Seria difícil conceber castigo mais demoníaco, pudesse uma tal coisa ser posta em prática, do que abandonar uma pessoa à deriva na sociedade por forma a passar despercebida a todos os seus membros. Se ninguém se voltasse para nós ao ver-nos entrar em casa, se ninguém nos respondesse quando nós falássemos, ou se preocupasse com o que nós fizéssemos, mas se toda a gente que conhecêssemos nos "desligasse do mundo" e agisse como se fôssemos entidades inexistentes, não tardaríamos a ser tomados de uma espécie de desespero de raiva e impotência, de que a mais cruel das torturas corporais seria um alívio.
Sempre que você está em conflito com alguém,
há um elemento que pode significar a diferença
entre arruinar o relacionamento e aprofundá-lo
esse elemento é a atitude
Mergulhamos no campo da experiência recente com as crenças que nossos ancestrais e nós mesmos já fizemos; essas determinam o que percebemos; o que percebemos determina o que fazemos; o que fazemos, de novo determina o que experimentamos; assim de uma coisa para outra, embora o fato teimoso que permanece seja o de que há um fluxo sensível, o que dele é verdadeiro parece de princípio a fim ser amplamente matéria de nossa propría criação.
“Não tenho a menor dúvida de que a maioria das pessoas vive, seja física, intelectual ou moralmente, em um círculo deveras restrito do seu ser potencial. Elas usam uma parcela ínfima da sua consciência possível [...], mais ou menos como o homem adquire o hábito de usar e de mover, de todo o seu organismo físico, apenas o dedo mínimo. Todos nós temos reservatórios de vida a serem aproveitados, com que sequer sonhamos”.