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Frases de Waninha Araújo

194 frases

Finge que sente Mente doente. Decadente,
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Finge que sente Mente doente. Decadente, Mente padece Corpo apodrece.

Epílogo Me visto com pudor. O velho traje vermelho escarlate
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Epílogo Me visto com pudor. O velho traje vermelho escarlate Tingi, troquei a cor. Marrom escuro Nesse quase luto Que reflito e reluto Sem alcançar de todo a dor. Não há saudade, Se esvaiu com o pranto O que um dia, no entanto, Foi poema, acalanto. Se houve melancolia Nem quero pensar. Em breve pinto de flores Em tons de alegria e mil cores meu coração que é assim: Sucumbe ... E renasce em amores.

⁠Como nasceu o arco íris Havia uma flor muito linda Ela era tão linda ... tão linda!
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⁠Como nasceu o arco íris Havia uma flor muito linda Ela era tão linda ... tão linda! Em meio a um jardim de tantas cores ela reluzia. Seu brilho parecia o de uma estrela, Suas pétalas delicadas pareciam dançar ao sopro de uma brisa leve ... muito leve. Parecia um bailado conduzido por uma flauta mágica. Ao longe mas não tão distante tinha o beija flor que a observava encantado. Ele a via e se encantava. Ficavam ali. Ela como que encantanda por ele, bailando. Ele como que encantando por ela, admirando. Um belo dia, todos os sons e cores do jardim que, junto com a flauta mágica, compunham o maravilhoso espetáculo, pediram ao tempo que parasse. O tempo, jubiloso que era, não ousou contestar o pedido da primavera: Parou. Por um segundo a eternidade se firmou. Voltaram como por encanto Ao som de um compasso vibrante. Sem que ninguém percebesse, naquele exato instante, Ele havia se juntado a ela E ali mesmo dançaram uma dança jamais vista. Porem, no céu puderam observar um prisma reluzente de muitas cores. Dizem que existe um pote de ouro mas, se alguém conseguir alcançar o fim do arco íris, verá ali um casal de flor com seu colibri.

⁠Por amor, puro amor Não, você não precisa me provar nada. Não, eu não preciso te provar nada.
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⁠Por amor, puro amor Não, você não precisa me provar nada. Não, eu não preciso te provar nada. Não, você não precisa controlar suas atitudes. Não, eu não preciso controlar minhas atitudes. Não, você não precisa me satisfazer. Não, eu não preciso te satisfazer. Não, você não precisa de mim. Não, eu não preciso de você. Não, nós não precisamos de nos!

⁠O sol me fortalece A noite me enfraquece Deito coragem
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⁠O sol me fortalece A noite me enfraquece Deito coragem Acordo medo. Minha mente perversa Pregressa Não mente, Confessa! Refaz o que não foi Desfaz a cena Desfacela! Não descrevo o sonho Nem o pesadelo Se tive um ou outro não sei, Não lembro. De novo o sol que brilha Refaço (já disse o poeta:) Com "régua e compasso" O proximo passo. Eu mereço 🦎

LOOPerfeito ⁠Traição é pura imaginação. Consequência da insistência,
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LOOPerfeito ⁠Traição é pura imaginação. Consequência da insistência, Da expectativa é frustação. Manter além da conta o sonho É débito crescente de ilusão Bola de neve de mágoas Banco no jardim da solidão. Mente contesta o que não engrandece Alma liberta(da), o corpo agradece Sorriso novo que brota na face Qual roseira adubada floresce Ah! Que belo esplendor a me guiar, errante Brilhos me ofuscam tal qual diamantes Dia pleno de sol pos noite estrelada A chuva que chega se torna aliada Fontes de luz, cascatas de paz Arco íris de flores das mais intensas cores Me enchem de viço Me cobrem o corpo todo e eu ... Eu me debruço No espaldar que te encostas eu me debruço. Lentamente me coloca em teus braços E te ouvindo cantar eu adormeço ... Sonho o sonho dos justos. Eu mereço🍀

⁠Antes do ódio aprendi o perdão O ódio ninguém ensina Ele nasce da ingratidão
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⁠Antes do ódio aprendi o perdão O ódio ninguém ensina Ele nasce da ingratidão Até com todo ensinamento Do "é dando que se recebe" Que fala em doar sem nunca cobrar pelo feito Quando o que falta é respeito É difícil o que possa abrandar A dor que nasce no lado esquerdo do peito Como o vento que dá e que passa Assim também acontece com a gente Dor que brota não cria raiz Não é uma boa semente

⁠A vida tem sempre um sorriso aberto Pra quem se arrisca E não desperdiça
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⁠A vida tem sempre um sorriso aberto Pra quem se arrisca E não desperdiça Cada momento que lhe é desperto. Mesmo que triste, acabrunhado Parecendo assim, meio nublado, Há sempre um encanto contido Que não deve ser reprimido Se foi-nos dado perceber Tudo que a nossa volta acontece É por bem fazer uma prece E deixar acontecer Nem sempre serão flores Isso é fato incontestável Boldo amargo adoça o mel Espinhos não devem nos causar dores

⁠Amor não tem receita Não tem pó de pirlimpimpim Não tem magia ou algo assim
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⁠Amor não tem receita Não tem pó de pirlimpimpim Não tem magia ou algo assim Acontece, tá acontecido Não tem "pé de pato, mandalô, treis veis" Não tem mandinga que desata o no que se fez Se trás aconchego, aceita Se trás desassossego, ajeita Nada rejeita É uma alegria que contagia É um querer sempre bem que vicia Se é o de mãe pro filho, pra filha Maravilha... é pura alquimia Se é o de querer companhia Daquelas que a pele arrepia Aí danou-se, esse te pega de jeito Não se acerta com pausa ou batida O descompasso que fica O lado esquerdo do peito

⁠Vou virar o ano de calcinha amarela. Sempre foi assim. Pura superstição.
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⁠Vou virar o ano de calcinha amarela. Sempre foi assim. Pura superstição. Nunca lembro o significado das cores. É a cor que mais gosto. É a cor do sol. Vermelho também. Cor do fogo. Azul também. Cor do céu. Verde também. Cor da natureza. (Anda meio acinzentada) Roxo também. Cor de raiva. Branco também. Cor da espuminha do mar na areia. Misturo tudo e viro o ano. Transparente. Verdadeira.