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24 frases nesta página

Os que hoje sabem mais, um dia souberam menos. Ninguém sabe de tudo;
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Os que hoje sabem mais, um dia souberam menos. Ninguém sabe de tudo; querer sabê-lo é insano. Aprofundar-se, cada vez mais, ainda que no amargo das revelações, é sinal de inteligência. Estacionar naquilo que já se sabe é ignorância.

Admilson Nascimento Santana, O Poeta da vida
[Cafeína] No início de nossas vidas práticas, imaginamos que podemos mudar
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[Cafeína] No início de nossas vidas práticas, imaginamos que podemos mudar todo o universo com nossas ações. O tempo ruge e percebemos que a única coisa sobre a qual realmente temos controle, é se colocaremos açúcar ou adoçante no café e geralmente tomamos a decisão errada, seja ela qual for. (Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Bruno Michel Ferraz Margoni
Teoria da Segregação Ambulatória Temperada A pena, destituída de efetividade prática, já não cumpre as funções que a doutrina tradicional lhe atribuiu. Não ressocializa, não intimida, não neutraliza e tampouco protege adequadamente a sociedade. Diante desse quadro dramático, em…
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Teoria da Segregação Ambulatória Temperada A pena, destituída de efetividade prática, já não cumpre as funções que a doutrina tradicional lhe atribuiu. Não ressocializa, não intimida, não neutraliza e tampouco protege adequadamente a sociedade. Diante desse quadro dramático, emerge como resposta teórica e provocação necessária a Teoria da Segregação Ambulatória Temperada, desenvolvida pelo professor mineiro Jeferson Botelho, como ruptura crítica com o encarceramento meramente simbólico e falacioso. Tal teoria parte do reconhecimento honesto de que o confinamento, tal como estruturado, limita-se a segregar corpos, sem impedir que o criminoso continue a delinquir — seja em liberdade formal, no regime aberto, seja a partir do interior das próprias prisões, que se converteram, não raras vezes, em verdadeiros quartéis-generais do crime.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
Na real? A vida é um quebra-cabeça sem imagem na caixa. Às vezes, tudo parece fora do lugar, sem sentido, sem lógica.
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Na real? A vida é um quebra-cabeça sem imagem na caixa. Às vezes, tudo parece fora do lugar, sem sentido, sem lógica. A gente se pergunta: “Pra quê tudo isso?” Mas aí, do nada, uma peça se encaixa. E por um segundo, tudo faz sentido. A dor, o amor, os encontros, as perdas. Principalmente as perdas. Porque é no silêncio que a ausência deixa que a gente escuta mais alto o que nunca foi dito. E percebe que cada momento, mesmo os mais confusos, tinham um propósito. Mesmo que só a gente entenda. Ou nem isso. Na real, viver é isso, Um eterno vai e vem entre o caos e a clareza. E talvez o sentido da vida não seja entender… Mas sentir. O que não vale é se perder e ser tolerável virou uma alternativa. By Evans Araújo

Evangelista araujo leite
1- Chega um momento em que tudo que queremos é somente evoluir, viver em paz e não perder tempo. Lembre-se; quem escolhe crescer precisa de ser despedir de muitas coisas. Valorize que realmente importa, porque a vida é um dia a menos e não a mais. Dias bons ou ruins são temporári…
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1- Chega um momento em que tudo que queremos é somente evoluir, viver em paz e não perder tempo. Lembre-se; quem escolhe crescer precisa de ser despedir de muitas coisas. Valorize que realmente importa, porque a vida é um dia a menos e não a mais. Dias bons ou ruins são temporários. Nunca deixe de ter bom coração, porque que é bom sempre volta multiplicado. Confie no processo e siga em frente que o aparte do começo, o importante é a chegada.

Luciano Rodrigues
O quarto calado, ao sol de meio dia, lembra almoço farto e ritual. Mas sentada na poltrona, eu fumo um cigarro indiferente e penso na vida como quem olha um quadro de Monet. A vida mal delimitada e brutalmente bela. O sol forte no horizonte é mais do que a vida rotação do planeta…
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O quarto calado, ao sol de meio dia, lembra almoço farto e ritual. Mas sentada na poltrona, eu fumo um cigarro indiferente e penso na vida como quem olha um quadro de Monet. A vida mal delimitada e brutalmente bela. O sol forte no horizonte é mais do que a vida rotação do planeta, é um retrato recomeço após uma noite escura. Noite de trevas, sexta-feira treze e um gato preto passando debaixo da escada. Mas o ontem já não pesa. Estou desperta e viva. E sinto alegria quando percebo que a linguagem me acompanha e me constrói à medida em que a uso. A liguagem é uma onça no zoológico. É uma fera domesticada. Linguagem é poder. Ele delimita o pensamento, dentro de seu léxico e sintaxe. Procuro nela uma fera indomável, não maculada pelo cotidiano. Amo a linguagem como quem admira uma obra de arte. Eu sou capaz de ouvir uma música nas palavras candenciadas. Lembro-me do amor que morreu ontem na noite escura. E sinto um pequeno lamento por um amor que morreu pouco depois de nascer. Um feto mal parido. Todos os dias o amor morre, quando dormimos, e o sono é uma morte tímida. Eu te oferi as estrelas, sem perceber o céu nublado. E amei em você o retrato de mim mesma, na foto de minhas retinas. Mas foto não é mais que uma cena congelada e se apaga com o tempo. Lembro-me dos meus bisavós, que morreram sem me conhecer. E me vejo em lápide desgastada pelo tempo. Sentimento sombrio, que contrasta com o sol do meio dia. As pessoas desfrutam a vida, entre distraída e preocupadas. As estrelas permanecem inertes ou em expansão e não usam relógios. São alheias ao nosso cotidiano, terrestre demais para ser sublime. E me vejo em campo de girassóis, cortando parte da orelha, como Van Gogh, para silenciar o ruído do mundo. A vida é trágica e é cômica. Nada é tão cômico como uma pessoa em um leito de hospital. O sol impede meu cinismo e pinto um quadro com tonalidade amarelo ouro e fundo preto. Preto porque estou de luto pela noite que acabou. Antes fosse a vida uma manhã de chuva. Eu me tornaria líquida e escorreria pelo chão, buscando novo abrigo. A loucura é um descanso da lucidez. A lucidez é tirana como um raio em dias de trovão. A vida são meus bisavós que já morreram e não se responsabilizam pela minha existência. A linguagem cotidiana, domesticada, é como um amor de plástico, belo na superfície, mas sem profundidade. Viver é jogar uma pedra em lago silencioso e observar pequenas ondas reverberando. A vida é torturosa, mas eu a amo, como uma criança teimosa. Há música, há Monet, há palavras. A vida é infiel, mas eu estou apaixonada. E o tempo todo eu me pergunto se ela me corresponde. Hoje é um dia de paz. E isso me apraz. Nada mais.

Monalisa Ogliari
O instante exato em que uma consciência percebe que é finita e, ainda assim, continua desejando o infinito não acontece como um choque, mas como uma convivência silenciosa. Os seres humanos vivem a ilusão do infinito porque só é possível viver o presente considerando que a vida é…
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O instante exato em que uma consciência percebe que é finita e, ainda assim, continua desejando o infinito não acontece como um choque, mas como uma convivência silenciosa. Os seres humanos vivem a ilusão do infinito porque só é possível viver o presente considerando que a vida é eterna. Se pararmos continuamente para pensar que a vida é finita e que tudo passará, tudo perde o sentido. Para construir sentidos no mundo, precisamos da ideia de infinito, embora saibamos racionalmente que a vida é finita. A regra torna-se então saber que a vida é finita, mas viver como se fosse infinita, pois isso gera projetos de longo prazo e sensação de continuidade. A vida é finita, mas os desejos são infinitos. E enquanto os desejos são infinitos, somos também infinitos. Se a memória tivesse um corpo físico, o tipo de matéria que ela poderia ser talvez não fosse mineral nem orgânica isoladamente, mas a própria forma humana. A memória poderia ter o corpo de um homem ou de uma mulher, porque um ser humano é feito de memória. Seu tronco, seus braços, seus lábios e seus olhos seriam apenas a matéria em que a memória se manifesta. A memória é um acontecimento que se expande por todo o corpo por meio de células interligadas. Assim, a memória seria um corpo que caminha carregando em si o tempo passado, o tempo presente e a expectativa do tempo futuro, um corpo que age ao existir, porque existir já é lembrar. Explicar o amor sem recorrer a palavras associadas a afeto, corpo ou emoção é reconhecer que ele se instala quando as necessidades básicas de sobrevivência encontram estabilidade. Primeiro vêm alimentação, moradia, segurança e pertencimento. Quando o básico se estabelece, surge a equação que coloca o amor como o ponto mais alto da estrutura humana, pois ele representa a necessidade de vinculação e de partilha de mundo. Sozinhos, estamos em um território pouco compreendido; com o outro, criamos um campo de significados compartilhados. O amor torna-se então o encontro de dois mundos que se influenciam mutuamente, a forma mais elevada de integração à realidade e de atribuição de sentido à própria ação. Quando o tempo decide parar de obedecer aos humanos, o primeiro dia dessa rebelião silenciosa acontece sem alarde. Ninguém precisa acordar pela manhã, porque não há manhã. Qualquer horário serve para acordar, porque não há mais horário. O trabalho não tem início definido, nem término previsto. Tudo fica suspenso e tudo pode começar a qualquer momento. O tempo, que organizava a mente humana, dissolve-se. Sem ele, a vida deixa de ser fragmentada e passa a fluir de forma intuitiva. A existência deixa de ser uma sequência e se torna um campo contínuo, onde as ações já não obedecem a uma régua invisível. A inteligência que cresce em ambientes hostis pode ser compreendida como uma pequena chama que insiste em permanecer acesa na escuridão. O ambiente é amplo e adverso, mas essa chama, embora pequena, ilumina o suficiente para reorganizar o espaço ao redor. Ela não é um incêndio, apenas um ponto persistente que transforma o ambiente ao revelar camadas que antes não eram percebidas. Assim, a inteligência em ambiente hostil não domina pela força, mas pela capacidade de mobilizar e reorganizar o que parecia imóvel. Quando alguém descobre que viveu metade da vida sendo uma versão traduzida de si mesmo, ocorre um deslocamento interno profundo. A pessoa percebe que nunca teve controle total sobre a própria trajetória e que a vida é atravessada por ilusões e projeções difíceis de identificar. Surge a pergunta sobre autenticidade em um mundo cheio de nuances imperceptíveis. Esse reconhecimento não destrói a identidade, mas inaugura um despertar ontológico, uma tentativa de viver o restante da existência com maior integridade e consciência, ainda que nunca haja certeza absoluta de autenticidade. Se a linguagem pudesse adoecer, seus sintomas mais perigosos seriam a revelação involuntária das estruturas ocultas da sociedade. Ela deixaria de ser domesticada e passaria a expor o que antes permanecia velado. O poder perceberia primeiro essa doença, porque seria o mais ameaçado por uma linguagem que já não obedece. O poeta reconheceria a mudança como parte de seu próprio território de experimentação. O louco, imerso em seu universo particular, seria afetado de modo indireto, como quem vive em uma margem onde a linguagem já se encontra em estado instável. O encontro entre duas ideias que se odeiam, mas dependem uma da outra para existir, seria breve e inevitável. Haveria um cumprimento mínimo e o reconhecimento mútuo de necessidade. Cada uma afirmaria silenciosamente ao outro que a existência própria só se sustenta pela presença daquilo que rejeita. Assim, a convivência não seria harmônica, mas estrutural. Permaneceriam juntas não por escolha, mas por impossibilidade de separação. Perguntar o que é mais pesado — aquilo que nunca aconteceu ou aquilo que aconteceu e não pode mais ser alterado — conduz a uma conclusão direta: ambos carregam peso. O que não aconteceu pesa como possibilidade perdida; o que aconteceu e não pode ser alterado pesa como permanência irreversível. Cada um ocupa um tipo diferente de densidade dentro da experiência humana, mas nenhum deles é leve.

Monalisa Ogliari
O DESPERTAR É o início do caminho de uma estrada longa para vencer os obstáculos existentes em nós mesmo. Pouco a pouco, vamos despertando para uma realidade jamais vista. Ainda nessa fase, há muitas batalhas para manter-se firme no caminho que nos levará ao encontro de nós mesm…
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O DESPERTAR É o início do caminho de uma estrada longa para vencer os obstáculos existentes em nós mesmo. Pouco a pouco, vamos despertando para uma realidade jamais vista. Ainda nessa fase, há muitas batalhas para manter-se firme no caminho que nos levará ao encontro de nós mesmo.

Admilson Nascimento Santana, O Poeta da vida
Os fantasmas do meu passado me perseguem, ou eu que os proclamo? Pois neles havia profundidade e menos dor. E minha alma é profunda, é colorida, é um espiral de emoções, de visões e situações que se repetem — flashbacks, memórias de uma alma profunda.
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Os fantasmas do meu passado me perseguem, ou eu que os proclamo? Pois neles havia profundidade e menos dor. E minha alma é profunda, é colorida, é um espiral de emoções, de visões e situações que se repetem — flashbacks, memórias de uma alma profunda. Uma alma que tem sede de alguém que queira mergulhar nela, escorregar no espiral e desvendar os mistérios. Alguém que queira, e ame. Se dedique, me ame, me desvende. Não sou só o que você vê. Mas parece que o que te dá motivos para continuar é o que vê, não o que escuta, não o que desvendou — se é que houve tempo para desvendar algo. Eu não sou só físico. Eu sou alma. Enxergue minha alma. Me escute. Me ouça. Não é difícil enxergar minha alma. Olhe nos meus olhos — eles são a porta. Eles mostram as dores que nasceram no silêncio, as dúvidas que surgiram de olhares, a curiosidade pelo mundo, as diferentes vibes. Eles são as portas de quem eu sou. E é por quem eu sou que você tinha que ter se apaixonado. Por tudo que compõe o que sou. Por todas as partes. Não somente por uma.

anandayasmin
Aspectos Chave da Realização no Trabalho: Propósito e Significado: Encontrar prazer no que faz e sentir que o trabalho contribui para a sociedade, como na educação ou saúde. Identidade e Autonomia: O trabalho define parte da identidade na vida adulta e proporciona independência…
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Aspectos Chave da Realização no Trabalho: Propósito e Significado: Encontrar prazer no que faz e sentir que o trabalho contribui para a sociedade, como na educação ou saúde. Identidade e Autonomia: O trabalho define parte da identidade na vida adulta e proporciona independência financeira. Equilíbrio Vida-Trabalho: A saúde mental e física depende de equilibrar as demandas profissionais com a vida pessoal, permitindo maior resiliência. Valorização e Ambiente: Ambientes acolhedores e o reconhecimento coletivo potencializam a realização. Autoconhecimento: A realização surge de alinhar habilidades pessoais e valores com a carreira escolhida.

Luciano Rodrigues
Fotografar é aceitar que o agora já passou. A luz sempre chega depois. E o que chamamos de instante
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Fotografar é aceitar que o agora já passou. A luz sempre chega depois. E o que chamamos de instante é apenas passado revelado. A luz viaja a aproximadamente 299.792 quilômetros por segundo. Do Sol até a Terra, ela percorre cerca de 150 milhões de quilômetros em aproximadamente 8 minutos e 20 segundos. Isso significa que o Sol que vemos agora é o Sol de mais de oito minutos atrás. Quando o obturador se fecha, a cena já percorreu uma distância no tempo. Não existe presente absoluto na fotografia. Existe informação luminosa que levou tempo para chegar. Toda imagem é física aplicada. É relatividade cotidiana. É passado transformado em memória visível.

Allec Gomes
TEMPOS DE CAOS Um dia haverá tempo para o perdão, para a reconciliação e para o amor.
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TEMPOS DE CAOS Um dia haverá tempo para o perdão, para a reconciliação e para o amor. Tempo para nos reencontrarmos um dia. E, quando esse dia chegar, espero que estejamos preenchidos por um imenso vazio, aliviados do peso que carregávamos e que agora já não faz mais parte de nós.

Admilson Nascimento Santana, O Poeta da vida
[DRY, que seja enquanto Flor ou as Fábulas do Rei da Selva e a Princesa Pernambucana] Contigo, sempre aprendo, Mais do que ensino.
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[DRY, que seja enquanto Flor ou as Fábulas do Rei da Selva e a Princesa Pernambucana] Contigo, sempre aprendo, Mais do que ensino. Contigo, sempre aprendo mais, Do que ensino. A poesia jamais será Tão extraordinária, Quanto a pessoa que a inspirou. Onde o sol se esconda tarde E as estrelas brilhem cedo, Na paisagem sem igual. Parece incrível, né ?! Mas é muito melhor Do que parece. Sendo este meu parecer final. O mundo vale a pena, A vida vale a luta, Que seja enquanto flor. Quem precisa de sonhos ?! Quando temos a vida diante de nós. E nessa peça você me inclui; Hoje, eu só tenho o que sou. Amanhã, não terei nada além do que fui. A insistência nos liberta, A existência não se engana, Nas Fábulas do Rei da Selva E a Princesa Pernambucana. Sorrindo, sorrindo, Que seja enquanto flor, Assim seguimos, florindo. (Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Bruno Michel Ferraz Margoni
O amor por si mesma não é nenhuma vergonha, pois quando nos admiramos criamos uma força, uma coragem maior para enfrentar a vida. E realmente, não é só não ter vergonha – é algo que devemos cultivar com carinho! Quando nos aceitamos e nos admiramos verdadeiramente, conseguimos en…
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O amor por si mesma não é nenhuma vergonha, pois quando nos admiramos criamos uma força, uma coragem maior para enfrentar a vida. E realmente, não é só não ter vergonha – é algo que devemos cultivar com carinho! Quando nos aceitamos e nos admiramos verdadeiramente, conseguimos enfrentar desafios que pareciam impossíveis antes. Muitas vezes a gente espera que os outros nos valorizem, mas a base de tudo mesmo é o que a gente sente por nós mesmos, pois essa conexão interna funciona como um superpoder que nos sustenta em todos os momentos.

Léia Coelho
Quando a Barbárie Clama por Justiça: A Necessidade de Reconhecer os Maus-Tratos a Animais como Crime Hediondo Fundado em argumentos jurídicos sólidos e irrefutáveis — especialmente diante da gravidade extrema da conduta, do elevado grau de censurabilidade social e da necessidade…
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Quando a Barbárie Clama por Justiça: A Necessidade de Reconhecer os Maus-Tratos a Animais como Crime Hediondo Fundado em argumentos jurídicos sólidos e irrefutáveis — especialmente diante da gravidade extrema da conduta, do elevado grau de censurabilidade social e da necessidade de reafirmação ética do Direito Penal — o Professor Jéferson Botelho propõe levar ao Congresso Nacional uma reflexão legislativa inadiável: a elevação dos crimes de maus-tratos contra animais à categoria de crimes hediondos. A proposta repousa nos pilares constitucionais da razoabilidade e da proporcionalidade, compreendidos não como instrumentos de leniência, mas como mecanismos de justiça material, aptos a proteger bens jurídicos sensíveis e a conter a banalização da violência. A crueldade contra animais não é um ato isolado ou menor; é, antes, um sintoma de degradação moral, um ensaio da barbárie e uma afronta direta à civilização jurídica. Nesse sentido, a classificação dos maus-tratos como crime hediondo impõe consequências jurídicas compatíveis com a repulsa social que tais práticas despertam, dentre as quais: a vedação de fiança, a proibição de indulto, graça e anistia, a ampliação do prazo de prisão temporária para 30 (trinta) dias, bem como o endurecimento dos critérios para progressão de regime, em consonância com o sistema penal vigente. Trata-se de uma resposta estatal firme, necessária e pedagógica, destinada a romper o ciclo da impunidade e a reafirmar a centralidade da dignidade da vida — humana e não humana. Mais do que punir, a proposta pretende educar, prevenir e civilizar, reafirmando que o Estado não pode ser indiferente à violência gratuita, sob pena de legitimar a crueldade como linguagem social aceitável. Onde o Direito se cala, a barbárie avança; onde o Direito se impõe com equilíbrio e firmeza, a sociedade se preserva.

Prof. Jeferson Botelho Pereira