O pecado raramente se impõe de uma vez; primeiro é cometido, depois explicado, mais tarde defendido, e por fim normalizado na alma.
Frases de VerbosdoVerbo
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Deposite sua confiança na soberania de Deus, e a ansiedade do mundo perderá o controle sobre a sua alma.
Na encarnação, Deus Filho ocultou voluntariamente Sua glória e limitou o uso de Seu poder absoluto ao assumir nossa humanidade. O homem, diante dessa fresta de autolimitação e amor, escolheu não abraçá-Lo escolheu, mas rejeitá-lo e a matá-lo.
Há uma multidão de 'religiosos' cuja maior heresia é o desespero para não escandalizar a cultura com o Evangelho, enquanto assistem, anestesiados e cúmplices, ao deboche diário que essa mesma cultura cospe na face de Deus.
A boca apenas revela o que já habita o coração. Quando Deus ocupa esse lugar, falar d'Ele deixa de ser obrigação e passa a ser consequência.
O Novo Testamento já respira oculto no Antigo, e o Antigo se desvela plenamente no Novo — como se ambos fossem uma mesma Revelação em dois momentos do mesmo sopro de Deus.
A providência de Deus não nos poupa da dor; ela dá sentido ao caminho.
O coração humano está tão cego e apaixonado pelo engano de sua própria rebelião, que a proclamação da verdade de Deus é considerada por este mundo como um ódio intolerável.
A essência do cristianismo não é a ausência de falhas, mas a dependência da graça. Cristãos não são pessoas que alcançaram a perfeição, mas sim aqueles que reconhecem sua profunda e desesperada necessidade da Cruz, encontrando nela o único Salvador.
Algumas feridas impedem que você crie raízes em um solo que é passageiro.
Quando as estruturas humanas já não servem mais para você, o Evangelho começa.
Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o…
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Mesmo quando o crente em Jesus é lançado às condições mais adversas, sua esperança não se dissolve, porque ela não está ancorada nas circunstâncias, mas no próprio Senhor. Se for colocado em um calabouço, não estará realmente só, pois descobrirá que a comunhão com Cristo e com o seu povo sustenta a alma de maneiras inesperadas. Se for conduzido ao deserto da escassez, ainda assim aprenderá que Deus continua sendo aquele que provê o pão do céu, suficiente para cada dia. Quando as relações humanas falham e a amizade parece distante, ele não cai no abandono definitivo, pois reconhece a presença daquele que é o “amigo mais chegado que um irmão”, cuja fidelidade não se esgota. E ainda que as alegrias desta vida, como as “aboboreiras” que trazem sombra passageira, sejam retiradas, ele encontra abrigo na Rocha eterna, cuja solidez não pode ser abalada. Assim, mesmo quando as estruturas que sustentavam suas expectativas terrenas são removidas, sua confiança permanece firme. Não porque ele ignora a perda, mas porque aprendeu que sua esperança última não repousa no que é frágil, mas naquele que permanece inabalável.
Que a sua vida fale de Cristo antes que seus lábios o façam. E que ninguém precise perguntar a quem você pertence.
Agradeça pelos espinhos que Deus permite em sua vida. Eles libertam o coração da ilusão de chamar de lar este mundo caído.
Há um amor que não faz discurso; apenas ora.
Você ainda pode caminhar ao lado de quem escolheu outro lugar para congregar. O amor não muda de endereço quando alguém muda de igreja.
Não existe queda tão profunda que a graça de Deus, revelada em Cristo, não possa alcançar.
A pior cegueira dessa geração não é deixar de ver a verdade, mas aprender a chamá-la de intolerância.
A sabedoria do Evangelho revela que a antiga aliança já carregava, em suas sombras e promessas, o mistério oculto da graça que explodiria na pessoa de Jesus. O que no Antigo Testamento era um sussurro místico e latente, no Novo Testamento se torna a manifestação escancarada, viva…
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A sabedoria do Evangelho revela que a antiga aliança já carregava, em suas sombras e promessas, o mistério oculto da graça que explodiria na pessoa de Jesus. O que no Antigo Testamento era um sussurro místico e latente, no Novo Testamento se torna a manifestação escancarada, viva e patente do amor de Deus na história humana.
As pessoas amam a verdade quando ela ilumina e traz conforto. Mas quando ela se torna um espelho que confronta seus egos e expõe suas máscaras, preferem odiá-la, fugindo para o labirinto escuro da hipocrisia religiosa. O Evangelho é luz, e a graça de Cristo não passa a mão na cab…
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As pessoas amam a verdade quando ela ilumina e traz conforto. Mas quando ela se torna um espelho que confronta seus egos e expõe suas máscaras, preferem odiá-la, fugindo para o labirinto escuro da hipocrisia religiosa. O Evangelho é luz, e a graça de Cristo não passa a mão na cabeça: ela expõe para curar.
A espiritualidade não aceita procuradores. O teu caminhar com Deus é uma trilha estritamente pessoal, onde ninguém pode respirar, discernir ou amar a Deus em teu lugar. A intimidade com Ele nasce na solitude do seu secreto, na constância diária da oração que rasga a alma e na lei…
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A espiritualidade não aceita procuradores. O teu caminhar com Deus é uma trilha estritamente pessoal, onde ninguém pode respirar, discernir ou amar a Deus em teu lugar. A intimidade com Ele nasce na solitude do seu secreto, na constância diária da oração que rasga a alma e na leitura viva da Palavra. Não terceirize o teu encontro com Deus.
Do gesto inaugural da criação ao desfecho último da história, a revelação de Deus se desdobra como vida em movimento: não fragmentada, mas contínua e orgânica. Nesse fluxo sagrado, a Escritura nos conduz por seus grandes eixos: a criação como expressão do desígnio soberano de Deu…
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Do gesto inaugural da criação ao desfecho último da história, a revelação de Deus se desdobra como vida em movimento: não fragmentada, mas contínua e orgânica. Nesse fluxo sagrado, a Escritura nos conduz por seus grandes eixos: a criação como expressão do desígnio soberano de Deus; a queda como ruptura que desordena o humano; a aliança como insistência graciosa de Deus em permanecer com o Seu povo; a redenção como ápice da entrega divina em Cristo; e a consumação como a convergência final entre justiça, misericórdia e esperança — quando tudo encontra seu sentido n’Ele.
A plenitude de Deus começa onde termina a soberania do eu.
O amor a Deus que ignora Seus mandamentos não é amor; é uma projeção de nossos próprios desejos, pois não podemos abraçar o Salvador enquanto rejeitamos o Seu senhorio.