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Frases de Walecy de Jesus Paulo

35 frases

⁠A beleza da compatibilidade está no designer e na simetria daqueles que nunca se encontraram e em sua emoção que se somam em suas partes. Está na alma. No encontro das palavras, está no aperto perfeito de mãos. E no toque do ponto inicial ao final.
⁠No design das pessoas, existe um traço único, moldado pela matemática. Eu, Walecy, ainda não consegui definir todos os traços anatômicos, mas continuo pesquisando sobre essas figuras geométricas. A posição das mãos em movimento, a rotação dos ombros, e a perspectiva do olhar rev…
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⁠No design das pessoas, existe um traço único, moldado pela matemática. Eu, Walecy, ainda não consegui definir todos os traços anatômicos, mas continuo pesquisando sobre essas figuras geométricas. A posição das mãos em movimento, a rotação dos ombros, e a perspectiva do olhar revelam padrões comuns ao comparar os traços humanos. É fascinante perceber que, em um grupo de 9 pessoas, uma delas terá semelhanças com você. Essa similaridade intrínseca destaca a beleza e a complexidade da natureza humana.

⁠ O preço do conhecimento é o tempo. Naquela época, vivíamos na ingenuidade, sem saber como fazer ou entender as coisas, e o mistério do saber nos instigava. Hoje, mais velhos, sentimos saudade daquele tempo tão cheio de novidades, onde o desconhecido nos fascinava e o amor pelo…
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⁠ O preço do conhecimento é o tempo. Naquela época, vivíamos na ingenuidade, sem saber como fazer ou entender as coisas, e o mistério do saber nos instigava. Hoje, mais velhos, sentimos saudade daquele tempo tão cheio de novidades, onde o desconhecido nos fascinava e o amor pelo invisível nos movia. 15 de Novembro de 2024

⁠Além do Vale No silêncio do vale onde a névoa se esconde, há olhos que veem além do horizonte.
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⁠Além do Vale No silêncio do vale onde a névoa se esconde, há olhos que veem além do horizonte. Enquanto outros param na sombra e na estrada, há quem enxergue a luz na jornada. O vale é profundo, feito dúvida e medo, mas quem vê além, não se prende ao enredo. Não teme a curva, nem a escuridão, pois carrega no peito sua própria visão. Enquanto alguns ficam, presos ao chão, outros atravessam com o coração. Porque ver não é só abrir os olhos, mas sentir o mundo sem ter os contornos. Então siga em frente, sem medo do breu, pois além do vale, há um céu todo seu.

⁠Sonho de Walecy - 12/12/2024 - 08:50 Eu estava parado, observando o horizonte, quando algo extraordinário aconteceu. Vi oito redemoinhos de fogo, enormes e ameaçadores, surgindo ao longe. Eles vinham em direção à casa, girando em uma dança caótica e devastadora. O céu parecia e…
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⁠Sonho de Walecy - 12/12/2024 - 08:50 Eu estava parado, observando o horizonte, quando algo extraordinário aconteceu. Vi oito redemoinhos de fogo, enormes e ameaçadores, surgindo ao longe. Eles vinham em direção à casa, girando em uma dança caótica e devastadora. O céu parecia em chamas, e o som de suas labaredas cortava o ar como um aviso. Apesar do temor, senti alívio ao vê-los desviar, passando a cerca de 400 metros de distância. Próximo à casa, havia muita água. Rios ou lagos refletiam as chamas dos redemoinhos, criando um contraste entre o fogo ameaçador e a calmaria da água. Mas, antes que pudesse relaxar, um deles, menor, surgiu repentinamente sobre o lugar onde eu estava. Era um redemoinho de fogo isolado, dançando com uma força destrutiva que desafiava a lógica. O calor começou a crescer, e, alertado por um instinto de sobrevivência, corri e me escondi dentro de um guarda-roupa. Ali, no espaço apertado e escuro, senti o calor como uma presença viva, queimando o ar ao meu redor, pressionando minha pele, como se quisesse me consumir. Porém, o momento passou. Quando o silêncio tomou conta, abri a porta. Ainda estava vivo. O mundo lá fora parecia intacto, mas havia uma sensação de algo mudado. Saí e encontrei uma família que vivia ali. Eram seis crianças, cheias de vida, suas risadas e energia iluminando o ambiente simples, mas acolhedor. Sua harmonia era um refúgio em meio ao caos. Então, chegaram visitantes estranhos. Não falavam a língua da família, e seus gestos e intenções eram difíceis de entender. As crianças olharam para mim com olhos esperançosos, e eu, tomado por uma coragem inexplicável, disse: “Eu serei o intérprete.” Os visitantes queriam algo precioso: a terra daquela família. Suas palavras eram tentadoras, carregadas de promessas. “Com este dinheiro, vocês podem comprar o que quiserem, viver em um lugar luxuoso, longe das dificuldades.” Eu traduzi as palavras, mas também senti a responsabilidade de protegê-los. Respondi com firmeza: “Eles precisam de tempo para pensar.” Foi então que tudo mudou. Num instante, a família havia partido. Olhei ao redor, desesperado, e os vi ao longe, indo embora. Corri atrás deles com toda a força que tinha. Um dos visitantes, aquele com quem eu traduzia as conversas, também corria. Ele nadava em direção a uma embarcação que estava prestes a partir. Não hesitei. Entrei na água, sentindo a força da corrente, e nadei lado a lado com ele, determinado a alcançar aquele barco. Quando finalmente cheguei à embarcação, o tempo parecia suspenso, como se o destino estivesse aguardando meu próximo movimento. E então, no auge do momento… acordei. Ao abrir os olhos, percebi que algo estava diferente. No meu fone de ouvido, tocava a música Soldado Ferido, do cantor Júnior. A letra parecia fazer eco ao sonho que acabara de viver. As palavras transmitiam força, cura e uma promessa de proteção. A melodia trouxe calma ao meu coração, enquanto tentava decifrar o significado de tudo aquilo.

⁠Existem coisas que só fazem sentido quando somos nós mesmos que arrumamos. A vida, por exemplo, é uma casa com cômodos únicos, cheios de memórias, cheiros e jeitos só nossos. Quando temos a chave, podemos deixar a luz entrar do nosso jeito, escolher onde cada livro vai ficar, qu…
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⁠Existem coisas que só fazem sentido quando somos nós mesmos que arrumamos. A vida, por exemplo, é uma casa com cômodos únicos, cheios de memórias, cheiros e jeitos só nossos. Quando temos a chave, podemos deixar a luz entrar do nosso jeito, escolher onde cada livro vai ficar, qual janela abre primeiro, o que merece estar à mostra e o que a gente guarda com carinho no fundo da gaveta. Mas, às vezes, por carinho, por cansaço ou por insegurança, entregamos essa chave a outra pessoa. E quando ela entra, ela pode mudar os móveis de lugar, trocar o nosso sofá de lado, reorganizar nossas emoções sem saber das histórias por trás de cada objeto. A verdade é que ninguém conhece a alma da nossa casa como a gente. Ninguém entende o motivo daquele quadro torto, daquela planta na janela ou daquele silêncio que mora no quarto. Por isso, cuide da sua chave. Entregar a chave da sua essência é um ato de confiança muito grande — e nem todo mundo sabe respeitar o espaço sagrado que existe dentro da gente. Mantenha as portas abertas pra quem vem somar, não pra quem quer redecorar sua essência. Sua casa, sua vida, seu coração… merecem ser organizados por alguém que entenda o valor de cada detalhe: você mesmo! Data: 30 de Março de 2026