente numa satisfação pessoal profunda, senti…
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No interior de um belo momento particular, aproveitando uma experiência única, uma arte renascentista desfruta da sua própria companhia, banha a suavidade das suas curvas em um lugar incrível, cada detalhe dela é exuberante, está claramente numa satisfação pessoal profunda, sentindo uma emoção veemente, abundante, que está tomando conta de toda a sua estrutura Admirando e ficando bastante imerso nessa cena, caso não seja uma falsa impressão, posso concluir que o seu coração é um mar grandioso, cuja vitalidade é fascinante, a movimentação das suas ondas são os seus batimentos, influenciada pela ocasião, pelo clima de seus sentimentos, pela vontade recorrente de não viver em vão, passando por agitação e por tranquilidade, sempre uma inspiração Então, essa exposição tão inspiradora poderia ser descrita como uma visão da renascença, intensa e harmoniosa à semelhança de uma linda canção, encontrada durante uma navegação inesquecível, navegando entre águas calmas e um grande sonho com os olhos atentos, deslumbrados com a sua venustidade atraente, a sua personalidade de bem consigo, apresentando uma naturalidade sublime, pintura viva aprazível, que supera a superficialidade de um jeito que não deve ser confundido.

Jefferson Freitas.
O Terceiro Olho: o ecrã digital e a sociedade seduzida Vivemos numa sociedade que se convencionou chamar de contemporânea. Uns preferem designá‑la por pós‑moderna; outros falam em modernidade líquida, hipermodernidade, sociedade do cansaço, da transparência ou do espectáculo. Di…
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O Terceiro Olho: o ecrã digital e a sociedade seduzida Vivemos numa sociedade que se convencionou chamar de contemporânea. Uns preferem designá‑la por pós‑moderna; outros falam em modernidade líquida, hipermodernidade, sociedade do cansaço, da transparência ou do espectáculo. Divergências à parte, trata‑se de uma sociedade herdeira da Revolução Francesa e do ideal iluminista de uma utopia planetária: a de transformar o mundo numa pequena aldeia global. É nesse contexto que surge o ecrã como mediador privilegiado da relação entre o indivíduo e o mundo. O primeiro protótipo foi o cinema, que procurou universalizar experiências e imaginários. Contudo, o seu acesso restrito tornou‑o insuficiente para concretizar a utopia global. A televisão surge, então, como segundo ecrã, levando o mundo para dentro de casa e inaugurando o sedentarismo mediático. Ainda assim, permanecia uma limitação decisiva: o espectador não escolhia; apenas consumia o que lhe era programado. O terceiro ecrã, o ecrã digital, supera os anteriores. Cabe no bolso, acompanha o indivíduo para todo o lado e apresenta uma luminosidade quase hipnótica. Com ele, o ecrã globaliza‑se definitivamente. Tudo passa a integrar a chamada dialéctica digital: cinema como tese, televisão como antítese e ecrã digital como síntese. Mas esta síntese não representa, como se poderia supor, um progresso emancipador. Longe disso. O ecrã digital transforma‑se numa nova tese, cuja antítese são os dados e cuja síntese se manifesta nas redes sociais como Facebook, WhatsApp, Instagram. Estas plataformas tornaram‑se os templos do nosso tempo: espaços de confissão, adoração e validação simbólica, onde as visualizações substituem os hossanas e o like ocupa o lugar do amém. Neste novo regime do visível, falar deixa de ser apenas um direito e passa a ser uma exigência. A exposição converte‑se em critério de existência, enquanto o silêncio começa a ser interpretado como ausência ou suspeita. O indivíduo não é apenas utilizador do ecrã; torna‑se matéria‑prima de um sistema que vive do cruzamento de dados. O problema não reside na tecnologia em si, mas no tipo de poder que nela se infiltra. Fornecer dados a um desconhecido é o primeiro passo da dominação. Saímos, assim, de uma política centrada na administração do corpo, como analisou Michel Foucault, para uma política de gestão da mente, descrita por Byung‑Chul Han como psicopolítica. Hoje, a vigilância já não se impõe pela força nem pelo medo. Ela seduz. Apresenta‑se sob a forma de liberdade, desempenho e auto‑realização. A coerção tornou‑se interna. Vivemos numa sociedade hiperactiva, onde o repouso e a contemplação se encontram ameaçados. Mesmo no espaço íntimo, o ecrã permanece presente. É aqui que emerge o que podemos chamar de “terceiro olho”: uma vigilância invisível que tudo observa o que publicamos, curtimos, comentamos e partilhamos. Não é um panóptico clássico nem um soberano autoritário. É um olhar que sorri, convida e encanta. Não reprime desejos; fabrica‑os. Este processo não aponta para uma distopia longínqua, mas para uma transformação já em curso. A democracia corre o risco de se converter em ditadura digital, e os Estados nacionais podem tornar‑se dependentes dos gigantes tecnológicos para controlar as suas próprias populações, comprando dados que hoje lhes são entregues gratuitamente. Estamos, assim, diante de um novo vocabulário político. Um regime em que a voz é permanentemente controlada e medida, a vozcracia, e em que o silêncio é progressivamente incentivado e aplaudido, suspeito ou invisibilizado, a silenciocracia. Eis o horizonte inquietante da sociedade seduzida pelo ecrã digital.

Ramos António Amine