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24 frases nesta página

Quando o coração se entrega por inteiro a um amor,um minuto é como se fosse uma eternidade de momentos felizes.
Encontrar Na ansiedade de ser feliz, tropecei em meus próprios passos.
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Encontrar Na ansiedade de ser feliz, tropecei em meus próprios passos. Acreditei em quem não devia, amei quem não merecia, me importei com quem nem sabia, e me vi na solidão, no abandono cruel que marca a alma. Desiludi-me com tudo e com todos, pensei até em desistir de ser feliz. Até que um dia, quando eu menos esperava, encontrei nas minhas experiências, uma motivação, fui me entregando ao prazer de ser útil, dividindo o pouco que eu sabia com quem nada entendia. Alguns eu ensinei a ler e a escrever, emprestei meus ombros para quem só queria ser ouvido, em outros casos banhei incapazes, com feridas expostas, e vi as minhas próprias feridas secarem… Foi no meio desse trabalho de amor, que encontrei uma pessoa especial, que eu pude ver como era na realidade, sem fantasias, sem sonhos de adolescente sonhadora. E o meu coração ressequido germinou, de uma pequena semente de carinho brotou o amor, e o amor se fez árvore frondosa, e hoje, juntos, seguimos no mesmo caminho. Depois de tanto tempo juntos, posso dizer: hoje eu sou feliz! Tudo partilho, e mesmo tendo pouco, sempre tem alguém com menos, e se posso ajudar, porque não fazer? Tudo a vida me deu, até um amor! Tudo descobri em mim, ao seguir uma pequena luz, na hora da maior escuridão da minha vida, eu pude encontrar Jesus. Que você O encontre também!

DESAFIOS DA EDUCAÇÃO É oportuno, neste momento de comemorações do Dia do Professor, compartilhar algumas reflexões sobre a educação. Houve tempo em que estudar era ser posto à prova, era enfrentar vicissitudes para temperar o espírito, segundo os paradigmas da época. Tratava-se…
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DESAFIOS DA EDUCAÇÃO É oportuno, neste momento de comemorações do Dia do Professor, compartilhar algumas reflexões sobre a educação. Houve tempo em que estudar era ser posto à prova, era enfrentar vicissitudes para temperar o espírito, segundo os paradigmas da época. Tratava-se de um combate, que evitava o prazer e valorizava o sacrifício. Todos nos lembramos do relato de Raul Pompéia: "Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta." Também nos lembramos do chefe timbira, de Gonçalves Dias, que diz ao filho: "Coragem, meu filho, que a vida, é luta renhida, viver é lutar." Provação. Era disto que se tratava a vida e a escola. Mas a pedagogia avançou. Hoje sabemos que viver é enfrentar, mas não é amargurar; que estudar é buscar, superar, mas não é desesperar. O aprendizado deve ser prazeroso, e este pode ser o desafio mais importante do profissional de educação. Talvez tenha sido Cecília Meirelles quem fez a síntese mais poética do que seja ensinar. Para a doce poeta e educadora, ensinar é "acordar a criatura humana dessa espécie de sonambulismo em que tantos se deixam arrastar. Mostrar-lhes a vida em profundidade. Sem pretensão filosófica ou de salvação - mas por uma contemplação poética afetuosa e participante." E aí está em que se baseia a educação: afeto e solidariedade. E compreensão. Até para o erro. Edgar Morin costuma dizer que todo conhecimento comporta o risco do erro e da ilusão. Para ele, "o maior erro seria subestimar o problema do erro; a maior ilusão seria subestimar o problema da ilusão." Em meu livro Educação: a solução está no afeto, falo das três habilidades que acredito que precisam ser desenvolvidas no aprendiz: cognitiva, emocional e social. Quando um aluno erra, o professor preparado corrige, mas não censura, disciplina, mas não ridiculariza, repara, mas não condena. O educador não pode mais assumir o papel de detentor absoluto do conhecimento, embora deva se manter em contínua capacitação. Deve ser mais do que apenas o facilitador da busca do conhecimento pelo aprendiz. Deve ser um instigador. O professor que faz jus ao título de educador estimula a cooperação, porque a palavra que sintetiza o conceito da educação contemporânea é a reciprocidade. Estimula a vivência, a comparação, a análise crítica, o intercâmbio de idéias e de experiências. Tem ou desenvolve habilidade para fazer com que os talentos sejam exteriorizados. E desse modo descobre capacidades e orienta realizações. Triste é o educador que já não acredita mais na capacidade de aprendizado, que não se debruça para examinar melhor a peculiaridade de cada aprendiz. Este não ensina nem aprende. Porque a educação não é pesar, é prazer. Em resumo: trabalhar em equipe, resolver problemas, saber ensinar e aprender a ser solidário. Eis o que é ensinar! O mundo da competitividade é o mundo da heterogeneidade. Comparar pessoas diferentes - e não há pessoas iguais - é desestimular a criatividade e a autonomia. "A melhor aprendizagem ocorre quando o aprendiz assume o comando de seu próprio desenvolvimento em atividades que sejam significativas e lhe despertem o prazer". A frase é do sul-africano Seymour Papert, matemático, professor do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) e pai da Inteligência artificial, um dos maiores visionários do uso da tecnologia na educação. Em 1960 já dizia que toda criança deveria ter um computador em sala de aula. Mas a tecnologia sozinha não representa evolução na forma de educar. O computador é ferramenta, é apoio, é máquina, e máquina alguma substitui o professor - este sim, a alma da educação. O professor não pode ser como um disco de memória de computador, apenas um depósito de informação. Há muitas formas de desenvolver conhecimento, mas o ato de educar só se dá com afeto, só se completa com amor. E a educação se realiza porque, junto com o amor, surge compromisso, respeito, a necessidade de continuar a estudar sempre, de preparar aulas mais participativas. A educação é, em todas as suas dimensões, um grande desafio. Um desafio que depende em sua maior parte do professor, a quem venho reverenciar nesta data comemorativa. É o professor que fará, com dignidade e respeito - que são, afinal, formas de amor - com que a educação se transforme em puro prazer de viver. Jornal O Estado de Minas, 09 de outubro de 2006

Magister in libris O escritor é, por definição de sua própria ocupação, do seu próprio fazer, um praticante do magistério. Desempenha essas duas ocupações de maneira tão complementar que é comum observar, em obras literárias, a presença de mestres-personagens. De certa maneira,…
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Magister in libris O escritor é, por definição de sua própria ocupação, do seu próprio fazer, um praticante do magistério. Desempenha essas duas ocupações de maneira tão complementar que é comum observar, em obras literárias, a presença de mestres-personagens. De certa maneira, uma espécie de projeção, em muitos casos. Arnaldo Niskier, por exemplo, é um professor na vocação e um escritor na convicção. Um papel que Gabriela Mistral assumiu, na vida e na arte, com maestria - para usar uma licença poética. Alguns professores são quase icônicos, na literatura. A professora no magistral conto de Lygia Fagundes Telles, em "Papoulas em feltro negro", por exemplo. Todo o seu caráter e a sua dedicação profissional nos são apresentados pela narradora, perdida nas suas memórias e questionamentos de mocinha insegura. Mas há outra professora, na literatura brasileira, que chama a atenção, principalmente pelo que foi impedida de realizar. No denso romance "São Bernardo", Graciliano Ramos põe o personagem Paulo Honório a narrar a sua vida em perspectiva. Começou a vida como guia de cego e, à custa de desonestidade e de uma solidão absoluta, torna-se o dono da Fazenda São Bernardo. A obra trata, por vias tortas, de felicidade. Justamente pelo oposto. Paulo Honório é um homem infeliz. A certa altura da vida ele só queria um herdeiro, e acaba escolhendo, para exercer o papel de mãe, a loura professora Madalena. O fazendeiro sombrio imagina poder subjugar Madalena, mas a moça tem os apanágios da profissão: é solidária, humanitária, e caridosa. Ela não concorda com a exploração a que o marido submete os empregados, humilhando-os pela força e pela opressão financeira. Madalena nunca se rendeu à dominação de Paulo Honório, a tal ponto que prefere a morte a colaborar com a posição desumana do marido. Este, no fim da vida, ao lembrar a perda da mulher que amava, mas que não respeitava, diria: "A culpa foi minha, ou antes, a culpa foi desta vida agreste, que me deu uma alma agreste." E isto era o que Madalena, a professora tinha de sobra: alma. Madalena viveu como professora. E, a despeito de ter sido uma personagem criada em 1934, traz os fundamentos da pedagogia contemporânea. Ensinou pelo exemplo, estudou, buscou, contestou. Superou as vicissitudes pela transcendência simbólica da morte. E deixou legado, mesmo a pessoas que não foram formalmente aprendizes seus. Tanto que, depois de sua morte, os empregados assumem a sua posição revolucionária e vão abandonar Paulo Honório, que enfim enfrenta a decadência, ele que não aprendeu a viver. Não conheceu o prazer de aprender. Cecília Meirelles, ela também uma professora nos escritos, sintetizou numa frase o pensamento da moderna pedagogia: "Ensinar é acordar a criatura humana dessa espécie de sonambulismo em que tantos se deixam arrastar. Mostrar-lhes a vida em profundidade. Sem pretensão filosófica ou de salvação - mas por uma contemplação poética afetuosa e participante." E voltamos ao princípio basilar do magistério na literatura. O escritor e o professor trabalham com três premissas: afeto, solidariedade e compreensão. Há muitas formas de desenvolver conhecimento, mas o ato de educar só se dá com afeto, só se completa com amor. A educação se realiza na sala de aula, em casa, na rua, em qualquer lugar onde haja convívio, principalmente quando se consegue fazer a intertextualidade das cenas da vida com as cenas trabalhadas na literatura. Os professores do cotidiano têm desafios enormes. Têm de conhecer a matéria que terão de trabalhar com maestria e inovação. Isto porque o aluno mudou e já não aceita ser a parte passiva da relação ensino-aprendizagem. Os alunos estão mais inquietos e menos concentrados. O desafio, assim, é ser um problematizador, não um facilitador do processo de aprendizagem. Mas, além da nova didática, o professor precisa de outro conhecimento - o conjunto dos sonhos, aspirações, traumas e bloqueios do seu aluno. O professor disputa com a família desagregada, que não educa e que muitas vezes nem tem essa preocupação. Eis que educar não é fácil; mas é um trabalho que, bem feito, dignifica. Há premissas indispensáveis que devem ser observadas pelo professor: o aluno não é mau, embora possa ser ou estar disperso ou indisciplinado; o aluno não é uma tabula rasa; o conhecimento é prazeroso. Ele, o professor, é o líder desse processo. Seja nas páginas da literatura, nas ruas ou nas salas de aula deste gigantesco Brasil. Nossa homenagem aos mestres de ontem, de hoje e de sempre. Oxalá o Brasil volte a valorizar seus professores. A geração que virá depois agradece. (Artigo publicado no Jornal de Letras, edição de novembro de 2007)

É tempo de amar Eu quero falar da emoção que cerca a nossa vida. E perguntar para o seu coração se ele ainda dispara,
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É tempo de amar Eu quero falar da emoção que cerca a nossa vida. E perguntar para o seu coração se ele ainda dispara, ao ouvir a voz de alguém e se ele reconhece a paixão. Quando uma voz vira melodia, quando a noite parece dia, quando o amor envolve e encanta, e todo mal logo espanta, deixa no ar perfume de flores. O amor seca feridas, alivia as dores. Mas, se o coração está amargurado, se a decepção tomou conta e formou esse quadro. O amor quase não tem chance de se mostrar. Você fecha a visão da emoção, entristecido pelo tempo, seca a paixão. O medo de amar é couraça, uma ilusão. Pois quando o amor insiste, ele não desiste, e nos mostra que na vida, é possível amar muitas e muitas vezes, outras pessoas tão diferentes quanto o nosso humor. Assim é o amor. Desejo que o desejo de amar permaneça em você! Que não desista de fazer essa energia vibrar na sua alma. Busque o amor com dedicação, com calma. Sem pressa e sem medo de ser feliz. Se alguém te machucou, levante a cabeça. Olhe para a frente, para o novo tempo. O coração precisa enxergar no dia, os olhos dessa pessoa que quer te encontrar, e juntos, além do tempo e da distância, não perder mais nada e simplesmente, amar.

O 'Cinema Paradiso' e a volta às aulas No clássico Cinema Paradiso (1989), do diretor e roteirista italiano Giuseppe Tornatore, o pequeno e sensível protagonista Totó descobre o mundo por meio de uma escola diferente. Uma escola encantada, impregnada de sonhos, desejos, possibil…
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O 'Cinema Paradiso' e a volta às aulas No clássico Cinema Paradiso (1989), do diretor e roteirista italiano Giuseppe Tornatore, o pequeno e sensível protagonista Totó descobre o mundo por meio de uma escola diferente. Uma escola encantada, impregnada de sonhos, desejos, possibilidades. Uma escola travestida de cinema e que prescinde do quadro negro justamente porque ensina, comove e arrebata os corações e mentes utilizando imagens, emoções, sentimentos e ações reproduzidas nas projeções comandadas por Alfredo - espécie de mentor, professor, pai e amigo do eloqüente Totó. É essa vontade de desvendar o mundo, vivenciada pelo pequeno personagem de Tornatore, que pretendemos levar aos alunos da rede estadual de ensino na próxima segunda-feira, quando seis milhões de estudantes voltam às aulas e assumem seus postos de aprendizes nas seis mil escolas do Estado. Estamos convictos de que a maioria de nossos 250 mil educadores tem muito do amor, da generosidade e do espírito apaixonado do velho projecionista Alfredo. Homem que se vale dos filmes e de suas histórias para fazer do menino Totó um ser humano melhor, mais confiante no futuro. Uma criança comprometida com o aprimoramento de seus talentos. Alfredo ministra ao bambino muito mais do que o ofício da projeção das fitas. Sábio, o velho mentor ensina, a bem da verdade, a importância do sonho, a importância de acreditar neles e a necessidade de lutar para que se tornem realidade. Alfredo é um professor na acepção mais completa do termo. Um mestre que, mesmo após ter perdido a visão durante um dramático incêndio no cinema em que trabalhava, consegue enxergar em seu pupilo o grande artista que ele se tornaria um dia. O grande homem que deixaria aquela pequena cidade sem oportunidades em que viviam em busca da concretização de seus ideais. Ideais fundamentados na concepção, na produção e na execução de suas próprias histórias. Histórias, por isso mesmo, mais fascinantes do que aquelas assistidas nas sessões das matinês. É essa a função do educador. É essa a missão das instituições de ensino. Despertar potenciais. Descobrir dons adormecidos. Injetar confiança em crianças e jovens muitas vezes descrentes de seu valor, de sua singular capacidade de escrever belos roteiros para suas vidas. Nesta época do ano, em que retomamos as atividades do processo ensino-aprendizagem em nossas escolas, faz-se necessário refletir sobre o modo como devemos "seduzir" nossos alunos para a beleza da vida e para as diversas maneiras de torná-la melhor, a cada dia. As salas de aula podem, sim, ser tão atraentes quanto as telas de cinema. Até porque é por meio delas que começamos a aprender mais sobre nós mesmos, sobre os que estão à nossa volta e sobre os que estão distantes. É nelas que deparamos com a melodia da poesia, com a dança frenética dos números, com a natureza e seus infinitos mistérios. É lá que os melhores professores nos orientam sobre o quanto podemos ser detentores das rédeas de nosso destino. O período escolar encerra anos indispensáveis ao crescimento emocional e intelectual dos indivíduos. Anos em que precisamos receber estímulos, incentivos, elogios e críticas construtivas. Tempos em que planejamos, passo a passo, o início de nossa trajetória. A educação necessita de doses maciças de ousadia, da intensidade de espíritos inquietos, da energia pulsante de uma vocação peculiar: a vocação pela propagação de saberes, pelo gosto em debater, refletir, discutir e analisar o mundo junto com o outro. Uma vocação que impulsiona o ser humano ao crescimento ininterrupto. Vocação que se traduz em amar o conhecimento e, principalmente, em compartilhá-lo. A Secretaria de Estado da Educação acredita em seus educadores e tem orgulho de presenciar o modo com que têm exercitado o magistério. É impressionante o empenho desses mestres em fazer o melhor, em participar ativamente de nossos programas, projetos e ações, como é o caso do Escola da Família. Nas visitas às unidades educacionais, nos eventos programados pela secretaria, nas capacitações, na maneira dedicada com que nos apresentam sugestões, no brilho apaixonado com que nos revelam suas idéias... Tudo nos lembra a grandeza e a extrema sensibilidade do inesquecível Alfredo, de Cinema Paradiso. Por tudo isso, a todos vocês que fazem da educação um exercício contínuo de arte, de amor e de altruísmo, um maravilhoso ano letivo. E, sobretudo, o nosso muito obrigado. Que em 2004, possamos avançar ainda mais na construção de uma escola viva, dinâmica e sedutora. Uma escola capaz de deixar nossos aprendizes como o pequeno Totó: repletos de entusiasmo, energia e autoconfiança. Publicado na Folha de S. Paulo

CANSEI... Chega uma hora em que você cansa ter amigos que rebatem sempre a tua visão de mundo, considerando as verdades que carregam consigo absolutas. Cansa ver essas pessoas que dizem gostar tanto de você, desfazer dos teus gostos e preferências, apenas por não acharem “legal”…
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CANSEI... Chega uma hora em que você cansa ter amigos que rebatem sempre a tua visão de mundo, considerando as verdades que carregam consigo absolutas. Cansa ver essas pessoas que dizem gostar tanto de você, desfazer dos teus gostos e preferências, apenas por não acharem “legal”, mas não se permite a possibilidade de conhecer, para ao menos criticar com mais propriedade e conhecimento de causa. Afinal o que são os amigos? Para que servem, e o que fazem? Na amizade é inerente o amor, e o amor pressupõe negar a si mesmo até fazer o outro efetivamente feliz. As pessoas mudam por que amam, e pelo mesmo motivo não precisam mudar quando o outro a aceita que embora sejam seres humanos, são diferentes. A amizade é democrática, ela compreende todas as crenças, gostos e estilos, ela une dois ou mais indivíduos pelos que eles são, e não pelo possam vir a ser.

Ando meio assim mesmo.. as vezes solta demais.. as vezes presa demais.. Sinto como se o mundo desprendesse de mim, de pouco a pouco
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Ando meio assim mesmo.. as vezes solta demais.. as vezes presa demais.. Sinto como se o mundo desprendesse de mim, de pouco a pouco a unica coisa que me manteria presa.. Indefeso talvez, fosse meu sentimento... por que esse se torna capaz todos os dias de errar em escolhas, e ser sensível o suficiente para recomeçar..e se chatear.. e novamente recomeçar. De escolhas, atos, momentos, sentimentos.. ausência de lucidez e falta de juízo, talvez, seja feita a vida.. E a cada nova instancia tenho sede de viver ao seu lado amor.. De tornar aqueles sonhos abobados no qual vivíamos falando, real. Me dá uma ansiedade, um descontrole-controlado, uma vontade exagerada... Dai percebo, meio que assustada.. que não sou mais Só Eu.. Nunca mais depois que te conheci será só eu.. Por que, da forma mais interessante, descobri que somos nós.. Descobri, quando me afastei, quando não tinha mais seu sorriso pessoalmente. Por que foi ai amor... foi ai que te tive mais em mim, foi ai que descobri que naquela noite fria em que você me abraçava tentando me aquecer, nos tornamos um. Então amor, com essa chuva que tá caindo aqui, enquanto eu digito essa mensagem abobada no celular... Já sei que você está sorrindo também, sei que vai receber, e entender que somos sim.. Você sente tanto quanto eu, em cada ausência minima minha de palavra, de afeto, ou daquelas frases clichês tipo "eu te amo", sei que sente também, que não existe mais um só Eu.. e nem um só Você. Agora seremos Só Nós.. Por isso ando meio assim.. As vezes solta demais.. as vezes presa demais.. A unica coisa que me desprende desse mundo.. mais me coloca aqui.. Presa em palavras..tem uma definição indefinida... que está escondida.. em ti !

A cobertura de Deus é maior que a sua imaginação pode alcançar. Mas os problemas que ora te afligem, podem ser frutos da sua semeadura errada no passado.
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A cobertura de Deus é maior que a sua imaginação pode alcançar. Mas os problemas que ora te afligem, podem ser frutos da sua semeadura errada no passado. E por isso, esse sentimento de impotência diante das dificuldades. Quantas vezes, ao depararmos com 2 caminhos diferentes, "deixamos de conversar com Deus" e seguimos qualquer um, Normalmente aquele caminho que parece mais florido, mais fácil. E Deus, em sua infinita misericórdia, permite que façamos nossas escolhas. Mas, a colheita das nossas escolhas é obrigatória. Poderá o homem que fuma por muitos anos reclamar do enfisema pulmonar? Poderá o homem ou mulher que trai a pessoa amada reclamar de solidão? Poderá o homem que rouba no seu trabalho reclamar da punição? Poderá o homem que plantou jiló esperar abacaxis doces? Ainda assim, diante das mazelas humanas, dos erros cometidos por cada um de nós, Deus se apieda, e envia anjos de todas as espécie; médicos, enfermeiros, doadores, irmãos, amigos, evangelistas e desconhecidos, que através do círculo de amor divino, envolvem a pessoa necessitada em carinho que cura. Em amor que restaura. Em generosidade que alivia dores e restaura caminhos. Assim, seja o problema que for. Causado pela sua escolha errada do passada, ou sem nenhuma compreensão nos dias atuais. Saiba que Deus não desiste de ninguém. Tudo vê, tudo ampara quando pode intervir. Quando você pede socorro e deixa Ele agir. A cobertura de Deus é exatamente do seu tamanho, e pode socorrer agora a sua alma aflita, sem nada pedir. Somente creia e deixe Deus agir.

Faço-me disponível se o encontro for com você. Faço-me em flores para sentir suas mãos. Faço-me riso, para encaixar-me em seus lábios. Faço-me abraço, para me perder em seus braços. Faço-me música, para te relaxar. Faço-me sombra, para te acompanhar. Faço-me alma, para ser igual.…
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Faço-me disponível se o encontro for com você. Faço-me em flores para sentir suas mãos. Faço-me riso, para encaixar-me em seus lábios. Faço-me abraço, para me perder em seus braços. Faço-me música, para te relaxar. Faço-me sombra, para te acompanhar. Faço-me alma, para ser igual. Faço-me paz para te acalmar. Transformo-me em arrepio, para percorrer seu corpo. Faço-me metade, para que juntos formemos todo. Faço-me amanhã, para ser tua dúvida. Faço-me hoje, para te trazer certeza. Faço-te companhia, para espantar sua tristeza. Faço-me lágrimas, para ser teu mais íntimo segredo. Faço-me luz, para te livrar do medo. Faço-me colo, para te passar confiança. Faço-me passado, para ser tua lembrança. Faço-me fé, para te levar esperança. Faço-me caminho, para guiar teus passos. Faço-me ego, para ser teu aliado. Faço-me inspiração, para surgir do coração. Faço-me amor, para estar sempre em ti. Desfaço-me em motivos, para que não saias daqui.

Ele vai cuidar de você. Nunca vai deixar você cair. Saiba que pra alguém você é a melhor pessoa, com defeitos compreensíveis. Você tem valor, amor e é respeitado. Seu sorriso é o mais admirado, seu coração é bem cuidado e você terá força sempre. Ele não te rejeita, não te nega e…
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Ele vai cuidar de você. Nunca vai deixar você cair. Saiba que pra alguém você é a melhor pessoa, com defeitos compreensíveis. Você tem valor, amor e é respeitado. Seu sorriso é o mais admirado, seu coração é bem cuidado e você terá força sempre. Ele não te rejeita, não te nega e não tem vergonha de você. Tá do seu lado, sabe dos seus segredos mais ocultos. Conduz a sua vida como ninguém e acredita na sua capacidade. Ele não te quer pior nem mal e luta pra te levantar todas as vezes que você pensar que caiu. Na verdade você nunca caiu, porque Deus não te deixa cair, Ele só te deixa aprender com você mesmo.

Quando eu era apenas uma menina você dizia não me amar, me tratava com indiferença e desprezo. Agora que me tornei uma mulher, você passou a me querer, não para de me olhar e diz que precisa de uma chance. Só o que você não entende é que, sendo uma menina ou sendo uma mulher, m…
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Quando eu era apenas uma menina você dizia não me amar, me tratava com indiferença e desprezo. Agora que me tornei uma mulher, você passou a me querer, não para de me olhar e diz que precisa de uma chance. Só o que você não entende é que, sendo uma menina ou sendo uma mulher, meus sentimentos sempre foram sinceros e verdadeiros. E com isso aprendi que não devo mendigar amor e carinho de quem não está nem ai pra mim. Eu sou muito mais do que você merece e pode ter, aliás, sempre fui, só que antes até eu não percebia isso!

O som do amor Sabe quando falta uma palavra para definir o que sentimos? Sabe quando o que você sente é tão grande, tão inusitado, que não há força em nenhuma poesia ou palavreado.
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O som do amor Sabe quando falta uma palavra para definir o que sentimos? Sabe quando o que você sente é tão grande, tão inusitado, que não há força em nenhuma poesia ou palavreado. Tudo fica pequeno diante de tantos sentimentos, a vida deixa de ser uma teoria, um pensamento, ela passa a ser completa, preenchida. E essa palavra que falta, que se cala na garganta, só pode ser expressa pelos sentimentos, falar não adianta. Quem sabe com o brilho desse olhar. As palavras mentem, o olhar jamais… O falar deve ser reservado para expressar alegria, para aquele bate papo gostoso com as pessoas queridas, para a entrevista de emprego, para expressar um desejo. O falar é a expressão do que vai no seu intimo, por isso, deve ser estudado, pois aquilo que é falado, não pode ser deletado, é email que já saiu, partiu… Deixe-se embriagar pelos sentimentos, deixe seus olhos falarem: – eu te amo! Deixe seus braços apertarem a felicidade, deixe as tolices e as discussões vazias morrerem na ponta da língua, e acima de tudo, deixe o amor ser o seu mensageiro, ele fala, esclarece, perdoa, pede desculpas, reconcilia, reaproxima… Quem faz do amor o seu interlocutor, carrega na alma a pedra de alquimia, é mais do que inteligência, é pura sabedoria. Quando faltar palavras, seja onde for, deixe falar mais alto, o som do amor.

Vai passar… É estranho, mas sem você não reconheço alguns lugares. Parece que certas pessoas perderam a identidade.
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Vai passar… É estranho, mas sem você não reconheço alguns lugares. Parece que certas pessoas perderam a identidade. Eu não me encontro, pior, eu nem me acho. Sinto o peso das horas que não passam, do tempo que não traz contentamento. Há um enorme vazio, vivo sem o meu próprio consentimento. Estranho “sentir” de não sentir nada além da sua ausência. É uma dor produnda, que parece ter peso e medida, apesar de ser tão volátil, tão distante. Mas, como a dor da gente ainda não sai no jornal, nem vira matéria nas revistas, eu passo muito mal. Sigo só, andando pelos cantos escuros da minha vida, com sorrisos forçados, meio amarelados. Andando meio de lado, como para evitar pessoas. Aquelas mesmas que perguntam de você. Viu? Não sou só eu que estranho a sua ausência… Vai passar! É o que eu me repito, é o que eu acredito. Pelo menos tento buscar algum alento. Tento sair da rua escura e esquecida da minha desilusão, para buscar a luz do sol do amor que não desiste, que insiste em fazer parte das nossas vidas. Vai passar! Mas enquanto não passa, eu me despedaço, em pequenos cacos de solidão, na insistência de pensar em você. Obra do meu coração, esse lugar em que eu não moro, mas que você habita! Com sua saída, ficou apenas um rastro da mala no chão empoeirado, lembrança que insiste em permanecer em mim, que me sinto esvaziado. Cheio de sonhos, cheio de sensações pelo corpo, que ainda se arrepia só de pensar em você. Vai passar… Enquanto não passa, penso em você.