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Frases de Vinicius Trombini Martins

124 frases

A vontade de chorar aflora o peito novamente. Mais uma vez nos encontramos em uma madrugada fria para lamentar o que poderia ter dado certo e não deu. De um lado o coração aflito e espedaçado. Do outro, a mente e sua razão dizendo que não foi por falta de avisar. Essa guerra eter…
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A vontade de chorar aflora o peito novamente. Mais uma vez nos encontramos em uma madrugada fria para lamentar o que poderia ter dado certo e não deu. De um lado o coração aflito e espedaçado. Do outro, a mente e sua razão dizendo que não foi por falta de avisar. Essa guerra eterna que não cessa insiste em vitimizar essa alma aflita. Se isso faz parte da vida, quando virá a calmaria? Quando cessarão as lágrimas, a angústia, a tristeza e a saudade? Razão e emoção concordam que não valem mais as lágrimas e lamentações, mas a concordância mútua não significa que elas se cessarão tão facilmente. Resta mais uma vez silenciar-se na esperança que de novo tenta conformar esses extremos dizendo que em breve tudo isso vai fazer parte do passado e que dias melhores virão. Enquanto faz-se necessário engolir seco essa desilusão que deixam cada vez mais longe dois seres que se unem pelo desconhecido e desunem pela distância

Triste é viver uma saudade calada e solitária que não pode ser compartilhada com ninguém a não ser o seu próprio coração. É conter as lágrimas que saltam dos olhos involuntariamente porque aquilo que vem de dentro é mais forte que não consegue dominar o silêncio incapaz de escond…
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Triste é viver uma saudade calada e solitária que não pode ser compartilhada com ninguém a não ser o seu próprio coração. É conter as lágrimas que saltam dos olhos involuntariamente porque aquilo que vem de dentro é mais forte que não consegue dominar o silêncio incapaz de esconder a tempestade de extremos que parte do lado de dentro. É saber que definitivamente devemos dar um rumo na nossa vida sem aquela pessoa que amamos deliberadamente, ainda que esse sentimento não seja recíproco, e mesmo assim se negar a dar o próximo passo. É sentir-se só quando ao nosso lado estão milhares de pessoas dispostas a nos ver bem, mas que são incapazes de nos fazer o mesmo bem que sentimos quando estamos ao lado de quem hoje está longe. Triste é ter que ocupar o tempo escrevendo esse tipo de texto para aliviar a dor sendo que na verdade tudo o que queria agora era estar ao seu lado nesse mesmo silêncio, mas que diferentemente de agora, as lágrimas escorreriam movidas pela alegria de estar ao seu lado e não pela tristeza de estar num longe definitivo que hoje me encontro e que no fundo sei que pra sempre continuarei por uma escolha própria...

SENTIMENTOS...⁠ Sentimentos são a tradução exata do que a mente pensa e o coração sente. Eles nos acompanham todos os dias, em cada pequena ou grande experiência que vivemos. Neste ano, os meus sentimentos foram intensos, desafiadores e, ao mesmo tempo, transformadores. Experime…
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SENTIMENTOS...⁠ Sentimentos são a tradução exata do que a mente pensa e o coração sente. Eles nos acompanham todos os dias, em cada pequena ou grande experiência que vivemos. Neste ano, os meus sentimentos foram intensos, desafiadores e, ao mesmo tempo, transformadores. Experimentei a dor da perda, a saudade que insiste em ficar e o amor mais puro que alguém pode conhecer. Aprendi a cuidar, a tolerar, a torcer e a compartilhar lágrimas com aquela que foi a maior fonte de amor da minha vida. Perder alguém tão próximo, alguém que esteve comigo em cada passo e que moldou os valores que hoje levo comigo, é uma dor que nenhuma palavra consegue descrever. É uma ausência que pesa, mas que também ensina. Ensina a força que temos para continuar e a importância de cada momento vivido ao lado de quem amamos. Muitas vezes, tentamos esconder nossos sentimentos, guardá-los em silêncio, como se pudéssemos controlar aquilo que nos consome por dentro. Mas não devemos. Às vezes, é preciso deixar que eles fluam, seja em uma noite silenciosa, chorando sozinhos, seja dividindo o que sentimos com alguém em quem confiamos. É nesse momento de entrega que começamos a entender o que estamos vivendo, e, aos poucos, encontramos forças para seguir. Esse ano me fez aprender muito sobre a vida, sobre convivência e, principalmente, sobre o amor. Amar é um ato de coragem, porque envolve cuidar, sofrer, se doar. E, mesmo na dor, o amor permanece. Ele é o laço invisível que nos conecta àqueles que se foram. Permitir-se sentir é essencial. Não devemos ter medo dos sentimentos, sejam eles de tristeza, alegria, esperança ou até mesmo da dor que parece insuportável. Cada emoção tem algo a nos ensinar, algo a nos mostrar sobre quem somos e sobre o que realmente importa. Por mais difícil que seja, sentir é o que nos torna humanos e nos dá a capacidade de amar profundamente. Hoje, data simbólica que celebramos o nascimento de Jesus, olhando para tudo o que vivi, percebo que os sentimentos não nos enfraquecem – eles nos transformam. E, no meio de tanta dor e aprendizado, a esperança se torna a força que nos mantém de pé. Que possamos sentir, viver e, acima de tudo, amar, porque é isso que dá sentido à nossa existência

⁠SAUDADE Saudade é essa presença silenciosa que ocupa o espaço deixado por quem partiu, um vazio que não se desfaz, mas se preenche de memórias, como se fossem pedaços de luz que aquecem a escuridão. É uma palavra que, sozinha, carrega em si um mundo inteiro de lembranças, afeto…
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⁠SAUDADE Saudade é essa presença silenciosa que ocupa o espaço deixado por quem partiu, um vazio que não se desfaz, mas se preenche de memórias, como se fossem pedaços de luz que aquecem a escuridão. É uma palavra que, sozinha, carrega em si um mundo inteiro de lembranças, afetos e sorrisos guardados. Quando a saudade aperta o peito, não é só pela ausência de quem já não está; é também pelo amor que deixou, que se esconde e, ao mesmo tempo, nos abraça invisivelmente. Ela tem o poder de transformar o vazio em conforto e a dor em um carinho delicado, feito vento suave que passa e sussurra as lembranças de tempos que foram belos e significativos. A saudade não é apenas dor; é, paradoxalmente, também a cura, porque cada pontada que sentimos no peito nos faz recordar momentos únicos, como uma música que toca só para nós, evocando risos, toques, conversas – tudo aquilo que, de algum modo, ainda vive e nos ensina o valor de amar e de sentir. A saudade, que transborda em lágrimas, é como um rio que corre dos olhos para aliviar a dor silenciosa que a falta nos deixa. Essas lágrimas, ao caírem, são um jeito de libertar o peso do vazio, de esvaziar o peito da dor que, de outra forma, ficaria ali, abafada, apertando cada canto da alma. No silêncio das noites, a cama que antes acolhia aquele que amamos se torna um lugar sagrado, cheio de memórias; o lençol intocado e o espaço ao lado nos lembram que, embora o corpo se ausente, o amor permanece. A mesa, com um lugar vago, conta histórias que só nós ouvimos, e até aquele sabor que nunca mais experimentaremos fica guardado na lembrança, como uma ferida que, embora não cicatrize, nos desafia a seguir adiante. Cada lembrança é como um bálsamo suave para essa ferida que carregamos, uma forma de cuidarmos dela, com ternura, em vez de sufocá-la. Porque, no fim, essa saudade é um tributo a quem amamos e à profundidade de tudo o que vivemos juntos. Ela nos ensina a acolher nossas dores e a perceber que, mesmo com a ausência, ainda carregamos aqueles que partiram em cada detalhe da vida, na esperança de que as lembranças, um dia, tragam mais conforto do que dor. Assim, a saudade nos torna mais humanos, mais inteiros. É um abraço que damos em nossa própria história, aceitando que o que foi vivido jamais se perde. Ela transforma a falta em um legado que não se apaga, que atravessa o tempo e nos guia. A presença de quem se foi fica eternizada nos pequenos detalhes – em um perfume que passa, em uma canção ao acaso, em um pôr do sol que lembra outro tempo. E, mesmo que a saudade traga uma pontada de dor, ela é o testemunho do quanto valeu a pena. É a marca de uma vida vivida em profundidade, onde quem amamos permanece para sempre guardado em nosso coração, como uma parte de nós mesmos.