Quem ama: Diverte
Quem ama: Cuida
Quem ama: Entende
Quem ama: Respeita
Quem ama: Presenteia
Quem ama: Deseja
Quem ama: Fica junto
Quem ama: Se atrapalha a falar algo bobo
Quem ama: Seduz
Quem ama: Flerta com seu par
Quem ama: É cuidadoso
Quem ama: Passeia e sapateia a ouvir um som!
Quem ama: Da flores
Quem ama: Elogia
Quem ama: Agrada
Mas
Quem ama: Não bate
Quem ama: Não machuca
Quem ama: Não pisa
Quem ama: Não diminui
Na verdade
Quem ama, ama até mesmo os defeitos, e
sem rigor os trata.
Todos nos somos planetas ou ate mesmo astronautas
Somos os nossos próprios habitantes
Visitamos outros mundos, é claro que nem todos os mundos, galaxias, estão tão perto quanto imaginamos
Mas por sermos curiosos, a dificuldade nos atrai e o complexo nos fascina.
Se seu cérebro tivesse dentre suas
pernas, você teria uma mente aberta.
Pena que isso não acontece, então
feche as pernas e abra a mente.
E se for abrir realmente, abra os dois
até mesmo os olhos, cuidado com os
intencionados foque nos interpretativos.
Musica versao reagge- Se o mundo deixa de existir.
Não sei porque me apaixonei, mas esse teu sorriso lindo.
Quando a noite cai e acende a luz da falta.
Dá falta, da falta de ter seu corpo aqui sem ter medo da caminhada.
Minha gata
Se o mundo deixar de existir.
Sobrar somente, eu e você aqui
Faço de novo tudo que já fiz pra te ver sorrir.
Se o mundo deixa de existir.
O paraíso renasce com você perto de mim.
Amor sou tão clichê no ponto clássico máximo.
Mas tudo fica bobó com você aqui.
Sonhar, viver sem você em algum lugar, é a mesma coisa de não ter final feliz.
Tem gente que rasgou minhas feridas, mas com você por perto tudo cicatriza.
Amor eu não tenho nada, talvez uns dois reais na mão, e umas viagens proferidas.
É tudo muito louco!! Tentei fugir esquecendo seu rosto, mas sempre volto ao ponto de partida.
Amor desculpa se não se apaixonou de primeira, só sei que em meio a beira da verdade, vejo que aqui só você completa a outra metade.
Olhos do paraíso.
O dia cai com sua tarde
A verdade leva o brilho
O sorriso lumia
Menina distante da terra
Tão bela es a cor do castanho olhar
Maldita ardência serena consumia o sangue a pulsar
Peito cabe o amar, menina se ponhavas a sorrir como noite de luar
Minha vida já saia do chão aberto
Brotou-me ao vento a voz pensante:-
"Mulher levante-se da tristeza deixe-me feliz
Homem dê tudo de si para que não pare de rir"
Aos olhos do pai pedir-lhe-ei a mão
Sentava-me no sofrido pensar
Currei me alma, não estava mais perdido
A lua caia do céu emocionado
Presente bendito da terra
Brotou-lhe as emoções da boca, chovia molhava lhe a roupa
Sequei a com as palavras
Segurava lhe as risadas
De perto já viria o riso
Tão longe ouvi os pulos
Era o coração no paraíso
------------------------------------------------------
Moço risonho partido és teu belo sofrido
Sorria por falta de beleza
Levava-me frouxar do sonhar, pois em teu encanto dormiria
Voei sem par de asas por tardes e madrugadas
Bruto por tal forma, romântico enlouquecido
De onde surgia a margem? Brotou-me rios de onde não tocastes
Sou bela moça
Disse-lhe não passar muito das horas
Mais o tempo não nos ouvia
No grito do meu sentimento
Achei-o melhor do dia
No tempo lhe perdia
Mais tarde o acharia
Quem lhe dera ser paraíso
Mais só pudia ser ilusão do meu dia
Como pudia tão belo espirito em forma de homem franzino
Trazer-me o que já não me tinha
Alegria.
As lágrimas secam, os sorrisos se apagam e acedem.
A felicidade é hílare.
A tristeza entristece.
A vida começa ou continua, tudo é uma questão relativa de momentos.
A onde nasce o rio Dom Pedro?
De quanto chão me resta para estar perto do futuro.
De quanta bobagem necessita o homem para criar mais desastres.
Faltam-me estrelas em gota para irrigar o seco céu da boca.
Trocou-se a simplicidade do riso por espelhos e gritos das raças.
De quanto rio resta a nadar,se de nada ira de sobrar.
O chão que sofria junto a pele, racha e se parte.
A corrente que fere alma prendendo o passado na gaiola da memória.
Ainda há de criar asas e voar meu passarinho.
Ainda há de cantar a liberdade para dentro de seu ninho.
Mas ainda há uma veia de lembranças do que nasceu esperança e morreu criança.
Vi flechas mirarem futuro e caírem nos pés de um maldito burro, que por sua ganância assassinou o meu novo mundo.
E olhando agora, que mundo o Brasil se tornou?
De quem se tornou parte o Brasil?
De que passado resta a memorar?
Quem permitirá viver o futuro ou presente, se pretendem roubar até o conhecimento de nossas mentes.
Dizem que o conhecimento ninguém o tira.
Dizem que o passado não vive no novo.
De algo posso realmente dizer, ainda tenho esperança que possamos renascer de novo.
Faltará de tudo um pouco; nascimento meio lento do que chamam de consciência, ela que pintada de negra ainda não pode ser incolor. Que pena ser utópico um algo tão simples, ainda assim vi muita gente no berço da dor. No parto da realidade encontro a verdade, ainda não aprendemos que na nossa brasilidade não deve existir distinção de cor a dar oportunidades. O pais é preto no formato de toda cor. No lixo da desigualdade virei poeta e de minha poesia tudo que tem vida vira arte. E tudo que é arte faz parte! E de que parte você faz? Parte de todo um mundo! Onde ainda irei de acreditar que ser brasileiro é ter calor, e ser do mundo é ser universal. E se somos universal somos temperados, e olhe bem! Tudo que tem tempero e sabor, é gostoso, como dizia mainha:- Você não é todo mundo, mas todo mundo faz parte do mundo.