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Frases de Wikney Edson

387 frases

"E é claro como o dia, eu te venero. Odeio-me quando despeço. Amo-te longe ou perto.
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"E é claro como o dia, eu te venero. Odeio-me quando despeço. Amo-te longe ou perto. Sentimento puro e singelo. No peito, lhe carrego, amor eterno. Sofrimento discreto. Com a solidão, flerto. Saudade te traz para perto. És bem-vinda, espero-lhe de braços abertos..."

"Então adormeci e sonhei contigo. Sonhei que estava comigo Sonhei que a cada olhar era um sorriso, ah aquele sorriso.
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"Então adormeci e sonhei contigo. Sonhei que estava comigo Sonhei que a cada olhar era um sorriso, ah aquele sorriso. Sonhei que a Lua em uma noite nos encantava com seu brilho. Sonhei que nessa noite estava com meu mundo, em meus braços, ali comigo. Sonhei que em seus olhos me faltava as palavras, me faltava o juízo. Sonhei que era seu anjo da guarda, confidente preferido. Sonhei que me amava mas ainda não havia descobrido. Então de tal sonho lucido, desperto estarrecido. Te olho nos olhos e te digo: - Sonhei contigo..."

E naquele quarto era só suor e paixão. Mistura ardente que matava nossa solidão. A cada beijo palpitava mais forte meu coração.
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E naquele quarto era só suor e paixão. Mistura ardente que matava nossa solidão. A cada beijo palpitava mais forte meu coração. Seus doces suspiros me traziam à tona todo tipo de emoção. "És minha", sussurrava eu, em vão. Acordo desolado desse sonho, vã ilusão. Tentando encontrar você nos lençóis frios da minha imaginação. A cama vazia, infelizmente, não se iguala ao coração. As lágrimas, na madrugada, afogam aquela paixão. E eu, mais uma vez, durmo nos braços da solidão...

"E eu, em vão, tento estrangular meus sentimentos. Sufoco, a mim mesmo, mas não mato o que mora aqui dentro. Meu coração, a esmo, acelera seus batimentos.
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"E eu, em vão, tento estrangular meus sentimentos. Sufoco, a mim mesmo, mas não mato o que mora aqui dentro. Meu coração, a esmo, acelera seus batimentos. E a cada batida do meu algoz, aumenta o meu sofrimento. Sofrimento lento, que me lembra dos meus vazios juramentos. Juras que fiz a mim mesmo: Esquecer-lhe e matar a ti, aqui dentro. És covarde ti, és covarde meu desalento. Por voltar, quando já morria, o que respirava aqui dentro. Uma hora vais embora e me deixará jogado ao vento. E com afinco, pelas madrugadas, tentarei em vão; estrangular meus sentimentos..."

Eu devo estar louco. Minh'alma, ébria de amor, engana meu corpo bobo. Passo sufoco.
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Eu devo estar louco. Minh'alma, ébria de amor, engana meu corpo bobo. Passo sufoco. As cores da minha vida, se esvaem, pouco a pouco. Tudo ao meu redor, preto e branco, lembra-me de ti, socorro. Me sinto um tolo. Por crer que, minha sede de paixão, morreria nas águas do seu poço. Não me perdoo. Por deixar-lhe voltar de novo. Tenho um nada de zelo e ti, age com dolo. Pois quando a saudade, à ti, grita meu nome, tu vens à mim, com gosto. E eu parvo, outra vez, com o coração suplicando, te perdoo...

"Naquele estranho fim de tarde, o céu sangrava. A Lua, a pouco, já brilhava com sua timidez pálida. O vento quente, me trazia lembranças de ti e me gelavam a alma.
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"Naquele estranho fim de tarde, o céu sangrava. A Lua, a pouco, já brilhava com sua timidez pálida. O vento quente, me trazia lembranças de ti e me gelavam a alma. Aquele abraço levou-me a calma. O tudo, sem você é nada. Quisera eu, ter controle das rédeas dessa paixão desenfreada. Viver, morrer, sorrir, chorar, amar, odiar, se o faço, faço por ela. Meu maior sonho, se tornou um dia, não ser capaz de encontrar a paz e a felicidade nos olhos dela. Aquele sorriso me atropela. O teu amor, é me uma cela. Encontro-me em uma prisão perpétua. Mais uma vez, não evito, tais mazelas. Tento, aos poucos, matar um amor que, quanto mais se fere, mais rápido se recupera. Quisera eu, ter sobriedade sobre minha alma ébria. E enquanto o céu sangrava, mais uma vez eu sussurrava: 'Tudo por ela'..."

"Eu sou escravo das suas mentiras. Que já se tornaram minhas verdades. Sou vítima das suas malícias.
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"Eu sou escravo das suas mentiras. Que já se tornaram minhas verdades. Sou vítima das suas malícias. Que me traziam bondades. Eu sou refém das suas carícias. Que me traziam felicidade. Eu abdiquei das minhas alegrias. Para viver suas vaidades. Eu hoje vivo um todo de tristezas. Pois me afoguei nas suas palavras de serenidade. Eu escolhi me enganar com as suas fantasias. Que viver minha vã realidade. Quisera eu que, minhas palavras fossem mentiras. Mas para o meu desalento, são todas verdades..."

"O meu coração é um lacaio. Fito seus lábios, te olho de soslaio. Me acho esperto mas em suas armadilhas de amor eu sempre caio.
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"O meu coração é um lacaio. Fito seus lábios, te olho de soslaio. Me acho esperto mas em suas armadilhas de amor eu sempre caio. Um tolo amante e na paixão, um lobo solitário. Seu sentimento não me é solidário. Uma relação onde tudo nos é demasiadamente precário. Os beijos, as carícias, as palavras, os abraços. Me assemelho a um tipo de pirata, quiçá um corsário. Que veleja nas águas profundas do seu olhar, totalmente despreparado. Em busca de um tesouro imensurável, impossível de ser encontrado. Velejaria os 7 mares para encontrá-lo. Uma vida ao seu lado. E em mais uma noite chuvosa, acordo decepcionado. Os ventos e as enxurradas, mais uma vez, não me levaram esse sentimento despedaçado. Eu sou um pobre coitado. Dos males, o maior, foi um dia ter lhe amado. E após horas ínfimas de reflexão, desamparado. Sussurro só, pela madrugada, com o peito acelerado. - Mais uma do Famigerado..."

"E você me vem e diz que sente a minha falta. O que falta é verdade no que diz agora. Não falo sobre as verdades das palavras, mas sim, das verdades do coração.
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"E você me vem e diz que sente a minha falta. O que falta é verdade no que diz agora. Não falo sobre as verdades das palavras, mas sim, das verdades do coração. Pra todo aquele que sente falta, qualquer suspiro é solidão. E as noites na escuridão? Onde, no rosto, cada lágrima, regava a dor de um solitário coração. Ah! Como faz falta aquela doce ilusão. Onde, por instantes, éramos um só ser de puro amor e paixão. As palavras foram em vão. Diz que sente minha falta mas o que nos falta é o perdão. Sonho e penso em nós e o que me falta? Respiração..."

"Antes eu não sabia o que sei agora. Não sabia, que os seus olhos, me perseguiam a toda hora. A surpresa veio e bateu na minha porta.
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"Antes eu não sabia o que sei agora. Não sabia, que os seus olhos, me perseguiam a toda hora. A surpresa veio e bateu na minha porta. Claro como o dia, o teu olhar me devora. Linda como uma doce manhã é você agora. Ainda mais quando sorri e ilumina tudo à sua volta. Raio de luz, estou aqui, por você agora. Apaixonante, perfeita, da minha felicidade és a porta..."

"Eu fiz juras de amor. Eu fiz juras por esse amor. Eu jurei que traria dor.
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"Eu fiz juras de amor. Eu fiz juras por esse amor. Eu jurei que traria dor. A quem me prometeu amor. E todo esse amargor? Que rega um sentimento que, dia após dia murcha, como uma flor. À tua vida eu queria trazer cor. E a minha vida se torna preto e branco, sem teu amor. Todos os gostos, as delícias, sem teu beijo, perdem o sabor. Por você, por nós eu voltaria e faria, juras de amor..."

"Vislumbro-te minha deusa das perdições. Olhar-te é perigo, é se lançar aos leões. E teus olhos me prendem em doces sonhos e alucinações.
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"Vislumbro-te minha deusa das perdições. Olhar-te é perigo, é se lançar aos leões. E teus olhos me prendem em doces sonhos e alucinações. Aquele que, por milésimos te vislumbra, é certo, fica preso em seus grilhões. Ah mulher! Se tu fosses música, é certo, seria a mais doce das canções. Encanta-me teu corpo, a mais bela das tentações. Coleciona em tuas mãos, daqueles que te admiram, os corações. Poço profundo, onde afogo falsos amores e antigas paixões. As mais belas palavras, tornam-se vazias, ao tentar narrar as inenarráveis sensações. És dos erros os perdões. És me luz nas escuridões. És me companhia nas solidões. Se fosses uma flor, seria a mais bela dos vales, das campinas e dos sertões. Ter-lhe em minha vida é a mais doce das ilusões. Liberte-me desta prisão, traga-me emoções. Peço por favor, liberte-me dos seus grilhões..."