As armas não garantem a paz. O poder enlouquecido também mata os poderosos.
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As armas não garantem a paz. O poder enlouquecido também mata os poderosos. A paz depois da guerra é o silêncio dos mortos e o espanto mudo dos vivos.
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As armas não garantem a paz. O poder enlouquecido também mata os poderosos.
As armas não garantem a paz. O poder enlouquecido também mata os poderosos. A paz depois da guerra é o silêncio dos mortos e o espanto mudo dos vivos.
Deus não está próximo nem longe de nós: Ele simplesmente está.
Deus não criou a vida. Ele é a vida. E tudo o que existe
Deus não criou a vida. Ele é a vida. E tudo o que existe é vida.
A verdadeira oração se dirige ao Deus que é aquele que ora. Conversar com Deus é dialogar
A verdadeira oração se dirige ao Deus que é aquele que ora. Conversar com Deus é dialogar com o mais íntimo de nós.
Deus é o caos criador da ordem. A ordem que retorna ao caos. O caos que se converte em ordem
Deus é o caos criador da ordem. A ordem que retorna ao caos. O caos que se converte em ordem na massa pulsante do infinito.
Quem ora a Deus, ora a si mesmo. E faz milagres
Quem ora a Deus, ora a si mesmo. E faz milagres como um Deus finito.
O vazio não é a ausência de Deus, mas a Sua invisibilidade.
Brotamos de Deus como as flores, folhas e frutos brotam da árvore.
Brotamos de Deus como as flores, folhas e frutos brotam da árvore. Todos são e não são a árvore. Todos somos e não somos Deus. Somos Deus brotando de si mesmo.
Deus é a substância de tudo, e tudo é Sua manifestação.
Deus é espaço e tempo, infinito e eternidade. Nascimento, mudança, morte
Deus é espaço e tempo, infinito e eternidade. Nascimento, mudança, morte e renascimento de tudo.
Deus não tem face. Ele é a face de todas as coisas.
Os teólogos são os ficcionistas de Deus. São exímios contadores
Os teólogos são os ficcionistas de Deus. São exímios contadores de histórias, que acreditam serem verdadeiras.
A felicidade não se guarda: é para consumo imediato.
Eu só serei definitivo quando morrer.
Um dia, volveremos ao infinito. Onde estaremos? E o que seremos? O nada do infinito não responde,
Um dia, volveremos ao infinito. Onde estaremos? E o que seremos? O nada do infinito não responde, pois não há ninguém para escutar.
O passado cresce como musgo nas paredes do presente, até que não haja paredes
O passado cresce como musgo nas paredes do presente, até que não haja paredes livres para o presente. Até que não haja presente e nem existam paredes.
O espaço do passado cresce a cada instante pelos aluviões do presente;
O espaço do passado cresce a cada instante pelos aluviões do presente; Mas o espaço do presente é sempre o mesmo.
De tudo somos possuídos: coisas, pessoas e idéias. Mas só a morte nos possui de vez.
O máximo de liberdade ocorre na solidão. A liberdade menor
O máximo de liberdade ocorre na solidão. A liberdade menor é partilhada com os outros. Mas, sem eles, de que serve a máxima liberdade estéril da solidão?
Quem morre, não sonha mais: agora é sonho dos outros.
O passado tem muitas portas e, nele, nos perdemos muitas vezes, sem encontrar a porta do presente.
O vento sabe todos os caminhos, mas não deixa seus rastros nas areias.
Não há explicação para a alegria, nem nos interessa explicá-la. Porém, a doença, o sofrimento,
Não há explicação para a alegria, nem nos interessa explicá-la. Porém, a doença, o sofrimento, a velhice e a morte inevitável nos fazem pensar que a vida tem alguma explicação.
Não existe sedativo para uma dor cultivada que não morreu quando devia.