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Frases de Victor Drummond

85 frases

Se até as árvores se acenderam, percebemos que também era necessário iluminar o mundo com nosso sorriso e o farol do nosso olhar. (Farol - Victor Bhering Drummond)
Quando as luzes foram se acendendo, uma a uma, coloquei minha alma para caminhar. Vagueou por ruas, sobrevoou casas. Mas encontrou mesmo abrigo, foi na melodia inspiradora daquele violinista emitindo suas notas de cima do telhado, sob a luz do luar. (Violinista do Telhado - Victo…
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Quando as luzes foram se acendendo, uma a uma, coloquei minha alma para caminhar. Vagueou por ruas, sobrevoou casas. Mas encontrou mesmo abrigo, foi na melodia inspiradora daquele violinista emitindo suas notas de cima do telhado, sob a luz do luar. (Violinista do Telhado - Victor Bhering Drummond

Luisa Quando vi Luisa nascer A criança sabia que a pequena
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Luisa Quando vi Luisa nascer A criança sabia que a pequena Infante, princesa ia ser Nasceu sob o luar de uma família de poetas, de cabelos escorridos Como escorrem palavras pelo nosso caderno de emoção; Olhinhos amendoados, sofisticados, De quem nasceu para reinar absoluta nas graças dos versos De uma menina solta, doce, Que virou mulher forte, Com sorriso de boneca, Mas voz e olhares de sedução Onde meu suspiro e o sentimento Do mundo balançam Por essa menina que nasceu para Ser da lua, com a alma do sol, Onde a discrição se desnuda Para cobri-la com cifras e acordes Que deixam tão poetinha Até o mais duro coração. (Aniversário de Luisa Ramos Martins [Drummond], em noite escorpiana de músicas e encontros)

Coloque sua mochila nas costas e dentro dela somente aquilo que realmente te importa: seus sonhos, melodias, poesias, coragens para desbravar o desconhecido, enfrentar o temido; a ausência de culpa, a capacidade de não julgar, o esforço para perdoar, a certeza de amar e a vontade…
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Coloque sua mochila nas costas e dentro dela somente aquilo que realmente te importa: seus sonhos, melodias, poesias, coragens para desbravar o desconhecido, enfrentar o temido; a ausência de culpa, a capacidade de não julgar, o esforço para perdoar, a certeza de amar e a vontade férrea de transformar e deixar o mundo melhor do que quando o encontrou. Para essa bagagem não há excessos, limites. Apenas carregue-a e siga adiante! À sua frente um mundo pedindo socorro, uma estrada gigante. Vamos? (Victor Bhering Drummond) • •• •••

Menina-Fran (Victor Bhering Drummond) Menina querida, menina do coração.
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Menina-Fran (Victor Bhering Drummond) Menina querida, menina do coração. Mulher do belo sorriso, da gargalhada leve, doce, gostosa. Menina-Fran, menina-Franca, Menina-fã da alegria, que contagia, que perfuma a vida de outros. Tantos, tantos risos e sorrisos, Tantas brincadeiras, Bobeiras e momentos de falar sério. Nesta data sua, tão sua, Há mais do que motivos pra sorrir. Porque seu caminho se perfuma e se “primavera” ainda mais. No auge da estação-luz, Nasceu a menina-flor, Cheia de energia e calor, Irradiados para o mundo, Aquecendo a vida de todo mundo que é tocado por ela. Cabelos ao vento, Lindos, livres, vivos, Tingidos pela cor da noite, Aveludados pelo luar. Ah! tanta coisa pra viver, Tanta coisa pra contar, Tanta coisa pra cantar. Como é bom viver, Como é bom viver Sendo seu amigo, Sem saber nem como nem quanto, Simplesmente te amando E desejando FELIZ ANIVERSÁRIO!!! 25 de novembro de 2007

Aniversário de Daniele Drummond Maninha, você é meu sopro leve da infância; minha inspiração com este seu jeito simples, leve. Uma dose de oxigênio com sua risada leve e gostosa. E quantas cumplicidades, histórias e lembranças que carregamos juntos. Enxugamos as lágrimas um do…
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Aniversário de Daniele Drummond Maninha, você é meu sopro leve da infância; minha inspiração com este seu jeito simples, leve. Uma dose de oxigênio com sua risada leve e gostosa. E quantas cumplicidades, histórias e lembranças que carregamos juntos. Enxugamos as lágrimas um do outro quando mais precisamos de alento. Seu abraço apertado e confortante sempre foi sinônimo de que a vida continua. Passamos por encontros e despedidas juntos e descobrimos juntos maneiras de reinventar e recomeçar. Também sorrimos nos aprendizados, nas descobertas. Somos parceiros de vida, de alma, coração. Acredito no poder do Amor para nos ligar para sempre. E estaremos juntos nos melhores dos lugares em que nossas crenças e fés nos levem; neste meio do caminho, neste ponto de encontro, nossas espiritualidades sentidas e descobertas de maneiras diferentes, nos levam para o mesmo cantinho de paz, músicas, esperanças, que é onde desejamos passar a Eternidade juntos. Agradeço por ser minha amada parceira para a vida e vinda do mesmo ventre (um acaso biológico e dos Céus, porque mesmo que fôssemos irmãos adotivos, o amor seria o mesmo. Mas agradeçamos por este acaso também que sacudiu nossas estruturas, nos trouxe uma porção de coisas boas, medos, coragens, poesias, rebeldias, inteligências, talentos, dores, sabores, sons, fúrias e muita, muita criatividade. E que delícia fazer parte deste núcleo familiar tão pequenininho com você. Amadurecemos e nos tornamos mais interessantes, mais resilientes, mais fortes, mais amorosos. Essa é a graça da vida. Então só posso te desejar que continuemos trilhando este caminho de paz, sabedoria, espiritualidade, tolerância, coragens e vitórias. Te amo, desde outros tempos, passando pela barriga de mamãe, pelo calor do nosso lar, dos nossos sonhos e por aqueles que ainda virão! Conte comigo sempre! Feliz Aniversário!!!

Pequenas Mudanças (Victor Bhering Drummond) Que tal pelas calçadas sujas
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Pequenas Mudanças (Victor Bhering Drummond) Que tal pelas calçadas sujas De lixo, misérias e alienações Espalhar luz, amores e corações? Sim, eu sei que é difícil; mas com um simples gesto de atenção, uma conversa mais íntima em que as pessoas ouçam os sonhos umas das outras, ou através de um abraço forte, uma voz mais sussurrada ao invés de gritos; um post fofo ao invés de mostrar as últimas conquistas materiais, ir a um museu, teatros ou à bienais, ou com uma leitura mais aprofundada ao invés dos stories vazios e habituais, sim, podemos mudar o mundo, uma vida de cada vez. • •• •••

Para quê? (Victor Bhering Drummond) Para que servem os entardeceres?
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Para quê? (Victor Bhering Drummond) Para que servem os entardeceres? Para que agradeça pelo longo dia que viveu. Para que servem os finais de tarde? Para entender que há sempre um recomeço. Para que servem os pores do sol? Para agradecer pela poesia da noite. E para que servem os lagos? Para contempla-los e mergulhar neles todos seus sonhos para que ressurjam como realidade. • •• •••

Dia no campo (Victor Bhering Drummond) Caminhei por aquele céu azul que inspira
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Dia no campo (Victor Bhering Drummond) Caminhei por aquele céu azul que inspira Respirei o verde purificador das matas Batizei meu corpo e minha Alma Nas águas daquele recanto Ouvi o barulho do silêncio Toquei nas nuvens Senti a brisa leve soprando meu rosto Naquela manhã fria do começo de inverno Pedi licença ao cansaço Agradeci a Deus pelo firmamento E enquanto meus passos pisavam leves naquele santuário Deixei aquela moldura virar retrato Pendurado no meu altar do armário Onde não deixarei essas reflexões Ficarem no anonimato. (Tarde fria e feliz a caminho da colônia Olsen, 2017)

O menino do balanço (Victor Bhering Drummond) No seu vai e vem sem limites
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O menino do balanço (Victor Bhering Drummond) No seu vai e vem sem limites Alcançando a altura das nuvens Tocando no brilho dos sonhos Voltando com seus pezinhos para a dura realidade Insiste em balançar; porque no doce Balanço, se embala no balanço do mar; e deixa que a loucura adulta Fique lá fora tentando encontrar Uma maneira de se comportar como ele; porque é apenas uma criança feliz se telestransportando na gangorra para a dimensão do não-presente (porque este é chato) e não-futuro (por ser incerto demais). (Dia das crianças de um Brasil de adultos corruptos de 2017) • •• •••

Sobre cafés da manhã (Victor Bhering Drummond) Meu corpo pediu café da manhã
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Sobre cafés da manhã (Victor Bhering Drummond) Meu corpo pediu café da manhã Minha alma pediu encontros Minha existência pediu amores Os amores pediram harmonia Sentamo-nos todos à mesa E celebramos essa tertúlia maravilhosa De pedidos realizados e delícias Tendo as araucárias como testemunhas curiosas. (Pousada das Araucárias)

A casa das memórias (Victor Bhering Drummond) A velha casa ainda estava lá.
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A casa das memórias (Victor Bhering Drummond) A velha casa ainda estava lá. Preservando memórias, mistérios E provocando medos. Eram só retratos na parede Pinturas e rabiscos na alma Incapazes de fazer mal a nenhuma Criatura sequer. Abri a porta, senti o cheiro das coisas guardadas. Sentei no sofá; voltei nos anos E encontrei a festa do dia do batizado Sendo celebrada novamente Nas sala do meu coração. (Outono no Sul - Registros de uma Casa Velha, 2017)

Cabine Telefônica (Victor Bhering Drummond) Procurei a cabine mais próxima.
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Cabine Telefônica (Victor Bhering Drummond) Procurei a cabine mais próxima. Não era para tentar contato Te ligar, te encontrar. Era para deixar ali rabiscados meus versos Soltos ao relento, versando ao léu Quem sabe nessa mistura rítmica De pessoas indo e vindo Entrando e saindo Eles pudessem tocar mais corações E assim mais vidas pudessem Ser tocadas pelo ritmo das canções Que faz adormecer as guerras E despertar as paixões

O homem e a ovelha - Victor Bhering Drummond Parei pra alimentar a ovelha, Cheias de silêncios, curiosidades e lãs
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O homem e a ovelha - Victor Bhering Drummond Parei pra alimentar a ovelha, Cheias de silêncios, curiosidades e lãs No frio que nos cercava Na imensidão que nos admirava Sabíamos que nada além do cheiro Do Mato, da água correndo lá longe Poderiam ser expectadores mais Verdadeiros para aquele cumplicidade Estabelecida entre o homem e o pobre animal indefeso. A única coisa que nos separava era a capacidade dos meus versos de tocar seus pelegos. Entendi-me gente e ela na sua doce inconsciência de não se entender ovelha, permanecia ali tocada apenas pelo prazer de um objeto falante ser um instrumento para suas necessidades. E nesta conexão, percebi que só precisava deles: da simplicidade, daquele momento e da literatura escrita naquelas folhas ao chão. (Colônia Olsen, maio de 2017)

Você se foi; despediu-se rápido, fora do tempo. Guardei lenhas, fiz o fogo, mantive a lareira aquecida para te deixar lá fora e fazer da minha morada interna um lugar mais aconchegante. Que venha a primavera, o recomeço. Mas fique tranquilo; guardei combustível, lembranças e livr…
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Você se foi; despediu-se rápido, fora do tempo. Guardei lenhas, fiz o fogo, mantive a lareira aquecida para te deixar lá fora e fazer da minha morada interna um lugar mais aconchegante. Que venha a primavera, o recomeço. Mas fique tranquilo; guardei combustível, lembranças e livros suficientes para sua próxima visita. (Victor Bhering Drummond, para o senhor Inverno).

Mulher-espetáculo (Victor Bhering Drummond) Pra você solto balões e muito mais
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Mulher-espetáculo (Victor Bhering Drummond) Pra você solto balões e muito mais Só pra ver o seu sorriso e nada mais Carrego Marias Alices Só pra sentir sua energia E pinto arco-íris dentro de minhas poesias Só pra que que meus versos sintam sua alegria Você nasceu festa, sons, seresta Nasceu intensidade Nasceu felicidade É a irreverência em pessoa mais tradicional Ao que realmente importa: aos velhos amigos Ao amor, ao resgate das doçuras e simplicidades Pra quê adivinhar a sua idade Se carrega dentro de si uma infinidade de crianças Uma porção de adultos Com a energia de uma adolescente Da risada mais contagiante e indecente Ah! Se todas as indecências do mundo Fossem iguais a você Não haveria guerras Frios, sinos que não soam. As igrejas seriam coloridas As noivas mascariam chicletes nas portas dos casamentos como você E os noivos entrariam apaixonados Por terem encontrado mulheres que transformam seus mundos, suas crenças. As cortinas dos teatros não se fechariam Porque você é o espetáculo em pessoa. Então venha nos alegrar Venha nos comover Venha nos contar um pouco Dos segredos de quem realiza o mundo com essa energia. O resto, deixe com a gente. A plateia que se comove e se enche de vida A cada passo seu, a cada nova descoberta sua. Suas palmas, louvores e amores estão garantidos. E levaremos impressos na alma as cores deste seu circo, Fran mulher rainha coroada De amores celebrada. Novembro colorido de 2017 • •• •••

Deixa meu barco passar (Victor Bhering Drummond) Deixe meu barco passar
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Deixa meu barco passar (Victor Bhering Drummond) Deixe meu barco passar Não pra causar tumulto Barulho, agitar a água não. Deixa meu barco passar. É só o que te peço. Não pra fugir Para me atracar em uma ilha distante Ou navegar para um Porto Seguro. Não. Não é isso que peço não. Quero apenas avistar de longe a tempestade Que acontece aqui no seu cais Quero olhar confiante e paciente Aguardando pela quimera Ah, quem dera! É só o que os navegantes querem Para lançarem-se ao mar a despeito do medo Que seu mar provoca Isso é coragem Por favor, apenas deixe meu barco passar Até sua onda de acalmar. (Puerto Madero, Buenos Aires) • •• ••• #texto #textododia #poema #poesia #dica #drummond #escritor #victordrummond #instagramer #digitalinfluencer #amor #barco #boat #turismo #man #boy #buenosaires #argentina #summer #fashion #streetstyle #drummondcomunicação

Estradas (Victor Bhering Drummond) A dica é Simples assim: seja dono dos seus caminhos, estradas, veredas, alamedas, avenidas.
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Estradas (Victor Bhering Drummond) A dica é Simples assim: seja dono dos seus caminhos, estradas, veredas, alamedas, avenidas. Não espere que o outro abra as portas, porteiras ou limpe a estrada pra você passar. Toque você mesmo a companhia, se apresente, pule os obstáculos ou continue mesmo assim, ainda que haja pedras, parafraseando o outro Drummond. Eventualmente você irá desbravar tudo. Em outros momentos, a estrada estará pronta pra você. Que caminhará muitas vezes sozinho. Em outras, encontrará quem te estenda a mão ou lhe fará uma deliciosa companhia. Mas mesmo quando sentir que está peregrinando em uma jornada solo, lembre-se: em algum lugar do Universo, tem Alguém Poderoso cuidando para que ao final da trilha haja um rio caudaloso de vida esperando-te pra você se refrescar! (Av. Corrientes, Buenos Aires - lá no fundo, o Obelisco. Atrás dele, toda a região dos importantes teatros da cidade. Do lado em que estou, belos prédios Art-Noveau e todo o charme do microcentro)

Amanhã é dia de dádiva. Data de gratidão. Meu aniversário, 24 de março. Porque aniversários são dádivas. Logo, de gratitude. É momento em que um novo ciclo nos é dado de presente, somando-se a todos os outros. Em que abrimos nossos cadernos em branco e os preenchemos com o poder…
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Amanhã é dia de dádiva. Data de gratidão. Meu aniversário, 24 de março. Porque aniversários são dádivas. Logo, de gratitude. É momento em que um novo ciclo nos é dado de presente, somando-se a todos os outros. Em que abrimos nossos cadernos em branco e os preenchemos com o poderoso livre-arbítrio. É quando abrimos as asas e respiramos sentindo o poder do Sol, e da Força Divina nos tocando e dando aquele empurrãozinho camarada para continuarmos voando, mesmo quando chegamos à beira dos abismos. E assim como na mitologia da Fênix, ressurgimos plenos de vida e com pulmões repletos do ar azul mais puro, da mesma cor do céu que a gente constrói para nós mesmos. É assim que quero receber meu dia, minha dádiva. E que seja assim também para quem ainda vai aniversariar. É momento de tantas mudanças, tantas novas decisões, tantos novos caminhos a desbravar. Que em todos eles haja flores; muitas delas: coloridas e as que eu mesmo irei pintar: lírios, jasmins, rosas, begônias, orquídeas. Pássaros e libélulas voando sobre todas, porque compõem cenas de onirismo e poesia. E claro, que haja sempre essa poesia, necessária para que doemos o melhor de nós para os outros e que colhamos apenas o melhor do outro para dentro de nós. E se essas flores ao longo do caminho tiverem espinhos, não faz mal. É parte da natureza delas. Não as culpo. À minha, cabe colhê-las, jogar os espinhos fora, cuidar do meu cerne espiritual caso me fira e me refazer feliz, forte, pleno de amor, vida, respeito e liberdade. Porque é assim que o Deus em que acredito me ensina dia após dia. E como espero devolver no dia da Graça e em todos os dias que for escrevendo e guardando-os carinhosamente na Biblioteca de minha vida. (Início de outono solar, chuvoso e com brisas fortes como meus sonhos, em Buenos Aires de 2018)

Rei Sol (Victor Bhering Drummond) Fim de tarde
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Rei Sol (Victor Bhering Drummond) Fim de tarde Contemplo-te, Rei Sol Não porque estás assentado Em trono de ouro Ou entronizado entre querubins. Mas porque iluminas e colores O princípio e o fim, O Alpha e o Ômega De meus dias Com esse despudor inebriante.