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Frases de Valter Bitencourt Júnior

567 frases

⁠O poeta também é um filósofo, a poesia é também uma verdadeira terapia, assim é a natureza, o universo, e tudo que circula, e leva o ar
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⁠O poeta também é um filósofo, a poesia é também uma verdadeira terapia, assim é a natureza, o universo, e tudo que circula, e leva o ar – para que o ser respire, e sinta.

⁠O amor Os raios do sol nasceu, Transbordando
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⁠O amor Os raios do sol nasceu, Transbordando Nas cachoeiras. À vida surgiu Em ciclo de Perfumes de jasmins, E a poesia nasceu. Gostoso! é degustar Cada partícula do dia, E saber regar As sementes semeando ao solo. gozar! À vida, O amor, à amplidão, E acima de tudo ver, e saber Mirar e fitar A alegria de um Outro ser Admirando De tudo o filho Nascendo numa Manjedoura.

⁠O dia raiou A flor no chão, A flor... Oh! Querida,
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⁠O dia raiou A flor no chão, A flor... Oh! Querida, Era para ti, era... O mundo virado, Virado... O mundo! Guerra no ar, O teu lenço no chão, No chão... Trêmula Está. Mãe carrega O meu ser em teus braços. Carregue... Quero viajar No mundo dos sonhos. Viaja meu bem Para todo lugar Caminha no além Vamos voar. Pego a flor, e pego o lenço Umedecido.

A miséria Oh! Dores Que me pegam me prende
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A miséria Oh! Dores Que me pegam me prende Saem ou não dos meus pecados? Oh! Deus. Cai do céu uma cachoeira Devorando casas Sai dos telúrios Uma quentura Oh!Meu senhor nos castiga por quê? Somos seres impetuosos Governados por tiranos, Fazemos muitas das vezes As nossas próprias lástimas Não deixando de ser ambicioso Oh! Vida A terra está se tornando Um sofrimento Fabricado por nós mesmos, A miséria.

⁠Protesto Não tem coração? Despeja os que
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⁠Protesto Não tem coração? Despeja os que Nada tem, Ser impiedoso!... Você! Você... Você sabe o quanto A vida é um sofrer! Não, não melhor, Senhor. Autoridade que tem Esse direito De desmanchar O que já esta feito Por outras mãos, Pois é, não luto pelo Projeto, e sim! Pelos pequenos Corações que vivem Dele. Pessoas de olhares Sofridos e lassos, Desse mundo injusto!

Passos ⁠Teus olhos estão ao vento, Descendo cachoeiras,
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Passos ⁠Teus olhos estão ao vento, Descendo cachoeiras, Ao mar feito pingos De chuva. Tento avistar cada elemento; Tento gozar cada momento; Tento beijar cada movimento, Lasso ao sol até cada crisântemo Tenho de avistar tudo Em um clarão E ver tudo em neblina Mentir para continuar; Partir para atenuar; Progredir para averiguar; Cada passo inusitado Vou gritar ao mundo. Cada poesia feita em chamas E vou murmurar cada Perda e ternura.

⁠Destino Nem tudo tem que ser assim, Do sol, ao vento derrubando
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⁠Destino Nem tudo tem que ser assim, Do sol, ao vento derrubando Acalantos. Nunca menti pra você Nunca lhe disse a verdade. Cada parte, cada traçado, cada Momento, cada lamento, cada Tormento em ternuras. Só quero está aos seus Braços e sentir cada aroma Em brisas balsâmicas E gozar os seus cabelos Na lira. Quero cada passo um abraço. Cada laço uma moldura. Cada compasso os seus cabelos um conforto. E fitar a cachoeira batendo Nos seixos... Feito O sol se pondo ao céu Deixando pequenos olhares Nas estrelas.

⁠Maravilha Desejo alegrias a todos Neste mundo que derrama
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⁠Maravilha Desejo alegrias a todos Neste mundo que derrama Sangue tão negro. Desejo as sete maravilhas, Para ver o seu sorriso De acalanto. Desejo sorte, para ressuscitar Os seus olhos distantes, Que não querem enxergar O belo. Desejo o progredir, o amém, Para você... Porque sei que é preciso Amar a si mesmo, Amar a vida, E erguer uma bandeira Na amplidão.

⁠Indecisão Viver, Morrer,
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⁠Indecisão Viver, Morrer, Ressuscitar Extremos da vida Tudo vai do que Fica, tudo Foge... Em tormentos Mas, no fundo, Tudo é vício, Tudo é droga Coca-cola Deita e rola Num papel de cetim E eu vou E nunca fico...

Pretérito do passado Paixão! Cores quentes...
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Pretérito do passado Paixão! Cores quentes... (Que sonoridade). Não! Não... Por que roubaste O meu ser oculto? Miserável! Deixo-me no nada. Arrancou-me, mutilou-me Deixando-me no além. Ingrata, Seus rastros Voltaram Para tentar roubar Este lugar vazio Que você me deixou -pretérito, quero distância De ti. ⁠

⁠Palavras Senti na pele amargas dores, E vi as minhas palavras
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⁠Palavras Senti na pele amargas dores, E vi as minhas palavras Como um refúgio… Não sei se a minha Vida será lembrada, Ou se serei uma passagem Na escrita. Sinto o tormento, E em mim um vazio, O chão que fino sinto. Um falso chão, e palavras Que não aprecem serem Vistas. Quero gritar, e a minha Voz se esgana, e sai sopro De minhas dores… Sei que Fui poeta, poeta perdido no Nada, poeta sem destino, Poeta que a vida jamais Soube preservar, não sei Se viverei a anos, e se serei Aplaudido pelas minhas palavras. Um poema não está no espaço Por está, eles são muito mais Que uma pessoa, mas Que custa os sentimentos Objetivos, e subjetivos De uma poeta.