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Reflexão Outro dia estava pensando numa coisa. Estava pensando em quanto as pessoas tem estado desumanas, desprocupadas com a dor dos outros.
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Reflexão Outro dia estava pensando numa coisa. Estava pensando em quanto as pessoas tem estado desumanas, desprocupadas com a dor dos outros. Sempre que possível busco sempre ajudar as pessoas pelo msn, ou até pessoalmente, se vejo de cara triste eu pergunto o que houve, se tem um subnick que parece não muito feliz eu já pergunto, e sempre que falo com alguém, mas sempre mesmo eu pergunto se está tudo bem, e se a resposta não for positiva sempre pergunto o porque, se quer conversar e etc. Mas tenho visto que hoje em dia isso acontece cada vez menos, as pessoas ironizam as outras, arrumam um jeito de diminui-las e querem sempre ver sua infelicidade, ninguém se preocupa com nada além de si mesmo, chega até a ser patético presenciar algumas atitudes. Todos acham que as pessoas devem ser de tal jeito, sempre buscam enaltecer os defeitos dos outros e camuflar seus próprios defeitos para se sentirem superiores, bonitas ou o que quer que seja. Não vou falar que sou um exemplo, que priorizo enaltecer as qualidades dos outros, não, não passo nem perto disso. Porém eu garanto uma coisa que nunca sou é preconceituoso, falo mal sim, mas falo mal das pessoas que "merecem" que não são esclarecidas, como dizem mais popularmente as pessoas que "se acham" e mesmo assim não é sempre, busco sempre citar ao menos alguns dos meus defeitos antes de comentar dos defeitos alheios, afinal todos temos defeitos, somos bonitos, temos qualidades e habilidades. E é tão sublime reconhecer tais qualidades, se todos pensassem assim seria tudo tão melhor, mas não as pessoas preferem rir dos deficientes, preferem impor um padrão de beleza, e jeito de se vistir, elas apoiam o capitalismo de modo ingenuo e se sentindo superiores por isso, e isso é lastimável porque sim, a ignorancia é uma justificativa mas ser ignorante e se julgar superior é simplesmente patético, estúpido. Imagina se todos fossem atros de tv, ou então tivessem a mesma habilidade que o pelé ? Quem iria ser fã ? quem iria ser o rei do futebol ? fica dificil, né, então vamos imaginar algo mais comum, um julgamento que as pessoas fazem mais rotineiramente. Roupa de marca, imagina se todos usassem Boné da Volcom, óculos da Oakley, blusa da Quiksilver, bermuda da Billabong, meia da lost e de reef no pé ? já imaginou o quanto seria patético? Sim pode ser patética sim uma atitude ou outra, pode ser incomum o jeito de um grupo se vestir ou não, mas pense em algumas coisas. Pense que você não é perfeito, que tem inumeras imperfeições e que algumas são gritantes, pensa que se você é bonito aqui em um lugar com latitude e longitude diferente deste você pode ser considerado feio, pensa que se você está na moda pra um grupo de pessoas para outras o seu jeito de se vestir possa parecer imaturo, pensa que se você sabe fazer esportes hoje alguém mais antigo que você pode ter feito esse esporte com muito mais habilidade e você hoje se julga o bom, pensa que uma pessoa pode ter uma perna a menos ou um defeito que você pode achar ridiculo hoje mas que você ainda tem o dia de amanhã, e se hoje é ele amanhã pode ser você, pensa que o velho que fica em pé no ônibus ou que não consegue atravessar a rua pode ser você daqui a anos, pensa nisso e reveja o que está fazendo. Você iria gostar de que te julgassem antes mesmo de te conhecer ? iria gostar que pessoas zombasse de você por conta de um defeito ? você ia gostar de receber essas criticas e outras um dia ? Não né? Imagina o quanto deve ser dificil sofrer assim, e você tem feito o que ? Pense, reflita e veja que se não fosse o julgamento precipitado das pessoas o mundo poderia estar bem melhor, e que se começar a melhorar desde hoje você pode continuar sonhando, ou apenas ver o sonho de seu filho se realizando. Então tente mudar, invés de se sentir feliz com a infelicidade dos outros busque ajuda-los, e se preocupe com seus defeitos e problemas antes de condenar os outros.

Vitor Vieira
Reflexão//_"A maturidade me ensinou ensinou que, por não ter o mesmo tempo, é melhor gastar o tempo cuidando com esmero, atenção e amor, agregando valor no que tem valor, pois o custo é muito menor que o preço de ficar trocando peças e fazendo reparos." — (Me. Malaquias da Viola…
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Reflexão//_"A maturidade me ensinou ensinou que, por não ter o mesmo tempo, é melhor gastar o tempo cuidando com esmero, atenção e amor, agregando valor no que tem valor, pois o custo é muito menor que o preço de ficar trocando peças e fazendo reparos." — (Me. Malaquias da Viola)

Me.Malaquias da Viola
REFLEXÃO “O amor não termina no grito, mas na ausência, no tratamento raso, no descaso e na falta de cuidado. Não se desfaz na discussão, e sim na falta de compreensão, empatia e respeito, mas na indiferença. Quando dois corações já não se procuram no silêncio, não sentem mais s…
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REFLEXÃO “O amor não termina no grito, mas na ausência, no tratamento raso, no descaso e na falta de cuidado. Não se desfaz na discussão, e sim na falta de compreensão, empatia e respeito, mas na indiferença. Quando dois corações já não se procuram no silêncio, não sentem mais saudades e não se declaram em palavras sentimentos de AMOR, é porque a desconexão chegou antes da despedida. O triste é que, em alguns casos, não existiu tempo de dizer ADEUS.” (Mestre Malaquias da Viola)

Me.Malaquias da Viola
[O Devorador de Homens] Nós sabemos que nossa sociedade, é baseada na desvalorização extrema do conhecimento, no desprezo pela reflexão, no sufocamento do pensamento pautado por atitudes éticas. E isso afasta a consciência crítica e a mantém, muito distante da realidade do povo.…
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[O Devorador de Homens] Nós sabemos que nossa sociedade, é baseada na desvalorização extrema do conhecimento, no desprezo pela reflexão, no sufocamento do pensamento pautado por atitudes éticas. E isso afasta a consciência crítica e a mantém, muito distante da realidade do povo. Quando amedrontamento se une a alienação, num caldeirão de boatos permeados pelo ódio, descrença e a intolerância, nós encontramos um solo fértil para o avanço da tirania. No qual, déspotas em potencial, absorvem a esperança das pessoas e diante do desespero, se fortalecem para construir seu reinado de opressão e terror. Os Monstros existem, mas, para nossa sorte, eles são Mortais. Incontáveis são as dúvidas, porém, há uma certeza. Quando libertarmos o Leviatã, ele irá se alimentar. (Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Bruno Michel Ferraz Margoni
Essa é uma pergunta que faz muita gente refletir. Muitas pessoas brigam, discutem, rompem amizades e até família por causa de políticos. Mas, na prática, a maioria dos políticos dificilmente briga pessoalmente por um eleitor específico. O que eles fazem é defender interesses, pr…
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Essa é uma pergunta que faz muita gente refletir. Muitas pessoas brigam, discutem, rompem amizades e até família por causa de políticos. Mas, na prática, a maioria dos políticos dificilmente briga pessoalmente por um eleitor específico. O que eles fazem é defender interesses, projetos, partidos e, muitas vezes, estratégias de poder. Nem todo político é igual, claro. Existem exceções. Mas, de modo geral: O eleitor costuma defender o político com emoção. O político costuma agir com cálculo e estratégia. Enquanto as pessoas se dividem, muitos políticos, mesmo de partidos opostos, conversam, negociam e fazem acordos entre si. Talvez a reflexão mais importante seja: vale a pena perder paz, amizade e saúde emocional por alguém que nem sabe que você existe? Opinião política é importante. Debate é saudável. Mas brigar e se machucar por isso quase nunca compensa.

Ivo Mendes Morais
A literatura brasileira, quando observada em sua profundidade, revela não apenas estilos e escolas, mas sobretudo investigações sobre a natureza humana. Ao percorrer autores centrais como Machado de Assis, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, Lima Barreto, Drummond, Graciliano, Cec…
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A literatura brasileira, quando observada em sua profundidade, revela não apenas estilos e escolas, mas sobretudo investigações sobre a natureza humana. Ao percorrer autores centrais como Machado de Assis, Clarice Lispector, Guimarães Rosa, Lima Barreto, Drummond, Graciliano, Cecília Meireles, Jorge Amado e João Cabral de Melo Neto, percebe-se que cada um deles, à sua maneira, construiu um modo singular de enxergar o mundo e o homem. Em Machado de Assis, a razão humana e a hipocrisia não aparecem como opostos, mas como um contínuo. Quanto mais o autor investiga os mecanismos da razão, mais expõe as camadas de dissimulação que sustentam as relações sociais. Sua literatura não nega a inteligência humana, mas revela como essa inteligência frequentemente serve para justificar interesses, mascarar intenções e sustentar aparências. Assim, a análise psicológica machadiana não conduz à exaltação da racionalidade, e sim ao desvelamento de suas ambiguidades morais. Clarice Lispector, por sua vez, constrói uma escrita em que lucidez e angústia coexistem de forma inseparável. Em A Hora da Estrela, a personagem Macabéa vive uma existência marcada pela dor e pela invisibilidade, mas sem plena consciência disso. A autora, no entanto, possui a lucidez de enxergar essa condição e, justamente por enxergá-la, experimenta a angústia. A escrita clariceana revela esse descompasso entre a vida vivida e a consciência da vida, mostrando que a lucidez sobre o sofrimento alheio pode ser uma forma profunda de inquietação. No universo de Guimarães Rosa, o sertão ultrapassa a geografia e se torna um território psicológico e metafísico. Quando se afirma que “o sertão é do tamanho do mundo” e que ninguém o conhece por inteiro, sugere-se que a vida humana é feita de veredas parciais, de caminhos incompletos. A linguagem regional reinventada por Rosa não é apenas recurso estilístico, mas uma forma de deslocar o centro da linguagem e explorar a complexidade da experiência humana. O sertão, assim, torna-se metáfora da própria existência: vasto, desconhecido e atravessado por pequenas trilhas de compreensão. Lima Barreto escreve a partir de uma lucidez que, ao desmascarar as estruturas sociais, inevitavelmente gera revolta. Sua crítica à República e ao nacionalismo ufanista revela um país marcado por contradições e fragilidades. A lucidez literária, nesse caso, não é neutra; ela expõe e, ao expor, denuncia. A revolta surge como consequência da percepção aguda das falhas estruturais e da distância entre o ideal proclamado e a realidade vivida. Carlos Drummond de Andrade reúne ironia e melancolia em uma poesia que reflete a crise do indivíduo moderno. Ao questionar o sentido da poesia em um mundo instável e muitas vezes insano, o poeta revela tanto desencanto quanto consciência crítica. Sua ironia funciona como mecanismo de distanciamento, enquanto a melancolia evidencia a percepção de um mundo em transformação e, por vezes, em decadência. Em Graciliano Ramos, a secura estilística é simultaneamente estética e existencial. A economia de palavras e a dureza narrativa refletem a vida marcada pela pobreza e pela sobrevivência no sertão. A forma seca não é apenas escolha literária; ela corresponde a uma realidade igualmente árida. Contudo, ao transformar a miséria em linguagem literária, surge também a tensão entre representar o sofrimento e estetizá-lo, evidenciando a complexidade ética da escrita sobre a pobreza. Cecília Meireles constrói uma poesia profundamente espiritual e melancólica, marcada pela reflexão sobre o tempo, a finitude e a transitoriedade da vida. Seu lirismo volta-se para dimensões mais contemplativas e menos materiais da existência, privilegiando o efêmero e o metafísico. Em contraste com a poesia de Drummond, mais ancorada no mundo concreto, a escrita de Cecília enfatiza uma interioridade que, embora bela, por vezes se afasta da materialidade social. Jorge Amado, ao retratar o povo brasileiro, busca celebrá-lo em sua vitalidade, sensualidade e força coletiva. No entanto, essa celebração pode também revelar fragilidades estruturais, expondo um universo popular atravessado por contradições. A alegria e o colorido narrativos convivem com uma realidade social complexa, em que a exaltação do cotidiano popular pode evidenciar tanto resistência quanto precariedade. João Cabral de Melo Neto demonstra que a emoção não depende do sentimentalismo. Sua poesia racional e precisa, especialmente em Morte e Vida Severina, constrói uma emoção verdadeira por meio da estrutura e da clareza. A experiência do retirante nordestino e a sucessão de mortes ao longo do caminho produzem impacto afetivo não pelo excesso de lirismo, mas pela precisão formal. A racionalidade cabralina revela que a emoção pode emergir da lucidez e da construção rigorosa do poema. Entre todos esses autores, Machado de Assis se destaca como um dos mais lúcidos na investigação da natureza humana. Sua obra desmonta as aparências sociais e revela a complexidade moral dos indivíduos. Ao expor a hipocrisia e as ambiguidades das relações, ele constrói uma visão aguda e duradoura da sociedade. Sua lucidez permanece atual porque continua a revelar mecanismos universais do comportamento humano, mostrando que, por trás das convenções e discursos, persistem contradições profundas e permanentes.

Monalisa Ogliari
A literatura brasileira pode ser entendida como uma tentativa contínua de construção de identidade nacional, mas não de modo linear ou estável. Desde suas origens, ela se constitui como um campo de reflexão sobre o próprio país, suas fraturas históricas, suas influências externas…
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A literatura brasileira pode ser entendida como uma tentativa contínua de construção de identidade nacional, mas não de modo linear ou estável. Desde suas origens, ela se constitui como um campo de reflexão sobre o próprio país, suas fraturas históricas, suas influências externas e suas tensões internas. Mais do que um reflexo passivo da nação, a literatura brasileira participa ativamente da elaboração simbólica do Brasil, questionando e reconstruindo constantemente aquilo que se entende por identidade nacional. Essa instabilidade pode ser percebida ao longo da evolução de seus autores. Machado de Assis, por exemplo, não apresenta uma obra linear. Seus primeiros romances ainda dialogam com o romantismo, enquanto sua fase realista introduz a ironia como uma forma de leitura do mundo e do ser humano. A ironia machadiana não é apenas um recurso estilístico, mas revela uma visão ontológica: o ser humano é contraditório, autoconsciente e frequentemente incapaz de compreender a si mesmo plenamente. No entanto, em sua fase final, como em Esaú e Jacó, essa ironia se suaviza, indicando que a própria visão de mundo do autor se transforma ao longo da vida. Machado, portanto, encarna uma consciência literária em movimento, que evolui e se reconfigura. Em Clarice Lispector, a literatura deixa de ser apenas narrativa de acontecimentos e passa a se concentrar nos estados do ser. Sua linguagem pode tanto revelar quanto dissolver o sujeito. A epifania clariceana, recorrente em sua obra, é um momento de revelação que simultaneamente desestabiliza a identidade do personagem. Em A Hora da Estrela, por exemplo, a linguagem se apresenta mais linear, enquanto em outras obras se torna mais hermética e introspectiva. Em todos os casos, porém, há uma tensão contínua entre revelar o sujeito e desorganizá-lo, indicando que a identidade nunca é plenamente fixa. Essa dimensão ontológica também se manifesta em Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa. O sertão, ali, é simultaneamente geografia e metafísica. Embora a narrativa se construa a partir de histórias de jagunços, essas histórias funcionam como pano de fundo para reflexões mais profundas sobre Deus, o diabo, o amor e a própria realidade. O sertão rosiano representa um estado existencial no qual o ser humano questiona constantemente o sentido de sua existência. A linguagem regionalista, elaborada e inventiva, não limita o alcance da obra; ao contrário, serve como veículo para questões universais e ontológicas. Na poesia de Carlos Drummond de Andrade, o “eu” frequentemente se apresenta deslocado. Esse sentimento de inadequação é simultaneamente psicológico, social e metafísico. Ao afirmar que não será o poeta de um mundo caduco, Drummond revela tanto sua leitura crítica da sociedade quanto sua própria percepção existencial do mundo. O deslocamento não é apenas individual, mas também histórico e ontológico, refletindo a dificuldade de encontrar um lugar estável em uma realidade em transformação. O modernismo brasileiro, por sua vez, buscou romper com a tradição europeia, mas também se constituiu a partir dela. Influenciado pelas vanguardas europeias — como o cubismo, o futurismo e o expressionismo —, o modernismo brasileiro não pode ser considerado totalmente revolucionário. Ele representou, antes, uma reconfiguração cultural que reposicionou o Brasil dentro de um cenário internacional. Embora tenha introduzido novas formas de expressão e valorizado elementos nacionais, manteve diálogo constante com modelos estrangeiros, revelando a complexidade da construção de uma identidade cultural autônoma. Lima Barreto exemplifica a fusão entre literatura e política. Sua obra é simultaneamente um ato literário e um ato político. Ao desconstruir visões ufanistas do Brasil e expor desigualdades sociais profundas, ele revela um país distante da imagem idealizada. Sua escrita, crítica e amarga, continua atual justamente por evidenciar problemas estruturais que persistem. A literatura, nesse caso, torna-se instrumento de lucidez social e histórica. Na poesia de Cecília Meireles, a temporalidade assume caráter ao mesmo tempo nostálgico e metafísico. Seus versos frequentemente refletem sobre a passagem do tempo e a transitoriedade da vida, construindo uma nostalgia que não se limita à memória pessoal, mas se expande para uma reflexão existencial sobre o destino humano. O tempo, em sua poesia, é consciência da impermanência. A questão da identidade nacional atravessa toda a literatura brasileira. Durante muito tempo, a produção literária refletiu fortemente influências europeias. Apenas ao longo do século XX, especialmente após o modernismo e nas décadas seguintes, é possível perceber a consolidação de uma identidade literária mais autônoma. Ainda assim, essa identidade permanece instável, construída em diálogo constante com referências externas e internas. A literatura brasileira não define uma identidade fixa; antes, revela a dificuldade de estabelecê-la de forma definitiva. Por fim, a relação entre forma estética e verdade social é central na tradição literária brasileira. Em obras como Vidas Secas, de Graciliano Ramos, a linguagem seca e direta corresponde ao conteúdo narrado, criando uma unidade entre forma e temática. A estética não suaviza a realidade, mas a traduz e a intensifica. Quando forma e conteúdo caminham juntos, a literatura alcança maior potência expressiva e crítica. Assim, a literatura brasileira pode ser compreendida como um espaço simbólico em que a identidade nacional é continuamente construída, questionada e reformulada. Ela não oferece respostas definitivas, mas evidencia a complexidade de um país cuja identidade permanece em permanente elaboração.

Monalisa Ogliari
Quando a Barbárie Clama por Justiça: A Necessidade de Reconhecer os Maus-Tratos a Animais como Crime Hediondo Fundado em argumentos jurídicos sólidos e irrefutáveis — especialmente diante da gravidade extrema da conduta, do elevado grau de censurabilidade social e da necessidade…
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Quando a Barbárie Clama por Justiça: A Necessidade de Reconhecer os Maus-Tratos a Animais como Crime Hediondo Fundado em argumentos jurídicos sólidos e irrefutáveis — especialmente diante da gravidade extrema da conduta, do elevado grau de censurabilidade social e da necessidade de reafirmação ética do Direito Penal — o Professor Jéferson Botelho propõe levar ao Congresso Nacional uma reflexão legislativa inadiável: a elevação dos crimes de maus-tratos contra animais à categoria de crimes hediondos. A proposta repousa nos pilares constitucionais da razoabilidade e da proporcionalidade, compreendidos não como instrumentos de leniência, mas como mecanismos de justiça material, aptos a proteger bens jurídicos sensíveis e a conter a banalização da violência. A crueldade contra animais não é um ato isolado ou menor; é, antes, um sintoma de degradação moral, um ensaio da barbárie e uma afronta direta à civilização jurídica. Nesse sentido, a classificação dos maus-tratos como crime hediondo impõe consequências jurídicas compatíveis com a repulsa social que tais práticas despertam, dentre as quais: a vedação de fiança, a proibição de indulto, graça e anistia, a ampliação do prazo de prisão temporária para 30 (trinta) dias, bem como o endurecimento dos critérios para progressão de regime, em consonância com o sistema penal vigente. Trata-se de uma resposta estatal firme, necessária e pedagógica, destinada a romper o ciclo da impunidade e a reafirmar a centralidade da dignidade da vida — humana e não humana. Mais do que punir, a proposta pretende educar, prevenir e civilizar, reafirmando que o Estado não pode ser indiferente à violência gratuita, sob pena de legitimar a crueldade como linguagem social aceitável. Onde o Direito se cala, a barbárie avança; onde o Direito se impõe com equilíbrio e firmeza, a sociedade se preserva.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
Um Mestre para a Eternidade. Morre o Homem; nasce a Lenda. Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbo…
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Um Mestre para a Eternidade. Morre o Homem; nasce a Lenda. Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbosa do Nascimento atravessa agora o limiar do tempo humano para habitar a eternidade dos justos — daqueles que ensinaram não apenas normas, mas valores; não apenas leis, mas humanidade. Foi no alvorecer da década de 1990, em Teófilo Otoni, quando ingressei na Faculdade de Direito, que tive o privilégio raro de conhecer aquele que se revelou o mais completo professor de Direito Penal que Minas Gerais já produziu. O Dr. Geraldo Barbosa não ensinava códigos: formava consciências. Sua sala de aula era um espaço de reflexão ética, de densidade filosófica e de profundo compromisso social. Com sabedoria incomum, ensinava a ciência penal brasileira dialogando com o Direito Comparado, trazendo à vida autores clássicos e modernos, como o mestre espanhol Sebastián Soler, e tantos outros que encontravam, em sua voz serena, tradução viva e atual. O “Dr. Geraldinho”, como era carinhosamente chamado, possuía a rara virtude de tornar o complexo compreensível sem jamais empobrecer o conteúdo — sinal inequívoco dos grandes mestres. Sua atuação profissional foi marcada por ética inabalável, zelo acadêmico e distinção intelectual. Em tempos de superficialidade e pragmatismo raso, o professor Geraldo Barbosa era resistência: acreditava na função civilizatória do Direito Penal, na dignidade da pessoa humana e no papel do jurista como guardião da justiça e da razão. Hoje, o Direito brasileiro perde uma de suas maiores autoridades. A academia perde um farol. A sociedade perde um intérprete sensível da dor humana. Mas o céu — se houver salas de aula na eternidade — ganha um professor completo, incumbido de ensinar princípios éticos, valores morais e o verdadeiro sentido da justiça. Aos familiares, amigos, alunos e admiradores, ficam as mais profundas condolências e o abraço solidário diante dessa perda irreparável. Que encontrem conforto na certeza de que o professor Geraldo Barbosa do Nascimento não partiu: foi eternizado na memória jurídica, moral e humana de todos que tiveram o privilégio de aprender com ele. O mestre se vai. O legado permanece. E a ciência penal agradece, em silêncio reverente.

Prof. Jeferson Botelho Pereira
Um segundo Uma oportunidade Um minuto
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Um segundo Uma oportunidade Um minuto Uma saída Uma hora Um desfecho Um dia Um propósito Uma semana Um planejamento Um mês Uma estratégia Um ano Um ciclo Uma década Um sonho Um seculo Um tempo Uma vida Um fim - REFLEXÃO.

Waltergodoi
Reflexão sobre a Imaturidade A imaturidade é um espelho turvo, onde o ego se contempla e se engrandece, mas não enxerga além da própria sombra. É o grito infantil travestido de adulto, a paciência que nunca floresceu, a empatia que se dissolve como sal na água, o altruísmo cong…
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Reflexão sobre a Imaturidade A imaturidade é um espelho turvo, onde o ego se contempla e se engrandece, mas não enxerga além da própria sombra. É o grito infantil travestido de adulto, a paciência que nunca floresceu, a empatia que se dissolve como sal na água, o altruísmo congelado em um inverno sem fim. Ser “mimado” não é apenas receber demais, é não aprender a dar, é não compreender que o mundo pulsa em outros corações, que a vida não se curva ao desejo de um só. A falta de estrutura, a ausência de mãos que guiem, de vozes que instruam, gera um ser que caminha com pés frágeis, incapaz de sustentar o peso das próprias escolhas. E assim, nega o outro, nega a realidade, nega a dor que não é sua, como se o universo fosse apenas um brinquedo particular. Mas a verdade é dura: crescer não é apenas envelhecer, é aprender a suportar o silêncio, a ouvir o que não se quer, a aceitar que o mundo não gira em torno de nós. A maturidade é o ato de abrir os olhos, de reconhecer que o ego é pequeno, que a vida é vasta, e que só quem se desfaz das correntes da infantilidade pode, enfim, tocar a liberdade de ser humano inteiro. Tatianne Ernesto S. Passaes

Tatianne Ernesto S. Passaes
Reflexão sobre a necessidade de aprovação A necessidade de aprovação dos outros é como uma lente que distorce a forma como enxergamos a nós mesmos. Quando cada palavra dita ou cada gesto realizado é medido pelo impacto que terá nos olhos alheios, a vida se torna uma busca incess…
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Reflexão sobre a necessidade de aprovação A necessidade de aprovação dos outros é como uma lente que distorce a forma como enxergamos a nós mesmos. Quando cada palavra dita ou cada gesto realizado é medido pelo impacto que terá nos olhos alheios, a vida se torna uma busca incessante por validação externa. Nesse processo, a autenticidade se perde: deixamos de agir conforme nossos valores e passamos a viver em função das expectativas dos outros. Essa dependência nasce, muitas vezes, da insegurança. O medo de rejeição faz com que a pessoa se agarre ao elogio como se fosse oxigênio. No entanto, quando questionada sobre essa fragilidade, a tendência é negar. A negação funciona como uma defesa: admitir a insegurança seria reconhecer uma vulnerabilidade que parece insuportável. Mas negar não elimina o problema; apenas o oculta. O paradoxo é que quanto mais buscamos aprovação, menos livres nos tornamos. A vida passa a ser guiada por um roteiro escrito por terceiros, e não pelo próprio coração. A crítica fere, o silêncio incomoda, e o elogio se torna indispensável. É um ciclo que aprisiona. Romper esse padrão exige coragem. Coragem para aceitar que a insegurança existe, para reconhecer que não é possível agradar a todos, e para compreender que o valor pessoal não depende da opinião externa. A verdadeira liberdade surge quando a pessoa aprende a se validar internamente, a se olhar com compaixão e a aceitar suas imperfeições como parte da jornada. Tatianne Ernesto S. Passaes

Tatianne Ernesto S. Passaes
Sonda Voyager 2: Do Planeta Terra,Até Um Outro Lugar. Viajando com uma velocidade que deixava os seus rastros com alguns ventos que por ali já estavam. Com uma vontade impressionante a Sonda Voyager 2 seguia o seu percurso.
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Sonda Voyager 2: Do Planeta Terra,Até Um Outro Lugar. Viajando com uma velocidade que deixava os seus rastros com alguns ventos que por ali já estavam. Com uma vontade impressionante a Sonda Voyager 2 seguia o seu percurso. Em uma outra parte do Sistema Solar. Com uma contagem sobre unidades astronômicas que o tempo sabia. Cada unidade era dita com a clareza da luz do Sol. A Sonda Voyager 2 em uma velocidade de querer alcançar os seus motivos,após três anos voando encontrou o Planeta Netuno. Com uma cor predominante azul. Um outro planeta gigante. Deslumbrante e com um frio que se misturava com a sua cor azul. Em uma trajetória que buscava o Sol. Como uma luz tênue e ainda reconfortante há milhares de quilômetros de distância. Como um ponto amarelo que ainda se mantinha radiante e protetor. Rodeando o Planeta Netuno a Sonda Voyager 2 se sentiu abraçada. Em um momento de reflexão relembrou de quando havia deixado o Planeta Terra em uma tarde do dia 20 de Agosto 1977. E que desde então estava na direção de uma viagem sem um momento definitivo de um outro encontro. Lembrou-se do Sol e da Lua. E por quanto tempo estava viajando. Em distâncias com números do mesmo significado. Viajando por distâncias que ela queria ainda descobrir. Tendo a sua perseverança como uma outra força para continuar seguindo. Dentro de algum lugar na sua silhueta está um disco dourado. Com coisas bondosas. Como o Sol e a sua alma brilhante e harmoniosa. Do Planeta Terra e da Lua. Dos mares e das brisas. Das matas e florestas. Dos diversos animais. Dos montes e cordilheiras. Do clima e das quatros estações. De uma semente até um novo florescer. Do amanhecer até o anoitecer. Das gotas das chuvas aos arco-íris. De sons naturais e característicos. Que ela levará ainda mais distante do Sol. Para um outro lugar. Tendo o tempo nessa viagem demorada e emocionante como uma outra razão. Com tantos anos viajando as unidades astronômicas,talvez tenham se tornado anos-luz. Talvez ela já tenha chegado em um lado chamado Heliosfera. Com uma distância assim os ventos do Sol se dissipam mais rápido. Ao seu encanto solar na Heliosfera os seus ventos cumprimentam o brilho de outras estrelas em anos-luz de distância nos seus brilhos e tamanhos distintos. Ao seu coração o Sol sabe que a Sonda Voyager 2 está a cada instante se tornando intocável aos seus ventos. Mas ele sabe que mesmo distante ainda guiará aquela sonda do fundo da sua alma. Mesmo que ela esteja voando na direção de um outro lugar,até mesmo para uma outra estrela.

Fabricio Herenio Duraes
ONDE NASCE O PENSAMENTO William Contraponto O pensamento surge quando algo não se encaixa, quando a realidade apresenta contradições ou lacunas que exigem ser compreendidas. Ele não nasce em situações de conforto ou estabilidade, mas diante de problemas, dúvidas e choques com o…
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ONDE NASCE O PENSAMENTO William Contraponto O pensamento surge quando algo não se encaixa, quando a realidade apresenta contradições ou lacunas que exigem ser compreendidas. Ele não nasce em situações de conforto ou estabilidade, mas diante de problemas, dúvidas e choques com o inesperado. Quando tudo parece estar resolvido, a mente tende a relaxar e a repetir ideias sem questioná-las. É o impasse que estimula a reflexão e move o raciocínio. Pensar significa duvidar do que se apresenta como certo e revisar o que se considera verdadeiro. A dúvida não é um defeito, mas uma etapa necessária do entendimento. Aceitar tudo sem questionar é uma forma de renunciar à própria capacidade de pensar. A certeza absoluta, por sua vez, transforma-se em limitação, pois impede a revisão de ideias e o aprendizado contínuo. O pensamento é, portanto, um processo em constante movimento. Ele não busca um ponto final, mas procura compreender o sentido das coisas dentro de seus limites. Cada resposta gera novas perguntas, e é essa sequência de questionamentos que mantém a mente ativa. Pensar é um exercício de liberdade intelectual. Implica não se contentar com explicações prontas e reconhecer que o conhecimento é sempre provisório. O pensamento nasce, cresce e se renova na dúvida, e é isso que o torna essencial para a consciência e para o desenvolvimento humano.

William Contraponto
No início, percebi um tom melancólico, um sentimento bastante solitário, mas aos poucos, veio uma sensação muito elegante, indispensável, o ânimo ressurgindo ainda mais forte, na companhia agradável da própria solitude, uma mudança saudável Cena entusiasmante que eu pude imagina…
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No início, percebi um tom melancólico, um sentimento bastante solitário, mas aos poucos, veio uma sensação muito elegante, indispensável, o ânimo ressurgindo ainda mais forte, na companhia agradável da própria solitude, uma mudança saudável Cena entusiasmante que eu pude imaginar depois de refletir por alguns instantes sobre uma música linda, profunda, simples, emocionante, expressada com muita maestria, uma mensagem interessante sem palavras, uma rica melodia impactante Desta provocação sonora tão cativante, usei esta minha reflexão poética em resposta, que me fez concluir que estava ouvindo o processo significante de uma resiliência, a chegada de uma metamorfose exuberante, que compensou toda a espera.

Jefferson Freitas.
⁠PRINCÍPIOS DA SERENIDADE ‎1. Princípio de imortalidade do Sujeito: ‎O Homem não morre, o que morre são as suas condições de existência, tais como o seu Corpo, a sua Mente, a sua Consciência ou Personalidade e os seus bens materiais!
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⁠PRINCÍPIOS DA SERENIDADE ‎1. Princípio de imortalidade do Sujeito: ‎O Homem não morre, o que morre são as suas condições de existência, tais como o seu Corpo, a sua Mente, a sua Consciência ou Personalidade e os seus bens materiais! ‎2. Princípio de estado da Atenção do Sujeito: ‎O Homem deve viver no estado da Atenção, e recorrer ao estado do Pensar e da Reflexão apenas momentaneamente para melhorar alguma condição da sua existência ou da existência dos outros Homens! ‎3. Princípio de igualdade dos Sujeitos: ‎Todos os Homens são iguais, a diferença está nas suas condições de existência, tais como o seu Corpo, a sua Mente, a sua Consciência e os seus bens materiais! ‎4. Princípio de projeto de vida do Sujeito: ‎Cada Homem deve ter o seu próprio projeto de existência secular e concretizar o seu projeto a seu próprio ritmo em harmonia com as normas socialmente estabelecidas! ‎ ‎5. Princípio de serviço voluntário do Sujeito: ‎Cada Homem deve procurar servir um propósito universal no seu próprio ritmo através de um serviço voluntário de melhoria das condições de existência da sociedade em que o seu Organismo se encontra inserido! ‎Estes Princípios são Interdependentes!

Amâncio Maurício Xavier Rêgo
Frase: “Fazer algo sem saber pode até gerar falhas, mas é compreensível. O que não se justifica é fazer errado quando se está sendo orientado. É preciso seguir o que foi instruído, dar o primeiro passo corretamente e depois aguardar o processo com fidelidade, sabendo que a base…
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Frase: “Fazer algo sem saber pode até gerar falhas, mas é compreensível. O que não se justifica é fazer errado quando se está sendo orientado. É preciso seguir o que foi instruído, dar o primeiro passo corretamente e depois aguardar o processo com fidelidade, sabendo que a base foi feita da forma certa.” Reflexão: Errar por ignorância é parte do aprendizado, mas errar por descuido é escolha. A diferença está na escuta: quem busca orientação, mas não a segue, transforma o conselho em desperdício. Há quem se precipite, tentando colher o fruto antes do tempo, e há quem plante com paciência, confiando no processo. Fazer o certo desde o início é mais do que obediência — é maturidade. É reconhecer que o primeiro passo dado com consciência sustenta todos os outros. A fidelidade ao que foi ensinado é o que mantém o caminho firme quando o tempo parece demorar. Porque o que é construído sobre base correta não precisa de pressa: apenas de confiança.

MIGUEL ROCHA
Toda sociedade contemporânea, hoje está muito doente quando não tem paciência, perspicácia, sagacidade e reflexão para entender o comportamento autista de alguns privilegiados escolhidos pela vida. A mesmice, por si só tornou se um padrão mais fácil e a taxação de anomalia compor…
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Toda sociedade contemporânea, hoje está muito doente quando não tem paciência, perspicácia, sagacidade e reflexão para entender o comportamento autista de alguns privilegiados escolhidos pela vida. A mesmice, por si só tornou se um padrão mais fácil e a taxação de anomalia comportamental em uma solução errônea e mais rápida.

Ricardo V. Barradas